Cristianismo nos EUA

“O segredo de ninguém vencer essa nação é a fé em Deus.” – Joel Gomes

A religião nos Estados Unidos é caracterizada por uma grande diversidade de crenças e práticas. Várias crenças religiosas tem florescido, assim como perecido, nos Estados Unidos. As religiões que abrangem a herança dos imigrantes no país, bem como as fundadas no interior do país, levou os Estados Unidos a se tornar um dos países com maior diversidade religiosa do mundo. A maioria dos americanos relatam que a religião desempenha um papel “muito importante” em suas vidas, uma proporção única entre as nações desenvolvidas.

A maioria dos americanos (70% a 80%) se identificam como cristãos e cerca de 15 a 20% não têm nenhuma afiliação religiosa. De acordo com a Pesquisa Americana de Identificação Religiosa (PAIR) (2008), 78% da população adulta se identificou como cristã, com 25% definindo-se católicos e 50% se identificando como cristãos abrangendo cerca de 30 grupos religiosos diferentes. A mesma pesquisa afirma que outras religiões (incluindo, por exemplo, o judaísmo, o budismo, o islamismo e o hinduísmo) compõem cerca de 4% da população adulta, outros 15% da população adulta afirmaram não ter filiação religiosa, e 5,2% disseram não saber, ou se recusaram a responder. De acordo com uma pesquisa de 2012 do fórum Pew, 36% dos Americanos alegam frequentar os cultos quase todas as semanas ou mais.

Religiões nos EUA

A maior religião do EUA é o cristianismo, cerca de 78,4% da população é cristã. Tradicionalmente a maioria dos americanos são protestantes 51% da população. O cristianismo foi introduzidos durante o período da Colonização europeia. O cristianismo é uma das religiões que mais cresce nos EUA. Isto se deve, entre outros fatores, pelo elevado número de imigrantes latino-americanos e filipinos que o país recebe a cada ano. A região com a maior concentração de católicos é o Nordeste, que apesar de ter sido colonizada por puritanos, recebeu grande número de imigrantes católicos europeus (principalmente alemães, irlandeses e italianos) a partir da segunda metade do século XIX. O Sul, área de forte influência da Igreja Batista, por outro lado, é a região com a menor porcentagem de católicos.

Os Ingleses, Alemães, Escoceses, Holandeses, Noruegueses entre outros do norte europeu introduziram o Protestantismo, enquanto os franceses, espanhóis e irlandeses trouxeram o Catolicismo . Entre protestantes, os aderentes do Anglicanismo (fora da Inglaterra, a igreja anglicana é chamada de Igreja Episcopal), Batistas, Calvinistas(Puritanismo e Presbiterianismo)Luteranismo, Quakerismo, Amish e a Igreja de Moravian eram os primeiros a estabelecer-se nos EUA que espalham sua fé no novo país.

Catedral de Cristal, uma megaigreja na Califórnia.

Desde então, os cristãos americanos tomaram seu próprio trajeto. Durante o evangelismo dos grandes despertadoresPentecostalismo e Fundamentalismo cristão emergiram, junto com denominações protestantes novas como o Adventismo, e filiais novas do Restauracionismo, particularmente de Testemunhas de Jeová e de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Mormons. Hoje, com 16.6 milhões de aderentes (5.3% da população total), os batistas do sul são a maior denominação protestante. A força de várias seitas varia extremamente em regiões diferentes do país, em minoria devido a grande presença cristã evangélica dessa nação, também nas partes rurais do sul (exceto Louisiana e a comunidade latino-americana. Os Mórmons são predominantes em Utah, em Idaho, e em estados vizinhos, como ArizonaColorado e Washington.

Em 2001, menos de 8% da população dos estados de Nova Iorque, Nova Jérsei e Vermont se declarava católica. Hoje este número se encontra acima dos 14%. Na Geórgia, a porcentagem passou de 8% para 9%. No Novo México, entretanto, caiu de 41% para 17%. O catolicismo é majoritário apenas em Rhode Island. Atualmente, nenhum estado tem menos de 9% de católicos. Em 2001, havia dois: Virgínia Ocidental e Mississippi. Em média, a cada ano, a Igreja Católica diminui 3% nos Estados Unidos.

Apesar de seu status de religião mais difundida e mais influente nos EUA, o Cristianismo está num declínio relativo contínuo. Quando o número absoluto de cristãos foi levantado de 1990 a 2001, a porcentagem cristã da população caiu de 88.3% para 79.6%.

 

Indiferentismo religioso

A informação recente do censo indicou que “nenhuma identificação religiosa” teve o maior aumento na população em termos de porcentagem. As figuras são acima de 14.3% milhões em 1990 a 29.4% milhões em 2001. Os EUA é o único país desenvolvido que tem uma porcentagem relativamente baixa de pessoas que declaram não ter nenhuma opção religiosa, mas a fluidez da religião no país é elevada, como um estudo feito pelo fórum da Pew Global que mostra que metade da população tinha abandonado a fé na sua infância. Os resultados negativos de religiões organizadas tendo como resultado os ataques terroristas de 11 de setembro e a emergência de grupos cristãos fundamentalistas que fazem campanhas contra a evolução e o aborto foram as razões para o crescimento do número de correntes de questionamento da religião e o abandono completo da mesma. Ateus equivalem a 1,6% conforme dados de 2007.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3o_nos_Estados_Unidos

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