O túmulo está vazio – Ele ressuscitou

 

Pregadores de Rosas

Tu que pregaste as rosas
E não mostraste os espinhos
Quando vieram as provas
Oh! Cristão deixa o caminho
Quem sai em busca de flores
Onde não tem
Acaba encontrando as dores
E os espinhos também

Coro
Pregadores de rosas preguem
Os espinhos também
Preguem que Deus é amor,
Deus é amor, mas é justiça também
Porque a fé sem as obras pra Deus,
Nenhum valor ela tem

Não preguem facilidade
Para o caminho do céu
Se não houver santidade
O cristão jamais verá Deus

Pastor que usa cajado
Ao conduzir as ovelhas
Será bem recompensado
Quando ao Senhor devolvê-las

 

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       Fiz questão de selecionar algumas figuras do túmulo de Jesus para expressar com palavras escritas a providencia divina para anular o último inimigo dos homens, a morte.

Hebreus 2:5-18 

Não foi a anjos que ele sujeitou o mundo que há de vir, a respeito do qual estamos falando,
mas alguém em certo lugar testemunhou, dizendo: “Que é o homem, para que com ele te importes? E o filho do homem, para que com ele te preocupes?
Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos e o coroaste de glória e de honra;
tudo sujeitaste debaixo dos seus pés”. Ao lhe sujeitar todas as coisas, nada deixou que não lhe estivesse sujeito. Agora, porém, ainda não vemos que todas as coisas lhe estejam sujeitas.
Vemos, todavia, aquele que por um pouco foi feito menor do que os anjos, Jesus, coroado de honra e glória por ter sofrido a morte, para que, pela graça de Deus, em favor de todos, experimentasse a morte.
Ao levar muitos filhos à glória, convinha que Deus, por causa de quem e por meio de quem tudo existe, tornasse perfeito, mediante o sofrimento, o autor da salvação deles.
Ora, tanto o que santifica quanto os que são santificados provêm de um só. Por isso Jesus não se envergonha de chamá-los irmãos.
Ele diz: “Proclamarei o teu nome a meus irmãos; na assembléia te louvarei”.
E também: “Nele porei a minha confiança”. Novamente ele diz: “Aqui estou eu com os filhos que Deus me deu”.
Portanto, visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, ele também participou dessa condição humana, para que, por sua morte, derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o diabo,
e libertasse aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados pelo medo da morte.
Pois é claro que não é a anjos que ele ajuda, mas aos descendentes de Abraão.
Por essa razão era necessário que ele se tornasse semelhante a seus irmãos em todos os aspectos, para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel com relação a Deus e fazer propiciação pelos pecados do povo.
Porque, tendo em vista o que ele mesmo sofreu quando tentado, ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados.

       Humanamente, Jesus não queria sofrer e orou ao Pai para não ser crucificado(Mt 26:39). O estado de sofrimento espiritual e angustia de Jesus era tão intenso, que no Getsêmani o seu suor se tornou como gotas de sangue (Lc 22:39_44).

Mt 26:39

“Indo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto em terra e orou: “Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres”.

 

Lc 22:39-44

“Como de costume, Jesus foi para o monte das Oliveiras, e os seus discípulos o seguiram.
Chegando ao lugar, ele lhes disse: “Orem para que vocês não caiam em tentação”.
Ele se afastou deles a uma pequena distância, ajoelhou-se e começou a orar:
“Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua”.
Apareceu-lhe então um anjo do céu que o fortalecia.
Estando angustiado, ele orou ainda mais intensamente; e o seu suor era como gotas de sangue que caíam no chão.”

Só Que Jesus foi obediente até a morte, e morte de cruz (Fp 2:5_8).

Fp 2:5-8

“Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus,
que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se;
mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens.
E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!”

       O mais importante, nesta realidade que aconteceu a mais ou menos dois mil anos atrás e um exemplo para todos nós, discípulos de Cristo, que em nossa vida cristã estamos sujeitos ao sofrimento, alheio a nossa vontade.

       Outrossim, não estou escrevendo sobre um sofrimento qualquer, quer seja, por uma enfermidade ou decepção, mas simplesmente pelo fato de vivermos uma vida reta, sem máculas, sem condenação, sem culpa (1ªPe 4:15_19).

1ªPe 4:15_19

Se algum de vocês sofre, que não seja como assassino, ladrão, criminoso ou como quem se intromete em negócios alheios.

Contudo, se sofre como cristão, não se envergonhe, mas glorifique a Deus por meio desse nome.

Pois chegou a hora de começar o julgamento pela casa de Deus; e, se começa primeiro conosco, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?

E, “se ao justo é difícil ser salvo, que será do ímpio e pecador? “

Por isso mesmo, aqueles que sofrem de acordo com a vontade de Deus devem confiar suas vidas ao seu fiel Criador e praticar o bem.”

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4 respostas para O túmulo está vazio – Ele ressuscitou

  1. Qual o Dia da Crucificação e da Ressurreição de Cristo?

    Cristo crucificado

    por Pr. João Flávio Martinez

    A impressão uniforme transmitida pelos evangelhos sinóticos é que a crucificação aconteceu na sexta-feira da semana santa. Se não fosse João 19.14, esse ponto jamais seria discutido. Mas esta passagem afirma: “E era a parasceve [paraskeuë] pascal, cerca da hora sexta; e [Pilatos] disse aos judeus: Eis aqui o vosso rei”. A NVI sugere um texto em que a dificuldade é menor, quanto à aparente discrepância: “Era o dia da preparação da semana da páscoa, cerca da hora sexta”. Essa última tradução observa duas questões muito importantes quanto a costumes. Primeiro, a palavra paraskeuë já havia adquirido no século I de nossa era a qualificação de termo técnico com o sentido de “sexta-feira”, visto que era o dia de preparação para o sábado, isto é, o de descanso. No grego moderno paraskeuê quer dizer “sexta-feira”.

    Segunda observação: o termo grego tou pascha (lit., “da páscoa”) é equivalente a semana da páscoa. E referência à festa dos pães asmos, de sete dias (heb. massôt) que se seguia imediatamente à morte do cordeiro pascal, que era comido a seguir, na noite do décimo quarto dia do mês de abibe. Pelo modo de contar o tempo dos judeus, seria o início do décimo quinto dia, Logo após o pôr-do-sol. A semana do massôt, vinda após a páscoa (na qual o massôt era comido, com o cordeiro, ervas amargas, etc.) de modo natural tornou-se conhecida como semana da páscoa (cf. Encylopaedia Britânica, 14a. ed., 12:1041), es­tendendo-se de quinze a vinte de abibe, inclusive. (Arndt e Gingrich [Greek-English lexicon, p. 638-9] declaram: “Esta [a páscoa] era segui­da imediatamente por urna festa, a dos pães asmos… no décimo quinto até o vigésimo primeiro dia, O costume do povo produziu a união das duas festas, que eram tratadas como uma só, para propósitos práticos”.) Era desnecessário inserir um termo específico para ‘semana’ (como sâ­bûa’) para que isso fosse entendido. Portanto, aquela expressão, que poderia ser traduzida literalmente como “preparação da páscoa”, nesse contexto deve ser traduzida assim: “sexta-feira da semana da páscoa”.

    O resultado, portanto, é que João afirma com clareza, à semelhança dos sinóticos, que Cristo foi crucificado na sexta-feira, e sua morte sacrifical representava o cumprimento antitípico da própria páscoa, que havia sido instituída por Deus, nos dias do êxodo, como meio de fazer com que o Calvário estivesse disponível pela fé, aos israelitas, antes mesmo da vinda de Cristo.

    Observemos que em l Coríntios 5.7, Paulo se refere a Jesus como o cordeiro pascal dos cristãos: “Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado”. A declaração de E. C. Hoskyns a respeito de João 19.14 é muito apropriada: “Está chegando a hora do duplo sacrifício. É meio dia. O cordeiro pascal está sendo preparado para o sacrifício, e o Cordeiro de Deus também já foi sentenciado à morte” (The fourth gospel [London,Farber and Farber, 1940]). E necessário esclarecer que os cordeiros sob referência aqui não são os que eram mortos e comidos nos lares dos israelitas, rito judaico que Jesus e seus discípulos haviam observado na noite anterior (“no lava-pés da quinta-feira”), mas os cordeiros que deveriam ser oferecido no altar do Senhor em prol de toda a nação de Israel. (Quanto à observância doméstica, na noite do décimo quarto dia de abibe, cf. Êxodo 12.6; quanto ao sacrifício público no altar, cf Êxodo 12.16,17; Levítico 23.4-8; 2Crônicas 30. 15-19; 35.11-16. Esses sacrifícios eram conhecidos como próprios da Páscoa, pois eram feitos durante a semana pascal)

    Portanto, chegamos à conclusão de que houve um mal entendido a respeito da frase paraskeuë tou pascha que ocasionou essa perplexidade; até mesmo Guthrie (New Bible commentary, p. 964) achou que era um erro para o qual não havia solução. As várias explicações engenhosas que outros estudiosos ofereceram, que Cristo celebrou sua Páscoa na véspera, sabendo que ele seria crucificado antes da noite do décimo quarto dia; que Cristo e suas ações dizem respeito a uma data diferente, segundo a qual o décimo quarto dia era um dia antes do calendário oficial do sacerdócio judaico em Jerusalém; ou que o Senhor estaria seguindo um outro qualquer, observado pelos essênios de Qumran — nenhuma dessas teorias é provável, possível ou necessária. Não há contradição entre João e os sinóticos quanto ao dia em que Cristo morreu — o Senhor morreu na sexta-feira.

    O Dia da Ressurreição de Cristo

    O texto bíblico de Marcos é muito claro quanto ao dia da ressurreição do Senhor: “Ora, havendo Jesus ressurgido cedo no primeiro dia da semana…”, ou seja, o Domingo é o dia da Ressurreição – isso é um fato.

    Alguns contestam que Jesus não poderia ter morrido na sexta e ressuscitado no domingo, sendo que o espaço de tempo não comportaria os três dias completos. O Dr. Halley explica da seguinte maneira esse texto de Mt. 27:64: “No terceiro dia, v. 64, usa-se aqui como sendo idêntico a depois de três dias, v. 63. Conforme o costume dos Judeus, parte de um dia, no começo e no fim de um período, era contada como um dia, Et. 4:16; 5:1. Três dias e três noites, Mt.12:40 (modo extenso de dizer três dias, I Sm. 30:12-13); depois de três dias, Mc. 8:31; 10:34; Jo. 2:19; e no terceiro dia, Mt. 16:21; 17:23; 20:19; Lc. 9:22; 24:7,21,46; são frases que se usam uma pela outra para significar o período de tempo que Jesus passou no sepulcro, desde a tarde da sexta feira à manhã de Domingo”.

    Quanto a aparente confusão de Lc. 23:56 e Mc. 16:1 (Quando as mulheres compraram as especiarias – antes ou depois do sábado?) o Dr. Macnair acredita que poderia ter havido dois grupos de mulheres que se incumbiram de preparar as especiarias para o sepultamento de Cristo. Desse modo, subentendesse, que uma equipe comprou as especiarias durante o dia de sexta-feira e a outra no início do domingo. Isso pode ser aceito perfeitamente sem nenhum problema! Além disso, Lc. 23:56 corrobora que Cristo foi crucificado no dia de sexta-feira, pois as mulheres descansaram no shabatt e a véspera desse dia só pode ser a sexta.

    Bibliografia:

    Fontes: Manual Bíblico – Dr. Halley

    Enciclopédia de Dificuldades Bíblicas – Dr. Archer

    http://www.cacp.org.br/qual-o-dia-da-crucificacao-e-da-ressurreicao-de-cristo/

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  2. Alguma vez você refletiu sobre o nome do Jardim do Getsêmani, onde Jesus foi preso na noite anterior à sua crucificação?

    Getsêmani originou-se das palavras hebraicas gat-גת (“prensa”)e shemanim שמנים- (“azeite”). No sopé do Monte das Oliveiras, havia um jardim para onde os agricultores de Jerusalém levavam suas azeitonas colhidas para serem prensadas em azeite.

    O nome Getsêmani é importante porque reforça a essência do sofrimento de Jesus no momento de sua detenção. Como uma azeitona em uma prensa, estão literalmente espremendo a vida de Jesus. Segundo a Escritura, “estando angustiado, ele orou ainda mais intensamente; e o seu suor era como gotas de sangue que caíam no chão” (Lucas 22:44).

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  4. RESTAURADO O TÚMULO DE JESUS NA JERUSALÉM ANTIGA

    O santuário ornamentado que circunda o que se acredita ser o túmulo de Jesus foi reaberto numa cerimônia em Jerusalém, na quarta-feira passada, após meses de delicados trabalhos de restauração.

    Os líderes religiosos abriram a cerimônia na Igreja do Santo Sepulcro, construída no local onde os cristãos acreditam que Jesus foi crucificado e enterrado.

    Dignitários, incluindo o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, estiveram presentes.

    O Patriarca Ortodoxo Grego, Teófilo III de Jerusalém, em seu discurso à cerimônia, chamou a restauração “não só de um presente para nossa Terra Santa, mas para o mundo inteiro”.

    Eles ficaram em frente ao edicule do século XIX ao redor do túmulo quando hinos foram cantados.

    edicule sagrado

    “Pela primeira vez, em mais de dois séculos, este edicule sagrado foi restaurado”, disse ele, referindo-se ao santuário construído em 1810 ao redor do túmulo.

    O santuário é uma parte-chave da Igreja do Santo Sepulcro na Cidade Velha de Jerusalém.

    No entanto, séculos de fumaça de velas e peregrinos visitantes o deixaram descolorido e quase preto.

    Partes dele também estavam se soltando, com avisos de que era estruturalmente ruim e representava um risco para os milhões de peregrinos que visitam o local a cada ano.

    As autoridades israelenses fecharam-no brevemente, em 2015, por temores de segurança.

    Após uma renovação de 3,7 milhões de dólares, conduzida pelas três principais denominações cristãs da igreja, o túmulo foi cuidadosamente restaurado para a sua antiga glória – incluindo uma coloração avermelhada.

    A tumba foi formalmente reaberta numa cerimônia em Jerusalém liderada por líderes religiosos e doadores.

    Monumento

    “Antes disso, o monumento era preto”, disse a principal renovadora Antonia Moropoulou à AFP no local.
    “Esta é a cor real do monumento, a cor da esperança.”

    Ao contrário de outras partes da igreja, que foram renovadas entre os anos 1960 e 1990, o edicule tinha sido negligenciado.

    Moropoulou explicou que eles tinham sistematicamente desmantelado, limpo e renovado quase todo o edicule, incluindo as colunas e cúpulas superior e interna.

    Pela primeira vez, uma janela foi instalada para permitir que os peregrinos possam ver a pedra nua da antiga caverna de enterro.

    A nova integridade estrutural significa que uma gaiola de proteção, instalada há 70 anos pelos britânicos, não é mais necessária.

    “As deformações do edicule santamente são endereçadas e a integridade estrutural foi assegurada,” Moropoulou disse.

    Samuel Aghoyan, superior da Igreja Armênia no Sepulcro, que co-financiou o projeto, disse que após a renovação o edicule parecia “um edifício novo”.

    Em outubro, talvez o momento mais dramático da renovação, ocorreu quando a caverna que se pensava ser o túmulo de Jesus foi aberta pela primeira vez em séculos.

    As placas de mármore foram removidas para permitir o reforço da câmara.

    Encontraram uma laje superior que data da era das Cruzadas, indicando que o túmulo não tinha sido aberto por 700 anos, Moropoulou disse.

    Imagem do túmulo e arredores

    Embaixo eles encontraram outro da era de Constantino o Grande, o imperador que começou a transição do império romano para o cristianismo no século IV dC.

    “Quando abrimos as lajes descobrimos dentro da alvenaria interna todas as camadas da história – de Constantiniano a Bizantino, aos Cruzados e à Renascença”, disse Moropoulou.

    Se o local é certamente o lugar do enterro de Jesus tem sido, por muito tempo, uma matéria de disputa.

    Alguns cristãos acreditam que ele foi enterrado na Tumba do Jardim, fora das muralhas da Cidade Velha de Jerusalém, mas Moropoulou disse que suas descobertas apoiaram o Sepulcro como o local.

    Perguntada se as placas sustentavam o argumento de que Jesus estava enterrado lá, ela disse que “não era uma questão de argumento”.

    “É uma questão de revelar um túmulo que está vivo e que está nos influenciando o trabalho aqui e em todo o mundo”.

    O trabalho não é o fim dos planos para renovar a igreja.

    Aghoyan disse que eles têm planos para corrigir o porão do edicule, bem como o “andar inteiro da igreja”.

    Tal trabalho exigiria cerca de US$ 6 milhões, de acordo com estimativas.

    As denominações ortodoxas gregas, armênias e católicas romanas compartilham a custódia da igreja, mas as disputas entre os três levaram as reformas a serem adiadas por décadas.

    Aghoyan admitiu que havia tensões entre as igrejas.

    “Não somos apaixonados por cada um, mas nos amamos”, disse ele com um sorriso.

    http://www.ruajudaica.com

    Retirei este texto de uma mensagem que o Juscelino Mariano, aposentado da Petrobras/CENPES, me enviou.

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