Desafios JMM – Europa

 

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Impossível caminhar pela Europa e não perceber como foi grande nos últimos séculos a influência do cristianismo em sua formação artístico-cultural. Por que abandonaram a fé cristã? Por que as igrejas estão vazias? São as perguntas que temos hoje em mente. Vou um pouco além: não apenas deixaram a fé cristã, mas diante do que vejo, estão decepcionados, frustrados com tudo o que diz respeito à religião, igreja, Deus… Quando entramos numa grande catedral, não importa o país, aqueles que encontrarmos lá dentro não estão expressando sua fé, prestando um culto a Deus; estão apenas admirando a arte e a arquitetura.

Os líderes religiosos têm apresentado um discurso intelectual, teórico, nada prático. Uma religiosidade cheia de leis e rituais e que não apresenta algo que traga paz e alívio ao desiludido pecador. O discurso “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” cansou. Por isso o esvaziamento não ocorre somente nas igrejas católicas. Ela acontece também nas denominações tradicionais.

Hoje não encontramos apenas aqueles que não creem em Deus, mas um outro grupo crescente que diz: “Eu creio em Deus, mas não acredito na igreja nem na religião”. Como nossos missionários atuam neste contexto? Seguindo para onde o povo está, levando a mensagem de paz e esperança contextualizada. Como exemplo, temos na Espanha o projeto Espaço Vida e Música, que, através do ensino da música, também fala de Cristo.

Nossos missionários não falam para os europeus sobre religiosidade. Falam sobre Deus, sobre a esperança que Ele nos dá. Assim também trabalhamos com os europeus religiosos, porque a esperança deles está em uma falsa religião, está em um falso Deus, em costumes, em dogmas, em rezas, em fazer alguma cerimônia.

Outro desafio é despertar vocacionados nos países onde estamos. É certo que um francês falando a outro francês surte mais efeito que um estrangeiro, principalmente numa época em que o imigrante não é bem-vindo, a maioria é vista como concorrente a uma vaga de emprego.

O nosso objetivo é levar também à Europa essa verdadeira esperança. Uma esperança que não precisa de pagamento algum, tampouco financeiro.

Podemos avançar muito mais com estratégias criativas. Para isso contamos com a sua participação, através das orações e da adoção de missionários. Sua parceria é fundamental nesta jornada.

Paulo Pagaciov, coordenador da JMM para a Europa

http://missoesmundiais.com.br

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