OS CRISTÃOS ESQUECIDOS DO ORIENTE

É difícil imaginar aonde os governos e as igrejas ocidentais pensam que vão chegar fazendo vista grossa à perseguição de cristãos no mundo islâmico.

       Na noite de domingo (9/10/2011), cristãos coptas egípcios organizaram o que era para ser uma vigília pacífica em frente à sede da emissora de TV estatal no Cairo. Os mil manifestantes representavam a antiga comunidade cristã de cerca de 8 milhões de pessoas, cuja presença no Egito precede a dominação islâmica em várias séculos. Eles se reuniram no Cairo para protestar contra os recentes incêndios criminosos de duas igrejas por arruaceiros muçulmanos, e contra a rápida ascensão da violência (com apoio do governo) contra os cristãos por grupos muçulmanos desde a renúncia do ex-presidente egípcio Hosni Mubarak em fevereiro.

       De acordo com fontes coptas, os manifestantes foram cercados por agressores islâmicos, que rapidamente ganharam suporte de forças militares. Entre 19 e 40 cristãos coptas foram mortos por soldados e atacantes muçulmanos. Foram atropelados por veículos militares, espancados, baleados e arrastados pelas ruas do Cairo.

       A emissora estatal relatou apenas que três soldados haviam sido mortos. De acordo com a agência Ahram Online, os soldados atacaram os estúdios da emissora de TV al-Hurra na noite de domingo para bloquear a transmissão de informações sobre o ataque militar contra os cristãos coptas.

       Ao que parece, a tentativa de controle de informações sobre o que aconteceu funcionou. As notícias na segunda-feira sobre a violência deram poucos sinais da identidade dos mortos ou feridos. É certo que não contaram a história do que realmente aconteceu domingo à noite no Cairo.

       Em outro evento, o patriarca católico maronita do Líbano, Bechara Rai, gerou polêmica há duas semanas. Durante uma visita oficial a Paris, Rai alertou o presidente francês Niolas Sarkozy que a queda do regime de Assad na Síria seria um desastre para os cristãos da Síria e de regiões próximas. Hoje a oposição, que tem apoio do Ocidente, é dominada pela Irmandade Islâmica. Rai alertou que a derrubada do presidente Bashar Assad poderia levar a uma guerra civil e ao estabelecimento de um regime islâmico.

       No Iraque, a insurgência patrocinada pelo Irã e pela Síria que se seguiu à derrubada pelos americanos do regime baathista de Saddam Hussein, em 2003, promoveu uma guerra sangrenta contra a população cristã do Iraque. Este mês marca o primeiro aniversário do massacre de 58 fiéis em uma igreja católica em Bagdá. Na década passada havia 800 mil cristãos no Iraque. Hoje, são apenas 150 mil.

       Sob o xá do Irã, os cristãos eram mais ou menos livres para praticar sua religião.

       Hoje os cristãos iranianos estão sujeitos a caprichos de soberanos muçulmanos, que não conhecem outra lei a não ser a da supremacia islâmica.

       O suplício do pastor evangélico Yousef Nadarkhani é um exemplo. Ele foi preso há dois anos, julgado e condenado à morte por apostasia, por se recusar a renegar sua fé cristã. Não existe lei contra a apostasia no Irã, mas isso não importa. O aiatolá Khomeini era contra a apostasia. A lei islâmica também é.

       Depois que a história de Nadarkhani foi publicada no Ocidente, os iranianos mudaram de plano.

       Agora eles teriam abandonado a acusação de apostasia e sentenciado o pastor à morte por estupro. O fato dele nunca ter sido acusado ou condenado por estupro não tem importância.

       Cristãos palestinos, igualmente, têm sofrido sob os líderes eleitos pela população.

       Quando a Autoridade Palestina foi estabelecida em 1994, os cristãos eram 80% da população de Belém. Hoje correspondem a menos de 20%.

       Desde que o Hamas “libertou” Gaza em 2007, a antiga minoria cristã da região tem sofrido ataques constantes. Com apenas 3 mil membros, a comunidade cristã de Gaza teve igrejas, conventos, livrarias e bibliotecas incendiadas por integrantes do Hamas e seus aliados. Seus membros foram atacados e mortos. Apesar de o Hamas ter prometido a proteção dos cristãos da cidade, ninguém foi preso por violência anticristã.

       Da mesma forma que os judeus no mundo islâmico foram expulsos das suas antigas comunidades por governantes árabes com a criação do Estado de Israel em 1948, os cristãos também foram perseguidos e expulsos de suas casas. Regimes populistas islâmicos e árabes usam o supremacismo da religião islâmica e o chauvinismo racial árabe contra cristãos como gritos de guerra para insuflar as multidões para seus propósitos. Esses apelos, por sua vez, levaram à dizimação das populações cristãs no mundo árabe e islâmico.

              Por exemplo, quando o Líbano obteve sua independência da França em 1946, a maioria dos libaneses era cristã. Hoje os cristãos são menos de 30% da população. Na Turquia, a população cristã foi reduzida de 2 milhões no fim da Primeira Guerra Mundial para menos de 100 mil hoje. Na Síria, na época da independência, os cristãos representavam quase metade da população. Hoje 4% dos sírios são cristãos. Na Jordânia, há meio século, 18% da população era cristã. Hoje apenas 2% dos jordanianos são cristãos.

       Os cristãos são proibidos de praticar sua religião na Arábia Saudita. No Paquistão, a população cristã está sendo sistematicamente destruída por grupos islâmicos apoiados pelo regime. Incêndios de igrejas, conversões forçadas, estupros, assassinatos, sequestros e perseguição legal de cristãos paquistaneses se tornaram ocorrências diárias.

       Infelizmente, para os cristãos do mundo islâmico, sua causa não está sendo defendida por governos ou igrejas do Ocidente. A França, em vez de impor como condição para seu apoio à oposição síria o compromisso com a liberdade religiosa para todos por parte dos seus líderes, através de seu Ministério das Relações Exteriores reagiu com irritação às advertências de Rai sobre o que provavelmente acontecerá aos cristãos sírios, caso o presidente Bashar Assad e seu regime sejam derrubados. O Ministério das Relações Exteriores da França publicou uma declaração afirmando que estava “surpreso e desapontado” com as declarações de Rai.

       O governo de Obama foi menos solidário ainda. Rai está viajando pelos EUA e pela América Latina em uma visita de três semanas a comunidades de imigrantes maronitas. A existência dessas comunidades é consequência direta da perseguição árabe e islâmica aos cristãos maronitas do Líbano.

       A ida de Rai aos Estados Unidos deveria começar com uma visita a Washington e um encontro com altos funcionários do governo americano, incluindo o presidente Barack Obama. No entanto, após as declarações de Rai em Paris, o governo americano cancelou todas as reuniões marcadas com ele. Ou seja, em vez de considerar os perigos sobre os quais Rai alertou e usar a influência americana para aumentar o poder dos cristãos, curdos e outras minorias em qualquer governo sírio pós-Assad, o governo Obama decidiu boicotá-lo por chamar atenção para o perigo.

       Com exceção dos evangélicos, a maioria das igrejas ocidentais está igualmente desinteressada em defender os direitos de co-religiosos no mundo islâmico. A maioria das principais denominações protestantes, da Igreja Anglicana e seus vários ramos dentro e fora dos EUA à Metodista, Batista, Menonita e outras, não fez esforço algum para proteger ou defender os direitos dos cristãos no mundo islâmico.

       Em vez disso, na última década, essas igrejas e seus ramos internacionais buscaram repetidas vezes atacar o único país do Oriente Médio em que a população cristã aumentou nos últimos 60 anos: Israel.

       Quanto ao Vaticano, nos cinco anos desde que o papa Bento XVI, no seu discurso em Regensburg, lançou um desafio aos muçulmanos para que agissem com bom senso e tolerância ao lidar com outras religiões, abandonou a posição anteriormente adotada. Um diálogo entre iguais se tornou uma súplica ao islã em nome de uma compreensão ecumênica. No ano passado o papa organizou um sínodo sobre os cristãos do Oriente Médio que não mencionou a perseguição anticristã por forças e regimes islâmicos e populistas. Israel, por outro lado, foi o principal alvo de críticas.

       A diplomacia do Vaticano se estendeu até o Irã, para onde enviou um representante para participar de uma falsa conferência antiterrorista de Mahmoud Ahmadinejad. Conforme relatou Giulio Meotti para a agência israelense Ynet, enquanto todos os embaixadores da União Europeia saíam no meio do discurso de negação do Holocausto de Ahmadinejad na segunda conferência das Nações Unidas em Durban, o embaixador do Vaticano ficou sentado. O Vaticano abraçou líderes da Irmandade Islâmica na Europa e no Oriente Médio.

       É difícil imaginar aonde os governos e as igrejas ocidentais pensam que vão chegar fazendo vista grossa à perseguição e dizimação de comunidades cristãs no mundo islâmico. Como mostram os acontecimentos do domingo passado no Egito e os ataques diários de muçulmanos contra cristãos na região, as atitudes do Ocidente não estão aplacando ninguém. Mas fica bastante claro que ele irá colher o que plantou.

Caroline Glick – www.carolineglick.com – tradução: Luis Gustavo Gentil – extraído de: www.juliosevero.comhttp://www.beth-shalom.com.br

       Caroline Glick nasceu nos EUA e emigrou para Israel em 1992. Como capitã do exército israelense, ela fez parte da equipe de negociações com os palestinos de 1994 a 1996. Mais tarde, serviu como conselheira-assistente de política externa do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu (durante seu primeiro mandato, de 1997 a 1998). A seguir, fez mestrado na Universidade Harvard. Após retornar a Israel, foi comentarista diplomática e editora de suplementos sobre questões estratégicas no jornal Makor Rishon. Desde 2002, é vice-editora e colunista do jornal The Jerusalém Post. Seus artigos têm sido reproduzidos em muitas outras publicações e suas opiniões são amplamente respeitadas. Seu site é www.carolineglick.com

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5 respostas para OS CRISTÃOS ESQUECIDOS DO ORIENTE

  1. CRISTÃO SECRETO

    Há países onde a igreja é tão escondida, que a maioria das pessoas nem sequer sabe que ela está lá. É como se a igreja não tivesse nome, nem endereço.

    Imagine uma simples casa, em um simples bairro, de uma simples cidade. Nada que levante suspeitas ou chame atenção. Imagine pessoas, homens e mulheres, chegando a essa casa de tempos em tempos, um por um. Aproxime-se e bata na porta. Uma fresta se abre e uma pessoa olhando você de cima abaixo, num gesto de reconhecimento, lhe dá permissão para entrar.
    Lá dentro, as janelas estão fechadas e os ruídos da rua soam distantes. Você olha ao redor e vê que ali existem outros como você. Então se senta no chão, onde estão alguns deles. Algumas pessoas compartilham versículos da Bíblia, que sabem de cor — embora alguns possuam uma Bíblia em sua casa, não se atrevem a levá-la, já que ser pego com a palavra de Deus pode significar prisão ou morte.
    É possível que vocês cantem alguma música, mas não precisa ser feito em sussurros, para que ninguém possa ouvi-los. Ao invés de usarem o nome de Jesus, vocês dizem “o único”. Para Deus, usam a palavra “pai”. Para Bíblia, “o livro”. Para igreja, “família”. Para oração, “falar com o Pai”. E, quando a reunião chega ao fim, todos deixam o local pouco a pouco. Imagine seguir a Jesus em um lugar como esse. Lugares assim são reais. Assim é a igreja secreta.

    IGREJA SECRETA AO REDOR DO MUNDO

    Cristãos secretos são, principalmente, cristãos convertidos de outras crenças e cosmovisões que, por causa de ameaças, precisam manter em segredo sua nova fé. Existem comunidades de cristãos secretos em sociedades islâmicas e em países budistas, hindus e comunistas. Em algumas nações, como a Coréia do Norte, o Afeganistão, a Somália e a Arábia Saudita, não há igrejas visíveis, portanto as comunidades cristãs só podem se reunir em secreto.
    Em muitos países, os convertidos das religiões dominantes enfrentam sérias retaliações se sua nova crença se tornar conhecida. Por exemplo, muitos muçulmanos consideram apostasia deixar o islamismo por qualquer motivo. Quando descoberto, um cristão x-muçulmano é frequentemente ameaçado de morte se não voltar ao islamismo. Nas sociedades budistas radicais, os convertidos ao cristianismo são expulsos da aldeia ou da cidade. Sabemos também que os hindus radicais atacam igrejas e incendeiam casas de cristãos convertidos.
    Viver sob tais ameaças significa que os cristãos precisam abrir mão dos edifícios tradicionais de igreja e do culto dominical para, em vez disso, se reunir em lugares onde não chamarão a atenção. Você pode imaginar como deve ser difícil ter essa “dupla identidade” – por fora ainda seguir a antiga fé e por dentro ser um seguidor de Jesus Cristo.

    NA ÁSIA CENTRAL

    Essa situação é especialmente comum em países islâmicos, onde os cristãos ex-muçulmanos costumam se reunir às sextas-feiras enquanto os muçulmanos vão às mesquitas para suas tradicionais orações. Uma família cristã costuma receber uma ou duas outras famílias e, se um estranho chegar à porta, a reunião daqueles irmãos se tornará rapidamente uma refeição ou uma festa. Os locais e horários das reuniões podem mudar de semana para semana, evitando assim chamar a atenção.
    Em algumas situações, é mais seguro para os cristãos se encontrarem em em grupos pequenos em lugares inesperados como uma casa de chá ou uma cafeteria cheia.
    Na Ásia Central, em países como Uzbequistão, Turcomenistão, Tajiquistão e Cazaquistão, sob regimes mais brandos, a conversão ao cristianismo não é considerada apostasia ou blasfêmia, mas uma traição às normas e valores da cultura dominante. Temendo a desonra e a vergonha, os convertidos evitam, assim mostrar sua nova fé. É possível também que a família e a comunidade mantenham os cristãos sob prisão domiciliar, os pressione a voltar ao islamismo ou os agrida com violência.

    Marco Cruz
    Secretário-geral
    Portas Abertas
    http://www.portasabertas.org.br

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  2. “Como pode o jovem manter pura a sua conduta?”(Salmos 119:9a) Essa é uma pergunta vital para jovens de qualquer época ou lugar. A resposta precisa, encontra-se na segunda parte do versículo: “Vivendo de acordo com a tua palavra.” (Salmos 119:9b). Segundo o salmista, o jovem precisa conhecer a Bíblia. Porém, o mero saber não basta. É necessário permitir que o significado bíblico penetre a mente e molde personalidade e atitudes.

    O ensino bíblico é válido para os jovens no Brasil. Muitos deles anseiam por liberdade e vida pura, mas, por vezes, não têm referencial de como vivê-la.

    O mesmo acontece com os nossos irmãos perseguidos no mundo de fala persa. Nessa região, a maioria da população é de pessoas com menos de 30 anos de idade. Existe ali um número crescente de jovens cristãos ex-muçulmanos. Desiludidos com a corrupção da liderança do islamismo, eles buscam uma nova identidade e se abrem à mensagem de Cristo.

    A expansão do evangelho não agrada às autoridades locais que se manifestam contra o movimento. “Por essa razão, os cristãos precisam ser cuidadosos nos cultos”. Em 2016, cerca de 200 pessoas foram presas por se converterem a Cristo.

    Muitos dos novos convertidos têm dificuldade de encontrar uma igreja. “Eu não conheço nenhum outro cristão na minha cidade”, menciona um deles. Ainda assim, os jovens cristãos da região precisam ser preparados para enfrentar o desafio de liderar as igrejas secretas nas casas.

    Marco Cruz
    Secretario Geral Portas Abertas

    A PORTAS ABERTAS TREINA JOVENS CRISTÃOS DO MUNDO DE FALA PERSA A FIM DE CAPACITÁ-LOS A SEREM LÍDERES EM SUAS COMUNIDADES

    A maior parte da população do mundo de fala persa é composta por jovens, sendo que 60% das pessoas têm menos de 30 anos. A corrupção religiosa islâmica faz os jovens ficarem desiludidos com o islamismo. Eles estão em busca de identidade e propósito de vida, e isso leva cada vez mais jovens a Cristo.
    No entanto, muitas vezes, os novos convertidos não encontram uma igreja para congregar devido ao temor de compartilhar a nova fé. Além disso, muitos jovens cristãos estão assumindo a liderança das igrejas, que se reúnem nas casas, sem nenhuma experiência.

    PAIXÃO PELO EVANGELHO

    Sami é um cristão do mundo de fala persa. Quando questionado sobre o desejo dos jovens de sua região, ele foi enfático: liberdade. “Os jovens estão muito limitados. Eles vagam sem rumo pelas ruas, colocando a culpa de todos os problemas no islamismo. Por isso, têm raiva de Deus”. Samni ora para que tenha a ousadia de compartilhar o evangelho e levar esperança aos jovens que conhece. “É difícil ser Cristão aqui. Mas é importante viver de acordo com a vontade de Deus”, acrescenta o jovem.

    “Os irmãos do mundo de fala persa são muito extrovertidos e querem falar sobre a fé”, explica um colaborador de Portas Abertas. “Por isso, o discipulado deles gera muitos frutos. Se você diz a um jovem que ele deve compartilhar sobre Jesus, ele cumpre o chamado”. Oferecer o seminário é uma forma de preparar a igreja para ser sal e luz.

    Revista Portas Abertas Ano 35 nº9.

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  3. rfbarbosa1963 disse:

    EI executam 21 cristãos egípcios

    Um vídeo mostrando a decapitação em massa de reféns cristãos copta foi lançado por militantes na Líbia, que alegaram fazer parte do grupo extremista Estado Islâmico.

    O vídeo, divulgado neste domingo, mostra vários homens vestidos com macacões laranja sendo conduzidos ao longo de uma praia, cada um acompanhado por um militante mascarado. Os homens são obrigados a se ajoelhar e, em seguida, um militante vestido diferente dos outros, fala para a câmera com um inglês com sotaque americano. Logo em seguida os reféns são colocados com o rosto virado para baixo e decapitados simultaneamente.

    O militante então aponta para o norte e diz: “Vamos conquistar Roma, com a permissão de Alá”.

    Militantes na Líbia estavam mantendo 21 egípcios cristãos reféns por semanas, ameaçando-os de morte. Os autores do vídeo se identificaram como provenientes da província de Trípoli, do Estado Islâmico, grupo extremista que controla cerca de um terço da Síria e do Iraque.


    Militantes do grupo extremista levam reféns para o local da execução

    O governo egípcio declarou um período de luto de sete dias e o presidente Abdel Fattah el-Sissi convocou uma reunião de segurança nacional de emergência, para discutir uma resposta ao grupo extremista. El-Sissi enviou condolências “às vítimas do terrorismo”, segundo um comunicado divulgado pela presidência.

    Qalini Sanyout, cujos dois sobrinhos estavam entre os reféns, atendeu ao telefone no domingo à noite em meio ao som de gemidos ao fundo.

    “O que podemos dizer? Alguém pode nos dizer se isso é verdade?”, disse ele, repetidamente. “A vila inteira está de luto. Os homens estão cobrindo suas cabeças com poeira e lama.”

    Extraído do site http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/ em 16/02/2015

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  4. Advidoraima2j disse:

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  5. Marcos Carneiro disse:

    Também é difícil de imaginar e ignorar o que os judeus fazem com os muçulmanos ( e aos palestinos em especial).Não ouço uma só voz cristã denunciar essas violências e se escandalizarem com isso.O ódio religioso entre cristãos , muçulmanos e judeus, vem da intolerância com os diferentes.Isso tudo começa com a intolerãncia de Abraão, que expulsou Agar e seu filho Ismael só porque não eram judeus legítimos, ao receber de Deus a benção de um filho dele com Sara (será que um filho de um judeu com árabe também não tem sangue judeu? A genética nos afirma seguramente que sim), passou pelos judeus mandando matar Cristo na cruz porque Ele não tinha uma mensagem exclusiva para salvar os judeus e vai até as cruzadas, quando os cristãos, em nome de Deus, massacrou os muçulmanos. Essas diferenças só serão superadas (e será que um dia p serão?) quando nós cristãos , agirmos como pedro recomendou: Tenham no coração de vocês respeito por Cristo e o tratem como Senhor.Estejam sempre prontos para responder a qualquer pessoa que pedir que expliquem a esperança que voc~es têm.MAS FAÇAM ISSO COM EDUCAÇÃO E RESPEITO.TENHAM SEMPRE A CONSCIÊNCIA LIMPA. Assim, quando vocês forem insultados, os que falarem mal da boa conduta de vocês como seguidores d Cristo, ficarão envergonhados”.
    Ao invés de lhes apontarmos o inferno, acolhamo-lhes com amor, para convertêlos, no amor de Cristo, ação essa que não cabe a nós, mas ao espirito santo. Aclher para converter!

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