Estabelecendo limites no uso da internet e celulares para não afetar as relações familiares no lar cristão

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… [pais,] não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor. (Efésios 6.4)

Como criar filhos “na disciplina e admoestação do Senhor” em meio ao fervilhar de uma revolução de informações? Há alguns anos os computadores eram grandes e bastava controlar aqueles dispositivos que o acesso da família a conteúdos inadequados diminuía satisfatoriamente. Hoje, porém, os celulares são capazes de conectar uma criança ou adolescente ao incontrolável universo da rede mundial de computadores! E todos eles têm um. Nesse ambiente virtual há conteúdos abençoados e formadores, mas também existe o que de mais perverso passa pela alma humana. Ninguém precisa acessar tais atrocidades, muito menos aqueles que estão formando sua identidade, em idade tenra e debaixo do nosso cuidado. A Palavra de Deus continua atual, mesmo com internet, robôs e satélites. Ela nos recomenda: “criai-os na disciplina e admoestação do Senhor”. A própria ordem já traz consigo as instruções de como fazê-lo. Existe um padrão: “do Senhor”, que é uma pessoa, não um ritual exterior. Os filhos devem saber que as Boas-Novas do Evangelho têm o seu clímax no relacionamento pessoal com o Criador do Universo, por meio do homem-Deus Jesus. A palavra “admoestação” dá a ideia de um treinamento acompanhado por um personal trainer, que deve ensinar pelo exemplo de uma vida centrada no amor a Deus como o filho deve viver. O pai tem o dever de ensinar em toda oportunidade (Deuteronômio 6.1-8). Esse treinamento não deve se limitar ao simples comportamento externo, mas deve ter como principal objetivo o que não pode ser visto, o que se passa no coração dele. Esse é o foco de um bom treinador: o coração do filho, que deve ser conduzido a um relacionamento pessoal com Jesus. Quando o filho tiver uma vida com Deus, ele mesmo buscará ajuda com suas lutas, e os pais poderão instruí-lo a usar sabiamente a internet. Há, porém, um intervalo entre a conversão do filho e seu nascimento (Provérbios 22.6). Este é, sem dúvida, o período mais desafiador para os pais, que precisam ter muito claro em suas mentes que: 1) foram escolhidos por Deus para ser pais, que 2) devem satisfação ao Senhor de como exercerão tal autoridade e 3) possuem o Espírito Santo, e logo saberão estudar e se informar para impor limites coerentes e claros. Sim, impor limites. Qual treinador não dá broncas, castigos e punições nos seus atletas? Quando a criança é bem jovem, mal consegue achar os aplicativos desejados, e os pais instalam e oferecem somente os educativos e inofensivos. Cedo demais, porém, ela já passa a dominar, a baixar e a instalar os aplicativos melhor do que nós. Os pais devem investir tempo e investigar sem constrangimentos por quais caminhos virtuais andam os filhos. A partir daí surgirão as primeiras regras: “não jogue com estranhos, mesmo que se identifiquem como crianças”, “não dê informações pessoais, não diga seu nome verdadeiro (só o apelido do jogo), não fale onde mora e nunca mande fotos”, “não assista a filmes ou séries sem me perguntar se pode”, “nunca assista a filmes acima da sua idade”, “qualquer dúvida, chame a mãe”, etc. Quando alguma das regras for quebrada, surgirão as primeiras punições, que podem ser períodos de castigo sem uso até o recolhimento do celular ou tablet. Tais práticas devem necessariamente ser norteadas pelos princípios que falamos anteriormente, da “disciplina e da admoestação do Senhor”. Regras sem relacionamento não funcionam. Que nossos filhos sejam uma razão a mais para controlarmos e concentrarmos positivamente o nosso próprio uso da internet – eles imitam. Vivamos para a glória de Deus e sejamos treinadores presentes na vida dos filhos, que viverão na liberdade da glória dos filhos de Deus.

Qual é a diferença entre Smartphone e celular? Entenda

Os Smartphones representam um avanço muito grande em relação aos antigos telefones celulares, mas a diferença entre os dois tipos de aparelhos ainda geram confusão atualmente: afinal, qual é a grande diferença entre um Smartphone e um celular comum? Preparamos, então, um guia básico com as principais diferenças e os prós e contras de cada um.

Um celular ao lado de um dos novos smartphones (Foto: Marlon Câmara/TechTudo)

Um celular ao lado de um dos novos Smartphones (Foto: Marlon Câmara/TechTudo)

O que são Smartphones e celulares?

A atribuição básica do celular é ser um telefone portátil que faça ligações e envie mensagens via SMS, embora alguns modelos sejam capazes de acessar a internet por meio do WAP e se conectem por Bluetooth. Estes aparelhos ainda representam a grande maioria dos dispositivos móveis no Brasil, embora o país já passe por uma transição. É considerado um telefone de menor gasto, pois permite planos pré-pagos e os aparelhos geralmente custam menos.

Já os Smartphones são a evolução dos telefones comuns. São mais caros que os celulares, mas trazem tecnologias que vão muito além de ligações e mensagens de texto. Geralmente são maiores em tamanho, com telas sensíveis ao toque e possuem um sistema operacional complexo, como o Android, iOS ou Windows Phone. Em outras palavras, são telefones com a complexidade tecnológica de computadores.

A tecnologia está afetando as relações familiares dentro da sua casa?

Pesquisas mostram como o uso de Smartphones, tablets e outros aparelhos eletrônicos interfere no relacionamento entre filhos, pais e casais

Você presta atenção ao que o seu filho diz? Ou só acha que está prestando?

Uma pesquisa realizada com 1.521 crianças de 6 a 12 anos pela Highlights, uma revista infantil norte-americana, mostrou que 62% das crianças reclamam que os pais estão distraídos demais para ouvi-los. E – surpresa! – os celulares são os principais responsáveis por isso. Em 28% dos casos, pais e mães estavam tão entretidos com o aparelho que mal prestavam atenção aos filhos. E não é só: juntos, celulares, TV’s, Smartphones e tablets foram a causa desse distanciamento entre filhos e pais em 51% dos casos.

“De cinco anos para cá, a tecnologia foi se popularizando e hoje em dia está acessível de qualquer Smartphone para qualquer pessoa”, explica a pediatra Evelyn Eisenstein, professora e coautora do livro Vivendo esse Mundo Digital, da Editora Artmed. Graças a uma linguagem visual muito atraente e cada vez mais fácil de ser manipulada, as pessoas têm todas as informações à mão – consultam a previsão do tempo, informações sobre o trânsito, ficam ligadas no últimos acontecimentos – e acabam se tornando dependentes desses recursos. Não é à toa que os celulares se tornaram quase uma extensão das pessoas:  passam a noite na mesa de cabeceira, acompanham seus donos ao trabalho, no carro e até na hora das refeições.

Uma pesquisa da Universidade de Boston (EUA) mostrou que nem quando às pessoas estão à mesa, em família, os Smartphones são poupados. Cientistas observaram o comportamento de 55 adultos que foram com filhos a restaurantes na zona metropolitana de Boston: 40 deles não largaram o celular durante a refeição. As crianças tinham de 0 a 10 anos e 54% delas estavam em idade escolar. “Parece que já não há uma troca entre filhos e pais. Os aparelhos ficam sempre no meio”, comenta Evelyn.

Esses novos artifícios da vida moderna têm afetado também a dinâmica de relacionamento entre casais. Em um outro estudo, da Brigham Young University (EUA), realizado com 143 casais heterossexuais, 70% das mulheres relataram que os Smartphones atrapalham seu relacionamento amoroso. Garanto que você já presenciou a cena: um casal sozinho em uma mesinha de bar num sábado à noite, cada um entretido com seu próprio telefone, checando sua conta no Facebook. Há relacionamento que resista?  Segundo as entrevistadas, porém, o aparelho que mais fica no caminho do romance são os computadores. O conselho dos especialistas? Banir aparelhos eletrônicos em geral do quarto – incluindo a televisão.

Acima de tudo, é preciso pensar que é a maneira como você se relaciona com a tecnologia que vai servir de espelho para o seu filho. Você tem que carregar seus aparelhos com muita frequência? Sinal de que está passando muito tempo entretido com eles. Você se sente perdido sem o tablet no carro para distrair as crianças? Hora de começar a usar a criatividade. Você não sabe mais os nomes dos amiguinhos do seu filho? Talvez você se encaixe na estatística da primeira pesquisa e não esteja prestando atenção suficiente ao seu pequeno.

Tablet de presente de natal: sim ou não?

Se na hora de escrever a cartinha para o Papai Noel seu filho, além de contar sobre suas conquistas nesse ano, dizer que se comportou bem e que aguarda ansioso a vinda do Bom Velhinho, pediu um tablet… Você  não está sozinho. Um levantamento do Datafolha, realizado com pais de crianças até 12 anos, mostrou que o presente mais cobiçado este ano são esses populares gadgets: eles encabeçam a lista de desejos de 8% dos pequenos paulistanos para o Natal. Surpreendentemente (ou nem tanto) o tablet conseguiu superar até as bicicletas, que são tradicionalmente um dos presentes mais desejados, mas que ficaram com apenas 3% das respostas registradas pela pesquisa.

Esse fascínio pela tecnologia não acontece à toa. As luzes, as cores, as animações e os sons que aparecem na tela de tablets e smartphones são superestimulantes para as crianças e, naturalmente, despertam sua atenção. A boa notícia é que, na dose certa, isso pode até contribuir para o desenvolvimento delas. “A repetição que esses joguinhos e aplicativos proporcionam funciona como um treinamento cognitivo. Eles trabalham a memória operacional e a memória visual. Com isso, as crianças adquirem uma rapidez mental”, pondera o neuropediatra Antônio Carlos de Farias, do Hospital Pequeno Príncipe (PR).

O problema reside no fato de o contato exagerado com a tecnologia minar o principal ingrediente do desenvolvimento de qualquer criança: o afeto. “Até os 3 anos pelo menos, para o desenvolvimento da linguagem, a criança precisa da interação face a face”, explica Farias. O bebê aprende a falar, a mover os lábios a emitir os sons por meio do contato com seus cuidadores. Tablet não é babá eletrônica: não substitui o contato com a mãe, com o pai ou com os irmãos. “Estamos banalizando a tecnologia e trocando o que a gente chama de aspecto afetivo do relacionamento mãe e filho por ela. Em vez de aconchegar os filhos, muitos os entretêm com os aparelhos eletrônicos”, explica Evelyn.

Sinal Vermelho

Se você perceber que o seu filho prefere ficar em frente ao celular ou ao computador em vez de sair para brincar com amigos, se divertir no parquinho ou ir ao clube, é hora de agir e repensar o uso da tecnologia aí na sua casa. Está provado que o excesso de contato com aparelhos eletrônicos pode causar distúrbios de sono, queda do rendimento escolar, problemas de audição, problemas de visão (como síndrome do olho seco), problemas de postura, dores de cabeça e até deficiência de vitamina D.

Por isso, a palavra de ordem no uso desses aparelhos é bom senso. “Pais inteligentes devem usar a tecnologia a seu favor, cientes de que o contato físico, o olhar, o calor do toque, não são substituídos por uma mensagem de texto. Essa questão não deve ser encarada como usar ou não a tecnologia – porque é praticamente impossível viver sem esses recursos na atualidade – e sim, como aproveitá-los ao máximo”, explica a psicóloga Rita Calegari, do Hospital São Camilo (SP).

Dosar o tempo de contato entre as crianças e os aparelhos é fundamental, ainda que não seja uma tarefa fácil. A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria é que o tempo total que o seu filho passa em frente à tela não exceda duas horas por dia, sendo que casa sessão não deve passar 30 a 40 minutos. E como fazer isso? Com certeza, pedir que seu filho desligue o celular ou deixe o tablet de lado não será tão efetivo. O que vai fazer diferença mesmo na mudança de postura das crianças é oferecer repertórios variados e estar disponível para elas no tempo que você puder. Convide-a para dar um passeio, proponha um jogo, uma nova brincadeira. “Ser pai e mãe é uma responsabilidade: crie tempo para estar com o seu filho”, aconselha Evelyn.

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Tecnologia e Família , duelo de gigantes na sociedade contemporânea. Na sociedade dita como moderna, os relacionamentos estão sendo através de um click, raras são as conversas olho no olho, abraços, carinhos. Palavras são frases, palavras são abreviações, pontuação quase não existe, decadência na educação. As pessoas acham que esse click ajuda naquilo que hoje juram não ter: tempo, praticidade, agilidade e conformismo fazem parte dessa corrida. As crianças estão crescendo num mundo acelerado, onde tempo é ouro, e vivendo somente o agora.

O diálogo entre pais e filhos está ficando para trás. A cena mais comum em um lar é: na sala a TV ligada, os pais no sofá cada um mexendo em seu celular e os filhos cada um em seu quarto também mexendo em seus aparelhos eletrônicos. E por muitas vezes esse diálogo que deveria ser presencial está sendo digital dentro do mesmo espaço.

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Quem diria que um aparelho tão pequeno, um objeto de valor mensurável, pudesse ser tão idolatrado. As mãos vivem ocupadas. Na hora da refeição uma mão está para o talher, assim como a outra mão está para o celular, como uma equação matemática, onde a ordem dos fatores alteram a soma, diferentemente da adição.

Sabe-se que ela é uma excelente e importante ferramenta nos dias atuais, porém, não sendo bem utilizada, pode trazer danos irreparáveis no que diz respeito ao relacionamento familiar como um todo e também na educação escolar, sem tratar dos diversos campos que ela pode alcançar.

A família com dependência da tecnologia sofre impactos no relacionamento

A desorganização familiar pode ser atingida em diversos campos, sejam eles emocionais, sociais, financeiros, educacionais (escolar), bem como nas atividades rotineiras, impedindo o funcionamento saudável da família no dia a dia com risco de danos no futuro.

Expressar emoções, fazer amizades, exercícios físicos, brincadeiras tradicionais como jogar bola, pega-pega, rouba bandeira, estão sendo substituídas por atividades no mundo digital.

Notadamente a principal área atingida no relacionamento pais e filhos na era digital tem sido o diálogo. Hoje a maioria dos pais passa a maior parte do dia fora de casa; o trabalho os consome , chegam em casa estressados depois de um dia cheio de cobranças profissionais, e quando tem tempo durante o dia comunicam-se com seus filhos através de ligação pelo celular, ou o mais usado Whatsapp.

Logo cedo as crianças são presenteadas com um aparelho tecnológico com a justificativa que através desse objeto os pais terão mais controle sob a criança por não poder estar perto dela.

“O diálogo está morrendo, muitos só sabem falar de si mesmo quando estão diante de um psiquiatra ou psicólogo. Pais e filhos não cruzam suas histórias, raramente trocam experiências de vida A família moderna está se transformando em um grupo de estranhos, todos ilhados em seu próprio mundo.”
Augusto Cury – Necessidades do momento.

Com as múltiplas tarefas, a internet permite e facilita a aceleração das informações, porém o ser humano possui limites, e isso está se tornando uma fonte de estresse.

A internet é uma das responsáveis pela mudança comportamental.

Estudos já chegaram à conclusão de que os dependentes tecnológicos possuem alguns dos problemas abaixo:

Redução da atenção, aumento de obesidade, perda de identidade e autoestima, diminuição da empatia, aumento de estresse e depressão.

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Porém a culpa não é da tecnologia, e sim de quem a utiliza e como o faz. É necessário estabelecer limites, determinar a frequência de utilização, e ainda observar o que a criança está fazendo na internet. Ser adulto é “chato”, ser pai ou mãe e educar dá trabalho, mas é dever deles dizer “Não”, colocar limites, orientar, proibir, e fazer com que as crianças entendam que bons pais não são aqueles que permitem tudo.

Frustrar também faz parte da educação; a frustração permite o entendimento de que a vida não é “um mar de rosas”, nem sempre tudo dará certo, nem sempre as coisas saem como desejamos, o exagero do sim omite a realidade que nos cerca. A mídia pode ser um mundo de fantasias, e depois que entrarmos nele pode ser difícil sair.

Os humanos estão se tornando cada dia mais individualistas e egocêntricos, querem se satisfazer com menos esforço, têm menos capacidade de se colocar no lugar do outro, não conseguem perceber e ler as emoções do outro, e ainda temos a inversão de valores, onde o ter é mais importante do que o ser.

Jovens tecnologicamente dependentes estão preocupados com a aprovação da sociedade, do grupo em que vivem, pois nesse mundo em que eles vivem, acham que não estão sós. Por ser um acontecimento recente ainda não sabemos como serão os futuros adultos, quais serão os efeitos da tecnologia sobre eles. Portanto não podemos esperar sentados, é preciso agir antes que essa futura sociedade seja invadida ainda mais por doenças emocionais.

https://amenteemaravilhosa.com.br/impacto-da-tecnologia-nas-familias/

https://www.revistalarcristao.com.br/post/2019/01/31/estabelecendo-limites-no-uso-da-internet

https://revistacrescer.globo.com/Familia/Rotina/noticia/2014/12/tecnologia-esta-afetando-relacoes-familiares-dentro-da-sua-casa.html

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