Festas Bíblicas

AS FESTAS BÍBLICAS DE ISRAEL REVELAM O PLANO REDENTOR DE DEUS

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Deus deu ao povo judeu muitos dias de festa, ou festivais, para celebrar eventos diferentes ao longo ao ano. Muitas das festas eram originalmente festivais agrícolas. A Festa da Páscoa, a Festa das Semanas e a Festa dos Tabernáculos eram as principais.

Ao longo das épocas, Deus sempre desejou que o Seu povo eleito Israel fosse uma bênção para o mundo, da mesma forma como Deus abençoaria também o Seu povo – Gênesis 12:2-3.
 
Deus também escolheu Israel como portador da salvação ao mundo – João 4:22 – desejando dessa forma que Israel fosse o instrumento através do qual Ele traria a redenção ao mundo.
 
Esse plano redentor está bem tipificado nas Festas que Ele ordenou para o Seu povo.
 
Estas festas bíblicas são chamadas de “convocações” – Levítico 23:4 – indicando que se trata do programa de Deus para o Seu povo. Em última aplicação, podemos ver que cada uma das festas aponta para o supremo Redentor, Yeshua, o Messias Jesus!

 

O MESSIAS JESUS É O CUMPRIMENTO DAS FESTAS DO SENHOR PARA ISRAEL

O Messias Jesus é assim o cumprimento de cada uma das Festas do Senhor. Ele é o propósito final da sua existência. “Tudo isso (Festas, Dia de Sábado…) tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo (lit.: “substância”) é do Messias.” – Colossenses 2:17.
Tal como toda a Escritura é inspirada e proveitosa, estas “sombras” são relevantes para os seguidores do Messias, pois nunca deixam de apontar para Ele!

 

AS 7 FESTAS E SEU SIGNIFICADO ESPIRITUAL PARA NÓS, JUDEUS E CRISTÃOS

O capítulo 23 de Levítico esboça cada uma das 7 Festas e seu cumprimento. Elas dividem-se em 3 grandes grupos:

1 – Festa da Páscoa, Festa dos Pães Asmos e Festa das Primícias.

Estas festas são celebradas na Primavera. Todas elas ilustram a redenção realizada e conseguida na primeira vinda do Messias Jesus, quando Ele se tornou no “Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo” – João 1:19 – e quando, através da Sua ressurreição, Ele Se tornou nas “primícias dos que dormem” – 1ª Coríntios 15:20.
 

Na Páscoa(Pessach) celebrava a libertação israelita da escravidão no Egito. No dia 14 de Nisã, cada família judia comia a sua refeição da Páscoa (Seder), assim representando novamente a primeira Páscoa (Ex 12.1-49).

2 – Festa dos Pães Asmo

A Festa dos Pães Asmos acontecia durante os sete dias depois da Páscoa, quando as famílias judias comiam pão sem fermento (o pão de aflição), para relembrar os quarenta anos que tinham vagado pelo deserto (Lv 23.5-8).

 

3 – Festa das Semanas (Pentecoste)

Começava sete semanas (50 dias) depois de cortar o primeiro feixe (Ômer) e era para dar graças a Deus pela bênção da colheita (Lv 23.15-22).Esta Festa, fala-nos do estabelecimento do Corpo do Messias Jesus, quando o Espírito Santo de Deus foi derramado sobre os discípulos de Jesus no exato dia da celebração desta festa, a Festa das Semanas – Atos 2:1.
 

4 – Festa das Trombetas, Dia da Expiação e Festa dos Tabernáculos

 
Estas 3 últimas festas realizam-se no Outono, no sétimo mês do atual calendário judaico. Tal como o número 7 simboliza na revelação bíblica a idéia de “plenitude”, as festas do Outono apontam para um tempo de plenitude, algo que se completa, revelando assim um quadro profético do programa redentor de Deus a completar-se muito em breve.
 
Festa das Trombetas ( Rosh Hashanah- Dia de Ano-novo)que se celebra em Israel e por todo o mundo judaico é chamada de “Rosh HaShanah”, ou seja: Novo Ano judaico. Quando o povo judeu regressou do seu exílio na Babilônia, adotaram para si próprios o Novo Ano do calendário civil babilônico.
Segundo a tradição judaica, o sopro do “shofar” neste dia relembra o toque das trombetas durante a conquista da cidade de Jericó e os cornos do carneiro que Abraão usou para o sacrifício no Monte Moriá.
 
Relembrava a criação do mundo por Deus e era celebrada no primeiro dia do Tisri (Lv 23:23-25).
 
As Escrituras falam-nos de um tempo em que Israel será reunido na sua Terra através do toque de “uma grande trombeta” – Isaías 27:13 – e, na Nova Aliança, o apóstolo Paulo explica este mistério numa altura em que todos os crentes serão reunidos ao Messias – 1ª Coríntios 15:51, 52; 1ª Tessalonicenses 4:16-18. E porque nenhum de nós sabe o exato tempo deste “soprar da trombeta”, a Festa das Trombetas deve motivar-nos à preparação e ao serviço.
Festa da Expiação – Yom Kippur – que se segue após 10 dias da Festa das Trombetas é, segundo a tradição judaica o dia estabelecido para que cada judeu “acerte as suas contas com Deus.” Este era biblicamente o dia em que Israel se deveria reconciliar com Deus como nação serva do Senhor – Levítico 16, 23:26-32. 
Era o mais solene dos dias santos, de confissão nacional, no dia 10 do Tisri, quando o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos do Templo para aspergir o sangue do sacrifício (Lv 23.26-32).
 
Profeticamente, esta Festa aponta para o tempo em que Israel como nação será reunida ao Messias Jesus.
No final do tempo da Grande Tribulação, Israel como nação olhará para o Messias “Eu, a Quem trespassaram”, e “chorarão por Ele como aquele que chora pelo primogênito” – Zacarias 12:10. Nesse Dia Israel receberá a “remoção do pecado e da impureza” – Zacarias 13:1 – será enxertada de novo na sua própria oliveira natural, e então “todo o Israel será salvo”! – Romanos 11:23-26.
Dia da Expiação recorda-nos que este reajuntamento nacional de Israel está-se aproximando, motivando-nos assim a partilharmos as Boas Novas do Messias “primeiramente ao judeu e também ao gentio” – Romanos 1:16.
 
Finalmente, vem a Festa dos Tabernáculos (Sucote, Cabana, ou Congregação). Celebração de uma semana da colheita, nos dias 15 a 21 do Tisri, quando os judeus habitavam em abrigo temporários de galhos (cabanas) para se lembrar do cuidado de Deus para com os hebreus durante sua viagem do Egito para Canaã (Lv 23.33-43). Este festival da colheita de Outono é chamado de “cabanas”, porque Deus mandou que Israel vivesse todos estes dias de Festa em cabanas, de forma a lembrarem o tempo passado no deserto e como só o Senhor é a nossa proteção e segurança. Esta Festa é também chamada de “Festa da recolha” – Êxodo 23:16.
 
 
Esta Festa é hoje celebrada como o festival do fim da colheita, acompanhada de grande alegria na provisão de Deus para o Seu povo. Zacarias profetizou que as nações serão um dia “recolhidas” ao Messias. Um dia, todas as nações sobreviventes que atacaram Israel irão honrar o Rei dos reis, o Messias de Israel, ao celebrarem a Festa dos Tabernáculos todos os anos em Jerusalém – Zacarias 14:16-18.
 
Vemos este sétimo mês apontando para o tempo em que Deus irá completar o Seu plano redentor, reunindo o Corpo do Messias (Festa das Trombetas), ajuntando a nação de Israel (Dia da Expiação), e juntando para Si todas as nações (Festa dos Tabernáculos).
 

Veja outras festas da Bíblia:

Festas Pós Exílio

A celebração das festas bíblicas é de grande valia espiritual, pois falam do Messias e apontam para um estado de libertação e crescimento espiritual do Povo de Deus. As Festas Bíblicas são proféticas, revelam verdades de Deus e possibilitam nossa santificação. Cada festa tem seu significado, tem seu conteúdo, absolutamente válido até os nossos dias e podemos extrair delas lições e motivos para glorificar a Deus e sua ação no decorrer da história, que permitiu e possibilitou a nossa existência nos dias atuais.

       Após a libertação do cativeiro babilônico, o povo de Deus teve uma alegria que inundou seu viver e os fizeram celebrar eventos importantes que mesmo não sendo uma convocação do Eterno, estas festas se tornaram festas bíblicas, que são: PURIM, HANUCÁ e ADONAI SEUDÁ (Ceia do Senhor). Nesta oportunidade estudaremos CHANUKAH OU HANUCÁ – A festa das Luzes e PURIM – A festa da sorte.

5 – Festa das Luzes (Chanukah)

Era a Festa da Dedicação, no dia 25 do Quis-leu, para celebrar a vitória de Judas Macabeu e a rededicação do Templo em 165/4 a.C. Era conhecida como Festa das Luzes porque um candelabro de oito braços era utilizado, com uma luz extra para acender as outras em cada um dos oito dias da festa, relembrando a miraculosa provisão de óleo na primeira celebração (2ª Macabeus 10.1-8; Jo 10.22).

6 – Festa da Sorte (Purim)

É celebrada de 13 a 15 do Adare marca a libertação dos judeus por intermédio de Ester (Et 9.1 -32).

7 – Festividade da Lua Nova

Os judeus celebravam o início de cada mês (Nm 28.11).

A ordem de Deus a Israel era que, em cada lua nova, que marcava o início dos meses lunares do calendário judaico, se tocassem trombetas sobre as suas ofertas queimadas e os seus sacrifícios de participação em comum. (Nm 10:10) Nestes dias deviam ser oferecidos sacrifícios especiais, além do contínuo sacrifício diário. A oferta da lua nova devia consistir em uma oferta queimada de dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de um ano, com as correspondentes ofertas de cereal e de vinho, bem como um cabritinho para uma oferta pelo pecado. — Nm 28:11-15.

Isto é tudo o que foi ordenado no Pentateuco a respeito da sua observância, mas a observância da lua nova desenvolveu-se com o tempo, tornando-se uma importante festividade nacional. Em Isaías 1:13, 14, é colocada ao lado dos sábados e das épocas festivas. Pelo menos no tempo dos profetas posteriores, nos dias da lua nova o povo não se empenhava em negócios, conforme indicado em Amós 8:5. Isto era mais do que as Escrituras exigiam para os dias de lua nova. Mesmo assim, conforme mostram os últimos dois textos citados, a observância da lua nova pelos judeus, naquele tempo, já se tornara mero formalismo, odioso aos olhos de Jeová.

O dia da lua nova era um dia especial para as pessoas se reunirem e festejarem. Isto se vê no argumento de Saul, quando Davi não compareceu à mesa de Saul no dia da lua nova. Saul disse a si mesmo: “Aconteceu alguma coisa, de modo que não está limpo, por não ter sido purificado.” (1ªSm 20:5, 18, 24, 26) Embora se pudessem realizar certos tipos de trabalho neste dia, que não podiam ser realizados no sábado, era encarado como dia para a consideração de assuntos espirituais. O povo reunia-se em congresso (Is 1:13; 66:23; Sal 81:3; Ez 46:3), ou visitava profetas ou homens de Deus. — 2ªRs 4:23.

A observância do dia da lua nova não envolvia a adoração da lua, conforme era praticada por algumas nações pagãs, nem tinha qualquer relação com a astrologia. — Jz 8:21; 2Rs 23:5; Jó 31:26-28.

Isaías escreveu sobre um tempo futuro em que toda a carne se ajuntaria para se curvar diante de Jeová nos dias da lua nova. (Is 66:23) Na profecia de Ezequiel, durante o tempo do exílio em Babilônia, quando ele recebeu a visão de um templo, Jeová disse-lhe: “Quanto ao portão do pátio interno, que dá para o leste, deve continuar fechado pelos seis dias de trabalho e deve ser aberto no dia de sábado, e deve ser aberto no dia da lua nova. E o povo da terra tem de curvar-se à entrada daquele portão, perante Jeová, nos sábados e nas luas novas.” — Ez 46:1, 3.

Atualmente, os judeus celebram a lua nova com muitas cerimônias minuciosas e lhe dão muita importância. Mostra-se, porém, aos cristãos, que eles não têm a obrigação de observar uma lua nova ou um sábado, que são apenas parte duma sombra de coisas vindouras, sendo a realidade encontrada em Jesus Cristo. As festividades do Israel natural têm significado simbólico e um cumprimento com muitas bênçãos, por meio do Filho de Deus. — Cl 2:16, 17.

A Festa de Rosh Ha Shaná

A celebração de Rosh há Shaná (literalmente: “cabeça ou primeiro do Ano”), marca o início do ano judaico e é celebrado no primeiro dia do mês de Tishrei. Na verdade, os rabinos dizem que Rosh Há Shaná é o aniversário da criação ou da existência do ser humano. Todos sabem que no calendário bíblico o ano novo começa com o 1° mês, o mês atual de Nissan (geralmente em março/abril), com a festa da Páscoa como março. Mas após o exílio na Babilônia, a contagem dos meses sofre alteração cronológica e nominal, e o primeiro mês passa a ser o sétimo (Tishrei). O dia da Trombeta, ou Yom Teruá, é celebrado no 1° dia do 7° mês, com grande convocação e toque do shofar (Lv 23:24-25). Assim, celebrar o “ano novo” em Yom Terúa é um lembrete do aniversário da Criação!

Rosh Há Shaná é a única festa celebrada onde não há a explicação clara, da parte do Eterno, sobre sua origem ou memorial. Todas as festas no calendário judaico estão associadas a eventos ou à preservação da memória dos feitos do Eterno para com o nosso povo, tal como Páscoa (Libertação do Egito), Shavuôt (dádiva da Lei no Sinai) e Sucôt (lembrança da peregrinação no deserto). Mas Yom Teruá (Rosh Há Shaná) não é conectada a nenhum feito ou evento histórico na Torá. Muitos rabinos creem que Yom Teruá é uma festa da coroação do Eterno como REI. Outros creem que ela anuncia o retorno do Messias, sendo o toque do Shofar um aviso para que Israel e as nações se preparem para recebê-lo.

 

Judeu ortodoxo toca o Shofar no Kotel, na madrugada de Rosh Ha Shaná

Como Yom Kipur (dia da expiação) é celebrado 10 dias após Rosh Há Shaná, dizemos que Rosh Há Shaná marca o início do juízo do Eterno sobre a criação, sendo o dia de Yom Kipur o dia do veredicto. Assim, os 10 dias entre Rosh Há Shaná e Yom Kipur são conhecidos como “os 10 dias temíveis” ou “Iamim Noraim” e é um período de muita oração, súplica e arrependimento entre o povo judeu, com o toque do Shofar a cada serviço. Daí surge um dos comprimentos mais comuns durante estes dias: “Tikatev vê Tehatem” – “seja escrito e selado”. Desejamos isto pois cremos que o Eterno possui o Livro da Vida, e nele são escritos os nomes dos justos.

Durante os 10 dias entre Rosh Há Shaná e Yom Kipur, estes nomes são “revisados” pelo Eterno, que o sela em Yom Kipur. A crença da existência deste “Livro da Vida” é proveniente da Lei Oral judaica e também pode ser encontrada nos escritos judaicos do Novo Testamento, onde há várias menções ao mesmo: Fp 4:3, Ap 3:5, 13:18, 17:8, 20:15, 21:17 e 22:19.

Começamos a celebração de Rosh Há Shaná com um maravilhoso jantar, acompanhado de algumas orações específicas para este dia. Comemos neste dia maças com mel como um símbolo do desejo de um ano novo doce e agradável a todos. Comemos também alimentos com grande simbolismo que expressam nossos desejo para o novo ano que se inicia (clique aqui para ver a relação desses alimentos). A chalá (pão de shabat) que é usada no jantar de Rosh Há Shaná não é comprida, mas sim redonda, simbolizando o ciclo da vida que se renova a cada ano. Desde a antiguidade, estipulou-se que a celebração de Rosh Ha Shaná duraria 2 dias, pois no passado não havia certeza do dia específico (1° dia do 7° mês), em função de ser uma festa da lua nova. Assim, os dois dias de Rosh Há Shaná são passados quase sempre na sinagoga, onde tocamos o shofar e oramos um conjunto de orações específicas que estão agrupadas no Machzor (livro de orações para Rosh HÁ Shaná e Yom Kipur). Basicamente são orações de agradecimento, louvor e principalmente arrependimento.

Neste dia, colocamos sobre o Aron Ha Kodesh (arca que contém o rolo da Torá) uma cortina branca, simbolizando a necessidade de termos um coração puro perante o Eterno.

A leitura da Torá é feita em Gênesis capítulos 21 e 22, relatando o evento da “Akedá”, onde Abraão sobe com seu filho Isaque ao monte Moriá para sacrificá-lo. A Haftará que lemos é a história do profeta Samuel, seu nascimento e seu chamado sacerdotal (Iª Sm caps 1 – 3). É impossível estudarmos estas porções da Tanách e não notarmos uma palavra que é o tema central dos dois eventos: HINENI! Esta pequena palavra em hebraico expressa o que realmente sentimos e o que realmente estamos dispostos a fazer por amor ao nosso Deus: HINENI – EIS-ME AQUI! A expressão HINENI expressa nossa prontidão para obedecer e servir incondicionalmente ao nosso Criador. O sacerdote Eli instruí a Samuel: Hineni – Daber Adonai ki shomêa avdechá – Eis-me aqui! Fala Senhor pois está a ouvir teu servo!

AKEDÁ, representada por Laurent de La Hyre – 1650

Que possamos ter o espírito de Abraão e o espírito de Samuel, servos verdadeiros que não se preocupavam apenas em crer em Deus, mas em obedecê-Lo de todo o coração, não importando as circunstancias. Os que vivem o verdadeiro “HINENI” terão seus nomes escritos e selados no Livro da Vida!

Shaná Tová u’Metuká (Um bom e doce ano novo)!

Autor: 

Matheus Zandona Guimarães é descendente de Judeus com origem na Itália e em Portugal. Graduado em Comunicação Social, estudou teologia com ênfase em Estudos Judaicos nos EUA e Hebraico e Cultura Judaica em Jerusalém – Israel. É o atual presidente do Ministério Ensinando de Sião e rabino da Sinagoga Har Tzion em Belo Horizonte. É diretor internacional do Netivyah Bible Instruction Ministry (ISRAEL) e diretor regional da UMJC (Union of Messianic Jewish Congregations) – EUA. Matheus é casado com Tatiane e tem dois lindos filhos, Daniel e Benjamin. (facebook.com/mzandonna, @matheus.zandonna)

Lição 9 – Festas Pós-exílio – CPAD – Lições Bíblicas

https://ensinandodesiao.org.br/artigos-e-estudos/rosh-ha-shana/

https://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/1200001507

http://shalom-israel-shalom.blogspot.com/2015/09/as-festas-biblicas-de-israel-revelam-o.html

http://mapasbiblicos.blogspot.com/2012/04/festas-judaicas.html

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