EVANGELISMO NO TRABALHO

Mt 28:19,20

“Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo,
ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”.


O fundamento em si para esta mensagem é que estamos no mundo e precisamos nos lembrar sempre que o mundo inteiro jaz no maligno (1ªJo 5:19 – Tradução de João Ferreira de Almeida – Edição Contemporânea).
      Utilizei este texto como base para o tema acima, visto que o mesmo contempla todo o contexto da vida de um homem ou mulher lavado e remido pelo sangue de nosso Senhor e Salvador Jesus em todas as gerações.

 Outro fato é que precisamos nos alimentar, vestir, tratar, como efeito da própria queda (Gn 3:19).

Dos descendentes de Caim surgem os seus descendentes que são o pai dos que habitam em tendas e possuem gado (Gn 4:19_20); o pai de todos que tocam arpa e flauta (Gn 4:21); e o mestre de toda obra de cobre e de ferro. (Gn 4:22).

Estes são os registros iniciais nas escrituras sagradas de homens que utilizaram os recursos que a própria natureza gerava, para benefício próprio, visto que Abel foi morto por Caim.

No mesmo capítulo há o relato do nascimento de Sete, em lugar de Abel (Gn 4:25) e conclui com o versículo 26 em que “os homens começaram a invocar o nome do Senhor”.

Estas passagens nos revelam que surgem duas descendências, a de Caim e o de Sete passando por Abraão, Isaque e Jacó (Lc 3:23_38 – A genealogia de Jesus).

Ao ler as escrituras sagradas, observamos o efeito da queda pelas gerações que foram surgindo.

Então, o fato de precisarmos nos alimentar, vestir, tratar é algo normal ao longo das gerações de todos os homens. O texto em 1ªTs 4:11_12 sintetiza com precisão o contexto para o tema abordado.

1ª Ts 4:11,12

“Esforcem-se para ter uma vida tranquila, cuidar dos seus próprios negócios e trabalhar com as próprias mãos, como nós os instruímos;
a fim de que andem decentemente aos olhos dos que são de fora e não dependam de ninguém.”

É a lei da base sólida. Paulo construiu um relacionamento de respeito. Esta orientação é dada para homens e mulheres comuns em suas diversas qualificações e que são cristãos. Expressa o valor do testemunho pessoal diante dos que estão de fora.

Se os tessalonicenses tivessem de conquistar sua cidade para Cristo, eles teriam de comprometer-se pessoalmente na busca de excelência. Eles teriam de viver uma vida pacifica, pagar suas contas e trabalhar com integridade. Quando nós conquistamos o respeito dos outros pela forma como bem conduzimos nossa própria vida, conquistamos também o direito de nos tornarmos lideres para outros. (Da Bíblia da Liderança Crista).

É o exemplo que faz a diferença, principalmente para os que eram exatamente o contrário do que podemos chamar de um bom exemplo. Voltemos aos textos bíblicos para expressar o meu pensamento, usando dois extremos:

1) Mc 5 – O endemoninhado geraseno.

Antes:  Morava nos sepulcros (Mc 5:3).

Depois: Assentado, vestido e em perfeito juízo (Mc 5:15).

 O IDE : Mc 5:18_20

2) Jo 9 – A cura de um cego de nascença

Antes: Cego (Jo 9:1)

Depois: Voltou vendo (Jo 9:6_7)

Os questionamentos – Jo 9:8_34

Conclusão: A adoração Jo 9:38.

A minha pergunta é:

Quantas pessoas semelhantes a estas há na face da terra e que se tornaram pessoas em seu perfeito juízo e saúde e são testemunhas vivas do milagre que Deus opera nos dias atuais. Pessoas comuns, trabalhadores (as), donos (as) de casa que expressam pela sua idoneidade este milagre.

Quantas pessoas eram corruptas, assaltantes, homicidas, prostitutas, homossexuais, condenados a morte por alguma doença incurável aos olhos da medicina e que foram totalmente libertas ou curadas pelo sangue carmesim derramado na cruz do calvário.

Vou dar um exemplo pessoal. A alguns anos um amigo e Pr (Pr Davi) trabalhador da Petrobras/REDUC foi parar no hospital entre a vida e a morte (problemas no coração), alguns meses depois, voltou ao trabalho e ao ministério pastoral normalmente. Pouco tempo depois tive o AVE e também fui parar no hospital entre a vida e a morte. Não me lembro de nada do hospital, porém, logo depois, após a alta passei por um processo muito sofrível de tratamento e recuperação. Mas, nos momentos mais difíceis, me lembrei Dele entre outras pessoas que igualmente superaram estes momentos. E afirmei “Se Eles superaram tudo aquilo, por que eu não posso”? O testemunho de superação falou mais alto do que palavras.

Agora, voltando ao assunto do evangelismo em local de trabalho, lembrei-me de uma frase de outro amigo e irmão na fé.

“Procure em seu local de trabalho se há pessoas que se reúnem com frequência nos intervalos de almoço e pratique isto. Caso não haja, procure formar um grupo de oração e estudo bíblico”.

(Jair Walter)

Por que afirmo isto?

Simplesmente porque é o nosso tempo em que podemos nos alimentar com a Palavra, entoar canções de adoração ao nosso Deus, orar uns pelos outros, pelas pessoas enfermas e necessitadas em nosso local de trabalho. Sempre irão aparecer necessidades. Devemos orar também pelos trabalhadores em geral, para que desempenhem suas atividades com alegria, júbilo e temor. Para que sejam bons, excelentes profissionais. Eu creio nisto.

Grande parte de nossos dias se dá em ambiente de trabalho, local onde nos relacionamos com uma diversidade de pessoas.

Trabalhei muitos anos em uma refinaria. E o que é uma refinaria? É o local, onde o produto in-natura (Ex.: Petróleo) é processado e refinado produzindo os derivados (Ex.: GNV; GLP; Gasolinas; QAV-1; Diesel; Óleos lubrificantes em geral).

Há uma logística para que este processo se dê rigorosamente dentro de padrões de qualidade, segurança e meio ambiente. E para que isto aconteça são necessárias pessoas, muitas pessoas treinadas, qualificadas, preparadas para atuar em situações diversas.

Quando esta logística acontece em um ambiente de trabalho agradável, louvado seja Deus, as horas passam e não percebemos. O índice de afastamentos diminui por motivos diversos e as pessoas trabalham com alegria. Parece utópico, mas acredito que é possível, na medida em que as pessoas estão bem sintonizadas umas com as outras.

O hino 115 da harpa cristã afirma tudo:

Obviamente que o texto do hino 115 da harpa cristã descreve o trabalho de um obreiro trabalhando na seara e na vinha do Senhor, exercendo as suas tarefas e responsabilidades com alegria, com júbilo, singeleza e acima de tudo com unção, que despedaça todo o jugo (Is 9:4; Mt 11:29,30).

Quando isto não estiver acontecendo é o momento de dobrar os joelhos e orar, clamar para que os grilhões, as opressões cessem. Eu sou testemunha ocular das providências divinas lá na Reduc, em dois ambientes de trabalho distintos:

1º) No prédio da Superintendência. Reuniões pequenas de 30 minutos, visto que os outros 30 minutos de intervalo são reservados para o almoço.  Eram duas reuniões. A 1ª reunião específica para oração. A frequência sempre foi muito pequena. Nestes momentos orávamos uns pelos outros, pelos colegas de trabalho e profissionais em geral no sentido de desempenhar suas atividades com alegria, júbilo, sem acidentes ou incidentes quaisquer. Na 2ª reunião parte deste período era reservado para canções, louvores e os outros minutos para uma mensagem. Sempre surgiam pessoas para louvar ou ouvir a mensagem de Deus.

2º)Na vila das empreiteiras.

A vila das empreiteiras é um local em que majoritariamente trabalham pessoas terceirizadas, ou seja, trabalhadores de outras empresas que não a Petrobrás, prestadoras de serviço. É um local com vestuários e refeitórios entre outras coisas. Mas também um local onde as pessoas podem descansar, conversar e também se reunir em pequenos grupos ou grandes reuniões que aconteciam nos intervalos de almoço com frequência de centenas de pessoas em curto horário de almoço para cantar e ouvir as mensagens de Deus.

 Há outros grupos evangélicos atuantes por lá. É comum as pessoas se reunirem nos intervalos de almoço quer seja para orar, louvar a Deus ou ouvir uma  mensagem das Escrituras. Eu mesmo já participei de algumas reuniões fora das reuniões do GERE.

Aprendi que o discipulado passa por um preceito que o Sr Jesus descreveu em: Mt 7:12 “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas.”

As orações, intercessões, cultos semanais, cultos de fim de ano, as Bíblias e os NTs distribuídos na REDUC, tem como principal objetivo mostrar a todos que entre vários objetivos, é possível ter uma vida em nosso ambiente de trabalho saudável, eticamente falando como profissional, pessoa, cidadão. Não é algo inatingível, e a própria escritura afirma isto em:

 1ªJo 5:3.
“Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são penosos”;

Quero deixar uma síntese de Timóteo Carriker “Achar que os cristãos sabem articular a perspectiva bíblica sobre as últimas coisas é ingenuidade”. E poderia adaptar esta frase, que expressa meu pensamento, da seguinte maneira “Achar que os cristãos sabem articular as escrituras corretamente é ingenuidade”.

Boa parte de cristãos que conheço são nominais, e não praticantes, ou seja, pouco conhecem as escrituras sagradas, e quando sim, superficialmente.

Considero muito importante o conhecimento bíblico. Sei muito bem que Deus usa pessoas em diversos lugares para edificar outros, e, portanto o nosso compromisso como cristãos é edificar o nosso próximo da melhor maneira possível.

Portanto, ter um espaço para orar, cantar e ouvir as mensagens bíblicas no horário de almoço é um alimento para alma de quem quer que seja, conforme descrito na declaração de princípios do Jornal do GERE.

Não foi assim que o cristianismo surgiu com 12 discípulos e se multiplicou e continuará a se multiplicar independente das circunstâncias adversas ou não.

Precisamos nos lembrar que não estamos no Egito em que faraó levantava homens para afligir mais ainda o povo (Ex 1). Em um ambiente de trabalho qualquer se deve prevalecer o bom senso, o bom relacionamento interpessoal, pois antes de qualquer coisa, somos  seres gregários, pessoas que se relacionam diariamente com outras. E somos passiveis de erros, porém se mantemos  um bom relacionamento, fica mais difícil cometê-los. O trabalho se torna prazeroso, mais dinâmico, mais alegre. Não há segredos. Apenas orações. 

Outrossim, voltando aos textos bíblicos em Hebreus temos:

Hb 13:13_14.

“Portanto, saiamos até ele, fora do acampamento, suportando a desonra que ele suportou.
Pois não temos aqui nenhuma cidade permanente, mas buscamos a que há de vir.”

Nos meus primeiros anos de novo convertido encontrei muitas dificuldades, em parte devido ao processo de transformação interior pela ação da pessoa do Espírito Santo em meu ser, outrossim, também em função da mudança de atitudes, comportamentos, práticas nos meus relacionamentos interpessoais e costumes (Sl 106:34_35). Sugiro que leia os meus comentários nas postagens (Culpa patológica, o incomodo que nos acompanha   e Compromisso de amar) Há um texto que expressa isto com precisão. 

Está em:

1ª Co 15:33

“Não vos enganeis. As más companhias corrompem os bons costumes.”

Esta tradução é da Bíblia de Referência Thompson. Tradução de João Ferreira de Almeida. Edição Contemporânea. 9ª Edição da Editora Vida.

Na Bíblia de Promessas da Imprensa Bíblica Brasileira, versão revista e corrigida na grafia simplificada, da tradução de João Ferreira de Almeida está escrito:

1ªCo 15:33

       “Não vos enganeis: As más conversações corrompem os bons costumes.”

       Grifei as palavras acima nas duas traduções, a saber:

1ª)Companhias – Bíblia de Referência Thompson

2ª)Conversações – Bíblia de Promessas da IBB.

No original grego temos a palavra ομιλίαι que significa:

-camaradagem, companhia, conversa (habitual).

As duas traduções no contexto do texto original em grego são idênticas, porém entendo que as palavras “companhias” e “conversações” não são sinônimas. Entendo que a tradução da IBB utilizando a palavra “conversações” é mais precisa e exata.

Então, sintetizando, vou utilizar a tradução da IBB para dar sequência ao texto bíblico e ao meu raciocínio.

Rosely comentou comigo em algum momento, que eu era um homem de lábios impuros. Sinceramente não me lembro disto. Mas acredito que muitas pessoas de meu convívio diário perceberam a mudança em todos os ambientes, quer seja no trabalho ou família. É justamente neste período de transição que é muito importante para o homem ou mulher qualquer novo convertido, estar próximo de pessoas experientes na fé, para exortar, corrigir, admoestar, ensinar a buscar a “trilha” do caminho mais estreito. Andar no caminho. Nos primórdios, os cristãos eram chamados “Os cristãos do caminho”.

Mas de nada vale ter alguém por perto se a pessoa não der o passo de fé. Está escrito:

Rm 1:17b

“O justo viverá pela fé”.

Então, o passo individual de caminhar continuamente buscando a face de Deus é grandemente favorecida quando nós temos em nosso ambiente de relacionamento, pessoas consagradas, honestas, simples, quebrantadas, caminhando lado a lado.

Lembro-me que nos primeiros anos de novo convertido sempre que me encontrava em dificuldades, procurava o Pr Fernando, que trabalhava no mesmo setor que o meu, ou participava continuamente das reuniões dos grupos evangélicos.

Hoje com mais ou menos 23 anos de vida cristã consagrada posso trazer a memória estes períodos como momentos de transformação interior expressa por mudança exterior nas atitudes, posturas e práticas nas diversas situações em nosso do dia a dia. Já não sou mais uma criança na fé.

1ªPe 2:1_4       Jesus, a pedra viva

“Livrem-se, pois, de toda maldade e de todo engano, hipocrisia, inveja e toda espécie de maledicência.
Como crianças recém-nascidas, desejem de coração o leite espiritual puro, para que por meio dele cresçam para a salvação, agora que provaram que o Senhor é bom.
À medida que se aproximam dele, a pedra viva — rejeitada pelos homens, mas escolhida por Deus e preciosa para ele —”


Já não preciso me alimentar com alimento líquido. Posso me alimentar com alimento sólido.

Hb 5:12-14

“De fato, embora a esta altura já devessem ser mestres, vocês precisam de alguém que lhes ensine novamente os princípios elementares da palavra de Deus. Estão precisando de leite, e não de alimento sólido!
Quem se alimenta de leite ainda é criança, e não tem experiência no ensino da justiça.
Mas o alimento sólido é para os adultos, os quais, pelo exercício constante, tornaram-se aptos para discernir tanto o bem quanto o mal.”

Outro fato muito importante a descrever é que a visão do “Reino de Deus” que não é comida nem bebida, não aparece instantaneamente, mas surge gradativamente na medida em que nos humilhamos e nos tornamos semelhantes a Jesus.

Jesus começou o seu ministério em um período na história da humanidade de grandes trevas. Havia silencio da voz profética. Era o período inter-biblico . É preciso analisar o que foi o período inter-bíblico para os judeus se quisermos compreender o ambiente que Jesus encontrou ao nascer e ao desenvolver seu ministério.

Inter-bíblico é o nome que caracteriza o período de silêncio da voz profética entre o Velho e o Novo Testamento. Este período foi de aproximadamente 400 anos.

As Bíblias, ainda hoje, na maioria das versões, marca este período com uma ou mais páginas em branco entre o Velho e o Novo Testamento.

O Velho Testamento termina com o livro do profeta Malaquias, onde este faz referência a João Batista(Ml 3:1;4:4_6). E em Mateus 3:1 temos o cumprimento da profecia de Malaquias que, por assim dizer, marca o retorno da voz profética que chega à plenitude em Jesus Cristo. Podemos dizer que o Velho Testamento termina com a profecia sobre o último profeta e o Novo Testamento começa com esse último profeta em evidência, trazendo de volta a expressão da vontade de Deus para o povo de Israel.

As consequências deste período de silêncio da voz profética estão descritas em:

Mt 4:15_16      Jesus na Galileia

“Terra de Zebulom e terra de Naftali, caminho do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios;
o povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; sobre os que viviam na terra da sombra da morte raiou uma luz”.


Ou seja, houve um silêncio da voz profética de aproximadamente  400 anos. O profeta fala da parte de Deus aos homens, trazendo ensino, exortação, direção, julgamento.

Porém, uma vez iniciado o seu chamado, lemos que:

Lc 7:22

“Então ele respondeu aos mensageiros: “Voltem e anunciem a João o que vocês viram e ouviram: os cegos vêem, os aleijados andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e as boas novas são pregadas aos pobres;”

Mas, a despeito de todas as maravilhas que o nosso Senhor fez, Ele foi crucificado, morto e sepultado, pelo próprio povo (Mt 27:15_31)

Não se enganem quem ler este texto. Assim como aconteceu com o nosso Senhor, assim acontecerá conosco. Está descrito em:

Hebreus 13:1_19       Exortações à vida cristã

“Seja constante o amor fraternal.
Não se esqueçam da hospitalidade; foi praticando-a que, sem o saber alguns acolheram anjos.
Lembrem-se dos que estão na prisão, como se aprisionados com eles; dos que estão sendo maltratados, como se fossem vocês mesmos que o estivessem sofrendo no corpo.
O casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal, conservado puro; pois Deus julgará os imorais e os adúlteros.
Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês têm, porque Deus mesmo disse: “Nunca o deixarei, nunca o abandonarei”.
Podemos, pois, dizer com confiança: “O Senhor é o meu ajudador, não temerei. O que me podem fazer os homens? ”
Lembrem-se dos seus líderes, que lhes falaram a palavra de Deus. Observem bem o resultado da vida que tiveram e imitem a sua fé.
Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e para sempre.
Não se deixem levar pelos diversos ensinos estranhos. É bom que o nosso coração seja fortalecido pela graça, e não por alimentos cerimoniais, os quais não têm valor para aqueles que os comem.
Nós temos um altar do qual não têm direito de comer os que ministram no tabernáculo.
O sumo sacerdote leva sangue de animais até o Santo dos Santos, como oferta pelo pecado, mas os corpos dos animais são queimados fora do acampamento.
Assim, Jesus também sofreu fora das portas da cidade, para santificar o povo por meio do seu próprio sangue.
Portanto, saiamos até ele, fora do acampamento, suportando a desonra que ele suportou.
Pois não temos aqui nenhuma cidade permanente, mas buscamos a que há de vir.
Por meio de Jesus, portanto, ofereçamos continuamente a Deus um sacrifício de louvor, que é fruto de lábios que confessam o seu nome.
Não se esqueçam de fazer o bem e de repartir com os outros o que vocês têm, pois de tais sacrifícios Deus se agrada.
Obedeçam aos seus líderes e submetam-se à autoridade deles. Eles cuidam de vocês como quem deve prestar contas. Obedeçam-lhes, para que o trabalho deles seja uma alegria e não um peso, pois isso não seria proveitoso para vocês.
Orem por nós. Estamos certos de que temos consciência limpa, e desejamos viver de maneira honrosa em tudo.
Particularmente recomendo-lhes que orem para que eu lhes seja restituído em breve.”

marquei as passagens acima (Hb 13:12_14).

As nossas igrejas tipificam a cidade de Jerusalém. Lá todos nós nos reunimos e adoramos a Deus com os nossos louvores, músicas e também ouvimos a Palavra de Deus, entre outras coisas.

Mas, fora das nossas igrejas, em nosso ambiente residencial, com nossas famílias, em nosso trabalho muitas das vezes somos “crucificados” pelos nossos semelhantes.

Há várias passagens ditas pelo próprio Senhor Jesus e seus discípulos que expressam essa realidade atual.

Porém, na medida em que permanecemos em Cristo, nada nos acontecerá.

 Jo 17:6_26       Jesus ora pelos discípulos

“Eu revelei teu nome àqueles que do mundo me deste. Eles eram teus; tu os deste a mim, e eles têm guardado a tua palavra.
Agora eles sabem que tudo o que me deste vem de ti.
Pois eu lhes transmiti as palavras que me deste, e eles as aceitaram. Eles reconheceram de fato que vim de ti e creram que me enviaste.
Eu rogo por eles. Não estou rogando pelo mundo, mas por aqueles que me deste, pois são teus.
Tudo o que tenho é teu, e tudo o que tens é meu. E eu tenho sido glorificado por meio deles.
Não ficarei mais no mundo, mas eles ainda estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, protege-os em teu nome, o nome que me deste, para que sejam um, assim como somos um.
Enquanto estava com eles, eu os protegi e os guardei pelo nome que me deste. Nenhum deles se perdeu, a não ser aquele que estava destinado à perdição, para que se cumprisse a Escritura.
“Agora vou para ti, mas digo estas coisas enquanto ainda estou no mundo, para que eles tenham a plenitude da minha alegria.
Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, pois eles não são do mundo, como eu também não sou.
Não rogo que os tires do mundo, mas que os protejas do Maligno.
Eles não são do mundo, como eu também não sou.
Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.
Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo.
Em favor deles eu me santifico, para que também eles sejam santificados pela verdade.
“Minha oração não é apenas por eles. Rogo também por aqueles que crerão em mim, por meio da mensagem deles,
para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.
Dei-lhes a glória que me deste, para que eles sejam um, assim como nós somos um:
eu neles e tu em mim. Que eles sejam levados à plena unidade, para que o mundo saiba que tu me enviaste, e os amaste como igualmente me amaste.
“Pai, quero que os que me deste estejam comigo onde eu estou e vejam a minha glória, a glória que me deste porque me amaste antes da criação do mundo.
“Pai justo, embora o mundo não te conheça, eu te conheço, e estes sabem que me enviaste.
Eu os fiz conhecer o teu nome, e continuarei a fazê-lo, a fim de que o amor que tens por mim esteja neles, e eu neles esteja”.


Na medida em que adquirimos maturidade em nosso dia a dia, poderemos ser de fato sal e luz na sociedade contemporânea. Tratando as pessoas com idoneidade, dando honra a quem honra, temor a quem temor.

CONCLUSÃO

1ªPe 2:17

      “Honrai a todos. Amai os irmãos. Temei a Deus. Honrai o Rei.”

 

“Nunca suavize o evangelho. Se a verdade ofende, então deixe que ofenda. As pessoas passam toda a sua vida ofendendo a Deus; deixe que se ofendam por um momento.”                    (John MacArthur)

 

“Evangelizar é uma oportunidade e um privilégio, não fim da nossa existência. O fim da existência é glorificar – amar, honrar e louvar – a Deus.”

João Mordomo 

COMPROMETIMENTO:

QUANDO OS LÍDERES SÃO TESTADOS, SEU COMPROMETIMENTO É REVELADO

(Ap 7:4_17)

  • A tribulação sempre testa o nível de comprometimento de um líder. Não é a tribulação que torna um líder comprometido, mas ela revela seu grau de comprometimento. A menos que um líder permaneça comprometido, ele será tentado a hesitar ou desertar quando os tempos se tornarão difíceis. Essa é a razão pela qual, antes de ser tentado, um líder precisa ser iniciado em comprometimento.

Bíblia da Liderança Cristã

 

“O trabalho é bênção de Deus, pois é do nosso salário que tiramos a provisão para nossas famílias.

Muitos que perderam seus empregos buscam qualquer serviço que lhes dê condições de sobrevivência. Siga o exemplo de Rute, não fique de braços cruzados. Ela trabalhou todo o dia no campo até ajuntar cevada suficiente para si e sua sogra. Sua diligência no trabalho chamou a atenção do dono do campo, Boaz.

O trabalho dignifica o trabalhador, e Rute demonstrou sua lealdade e beneficência para com sua sogra.”

Lições Bíblicas CPAD 4o trimestre 2016-Lição 8.

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