Testemunhos da arqueologia comprovam Bíblia

Neste site por diversas vezes demonstramos que a Bíblia é um livro historicamente confiável mas infelizmente, em várias áreas de investigação científica, existem lobbys e grupos de pressão milionários que tentam ofuscar e descredibilizar os seus relatos. Dentro da “arqueologia” secular não é diferente e os fatos bíblicos são taxados muitas vezes como “impossíveis” devido à sua espetacularidade. Neste artigo aproveitando um trabalho sobre fatos arqueológicos que anteriormente desenvolvemos na nossa página de Facebook, iremos demonstrar como existem diversas provas arqueológicas de como podemos e devemos confiar na Bíblia e na sua historicidade. Aliás, se lida sem preconceitos, a Bíblia é historicamente e comprovadamente o livro mais confiável da antiguidade e como veremos aqui, mesmo os céticos jamais poderão desvalorizar os seus textos. Do Velho ao Novo Testamento compilaremos alguns fatos que comprovam uma variedade de relatos bíblicos e o convidamos a percorrer esta viagem histórica connosco.

Velho Testamento

1- Tabletes de Ebla

Cerca de 20 mil tábuas de argila foram encontradas no norte da Síria, em 1974 na localização da antiga cidade de Ebla. Datadas de 2.300 a 2.000 a. C., elas remontam à época dos patriarcas. Os tabletes descrevem a cultura, nomes de cidades e pessoas (como Adão, Eva, Miguel, Israel, Noé) e o modo de vida similar ao dos patriarcas descrito principalmente entre os capítulos 12 e 50 do livro de Gênesis, indicando sua historicidade. Mencionam também a história da criação e o dilúvio. Encontram-se distribuídas por diversos museus na Síria.

2- Dilúvio

Não são poucas as evidências antropológicas, históricas e científicas, que atestam a realidade do Dilúvio. Examinando-as, os que optam pelo bom senso, logo concluem pela historicidade da inundação universal de conformidade com o relato bíblico.

Em 1852, o arqueólogo inglês, George Smith, descobriu entre as ruínas da Babilônia uma série de tijolinhos, gravados em caracteres cuneiformes, com uma narrativa bastante similar há do dilúvio bíblico. Se pesquisarmos devidamente as crenças dos gregos, romanos, eslavos, tupis e guaranis, etc, constataremos que: quase todos os povos são capazes de reconstituir, ainda que alguns de forma distorcida, a ocorrência de uma grande inundação cujo objetivo básico foi punir a rebeldia do homem contra o seu Criador. Os arqueólogos vêm encontrando, igualmente, cemitérios fósseis nas mais diversas regiões do mundo, indicando a ocorrência de uma repentina catástrofe geológica. A aparência desses animais petrificados é de que eles foram, de fato, sepultados de forma violenta e súbita por uma indescritível inundação.

Frank C. Hibben

Acerca do assunto, escreve o arqueólogo F. C. Hibben: “Há evidências de perturbações atmosféricas, de violência sem igual. Tanto mamutes como bisontes foram dilacerados e torcidos como que por mãos cósmicas em fúria divina. Os animais foram simplesmente dilacerados e espalhados através da paisagem como se fossem palha e barbante, embora alguns deles pesassem várias toneladas”.

Por conseguinte, os sítios arqueológicos não evidenciam a existência de um parque de dinossauros (que terão sim vivido abundantemente na época pré-dilúvio juntamente com o homem); evidenciam a ocorrência de um dilúvio que, inesperadamente, acabou com a vida no planeta, com exceção de Noé e de sua família e dos animais que se achavam com ele na arca. Saiba mais em (1).

Robert Ballard

Já em 2012 Robert Ballard o famoso oceanógrafo conhecido por seu trabalho na arqueologia subaquática e que se tornou famoso pelas descobertas dos destroços do RMS Titanic em 1985, do Couraçado Bismarck em 1989 e dos destroços do USS Yorktown em 1998veio dizer que os seus recentes estudos apontam para a existência real de um dilúvio global (2).

3- Sodoma e Gomorra

Em 2015 uma equipe de arqueólogos liderada pelo professor Steve Collins da Universidade Southwest Trinity, Estados Unidos, passou 10 anos com um projeto de estudos e escavações. Eles afirmam ter encontrado as ruínas das antigas cidades de Sodoma e Gomorra. Segundo a Bíblia, elas foram destruídas por uma intervenção direta de Deus. Collins e sua equipe desenvolveram seu projeto de escavação em Tall el-Hammam, ao sul de Israel. Segundo publicaram em artigo na revista Popular Archeology, descobriram a localização de Sodoma, que eles chamam de “mina de ouro”.

Steve Collin

O local mencionado em Gênesis era uma cidade-estado que dominava a região do sul do Vale do Jordão. Pouco se conhece dela além do que diz a tradição judaica. “A equipe de arqueólogos desenterrou várias estruturas monumentais antigas e artefatos que estão revelando muito sobre a região durante a Idade do Bronze”, disse Collins. Desde 2005 ele mantém os trabalhos, mas somente agora encontraram indícios concretos de que esse pode ter sido o local da cidade, pois estão cruzando referências com ruínas de outras cidades antigas próximas. “O Tall el-Hammam parece satisfazer o critério sobre Sodoma exigido”, disse ele. 

4- Êxodo

O êxodo, ou seja a saída da escravidão do povo hebreu do Egito, tem sido um dos acontecimentos mais controversos entre os arqueólogos. Durante anos existiu um complô entre alguns eruditos que tentaram colocar o êxodo durante o reinado de Ramsés II, aproximadamente em 1200 a. C.. Ora nesta altura não se encontravam nenhumas evidências da existência do êxodo. Mas mais recentemente, e com novas descobertas, já muitos arqueólogos questionam essas datas, sendo que o mais interessante é que recuando o êxodo para aproximadamente 1500-1400 a. C. muitas evidências surgem. Vejamos alguns artefatos que comprovam essa tese:

4.1- A ESTELA DE MERNEPTAH: FALA DE ISRAEL

A Stela Israel também conhecida como a Estela Merneptah é uma laje de pedra, que foi encontrada em 1896 em Tebas, no Egito. O monumento foi encontrado onde tinha estado uma vez no antigo Egito, no templo, que honrou o faraó Merneptah. Alguns referem-se à pedra como a “Estela da Vitória”, porque os registos das campanhas militares e as vitórias do faraó Merneptah, o filho do poderoso Ramsés II, que reinou no Egito por volta de 1215 a. C., Durante o tempo dos juízes em Israel. A escrita na estela é em hieróglifos e muito claramente menciona o nome de Israel. Israel foi considerado pelo Faraó do Egito, suficientemente importante para mencionar a vitória como significativa. A descoberta da Estela Israel é muito importante no estudo da Arqueologia Bíblica pois é a mais antiga evidência da existência de Israel na terra de Canaã, nos tempos antigos fora da Bíblia. Esta é uma prova clara que nessa altura Israel já era uma nação na terra de Canaã e como tal o Êxodo teria que ter ocorrido muito antes.

4.2- PAPIRO DE IPUWER

O papiro de Ipuwer é uma oração sacerdotal escrita por um egípcio chamado Ipuwer, onde questiona o deus Horus sobre as desgraças que ocorrem no Egito. As pragas mencionadas são: O rio Nilo se torna sangue; escuridão cobrindo a terra; animais morrendo no pasto; entre outras, ora tudo isto parece fazer referência às pragas relatadas no livro de Êxodo. Este documento tem sido descartado por alguns arqueólogos devido ao facto de ser datado como anterior ao reinado de Ramsés II, onde insistem em colocar o Êxodo, mas como vimos se o Êxodo se deu anteriormente este encaixa na perfeição na sua cronologia, sendo mais uma prova das pragas que assolaram o Egito.

4.3- Patterns of evidence: EXODUS

Um dos melhores trabalhos de investigação arqueológica sobre o êxodo foi o premiado documentário do realizador Tim Mahoney, Patterns of evidence: Exodus, nele vemos muitas provas e evidências da existência do Êxodo e ainda as controvérsias entre vários arqueólogos no que envolve as datas do mesmo, a não perder aos interessados. Você pode vê-lo na integra no final deste artigo.

5- A inscrição “CASA DE DAVI”

Casa de Davi era uma designação muito comum usada pelos profetas da Bíblia para se referirem à linhagem, aos descendentes ou à família do rei Davi. Jesus veio da linhagem de Davi (Mateus 1:1).
Em 1994, escavações na antiga cidade de Tel Dan, em Israel, trouxeram à vista uma pedra de basalto que continha uma referência à “Casa de Davi“. Este artefacto parece ter sido erigido por um rei de Damasco durante o século IX a..C., uns 250 anos após o reinado de Davi. O artefacto menciona, especificamente, uma série de vitórias sobre um “rei de Israel” e sobre um rei da “Casa de Davi” (Nota: Israel estava dividido em dois reinos, por esta altura).
A inscrição revela que Casa de Davi era uma referência política e geográfica distintiva naquela época. O rei Davi e sua dinastia eram bem conhecidos no mundo antigo. A descoberta foi importante porque foi a primeira vez que se encontrou referência ao rei Davi numa fonte fora da Bíblia (escusado será dizer que os críticos diziam que Davi nunca tinha existido). A pedra de basalto encontra-se, atualmente, no Museu de Israel, em Jerusalém.

6– Inscrição de Sheshonq

Inscrição que se encontra no portal do templo de Amon-Re, em Karnak, em que Sheshonq (na Bíblia chamado Sisaque) enumera as cidades que conquistou no sul do Levante. Entre elas, são mencionadas importantes cidades de Canaã, como Megido, Beth-shan e Taanach, no Reino de Israel; e Arad e Socó, no Reino de Judá. Pela cronologia egípcia, essa campanha teria ocorrido no ano 925 a. C. Significativamente, o livro de 1ª Reis (14:25) faz menção à incursão militar: “No quinto ano do rei Roboão, Sisaque, rei do Egito, subiu contra Jerusalém”. As informações cronológicas fornecidas pela Bíblia, permitem situar o quinto ano de Roboão, filho do rei Salomão, na mesma época. Sisaque é também mencionado em 1ª Reis 11:40 e 2ª Cronicas 12:2-9.

7- Pedra Moabita

A Pedra Moabita ou Estela de Mesa, é uma pedra de basalto, com uma inscrição sobre Mesa, Rei de Moabe. Este regista a conquista de Moabe por Omri, Rei de Israel Setentrional. Após a morte de Acab, filho de Omri, Mesa revolta-se depois de prestar vassalagem por 40 anos. Esta inscrição completa e confirma o relato bíblico em II Reis 3:4-27. A estela teria sido feita, aproximadamente, por volta de 830 a. C..
A Pedra Moabita confirma o nome de locais e de cidades moabitas mencionadas no texto bíblico: Atarote e Nebo (Números 32:34,38), Aroer, o Vale de Árnon, planalto de Medeba, Díbon (Josué 13:9), Bamote-Baal, Bet-Baal-Meon, Jaaz [em hebr. Yáhtsha] e Quiriataim (Josué 13:17-19), Bezer (Josué 20:8), Horonaim (Isaías 15:5), e Bet-Diblataim e Queriote (Jeremias 48:22,24). Encontra-se atualmente no Museu do Louvre em Paris.

8- Obelisco Negro de Salmaneser

O Obelisco Negro de Salmaneser III é um artefacto que o arqueólogo Henry Layard encontrou, na antiga cidade de Nínive, o assim chamado é um dos mais antigos artefatos arqueológicos a se referir a um personagem bíblico: o rei hebreu Jeú. Data de 841 a. C. e se encontra atualmente no Museu Britânico de Londres.

9- Inscrição de Siloé

Esta inscrição foi encontrada acidentalmente por algumas crianças que nadavam no tanque de Siloé. Essa antiga inscrição hebraica marca a comemoração do término do túnel construído pelo rei Ezequias, conforme o relato de 2ª Cronicas 32:2-4. A inscrição de Siloé foi cortada da parede do túnel em 1891 e quebrada em fragmentos; mas estes foram recuperados pelos esforços do cônsul britânico em Jerusalém, e foram colocados no Museu do Antigo Oriente em Istambul.

10- O palácio de Sargão II

O palácio de Sargão II, rei da Assíria mencionado em Isaías 20:1, descoberto em 1843, por Paul Emile Botta, de cuja existência os historiadores seculares duvidavam até essa descoberta. Alguns artefatos lá achados encontram-se em exposição no Museu do Louvre em Paris.

11- Prisma de Taylor e o Prisma de Senaqueribe

Prisma de Taylor e o Prisma de Senaqueribe são dois vasos de barro distintos em formato de prisma inscritos ambos com o mesmo texto em acadiano. O Prisma de Senaqueribe se encontra no Instituto Oriental de Chicago – EUA, e foi adquirido em 1919 por J. H. Breasted em nome do Instituto. O de Taylor está no Museu Britânico, e foi descoberto em Nínive e adquirido em 1830 pelo Coronel R. Taylor, Cônsul Geral Britânico em Bagdade e vendido posteriormente por sua viúva ao Museu Britânico em 1855. É daí que vem o seu nome. Ambos registam os primeiros oito anos de campanha do rei assírio Senaqueribe.
Têm para nós um especial interesse, pois reportam e comprovam a guerra assíria contra as cidades de Judá, e particularmente a tentativa fracassada de se apossar de Jerusalém, tudo relatado na Bíblia. Nesta campanha Senaqueribe destaca a destruição de 46 cidades de Judá além da deportação de 200.150 pessoas para a Assíria. 

12- Tijolo babilônico que traz nome de Nabucodonosor

O achado arqueológico traz a seguinte inscrição em cuneiforme: (eu sou) Nabucodonosor, Rei de Babilônia. Provedor (do templo) de Ezagil e Ezida; filho primogênito de Nabopolassar”. Vale notar que por muito tempo se afirmou que a cidade da Babilônia era um mito – e muito mais lendário ainda seria o rei Nabucodonosor. Hoje o tijolo babilônico pode ser visitado no museu arqueológico do UNASP – Campus Engenheiro Coelho – SP.

13- Óstracos de Laquis

Os óstracos são fragmentos ou pedaços de cerâmica. Esses fragmentos são também chamados de óstracos, da palavra grega para “concha, caco”. Pedaços de cerâmica eram usados como material de escrita barato em muitos lugares do Oriente Médio antigo, incluindo o Egito e a Mesopotâmia. Óstracos eram usados para registar contratos, relatórios contáveis, vendas, e assim por diante, do mesmo modo como hoje se usam blocos de anotações e folhas de papel. 
Em escavações feitas em 1930, foi encontrado um lote de fragmentos, dos quais pelo menos 12 eram cartas descritas como “extremamente importantes … por sua explanação da situação política e tumulto geral que prevalecia enquanto Judá se preparava para o inevitável ataque do [rei babilônio] Nabucodonosor”. 
Os relatos bíblicos deste acontecimento são similares ao reportado nestes óstracos e mencionam também diversos nomes que aparecem no livro de Jeremias. Eles são Nerias, Jaazanias, Gemarias, Elnatã e Osaías. (Jeremias 32:12;35:3; 36:10, 12; 42:1). Os óstracos encontram-se no Museu Britânico e no Museu de Israel.

14- O cilindro de Ciro

O cilindro de Ciro é um cilindro de argila, atualmente dividido em vários fragmentos, no qual está escrita uma declaração em grafia cuneiforme acadiana, em nome do xá, Ciro, o Grande. Ele data do século VI a. C. (539 a. C.), e foi descoberto nas ruínas da Babilônia Mesopotâmia (atual Iraque) em 1879. É possessão do Museu Britânico, que patrocinou a expedição responsável pela descoberta do cilindro. O artefacto foi criado após a conquista persa da Babilônia em 539 a. C., quando o exército persa, sob Ciro, o Grande, invadiu e conquistou o império caldeu, trazendo-o sob o controle do Império Persa.
O texto do Cilindro foi relacionado por alguns estudiosos como evidência da política de Ciro de repatriação dos hebreus após o cativeiro na Babilônia – um ato que o livro de Esdras atribui a Ciro -, uma vez que o texto menciona a restauração de santuários religiosos e a repatriação dos povos deportados tal como a Bíblia afirma que foi feito.

15- A inscrição de Behistun

A inscrição de Behistun é um dos documentos mais importantes no deciframento de uma língua até então esquecida. Localiza-se na província de Kermanshah, no Irão, no monte Behistun.
O texto da inscrição é uma declaração de Dario I, escrita três vezes em três alfabetos e línguas diferentes: duas línguas lado a lado, persa antigo e elamita, e babilônio acima delas. Dario governou o Império Aquemênida de 521 a 486 a. C..
Com a sua descoberta houve pela primeira vez evidência do Monarca Dario I Hytaspes mencionado na Bíblia como responsável pelo retorno dos judeus ao reino de Judá após o exílio babilônico. Também aqui temos testemunho sobre o seu filho Xerxes (Assuero), que casou com a judia Ester, mais um relato bíblico.

16- Cavernas de Qumran

Descobertas em 1947 por beduínos,foram iniciadas em 1950 escavações que permitiram encontrar os mais antigos manuscritos bíblicos que comprovaram a autenticidade praticamente total dos textos da Bíblia a que hoje temos acesso. Os manuscritos exumados em Qumran são para muitos a maior descoberta arqueológica do século XX. 

Novo Testamento

 

17- A Tumba de Herodes

A tumba de Herodes foi encontrada em maio de 2007 pela Universidade Hebraica de Jerusalém, em uma zona arqueológica conhecida como Heródio a poucos quilômetros de Jerusalém. Trata-se de um sarcófago do rei que governou a Judeia de 37 a. C. até sua morte, em aproximadamente 1 a. C. e que aparece no Novo Testamento como o rei que governava a Judeia quando Jesus nasceu e que tentou matá-lo enquanto criança.

18- A inscrição de Pilatos

Encontrada nas escavações de Cesareia marítima em 1961, uma estela com a fraseTibério, Pôncio Pilatos, governador da Judeia, é a prova material do conhecido representante de Roma que julgou a Jesus. Durante muito tempo a sua existência foi negada pelos céticos apesar de existirem várias provas do contrário:
– Pilatos é mencionado pelos historiadores Josefo, Filo e Tácitus;
– Foram encontradas moedas cunhadas durante o seu governo;
– E em 1961, foi encontrada, em escavações na Cesareia, a pedra dedicatória que confirma a existência de Pilatos.
A inscrição não somente confirma a historicidade de Pilatos, mas clarifica o título que ele possuía como governador. A pedra encontra-se em exposição no Museu de Israel em Jerusalém.

19- O Túmulo de Caifás

Em novembro de 1990 alguns operários que trabalhavam em um parque ao sul da cidade antiga de Jerusalém, encontraram uma caverna usada para sepultamento, que se encontrava fechada desde o ano de 70 d. C., época da destruição da cidade pelos dominadores romanos. Os arqueólogos foram chamados ao local e encontraram 12 ossuários (caixas para ossos feitas de calcário) ao examinar o local contendo os restos mortais de 63 indivíduos. O ossuário mais ornamentado tinha a inscrição de nome José filho de (ou da família de) Caifás. Este era o nome completo do sumo sacerdote que prendeu Jesus, documentado por o historiador Josephus (Antiguidades 18: 2, 2; 4, 3). No seu interior existiam os restos de um homem de 60 anos, que quase certamente pertenciam ao mesmo Caifás do Novo Testamento. Este memorável achado provê, pela primeira vez, os restos físicos de um indivíduo descrito na Bíblia.

Conclusão

Alguns personagens bíblicos do Velho Testamento já comprovados pela arqueologia

E assim percorrendo a história e dando apenas alguns exemplos marcantes (pois mais existiam), chegamos à conclusão que a Bíblia é realmente o verdadeiro livro da história das origens da civilização humana e seus relatos encontram total respaldo arqueológico. Claro que ímpios e céticos sempre tentarão inventar teorias de forma a não terem que encarar as evidências e logo a verdade, mas nenhum livro da antiguidade é mais coerente e demonstrável que a Bíblia no campo da arqueologia. E esse campo é de fundamental importância para a humanidade, pois quem não sabe de onde vem também não sabe para onde vai…

“Digo-vos que, se estes se calarem, as próprias pedras clamarão.”

Lucas 19:40

Referências:

(1)  A Historicidade do Dilúvio

www.estudosgospel.com.br/estudo-biblico-evangelico-diversos/a-historicidade-do-diluvio.html

(2) Evidence Noah’s Biblical Flood Happened, Says Robert Ballard

abcnews.go.com/Technology/evidence-suggests-biblical-great-flood-noahs-time-happened/story?id=17884533

(3) Sodoma redescoberta

istoe.com.br/439224_SODOMA+REDESCOBERTA/

http://www.nunes3373.com/news/biblia-testemunhos-da-arqueologia/

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