Aprendendo a viver em harmonia com o próximo

       Podemos viver e conviver bem com as pessoas. Um bom relacionamento requer o desenvolvimento da capacidade de convivermos com o outro apesar de sermos diferentes.

     A harmonia surge da união de vários elementos que formam um todo organizado. A harmonia é um conceito clássico que se relaciona às idéias de beleza, proporção e ordem. Numa construção, essa junção de elementos serve como adorno. Vejamos alguns elementos que são imprescindíveis para um bom relacionamento.

  • Sabedoria
  • Temperança
  • Capacidade para perdoar
  • Fidelidade a Deus
  • Honestidade
  • Sinceridade
  • Comunhão estreita com Deus

       Estarei agora, traçando estes elementos individualmente, mais minuciosamente. 

Psicologia Pastoral – A Ciência do Conhecimento Humano como Aliada Ministerial

Jamiel de Oliveira Lopes – CPAD

Uma resposta para Aprendendo a viver em harmonia com o próximo

  1. O DESAFIO DO ACONSELHAMENTO PARA RESOLVER PROBLEMAS DE RELACIONAMENTOS INTERPESSOAIS

    O INICIO

    De início não havia algo assim como escrúpulos morais. Mas visto que cada um queria seguir seus próprios desejos (instintos), houve luta entre os homens que queriam fazer as mesmas coisas, muitas das vezes más (Gn 6:1_5).
    A bem da sobrevivência, os homens viram que era necessário conviver e cooperar uns com os outros (Gn 6:18_22). Deste modo, a moralidade resultou do crescimento da sociedade, que só podia subsistir mediante a adoção de códigos de conduta. A consciência (superego) foi construída porque as violações do código eram sancionadas por um deus (ou deuses), ganhando assim o código moral maior estatura.

    PARA ONDE ISTO NOS LEVA?

    Tudo isso é pertinente aos cristãos. Mowrer pergunta: “Terá a religião evangélica vendido seus direitos de primogenitura por um prato de sopa psicológica?”. A indagação é deveras penetrante. Todo conselheiro conservador deve ver nessa questão um desafio implícito. Quase todos os livros recentemente publicados para ministros, mesmo os de linha conservadora, foram escritos na perspectiva freudiana no sentido de que em grande parte repousam nas pressuposições da ética freudiana da irresponsabilidade. Onde quer que se sigam essas pressuposições, o emprego que os ministros fazem dos princípios freudianos vêm-se prestando para perpetuar hostilidades e ressentimentos existentes, e tendem a alargar as brechas nas comunicações, uma vez que encorajam os consultantes a lançar a culpa sobre os outros. A tese é que conselheiros cristãos qualificados, adequadamente treinados nas Escrituras, são competentes para aconselhar – mais competentes do que os psiquiatras e qualquer outra pessoa.

    O ESPÍRITO SANTO E O ACONSELHAMENTO

    -Aconselhar faz parte da obra do Espírito.
    -Como age o Espírito Santo no Aconselhamento?
    R= O Espírito Santo é a fonte de todas as mudanças genuínas de personalidade, mudanças essas que envolvem a santificação do crente, tão certamente como é certo que só Ele é quem traz vida ao pecador espiritualmente morto.

    -O Espírito Santo emprega meios.
    -A ação do Espírito Santo é soberana.
    -O Espírito Santo age segundo a sua Palavra.

    RELAÇÕES INTERPESSOAIS ENTRE PAIS E FILHOS

    -Código de Conduta
    Um código de conduta não é obra resultante de nenhuma inspiração; mais este é um modo útil de assessorar o mandamento inspirado que o cristão “administre” ou “governe” bem a sua comunidade familiar, “criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (1ªTm 3:4)”. O governo do lar deve ser ordenado e respeitado. Para assegurar isso, devem-se planejar medidas práticas. Quando pais e filhos começam a aderir a um código, logo a família toda entra nos eixos, geralmente dentro do espaço de poucas semanas.

    BIBLIOGRAFIA

    -Ética Cristã
    Alternativas e Questões Contemporâneas
    Norman L. Geisler

    -Conselheiro Capaz
    Jay E. Adams

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