Lidando com os conflitos pessoais

       O ministério pastoral, sem sombra de dúvida, é magnifico e desafiador. O apóstolo Paulo escreveu a Timóteo, dizendo: “Se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja” ( 1ªTm 3:1). O escritor da carta aos Hebreus completa: “E ninguém toma para si essa honra, senão o que é chamado por Deus, como Arão” (Hb 5:4).

  Quando frequentamos um Seminário Teológico, procuramos ficar preparados de todas as formas para um bom desempenho na obra. Lemos e pesquisamos os melhores livros no intuito de adquirirmos experiência para o trabalho. Sentimo-nos motivados, empolgados, cheios de sonhos e planos para o futuro. Na igreja, apresentamos aos outros “soluções fáceis”, como: ore e jejue mais, leia mais a Bíblia, tenha mais fé, e todos os seu problemas serão solucionados.

       Existem, porém, situações inesperadas para as quais o Seminário não nos preparou. Situações inusitadas que não conseguimos compreender, conflitos pessoais e problemas relacionados ao rebanho.

   Inexplicavelmente, de uma hora para outra, entramos em crise. A motivação, a empolgação, os sonhos e os planos acabam dando lugar ao desânimo, à frustração e às dúvidas.

    Você já imaginou o que significa viver momentos em que tudo parece ocorrer maravilhosamente bem e, num outro, tudo parece dar errado? Momentos em que somos dez e, em outro, tornamo-nos zero? É aí que percebemos que os problemas não são tão fáceis de solucionar como imaginávamos ou sugeríamos aos outros. 

Bibliografia:

Psicologia Pastoral

Jamiel de Oliveira Lopes

CPAD

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