Desvios, religiões e seitas

Todas as pessoas têm o direito de professar a religião de sua escolha. A tolerância religiosa deve ser aceita por todos. Porém dar a cada pessoa o direito de escolher a própria religião não significa que todas sejam boas. Por exemplo: nos dias de Jesus havia vários grupos religiosos: os saduceus (At 5:17) e os fariseus (At 15:5). Ambos tinham posições religiosas distintas (At 23:8). Mesmo assim, Jesus não poupou palavras duras a esses grupos religiosos, chamando-os de hipócritas, filhos do inferno, serpentes, raça de víboras (Mt 23:13,15,33). Assim, deixou claro que não aceitou a ideia de que todos os caminhos levam a Deus. Há apenas dois caminhos segundo ensinou Jesus: o estreito, que conduz à vida, e o largo e espaçoso, que conduz à destruição (ver Mt 7:13,14; Pv 14:12; Lc 6:39; Jo 14:6).

 Uma seita é identificada, em geral, por aquilo que ela ensina (Mt 7:15_20). O que ela ensina sobre a Bíblia Sagrada? A pessoa de Deus? A queda do homem? O pecado, a pessoa e a obra de Cristo? A salvação? O futuro? A resposta destas perguntas determinará a sua identidade. Se o que uma crença ensina sobre estes assuntos não entrar em harmonia com a Palavra de Deus, podemos estar certos que estamos diante de uma seita herética!

       Em toda seita as mentiras são temperadas com um pouco de verdade. (1ª Co 5:6). No entanto nenhuma mentira vem da verdade (1ª Jo 2:21).

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