O Último Homem (Justo) na Terra

Jeff Kinley

Em meio a todo esse pecaminoso frenesi global, Deus encontrou um homem que se destacou entre bilhões. “Porém Noé encontrou favor aos olhos do Senhor” (Gênesis 6.8). Descrito como “homem justo, íntegro entre o povo da sua época”, Noé era um homem que “andava com Deus” (Gênesis 6.9). Mesmo não sendo perfeito, Noé tinha integridade. E, ainda que certamente não fosse isento de culpa, Noé ainda era inocente, ou um homem de alto caráter e reputação morais. Em contraste com o caráter perverso, odioso e violento de seus pares, ele se manteve puro, decente e civilizado. Não havia sujeira na vida de Noé. Ele sentia a pressão de se conformar à impiedade de sua geração, mas também se sentia chamado a ser diferente dela em caráter e estilo de vida (ver 2ªCoríntios 6.14-18).

O desafio de viver na cultura do mundo envolve não se deixar consumir pelo pecado inerente a ela. Não há dúvida que nós cristãos estamos destinados a viver neste mundo, mas não derivamos dele nossa identidade nem nossos valores porque não pertencemos a ele (João 17.16). Usando a sabedoria, podemos nos manter conectados com as pessoas e a sociedade sem permitir que atitudes, crenças e condutas ímpias nos moldem ou influenciem (João 17.11,14-18; Romanos 12.2). Em sua essência, o cristão não é nem um pouco melhor que qualquer outra pessoa, e Jesus condena aqueles que exibem sua fé com uma atitude de arrogância (Mateus 23). Somos chamados a demonstrar humildade, amor e compaixão, mesmo em relação àqueles de quem discordamos veementemente. Esse equilíbrio pode ser difícil de alcançar, e muitas vezes significa ter uma voz dissidente e isolada. Ou ser o único justo. Em geral, significa não se deixar levar pela correnteza, mas nadar contra ela. Seguir a Deus pode até acarretar decisões e comportamentos que gerem ridicularização, zombaria e mesmo ódio.

Somos chamados a demonstrar humildade, amor e compaixão, mesmo em relação àqueles de quem discordamos veementemente.

Noé sabia como era.

Ele era justo em “sua época”. Seguia a Deus aqui e agora, respondendo ao contexto de sua própria geração. Decidido a andar com Deus, manteve-se limpo em meio a um mundo poluído – não por sua própria justiça; antes, para se preservar. Ele era justo. Mas o que exatamente fazia de Noé alguém tão justo aos olhos de Deus? Qual era sua história? Como Noé se tornou “Noé”?

Em meio a todo esse pecaminoso frenesi global, Deus encontrou um homem que se destacou entre bilhões. “Porém Noé encontrou favor aos olhos do Senhor” (Gênesis 6.8). Descrito como “homem justo, íntegro entre o povo da sua época”, Noé era um homem que “andava com Deus” (Gênesis 6.9). Mesmo não sendo perfeito, Noé tinha integridade. E, ainda que certamente não fosse isento de culpa, Noé ainda era inocente, ou um homem de alto caráter e reputação morais. Em contraste com o caráter perverso, odioso e violento de seus pares, ele se manteve puro, decente e civilizado. Não havia sujeira na vida de Noé. Ele sentia a pressão de se conformar à impiedade de sua geração, mas também se sentia chamado a ser diferente dela em caráter e estilo de vida (ver 2ªCoríntios 6.14-18).

O desafio de viver na cultura do mundo envolve não se deixar consumir pelo pecado inerente a ela. Não há dúvida que nós cristãos estamos destinados a viver neste mundo, mas não derivamos dele nossa identidade nem nossos valores porque não pertencemos a ele (João 17.16). Usando a sabedoria, podemos nos manter conectados com as pessoas e a sociedade sem permitir que atitudes, crenças e condutas ímpias nos moldem ou influenciem (João 17.11,14-18; Romanos 12.2). Em sua essência, o cristão não é nem um pouco melhor que qualquer outra pessoa, e Jesus condena aqueles que exibem sua fé com uma atitude de arrogância (Mateus 23). Somos chamados a demonstrar humildade, amor e compaixão, mesmo em relação àqueles de quem discordamos veementemente. Esse equilíbrio pode ser difícil de alcançar, e muitas vezes significa ter uma voz dissidente e isolada. Ou ser o único justo. Em geral, significa não se deixar levar pela correnteza, mas nadar contra ela. Seguir a Deus pode até acarretar decisões e comportamentos que gerem ridicularização, zombaria e mesmo ódio.

Somos chamados a demonstrar humildade, amor e compaixão, mesmo em relação àqueles de quem discordamos veementemente.

Noé sabia como era.

Ele era justo em “sua época”. Seguia a Deus aqui e agora, respondendo ao contexto de sua própria geração. Decidido a andar com Deus, manteve-se limpo em meio a um mundo poluído – não por sua própria justiça; antes, para se preservar. Ele era justo. Mas o que exatamente fazia de Noé alguém tão justo aos olhos de Deus? Qual era sua história? Como Noé se tornou “Noé”?

Extraído de Como foi nos dias de Noé

Como foi nos dias de Noé

Jesus disse que haveria paralelos impressionantes entre o tempo de Noé e os últimos dias. Isso já é assim hoje? Um vislumbre fascinante do que está por vir!

https://www.chamada.com.br/mensagens/o_ultimo_homem_justo_na_terra.html

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