Igreja Assembleia de Deus

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A Assembleia de Deus é uma igreja cristã evangélica, sendo a maior denominação evangélica e pentecostal no Brasil e no mundo, contabilizando mais de 66 milhões de membros. Seu caráter histórico descentralizado permite a existência de diversas convenções sob o nome de “Assembleia de Deus”. 

As maiores convenções são:

  • Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil(CGADB) possui sede no Rio de Janeiro, esta se considera o tronco da denominação por ser a entidade que desde o princípio deu corpo organizacional à igreja, com o ministério mais abrangente sendo o Ministério do Belém – São Paulo. A CGADB hoje conta com centenas de pastores e missionários espalhados pelo mundo. É afiliada à Associação Mundial da Assembleia de Deus.
  • A Assembleia de Deus Belém o berço do Ministério para o Mundo, atualmente encontra-se desligada da CGADB estando em uma o convenção particular CADB.
  • Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil(CONAMAD) – Ministério de Madureira – possui sede no Rio de Janeiro, fruto do ministério de Paulo Leivas Macalão. Desligou-se da CGADB na década de 1980.

As Assembleias surgiram simultaneamente nos Estados Unidos (1914) e no Brasil (1911), se unindo por meio da Associação Mundial da Assembleia de Deus na década de 80 de forma autônoma e independente, e ligadas pela história e pelas crenças expostas na Declaração de Verdades Fundamentais das Assembleias de Deus. Como uma igreja pentecostal, as Assembleias de Deus acreditam no batismo por meio do Espírito Santo, evidenciado por meio do falar em línguas; no arrebatamento da igreja por Cristo e na doutrina da Santa Trindade.

Sua expansão pelo mundo se deu por meio de um forte trabalho missionário, enfatizado pela organização como meio eficaz da pregação do Evangelho e para a expansão do Reino de Deus no mundo.

Antecedentes

O Movimento Pentecostal

William Seymour, líder do avivamento da rua Azusa

O movimento pentecostal de hoje traça seus vestígios da sua comunidade a uma reunião de oração no Colégio Bíblico Betel em Topeka, Kansas em 1 de janeiro de 1901. Ali, muitos chegaram à conclusão de que falar em línguas era o sinal bíblico do Batismo no Espírito Santo. Charles Parham foi o fundador desta escola, que mais tarde iria para Houston, Texas. Apesar da segregação racial em Houston, William J. Seymour, um pregador negro, foi autorizado a assistir a aulas bíblicas de Parham. Seymour viajou para Los Angeles, onde sua pregação provocou o Avivamento da Rua Azusa em 1906. Apesar do trabalho de vários grupos wesleyanos avivalistas, como Parham e D. L. Moody, o início do movimento pentecostal difundido nos Estados Unidos, é geralmente considerado como tendo começado com Seymour no avivamento da rua Azusa.

O avivamento na rua Azusa foi o primeiro avivamento pentecostal a receber atenção significativa, e muitas pessoas de todo o mundo tornaram-se atraídas por ele. A imprensa de Los Angeles deu muita atenção ao avivamento de Seymour, o que ajudou a alimentar o seu crescimento. Um número de novos grupos menores iniciou-se, inspirado nos acontecimentos deste avivamento. Os visitantes internacionais e missionários pentecostais acabariam por trazer estes ensinamentos para outras nações, de modo que praticamente todas as denominações pentecostais clássicas hoje traçam suas raízes históricas no avivamento da rua Azusa.

Logo cedo os pentecostais foram incentivados por seu entendimento de que todo o povo de Deus poderia profetizar nos últimos dias antes da segunda vinda de Cristo. Eles olharam para as passagens bíblicas sobre o Pentecostes no segundo capítulo de Atos, em que Pedro citou a profecia contida em Joel 2.28

“E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, e os vossos jovens terão visões.” (ARC). Assim, quando a experiência de falar em línguas espalhou-se entre os homens e mulheres da rua Azusa, um sentido de urgência tomou conta, quando eles começaram a olhar para a Segunda Vinda de Cristo. No início os pentecostais se viam como peregrinos na sociedade, dedicando-se exclusivamente a preparar o caminho para a volta de Cristo.

O Pentecostalismo, como qualquer outro movimento importante, deu origem a um grande número de organizações com diferenças políticas, sociais e teológicas. O movimento inicial foi contracultural: Afro-americanos e as mulheres foram importantes líderes do avivamento da rua Azusa, o que ajudou a espalhar a mensagem Pentecostal muito além de Los Angeles. Com o avivamento começando a diminuir, no entanto, diferenças doutrinárias começaram a surgir como a pressão da evolução social, cultural e político da época começou a afetar a igreja. Como resultado, mais divisões, isolacionismo, sectarismo e mesmo o aumento do extremismo eram aparentes.

Brasil

História

A Assembleia de Deus chegou ao Brasil por intermédio dos missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, que aportaram em Belém, capital do Estado do Pará, em 19 de novembro de 1910, vindos dos Estados Unidos. A princípio, frequentaram a Igreja Batista, denominação a que ambos pertenciam na Suécia. Eles traziam a doutrina do batismo no Espírito Santo, com a glossolalia — o falar em línguas espirituais — como a evidência inicial da manifestação para os adeptos do movimento. A manifestação do fenômeno já vinha ocorrendo em várias reuniões de oração nos Estados Unidos (e também de forma isolada em outros países), principalmente naquelas que eram conduzidas por Charles Fox Parham, mas teve seu apogeu inicial através de um de seus principais discípulos, um pastor leigo negro, chamado William Joseph Seymour, na rua Azusa, Los Angeles, em 1906.

A nova doutrina trouxe muita divergência. Enquanto um grupo aderiu, outro rejeitou. Assim, em duas assembleias distintas, conforme relatam as atas das sessões, os adeptos do pentecostalismo foram desligados e, em 18 de junho de 1911, juntamente com os missionários estrangeiros, fundaram uma nova igreja e adotaram o nome de ”Missão de Fé Apostólica”, que já era empregado pelo movimento de Los Angeles, mas sem qualquer vínculo administrativo com William Joseph Seymour. A partir de então, passaram a reunir-se na casa de Celina de Albuquerque. Mais tarde, em 18 de janeiro de 1918 a nova igreja, por sugestão de Gunnar Vingren, passou a chamar-se ”Assembleia de Deus”, em virtude da fundação das Assembleias de Deus nos Estados Unidos, em 1914 em Hot Springs, Arkansas, mas, outra vez, sem qualquer ligação institucional entre ambas as igrejas.

A Assembleia de Deus no Brasil expandiu-se pelo estado do Pará, alcançou o Amazonas, propagou-se para o Nordeste, principalmente entre as camadas mais pobres da população. Chegaram ao Sudeste pelos idos de 1922, através de famílias de retirantes do Pará, que se portavam como instrumentos voluntários para estabelecer a nova denominação aonde quer que chegassem. Nesse ano, a igreja teve início no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, e ganhou impulso com a transferência de Gunnar Vingren, de Belém, em 1924, para a então capital da República. Um fato que marcou a igreja naquele período foi a conversão de Paulo Leivas Macalão, filho de um general, através de um folheto evangelístico. Foi ele o precursor do assim conhecido Ministério de Madureira, como veremos adiante.

A influência sueca teve forte peso na formação assembleiana brasileira, em razão da nacionalidade de seus fundadores, e graças à igreja pentecostal escandinava, principalmente a Igreja Filadélfia de Estocolmo, que, além de ter assumido nos anos seguintes o sustento de Gunnar Vingren e Daniel Berg, enviou outros missionários para dar suporte aos novos membros em seu papel de fazer crescer a nova Igreja. Desde 1930, quando se realizou um concílio da igreja na cidade de Natal, a Assembleia de Deus no Brasil passou a ter autonomia interna, sendo administradas exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil, sem contudo perder os vínculos fraternais com a igreja na Suécia. A partir de 1936 a igreja passou a ter maior colaboração das Assembleias de Deus dos Estados Unidos através dos missionários enviados ao país, os quais se envolveram de forma mais direta com a estruturação teológica da denominação.

Organização denominacional

As Assembleias de Deus brasileiras estão organizadas em forma episcopado não-territorial, onde cada Ministério é constituído pela igreja-sede com suas respectivas filiadas, congregações e pontos de pregação (sub-congregações). O sistema de administração é um misto entre o sistema episcopal e o sistema congregacional, onde os assuntos são previamente tratados pelo ministério (Convenção local), com forte influência da liderança pastoral, e depois são levados às assembleias para serem referendados apenas. Os pastores das Assembleias de Deus podem estar ligados ou não às convenções estaduais, e estas se vinculam a uma convenção de âmbito nacional.

As Assembleias de Deus iniciaram cedo seu trabalho missionário, em 1913 enviou um evangelista a Portugal. Desde a década de 1990 os diversos ministérios expandiram em áreas cada vez mais distantes de suas igrejas-mães, plantando igrejas em comunidades imigrantes brasileiras nos Estados Unidos, Europa, Japão, América Latina ou em novas iniciativas missionárias na África e Ásia.

Particularmente na América do Sul, hoje existem muitas Assembleias de Deus autônomas e independentes.

Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil

A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) possui sede no Rio de Janeiro (RJ), esta se considera o tronco da denominação por ser a entidade que desde o princípio deu corpo organizacional à igreja. A CGADB em 2000 contava com cerca de 3,5 milhões de membros em todo o Brasil (dados do Iser) e centenas de missionários espalhados pelo mundo.

A CGADB é proprietária da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), com sede no Rio de Janeiro, que atende parcela significativa da comunidade evangélica brasileira. A CGADB também é proprietária da Faculdade Evangélica de Tecnologia, Ciências e Biotecnologia (Faecad), sediada no mesmo Estado, e que oferece os seguintes curso em nível superior: Administração, Comércio Exterior, Marketing, Teologia e Direito. E no selo Fonográfico a CGADB é proprietária da Patmos Music gravadora que tem sede e estúdios também no Rio de Janeiro (RJ), que tem em seu casting de artistas, dezenas de cantores e cantoras.

A CGADB é constituída por várias convenções estaduais e regionais, além de vários ministérios. Alguns ministérios cresceram de tal forma que tornaram-se denominações de facto, com suas congregações sobrepondo as áreas de abrangência das convenções regionais. Dentre os grandes ministérios se destaca o Ministério do Belém-SP (não confundir com a igreja-mãe, Belém do Pará), que possui cerca de 2.200 igrejas concentradas no centro-sul e com sede no bairro do Belém na capital paulista, sendo atualmente (2013) presidida pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, que sucedeu o pastor Cícero Canuto de Lima, que também presidiu a CGADB.

Na área política, alguns deputados federais são membros das Assembleias de Deus e a representam institucionalmente junto aos poderes públicos nos assuntos de interesse da denominação, supervisionados pelo Conselho Político Nacional das Assembleias de Deus no Brasil, com sede em Brasília (DF), que coordena todo o processo político da CGADB. Além disso, há também deputados estaduais e até prefeitos e vereadores, todos sob a chancela de igrejas ligadas à CGADB. No Pleito Eleitoral de 2011, 22 deputados Federais assembleianos foram eleitos para a 54ª Legislatura (2011-2015).

Desde a década de 1980, por razões administrativas, notadamente em virtude do falecimento do pastor Paulo Leivas Macalão e de sua esposa, missionária Zélia, a Assembleia de Deus brasileira tem passado por várias cisões que deram origem a diversas convenções e ministérios, com administração autônoma, em várias regiões do País. O mais expressivo dos ministérios independentes é o Ministério de Madureira, cuja igreja já existia desde os idos de 1930, fundada pelo já mencionado pastor Paulo Leivas Macalão e que, em 1958, serviu de base para a estruturação nacional do Ministério por ele presidido, até a sua morte, no final de 1982.

Doutrina

De acordo com o credo das Assembleias de Deus, entre as verdades fundamentais da denominação, estão a crença:

  1. Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, considerada a única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão (1ª Tessalonicenses 2:13);
  2. Num só Deus eterno subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Deuteronômio 6:4, João 14:28, 1ª Coríntios 11:3; 15:28);
  3. Na concepção virginal de Jesus Cristo, na sua morte vicária e expiatória, ressurreição corporal, ascensão para o céu e deidade (João 20:17, Atos 2:22, 1ª Coríntios 15:3);
  4. No pecado que distancia o homem de Deus através da queda, condição que só pode ser restaurada através do arrependimento e da fé em Jesus Cristo (Gênesis 1:26, 27);
  5. Na salvação do homem (Lucas 24:47);
  6. Nas ordenanças da igreja: batismo em águas e santa comunhão (Marcos 16:16, 2ª Pedro 1:4);
  7. No batismo no Espírito Santo (Atos 8:12-17);
  8. Na evidência física inicial do batismo no Espírito Santo (1ª Coríntios 13:8);
  9. Na santificação do homem através de Cristo Jesus (Hebreus 12:14);
  10. Na igreja e na sua missão como corpo de Cristo e agente de evangelização (Hebreus 12:23);
  11. No ministério chamado e ordenado para a evangelização (Marcos 16:15-20);
  12. Na cura divina como privilégio aos crentes (2ª Tessalonicenses 2:9,10);
  13. Na esperança do arrebatamento de todos os fiéis a Deus e a Bíblia Sagrada para a Nova Jerusalém em breve com a volta de Cristo (Tito 2:3);
  14. No reino milenar de Cristo (Apocalipse 1:7);
  15. No julgamento final (Mateus 25:46);
  16. Nos novos céus e nova terra (Apocalipse 21:22).

A denominação pratica o batismo em águas por imersão do corpo inteiro, uma só vez, em pessoas a partir de 15 anos (*), em nome da Trindade; a celebração, sistemática e continuada, da Santa Ceia; e o recebimento do batismo no Espírito Santo, geralmente, com a evidência inicial do falar em outras línguas, seguido de outros dons do Espírito Santo (Mateus 7:22,23). A exemplo da maioria dos cristãos, os assembleianos aguardam a segunda vinda premilenial de Cristo em duas fases distintas: a primeira, invisível ao mundo, para arrebatar a Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação (Mateus 24:29-31); e a segunda, visível e corporal com a Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo por mil anos, sendo portanto dispensacionalista.

Ainda, nesse corolário de fé, os assembleianos esperam comparecer perante o Tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa do Cristianismo, seguindo-se uma vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tormento para os infiéis. Os assembleianos, em geral, são contra o aborto voluntário.

(*)=IDADE PARA O BATISMO

Aceita-se a Idade de Iniciação do Senhor (no Templo entre doutores da Lei: “E, tendo ele já 12 anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa (…) … o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os”)Lc 2:42,46, como a mínima para o batismo.

Essa idade tem que ver com o término da fase de criança para a de adolescente, enquanto os judeus adotam a idade de 13 anos, quando o menino é circuncidado.

NOTA: ESTE TEXTO RETIREI DA INTERNET, AO PESQUISAR ALGO SOBRE A IDADE MÍNIMA PARA O BATISMO NAS ÁGUAS.

 

Liturgia

Os cultos das Assembleias de Deus se caracterizam por orações, cânticos, testemunhos e pregações, onde muitas vezes ocorrem manifestações dos dons espirituais, como, por exemplo, profecias e línguas espirituais.

Os cultos têm duração média de 2 horas, sendo divididos em:

  • Oração inicial – Normalmente o pastor ou outro obreiro faz uma oração a Deus.
  • 3 Cânticos iniciais – Utilizando-se a Harpa Cristã, que é o hinário oficial da IEAD.
  • Leitura bíblica (ou palavra introdutória) – Neste momento a leitura do trecho bíblico e inspirada pelo Espírito Santo.
  • Oportunidades de cânticos por grupos de jovens, crianças, senhoras, adolescentes, corais e bandas ou orquestra.
  • Oportunidades de testemunhos por membros – Momento no qual os membros contam o que Deus mudou em suas vidas e vem fazendo, atualmente, por eles.
  • Oportunidade da palavra por membros – Momento no qual membros citam versículos bíblicos e proferem uma rápida palavra sobre o entendimento do texto lido.
  • Louvor e oração pela ofertas.
  • Oração pelo pregador (a)
  • Pregação – O momento mais aguardado do culto em si. Pois é o momento em que o pastor da igreja, ou um obreiro, até mesmo pastores convidados pregam a palavra de Deus inspirada pelo Espírito Santo.
  • Apelo – Convite aos que não são evangélicos a aceitarem a Jesus como único e suficiente Salvador. (Em algumas ADs não se faz apelo, dependendo da corrente teológica que o pastor local segue).
  • Cântico de encerramento e/ou avisos sobre as próximas reuniões.
  • Oração final.
  • Bênção apostólica (somente dado pelo pastor, ou evangelista ou presbítero em ocasiões especiais).

A respeito de usos e costumes

A assembleia de Deus (VERDADEIRA) possui até hoje seus usos e costumes defendendo a sã doutrina dos santos, rebeldes querem colocar dentro dela o liberalismo, mais ela ainda preserva os usos e costumes.

A Assembleia de Deus pelo Mundo

Ao todo, as Assembleias de Deus têm 64 milhões de membros espalhados no mundo e 363.450 ministros, divididos entre 351.645 igrejas e presentes em 217 países. O Brasil lidera essa lista com 22,5 milhões de membros, de acordo com as estimativas da igreja nos EUA, seguido pela Coreia do Sul com 3,1 milhões.

Na América Latina e Caribe, o número de membros chega a 28,8 milhões, o equivalente a 45% do total de assembleianos presentes no planeta. Estes números são alcançados graças ao grande avanço da Assembleia de Deus no Brasil, que detém um pouco mais de 78% desse total. As estimativas apontam ainda mais de 35 mil ministros e mais de 100 mil templos espalhados por todo o país.

Percentual da população membro da Assembleia de Deus por estado no Brasil

Percentual da população membro da Assembleia de Deus por estado no Brasil

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

https://fronteirafinal.wordpress.com/2012/07/16/texto-bablicoa/ (*)

 

“Boa doutrina, gera em nós bons costumes.”

Pr Isaías Gomes de Oliveira

Pastor Presidente da IADJ25A

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2 respostas para Igreja Assembleia de Deus

  1. Ontem, dia 01/12/2019 foi dia de Santa Ceia. Ao final do culto, meu Pr Isaias Gomes de Oliveira, reuniu toda a igreja e cantamos juntos um hino, que faço questão de registrar aqui:

    Santa Ceia em 01/12/2019, toda a igreja, cantando ao final este lindo hino.

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  2. Dando sequência ao estudo um pouco mais detalhado de algumas denominações, estou postando agora, algo sobre a Igreja Assembléia de Deus.
    Esta denominação segue os cinco solas da reforma protestante.

    Sola Scriptura, Sola Christus, Sola Gratia, Sola Fide, Soli Deo Gloria

    por Declaração de Cambridge
    Os cinco solas da Reforma Protestante.

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