Os Evangélicos e a Transformação Social – Cartilha

Sou assinante da Revista Ultimato a muitos anos, e na edição de Setembro-Outubro de 2014 li algo sobre esta cartilha. Acessei a mesma, li e a estou disponibilizando a qualquer pessoa.

Outubro é o mês das eleições. Tempo de exercermos o direito ao voto. Mas cidadania se resume à escolha de um candidato? O que fazer após as eleições? Para ajudar os evangélicos a entenderem uma cultura cidadã e uma democracia participativa, a Aliança Evangélica publicou a cartilha, abaixo descrita.

Estou apoiando a iniciativa e, por isso, disponibilizando no blog.

Cartilha-Cidada-2014

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3 respostas para Os Evangélicos e a Transformação Social – Cartilha

  1. DEMOCRACIA PARTICIPATIVA É POSSÍVEL?

    Democracia Participativa

    Aqui falaremos sobre democracia participativa e você está no quarto e último texto de uma trilha de conteúdos sobre a democracia.

    O cenário político da atualidade tem variado muito: são diversos atores sociais que atuam politicamente, mas não necessariamente com relação ao governo de seu país. Fato é que existem demandas específicas e novas maneiras de a sociedade civil colocar soluções em prática. Mas o ideal não seria existir uma interação direta entre essa sociedade civil organizada – em projetos, ONGs, institutos diversos – e a administração pública? Uma vez que o governo é a instituição com maior capilaridade num país, sem dúvidas que sim!

    Pois bem, existe um tipo de democracia que visa a conectar a população com a política do seu país, mesmo que sejam países grandes e com organização social complexa. Chama-se democracia direta. Entenda mais:

    O QUE É DEMOCRACIA PARTICIPATIVA?

    A democracia participativa é uma forma de democracia em que há exercício de poder direto do povo, em que há participação inclusive na tomada de decisões políticas. Democracia participativa pode ser chamada também de semidireta: é um modelo democrático que está entre a democracia direta e a representativa. Ou seja, é perfeitamente replicável às sociedades contemporâneas, pois não consiste nem em fazer assembleias gerais da população de um país inteiro nem em ter decisões tomadas somente pelos seus representantes.

    A democracia participativa é uma alternativa às democracias representativas, pois essas instituições têm se mostrado limitadas para abarcar a maioria das demandas da sociedade. E, mais: têm sido ineficazes em se comprometer na existência de um regime democrático, que conceda poder à população. Na democracia brasileira, em que há o desejo de que a população participe, opine e discuta sobre questões inerentes a atividades políticas governamentais. O diferencial desse modelo é que atividades que são consideradas parlamentares, passam a ser cotidianas do povo.

    “A democracia participativa preserva a realidade do Estado – e a Democracia Representativa. Todavia, ela busca superar a dicotomia entre representantes e representados recuperando o velho ideal da Democracia Direta Grega: a participação ativa e efetiva dos cidadãos na vida pública.” Carlos Eduardo Sell

    COMO FUNCIONA A DEMOCRACIA PARTICIPATIVA?

    Como funciona a democracia participativa?

    Uma democracia semidireta coloca em prática os preceitos constitucionais da própria definição de democracia: “todo poder emana do povo”. O principal objetivo é proporcionar a oportunidade de participação às pessoas, criando canais de discussão, que fomentem o pensar sobre questões políticas, intrinsecamente ligadas ao exercício da cidadania. A democracia participativa é uma maneira de construir um modelo de gestão que valorize o princípio máximo da democracia, do poder soberano do povo, ao colocá-lo como protagonista da governabilidade.

    Dessa maneira também é fomentada nos governos a ideia de uma gestão democrática de tudo o que é público, por meio da maior interação entre governo e sociedade. Cria-se uma co-gestão da coisa pública entre o governo e o povo. Valoriza-se a presença do indivíduo dentro da sua coletividade nacional ao mostrar que suas opiniões e participação são amplamente consideradas e podem ser decisivas.

    Para que funcione, são utilizados mecanismos para engajar a população nas questões políticas locais e nacionais por meio de referendos, plebiscitos, iniciativa popular, audiência pública, conselhos municipais, orçamento participativo, consultas.

    COMO ASSIM “PARTICIPAÇÃO POPULAR”?

    Como assim ~Participação Popular~

    Nível de democracia

    Regra da participação popular no planejamento urbano associado à organização política. (NOBRE, 1999, apud MAGAGNIN, 2008, p. 20)

    MAGAGNIN, Renata Cardoso. Um sistema de suporte à decisão na internet para o planejamento da mobilidade urbana. Tese (Doutorado em Engenharia Civil: Transportes). Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo. São Carlos-SP, 2008.

    A sociedade civil tem se organizado coletivamente nos seus espaços próprios, tanto realizando projetos, como criando ONGs ou instituições que deem respostas ou resolvam problemas locais – em alguns casos, até nacionais. Isso porque as pessoas têm vontade de causar mudanças positivas a um coletivo que têm certas demandas – muitas delas, urgentes. Mas grande parte da população, por meio dessa organização, tem conquistado também o espaço público e cobrado mais ações efetivas dos representantes eleitos. Os representantes têm papel relevante na tomada de decisões, e a sociedade civil organizada nas ações: por que não conectá-los e compartilhar essas funções?

    Participação popular é uma maneira de fortalecer a democracia.

    É expandi-la a pessoas que não acreditam ter força decisória em questões que tangem seu país, e oportunizar isso a elas. É ir além do modelo de democracia representativa que vigora: não se contentar apenas com o voto. Toda a ideia de participação é que a cidadania transcenda o momento de votação nas eleições e seja aplicada socialmente na colaboração do espaço público, na discussão de novas leis e deliberação sobre demandas de políticas públicas.

    “A participação social […] amplia e fortalece a democracia, contribui para a cultura da paz, do diálogo e da coesão social e é a espinha dorsal do desenvolvimento social, da equidade e da justiça. Acreditamos que a democracia participativa revela-se um excelente método para enfrentar e resolver problemas fundamentais da sociedade brasileira.” Antônio Lambertucci

    Participação popular é uma maneira de fortalecer a democracia.

    Grau de de envolvimento popular no processo de tomada de decisão. (PRETTY apud MAGAGNIN, 2008, p. 21).

    MAGAGNIN, Renata Cardoso. Um sistema de suporte à decisão na internet para o planejamento da mobilidade urbana. Tese (Doutorado em Engenharia Civil: Transportes). Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo. São Carlos-SP, 2008.

    DEMOCRACIA PARTICIPATIVA E O BRASIL

    Dizem que os brasileiros e brasileiras são pessoas muito criativas, e isso é demonstrado toda vez que um projeto de cunho social, ou uma ferramenta de participação política é criada. Mas a nossa Constituição prevê muito mais: um conjunto formado por representantes e representados, misturados em postulados de democracia tanto representativa como participativa. O ideal seria existir, como previsto, um processo mais dinâmico do que este que de fato acontece. De acordo com a Constituição de 1988, aos cidadãos seria dada a “possibilidade de desenvolvimento integral, liberdade de participação critica no sistema político e condições de igualdade econômica, político e social”.

    Democracia Participativa e o Brasil

    Pontos positivos da democracia participativa

    Com a abertura para maior participação dos cidadãos comuns e da sociedade civil organizada, o poder público tem contato ainda mais direto com as demandas da população como um todo. Assim, o poder público adquire maior credibilidade perante as pessoas. Já a população se torna uma verdadeira interlocutora política da sua comunidade e passa a ter grande influência nos espaços de discussão de políticas públicas, por exemplo, e no processo de decisão sobre como melhorar os problemas pontuais da cidade. E por fazer esse papel, pode-se dizer que os cidadãos envolvidos com a “coisa pública” abandonam o individualismo para agir a fim de melhorar a vida da coletividade.

    Pontos negativos da democracia participativa

    Muitos teóricos que estudam política colocam dúvidas sobre a real possibilidade de existir um regime democrático com plena participação dos cidadãos. Um desses teóricos é Norberto Bobbio, que colocou três fatores que dificultam a realização de uma democracia participativa: a especialidade, a burocracia e a lentidão do processo.

    A especialidade: Esse empecilho para que haja uma democracia plena diz respeito à necessidade de existir especialistas lidando com as áreas pelas quais o poder público é responsável. Por exemplo: saneamento básico, construção de pontes, asfaltamento de estradas, canalização de água. Por conta das questões técnicas inerentes a essas áreas, o cidadão comum que não exercer uma profissão que diga respeito a elas, dificilmente conseguirá palpitar em projetos de maneira eficaz.

    A burocracia: Segundo Bobbio, todos os estados que se tornaram mais democráticos tornaram-se ao mesmo tempo mais burocráticos, pois o processo de burocratização foi em boa parte uma conseqüência do processo de democratização. Porém, o problema da burocratização é que ela é um produto do poder ordenado, hierarquicamente, de cima para baixo. Já a democracia deveria ser um projeto ordenado de baixo para cima, ou seja, do povo para os administradores públicos.

    Lentidão do processo: Conforme os países foram democratizados, a sociedade civil teve mais liberdade de se expressar, de agir e de demandar questões do Estado. Por isso, a quantidade de requerimentos que os cidadãos fazem para os administradores públicos aumentou muito e, por isso, o governo tem de fazer escolhas quanto ao que será priorizado. Isso gera descontentamento pelo não-atendimento ou pelo atendimento que não seja satisfatório a uma parcela da população”. Existe, como agravante, o fato de que os procedimentos de resposta do sistema político são lentos relativamente à rapidez com que novas demandas são dirigidas ao governo”, diz Bobbio.

    O que você acha da democracia representativa? Seria o modelo utópico e ideal de democracia? Deixe seu comentário!

    Publicado em 20 de janeiro de 2017.

    Carla Mereles

    Estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), curadora do TEDxBlumenau e assessora de conteúdo do Politize!.

    http://www.politize.com.br/democracia-participativa/

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  2. Coletivo Ame a Verdade lança cartilha sobre contexto político brasileiro

    Qual a diferença entre o Brasil que temos e o Brasil que queremos? É tentando responder a esta pergunta que o Coletivo Ame a Verdade – Evangélicos Contra a Corrupção lançou uma cartilha para oferecer aos leitores uma análise da conjuntura eleitoral brasileira e promover uma reflexão crítica do processo eleitoral antes dos eleitores irem às urnas. O material não expressa preferência político-partidárias e se destina ao público evangélico em geral.

    A cartilha faz uma autocrítica e reconhece que por muito o ensino dado entre evangélicos protestantes construiu uma mentalidade que diz que o cristão não tem nada a ver com o processo eleitoral e que não existe relação entre fé cristã e compromisso sociopolítico. A fim de mudar esta realidade, o material afirmou que os cristãos evangélicos têm um chamado à responsabilidade do exercício da dupla cidadania (cidadãos do céu e da terra) para participar ativamente do processo eleitoral municipal, e, assim, contribuir “para o estabelecimento dos sinais do Reino e a Justiça de Deus na terra, construindo uma cidade melhor, com uma sociedade mais justa e solidária para todos e todas”.

    Um dos trechos da cartilha diz: “Queremos, sonhamos e lutamos por […] uma classe política que nos represente e que defenda a Constituição; que esteja comprometida com o bem comum e não com interesses particulares; que seja reconhecida por sua ética e que viva preocupada em não se sujar com a lama da corrupção; que governe para todos/as e não para grupos e; que tenha a justiça e a retidão como pilares centrais de suas ações”.
    Após cada capítulo do material há perguntas para reflexão e discussão em grupo. Algumas das questões propostas pela cartilha são: O que pode ser feito, em sua vida pessoal e de sua igreja, para melhoria da qualidade do voto? Como você pode contribuir para influenciar outras pessoas a optarem por um voto consciente? Como você e a sua igreja têm contribuído para a transformação da realidade local? Como a igreja deveria se portar com os assuntos que fragilizam a sociedade, como miséria, desigualdade, violação de direitos?

    O Coletivo Ame a Verdade é integrado por 25 organizações membros, tais como Aliança Evangélica Brasileira, Visão Mundial, Tearfund, Convenção Batista, Asas de Socorro, entre outras. A Editora Ultimato também integra o Coletivo Ame a Verdade.

    Clique aqui para baixar gratuitamente a Cartilha “O Brasil que temos, o Brasil que queremos”.Cartilha “O Brasil que temos e o Brasil que queremos”

    http://tearfundbrasil.org/wp-content/uploads/cartilha_eleicao_2016_final_GRAFICA.pdf

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  3. Aliança Evangélica repudia a “pandemia da corrupção”

    A Aliança Evangélica Brasileira lançou uma nota de repúdio contra o que chamou de “pandemia” da corrupção no Brasil. O texto usa palavras fortes para descrever a ausência de um padrão ético justo no país. Palavras como: “crime contra a vida”, “grave delito”, “pandemia”, “maligna cultura da corrupção”.

    A nota se propõe a lamentar e a firmar compromissos da Aliança contra a corrupção. Um dos lamentos, numa clara referência ao deputado Eduardo Cunha, é devido a “presença de evangélicos entre os denunciados em esquemas de corrupção, bem como a citação do uso de igreja local para lavagem de dinheiro, inclusive neste episódio vergonhoso revelado pela Operação Lava Jato”.

    A Aliança posiciona-se “a favor do afastamento imediato de todo e qualquer agente público, eleito, concursado ou contratado, quando identificada a sua participação em atos tipificados como corrupção, concussão e prevaricação no exercício de sua função, havendo evidências de seu envolvimento em ilícitos e tendo a denúncia sido devidamente acolhida por órgão judicial competente. Para esclarecimento definitivo dos fatos, que deve resultar na execução da justiça, para o bem de todos”.

    Leia a seguir a nota de repúdio.

    ***

    Nota de Repúdio à Pandemia da Corrupção no Brasil

    A corrupção no Brasil se constitui num crime contra a vida! Não se trata apenas de roubo e desvio de dinheiro – inclusive por meio da sonegação de bilhões de reais –, o que por si só já constitui um grave delito, mas de uma situação que tem gerado a morte precoce de milhares de pessoas. A pandemia da corrupção se tornou mais evidente com a restauração da democracia e consequentemente maior transparência na vida pública e liberdade de imprensa, que lançou luzes sobre todos os níveis da administração pública (federal, estadual, municipal). Nestes respectivos espaços e nas três esferas de poder, observa-se um cenário que aponta para o recorrente quadro de corrupção sustentado por um conjunto de atores sistematicamente organizados para explorar, em benefício próprio, todos os sistemas sociais, religiosos, políticos e econômicos.

    Há uma espécie de reprodução – social e cultural – da corrupção na sociedade brasileira, da qual, em menor ou maior incidência, os habitantes do país participam. Basta observar que, na lista dos grandes episódios de malversação de recursos no Brasil, estão envolvidos servidores públicos, empresas terceirizadas, políticos, empresários, religiosos e pessoas do mais alto escalão das instâncias de poder e de serviço, que compõem o Executivo, Legislativo e Judiciário.

    Diante do exposto, a Aliança Cristã Evangélica Brasileira, à luz da vida e ensinos do Jesus Cristo de Nazaré, dos profetas que nos antecederam na história, do legado que recebemos de homens e de mulheres, cujas vidas nos inspiram a lutar pela justiça em favor dos socialmente mais vulneráveis, pela santidade e pela integridade pessoal em todas as relações da vida, expressa o nosso sentimento de profundo lamento e o nosso efetivo compromisso de servir ao Reino de Deus no contexto brasileiro.

    LAMENTAMOS a pecaminosa e maligna cultura de corrupção, que nos deixa surpresos e indignados diante de atos que, em nossos espaços de vivência nacional, nos confrontam com práticas que denunciam a comum enfermidade endêmica do povo brasileiro. Assim, nos colocamos diante de Deus, dos nossos familiares e das pessoas que nos observam e humildemente nos arrependemos buscando o perdão divino para nossa nação.

    COMPROMETEMO-NOS a vigiar e agir como pessoas íntegras e corretas em todas as nossas ações e serviços ao Reino de Deus e ao próximo. Que Deus nos ajude na desafiadora tarefa de sermos “sal da terra e luz do mundo”!

    LAMENTAMOS, como segmento evangélico, o fato de denominações e líderes evangélicos transformarem suas experiências religiosas em negócios, tornando-se assim empresários da fé, incentivando não somente o enriquecimento fácil e rápido, mas também a fomentação da cultura de suborno, desonestidade e corrupção.

    COMPROMETEMO-NOS, como Aliança, a manter e fomentar em todos os seus serviços uma contracultura que possa garantir tanto a fidelidade ao Evangelho de Jesus Cristo como a presença dos sinais do Reino de Deus em todas as igrejas, organizações ministeriais e pessoas afiliados à Aliança.

    LAMENTAMOS a presença de evangélicos entre os denunciados em esquemas de corrupção, bem como a citação do uso de igreja local para lavagem de dinheiro, inclusive neste episódio vergonhoso revelado pela Operação Lava Jato. Expressamos nossa desaprovação e repúdio a esse tipo de comportamento, bem como a expectativa de que todo esse mal seja exposto e devidamente julgado. Esperamos que todos os envolvidos manifestem publicamente seu arrependimento e busquem reparar os prejuízos causados à nação.

    Posicionamo-nos a favor do afastamento imediato de todo e qualquer agente público, eleito, concursado ou contratado, quando identificada a sua participação em atos tipificados como corrupção, concussão e prevaricação no exercício de sua função, havendo evidências de seu envolvimento em ilícitos e tendo a denúncia sido devidamente acolhida por órgão judicial competente. Para esclarecimento definitivo dos fatos, que deve resultar na execução da justiça, para o bem de todos.

    COMPROMETEMO-NOS a nos unir a outros segmentos e movimentos sociais que partilham dos mesmos princípios e valores da Aliança Cristã Evangélica Brasileira, e a lutarmos juntos com o objetivo de construir um Brasil mais justo e humano, livre da corrupção.

    Brasil, novembro de 2015
    Aliança Cristã Evangélica Brasileira

    http://www.ultimato.com.br/conteudo/alianca-evangelica-repudia-a-pandemia-da-corrupcao

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