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 O 2º Simpósio (Simpósio aborda a relação entre cristãos e direitos humanos no século 21)de Justiça Social do Exército de Salvação é o tema deste comentário relacionado a atuação de Exército da Salvação.

Acrescentei a Biografia de Suzanna Wesley, mãe de John Wesley (líder precursor do movimento metodista e, ao lado de William Booth, um dos dois maiores avivacionistas da Grã-Bretanha). 

Acrescentei dois videos excelentes,:

– História da Fundação da Igreja do Evangelho Quadrangular

-Igreja do Evangelho Quadrangular – Doutrina

Acrescentei a Biografia de Aimee Mc Pherson, fundadora da Igreja do Evangelho Quadrangular.

Acrescentei como comentário as respostas da Maria do P. Socorro R. Chaves – professora doutora do Departamento de Serviço Social da Universidade Federal do Amazonas e coordenadora do Parque Científico e Tecnológico para Inclusão Social e do Observatório de Economia Criativa-AM – sobre  quais são as duas principais questões ambientais que o Brasil precisa enfrentar, a partir da visão cristã.

Muito bom e atual estas respostas, interessante a leitura para quem se interessar pelo assunto.

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Não devo dormir com meu noivo antes do casamento

 

10 razões porque não devo dormir com meu noivo antes do casamento

É muito natural, hoje em dia, que um casal de noivos durma junto para testar o relacionamento dos dois: “Devemos ou não nos casar?” Esta maneira de agir do mundo é correta? Há pessoas que estão vivendo juntas há 10 ou 15 anos e parece estar dando certo (isto é o que eles dizem).

Vejamos algumas razões que nos mostram que esta maneira de pensar do mundo está contra os planos de Deus para a nossa completa felicidade no casamento:

1) Porque sexo antes do casamento não nos fará conhecer o verdadeiro amor

Quando estamos fora do centro da vontade de Deus, aquilo que estamos planejando para nossa vida não pode dar certo. Em 1ª Ts 4.3 a Bíblia nos diz:

“Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da prostituição;”

Deus não aprova o sexo fora do casamento.

O homem pode até dizer que é liberal, que não acha nada demais haver o sexo pré-nupcial, mas, bem no íntimo de sua alma, ele prefere se casar com aquela moça pura, obediente à Palavra de Deus e que se guarda para o seu marido que a conhecerá na noite de núpcias.

Muitos desses noivos liberais, quando conseguem o que querem da noiva ficam achando que ela já praticou sexo com algum ex-namorado. O que prova o contrário?

Moça procure chegar até seu esposo de cabeça erguida, sem ter de que se envergonhar, fiel não só a ele mas principalmente ao Senhor que foi o criador do sexo que é lindo e puro dentro do casamento.

2) Porque sexo antes do casamento  nos afasta do perfeito plano de Deus

Não devemos ver o sexo como um simples prazer de momento, ou como um ato físico, mas como a união entre duas pessoas numa só. É um ato tão íntimo que podemos dizer que parte de você fica com ele e parte dele fica com você.

Se você já teve relação sexual com outro, então quando você se casar não poderá dar a seu marido, ou vice-versa, 100% de você porque parte de você já ficou com outro (a). Deus fez você para ser única e exclusivamente de seu marido. É este o Seu plano.

3) Como me vejo após ter relação sexual antes de me casar?

Em 1ª Co 7:8,9, a Bíblia nos diz que é melhor casar-se do que abrasar-se. Ainda em 1ª Co 7:32, ela nos diz que o corpo não é para a prostituição, senão para o Senhor. A Palavra de Deus chama de fornicação ao sexo pré-nupcial.

Tanto o homem como principalmente a mulher se desvalorizam se fazem sexo antes do casamento. Viver juntos antes de se casarem, faz com que apareçam um sem número de problemas. A situação se torna tensa. Surge um clima de insegurança e de desconfiança, aparecem pressões no relacionamento, auto desvalorização e o que é pior… aos olhos de Deus, eles fornicaram.

4) Como me sinto após ter relação sexual antes de me casar?

Temos que admitir que o “sentimento de culpa” que, muitas vezes, vive dentro de nós, se deve ao fato de sermos pecadores, miseráveis e de não seguirmos os conselhos bíblicos de nosso Deus Santo que sempre quer o melhor par nós.

No livro “Resposta Francas a Perguntas Honestas” de Jaime Kemp, um jovem diz o seguinte: “Sou crente em Jesus, filho de pastor e presidente da União de Mocidade da minha igreja. Isto também é uma das causas do tremendo sentimento de culpa, do qual não consigo me libertar. Toda esta angústia deve-se a um fato ocorrido há quase um ano e meio atrás. Por alguns meses, mantive relações sexuais com a esposa do regente do coral de nossa igreja. Foi uma experiência amarga. O sentimento de culpa tornou-se insuportável e nos fez terminar com aquele vínculo ilícito. As conseqüências porém, têm sido terríveis. Perdi a paz, a alegria em servir a Deus e a ousadia de testemunhar sobre Jesus. Passei, inclusive, a sentir dúvidas sobre minha salvação. Por favor, me ajude!” Este exemplo não é, na verdade, sobre um fato que aconteceu entre dois noivos mas entre um jovem e uma mulher casada. Mas o que queremos focalizar aqui, é o sentimento de culpa que surge quando estamos fora da vontade de Deus, quando estamos em pecado. Mas graças ao nosso Deus que nos ama e nos perdoa se confessarmos os nossos pecados e mostrarmos um arrependimento genuíno (veja 1ªJo 1.9).

5) O que surge fatalmente após uma relação sexual antes do casamento?

Geralmente, é mais a mulher que sonha em um dia ficar a sós com a pessoa que “ama” e se entregar de corpo e alma pensando que vai ter momentos muito prazerosos. Mas, com a pergunta: “Para vocês a experiência sexual foi agradável,desagradável ou uma decepção?”, num levantamento feito em uma clínica de mães solteiras, chegou-se à seguinte conclusão: 50% disse que foi uma decepção; 30% disse que foi desagradável e revoltante, enquanto só 20% respondeu que foi agradável. 1ªTs 4:4,5 nos diz: “Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra; Não na paixão da concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus.”

6) Que riscos você corre se tiver relação sexual antes do casamento?

O sexo antes do casamento é arriscado sob vários aspectos: doenças venéreas, aids…

As doenças venéreas podem causar infecções sérias, cegueira e até a morte. A aids, depois de muito sofrimento, causa a morte. E o pior é que pode ser transmitida para os filhos com os mesmos efeitos. Veja o que pode acontecer com você: “Marta, uma jovem crente, era noiva de Tiago, presidente do jovens de uma igreja muito conceituada, de doutrina firme, e de comunhão invejável. Por causa do “amor” que havia entre ambos e dos carinhos, que cada vez ficavam mais audaciosos, decidiram dormir juntos e esqueceram qual era a vontade de Deus com relação a duas pessoas solteiras. E tudo foi mais ou menos assim:

MARTA dormiu com TIAGO que tinha dormido com HELENA e com MARIA que tinha dormido com JOSÉ que tinha dormido com 5 prostitutas (duas delas tinha AIDS). Por causa de uma noite de amor e prazer com o noivo crente (ela tinha certeza que não havia perigo nenhum), Marta contraiu o vírus da Aids.

7) Será que sua vida pode mudar completamente após ter relação sexual antes do casamento?

Ao visitar um lar de mães solteiras podemos ver o desespero refletido em cada rosto. São jovens que não sabem como enfrentar o futuro; não sabem se um dia conhecerão o verdadeiro amor e se constituirão um lar.

A jovem crente deve colocar seu namoro nas mãos do Senhor. Quando ela começa a pensar que é senhora de tudo, que sabe o que está fazendo é, então, que o inimigo de nossas almas começa a agir. E é aí que ela começa a fazer o que não deve e, de repente, pode descobrir que está grávida.

A gravidez pode acontecer com qualquer pessoa e esta pessoa pode, até mesmo, ser você. E, quando isto acontece, você pode trazer dentro de você uma criancinha que já a partir do 28o dia de fecundação tem o coração já a palpitar. No 30o dia, quase todos os órgãos já começaram a funcionar. Antes mesmo de você descobrir que está grávida o seu bebê já é uma pessoa e se você pensar em abortar você estará matando o seu filho. Sl 139:13-16 diz: “Pois possuíste os meus rins; cobriste-me no ventre de minha mãe. Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia.”

Quando a gravidez é descoberta, começam a surgir os problemas: vergonha, despreparo financeiro e ressentimento mútuo.

Mesmo sabendo que Deus nos perdoa, devemos evitar tamanhos transtornos.

8) Será que imaginamos o tamanho dos problemas que podem surgir se tivermos relações sexuais antes do casamento?

Nunca tenha certeza de que o rapaz que você “ama” e que diz que a “ama” se casará com você quando souber que você está grávida. O homem, mesmo aquele liberal, prefere se casar com a moça que guardou a sua virgindade  para ele. Na sua maioria, o homem quer ser o primeiro.

Deus foi, é e será sempre o mesmo. Para Deus não existem frases como: “Agora é tudo diferente…!”, “Antigamente é que se pensava assim!”, “Agora é tudo natural, temos que nos conhecer bem para não darmos um passo errado!”.

Veja que problemão você arranjou: Você descobre que está esperando um filho de seu noivo e ele lhe diz: “Será que este bebê não é de outro?” ou “Não, não quero me casar com você, pois não a amo!”.

E quanto a seus pais? Como enfrentá-los?

E quanto à igreja? Como encará-la?

E quanto a Deus? De todos os problemas, este é o mais grave! O seu pecado não foi contra ninguém, mas somente contra Deus. Veja o que o rei Davi disse a Deus em Salmos 51.4: “Contra Ti, contra Ti somente pequei, e fiz o que é mal à Tua vista”.

9) Será que a incompatibilidade no casamento surge quando não aceitamos o plano de Deus em nossa vida e mantemos relações sexuais antes do casamento?

Como nos enganamos em pensar que sabemos o que é o amor! Muitas vezes, nos entregamos de corpo e alma ao nosso noivo e pensamos que o que estamos fazendo é uma demonstração do amor verdadeiro. Puro engano!!! O que está havendo entre os dois é apenas uma atração sexual.

O amor verdadeiro é aquele de 1ªCo 13 que diz que o amor é sofredor, é benigno, não é invejoso… é aquele que enfrenta fraldas e louça suja, cabelo despenteado, bebê chorando por toda uma (s) noite (s) , dificuldades financeiras, doenças… e mesmo assim os dois ainda se amam e seguem juntos enfrentando bons e maus momentos que surgem em suas vidas.

Quando você se casa e vê que está tendo um casamento infeliz é quando então você descobre que o que você sentia (e provavelmente ele também) era apenas uma atração sexual.

10) Será que seu casamento e sua felicidade estarão ameaçadas se você mantiver relação sexual antes do casamento?

No livro “Love, Dating & Marriage” de George B. Eager, ele diz que “o sexo antes do casamento lança a semente da dúvida e da desconfiança”.

Alguns casais que mantiveram relações sexuais antes do  casamento, aparentemente vão bem mas existe no coração do marido, ou da mulher, ou de ambos, sentimentos de desconfiança, rejeição, ressentimento, etc. Outros, mesmo casados, continuam procurando o verdadeiro amor, mantendo relações extra-conjugais. Estes estão sempre procurando novas experiências.

Vejamos alguns versículos que nos mostram o que Deus realmente pensa sobre o casamento: 1ªCo 6:18; Hb 13:14; 1ªCo 6:9,10.

Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. (1ª Co 6:18 BRP)

 Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura. (Hebreus 13:14 BRP)

“Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?

Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.” (1ª Co 6:9-10 BRP)

Do mesmo modo que Deus condena a fornicação, Ele nos perdoa se viermos a Ele arrependidos.

Vejamos os versículos: 1ªJo 1:7-9; Jo 6:37.

Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. (1ª Jo 1:7-9 BRP)

 Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. (Jo 6.37 BRP)

Valdenira N. de M. Silva. Adaptado de George B. Eager

Extraído do site SolaScripturaTT em 09/08/2014   

http://www.cacp.org.br/10-razoes-porque-nao-devo-dormir-com-meu-noivo-antes-do-casamento/

Nos comentários, escrevi algo sobre “Uma vida Cristã equilibrada”.

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Revisões, atualizações e comentários nas postagens

Segue abaixo, o link de mais cinco (5) postagens e comentários corrigidos e/ou revisados:

O tema desta postagem está presente na Revista e Livro de Apoio das Lições Bíblicas do 2ºT 2018 CPAD.

Eu apenas fiz a composição deste material para um só documento. 

Excelente. Esclarecedor e de fácil leitura e aplicação para nós cristãos que combatemos o bom combate em Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador.

Acrescentei este texto do Pr Luiz Fernando, ministro da Igreja Presbiteriana Central de Itapira em SP, associando as Escrituras sagradas, com os desvios relacionados a família nos dias atuais.

Muito boa a reflexão disponibilizada no portal da Ultimato acerca do tema, complementando os outros já postados anteriormente.

Vale a leitura e meditação. 

Acrescentei algo sobre o sacramento, contextualizado com as duas ordenanças divinas para a igreja.

Acrescentei algo sobre o tema “Elementos e formas de estado, sistema, forma e regime de governo”.

Muito bom, e esclarecedor.

Acrescentei um comentário “Qual o papel dos cristãos diante da crise humanitária de refugiados”.

Muito bom e atual o texto associado a crise contemporânea dos refugiados.

Publicado em Bíblia, Diversos, Periódicos, Revisões, atualizações, etc..., Ultimato | Deixe um comentário

As bênçãos da vida crucificada – As recompensas eternas da vida crucificada

Sl 133:1

“Como é bom e agradável quando os irmãos vivem em união!”

       O valor de qualquer jornada sempre pode ser medido pelas dificuldades ao longo do caminho. Quanto mais difícil a jornada, mais satisfatório o destino.  Tenho pensado na vida crucificada como uma jornada. Tem um começo, é claro, mas o fim  nunca está deste lado da glória. Sou lembrado disso por um hino chamado “A mensagem real”.

Sou forasteiro aqui; em terra estranha estou;

Celeste pátria, sim, anunciando vou.

Embaixador, por Deus, de reinos de além-céus,

Venho em serviço do meu Rei.

       Não são muitos os cristãos que se consideram estrangeiros “em terra estranha”. Mas é exatamente isso que somos se somos cristãos. Se começamos a jornada e estamos vivendo a vida crucificada, este mundo certamente não é o nosso lar. É por isso que nunca deveríamos estar muito confortáveis nesta vida.

       Alguns foram mal informados sobre a vida cristã e a vida crucificada. Por algum motivo, eles pensam que é um caminho fácil. Acreditam que Deus eliminará todos os problemas e dificuldades e que eles serão capazes de viver sem nenhum tipo de distração ou perturbação. Como qualquer um que tenha feito essa jornada sabe, não é o que acontece. Se a sua jornada não é atravancada de dificuldades, provações e fardos, você simplesmente pode estar no caminho errado.

       É impossível ler a Bíblia e não ver que cada homem e cada mulher de Deus enfrentaram dificuldades e problemas extremos. A história da Igreja também está repleta de casos de lutas enfrentadas pelos cristãos, até maiores que os mártires da Igreja sofreram. Se a vida cristã é tão fácil como alguns acreditam, então por que toda essa história de lutas e dificuldades e martírios?

TIPOS DE DIFICULDADES

       As dificuldades podem ser divididas em algumas categorias. Primeiro podem ser uma distração. Por “distração”, quero dizer que elas podem tirar-nos do curso principal. Voltando à fazenda na Pensilvânia, arávamos usando um cavalo. Para aquele cavalo não se distrair, precisávamos colocar antolhos nele.

       As dificuldades que atravessam o nosso caminho podem distrair-nos do nosso verdadeiro propósito diante de Deus. Podemos ficar tão imersos nas nossas dificuldades que não vemos mais nada. Podemos esquecer a direção que estávamos seguindo. Se você estudar a história de Israel, descobrirá que toda a jornada desse povo foi cheia de distrações após distrações. Ele estava andando em certa direção, e então algo ocorria para distraí-lo e o empurrava para a esquerda ou a direita.

       É claro que as dificuldades que atravessam o nosso caminho nos podem desanimar. Muitos têm dificuldade em acreditar que um cristão possa ficar desencorajado em algum momento. Quando um cristão tem dificuldades que o levam ao ponto de desanimar, ele é tentado a acreditar que na realidade não nasceu de novo. A verdade é que as várias dificuldades que ele enfrenta têm o potencial de encobrir seu bom senso e anuviá-lo com uma boa dose de desânimo.

       É triste ler ou ouvir de uma pessoa que começou bem, mas de algum modo se distraiu e morreu no caminho. O apóstolo Paulo lidou com isso entre os cristãos gálatas:

Gl 3:3

“Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne?”

       Os gálatas haviam começado bem, mas alguma coisa no caminho os havia distraído do propósito original, levando-os a um estado de desânimo. Eles começaram a sentir como se tivessem de lutar por si sós. É aí que nós também encontramos problemas. As dificuldades são um aspecto comum da vida. Mas deveríamos ser encorajados por aquilo que Paulo escreveu aos coríntios:

1ª Co 10:13

“Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.”

Penso, nesse mesmo sentido, que o valor de uma pessoa sempre pode ser medido pelo que ocorre quando ela está realmente enfrentando problemas. É certo que vamos enfrentar dificuldades e problemas. O caminho da vida crucificada traz muitos obstáculos, impedimentos e perigos. Assim, não é o fato de termos essas dificuldades, mas o que realmente determina a qualidade do nosso relacionamento com Deus é como lidamos com elas. Se desistimos, o que isso mostra a respeito da nossa confiança em Deus?

O EXEMPLO DO REI DAVI

       Ninguém teve mais dificuldades e problemas que o rei Davi, conforme se registra no Antigo Testamento. Estou certo de que em algumas ocasiões ele mesmo criou dificuldades e problemas para si. Na maior parte dos casos, contudo, suas dificuldades e pesares foram causados pelo chamado de Deus em sua vida.

       Davi reconta essas dificuldades no salmo 57. Esse salmo é extraordinário porque nos faz vislumbrar o coração desse homem. A qualidade da vida de Davi é percebida na maneira pela qual ele enfrentou sua dificuldade.

       No salmo 57, Davi confessa a natureza angustiante de suas dificuldades. No versículo 1 ele as chama de ‘calamidades” (Almeida Revista e Atualizada). É sempre bom reconhecer o problema que está à sua frente. Quantas vezes as pessoas desconsideram um problema ou realmente não vêem bem diante delas? Nada é mais perigoso que estar diante de um problema ou dificuldade e não ter conhecimento disso.

       Davi não desconsiderou suas “calamidades”. Ele as reconheceu como eram de fato. Não tentou explica-las, ignorá-las ou culpar alguém por elas. É isso o que realmente fazemos com frequência quando experimentamos calamidades. Por algum motivo, acreditamos que se pudermos culpar alguém por nossos problemas, os problemas desaparecerão. Isso simplesmente não acontece.

       Não penso que havia um único osso covarde no corpo de Davi. Desde o momento em que enfrentou Golias até seu leito de morte, Davi nada temeu, exceto Deus. Imagine um adolescente em pé, com cinco pedras lisas na mão, diante de um dos maiores soldados de sua época. Golias era um gigante em muitos sentidos. Não era apenas grande, mas também uma maquina de combate. Acho que é seguro dizer que Golias nunca havia perdido uma batalha. A história de suas lutas era tremenda. Por isso os filisteus enviaram Golias para lutar com o exército de Israel. Sabiam do que ele era capaz.

       Entretanto, Golias nuca tinha visto Davi. Golias acusou Davi de não saber o que estava fazendo. Acusou-o de não compreender o que realmente estava em jogo. Mas Davi disse a Golias que não lutaria com forças próprias, mas em nome de Javé, o Deus de Israel. Desde que Davi estivesse do lado de Deus, não havia nada que temer.

       O embate de Davi com Golias estabeleceu um padrão para o restante de sua vida.

O LADO POSITIVO DAS DIFICULDADES

       Há um lado positivo em encarar problemas e dificuldades severos. Podemos aprender muito quando os enfrentamos. Precisamos lembrar-nos, contudo, de que o inimigo que enfrentamos, aquele que nos ataca, pode discernir a nossa condição espiritual e usar isto contra nós. Essa é a estratégia do inimigo. Ele conhece os nossos pontos fracos e os ataca com toda malignidade do fogo do inferno. Mas eis o que o Diabo não sabe. O apóstolo Paulo nos mostra:

2ª Co 12:10

“Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte.”

       Os que estão na jornada da vida crucificada conhecem a dinâmica espiritual dessa declaração. É na nossa fraqueza que Deus se manifesta de maneira poderosa. O rei Davi sabia que sua força não estava em si mesmo, mas em Deus.

SOLUÇÕES FALSAS PARA AS NOSSAS DIFICULDADES

       Assim como enfrentamos muitas dificuldades e problemas na nossa jornada, assim também encontramos muitas soluções. Livros aos montes nos oferecem soluções para uma ou outra das nossas dificuldades ou problemas. Em sua maioria, porém, esses livros ficam aquém do alvo.

       Uma solução oferecida esses dias é amarrar o inimigo. Quando sentimos o inimigo atacar, precisamos firmar os pés e confrontá-lo. Isso é uma manifestação de machismo espiritual. Queremos mostrar ao criador de problemas, e a qualquer um que esteja nos observando, que não podemos ser enganados.

       O único problema é que o Diabo nunca enfrentará você diretamente. E é melhor eu dizer: o Diabo não joga limpo. Ele usa regras forjadas por ele ao longo do caminho. Um cristão achar que consegue adivinhar as intenções do Diabo é, provavelmente, a idéia mais perigosa que se pode abrigar.

       O Diabo adora quando o convidamos para a batalha. É para isso que ele vive. Ele sabe que não pode vencer, mas sabe também que pode causar algum dano no processo. Toda a  agenda do inimigo pode ser resumida em um objetivo: atrapalhar Deus por meio de seus filhos. O Diabo pensou que podia fazer isso com Jó no Antigo Testamento. Mas o que o Diabo não sabia era que Deus tinha controle absoluto de cada passo do caminho.

        Outra solução que alguns cristãos tentam é usar as Escrituras para desafiar o inimigo. Mas o que esses cristãos não percebem é que o Diabo conhece as Escrituras melhor do que alguns teólogos. O coração do Diabo não está cheio de dúvidas, mas de ódio e ciúmes. Seu ódio e seus ciúmes de Deus o cegam para a realidade do senhorio de Deus.

       Para qualquer cristão, usar as Escrituras sem o Espírito é como entrar numa batalha com uma espada de papel. Não é só a palavra que fará o Diabo dar meia-volta; não, é a Palavra e o poder.  O Diabo pode citar as Escrituras melhor que qualquer professor de seminário, mas quando a Palavra está sob a direção do Espírito Santo, ela sempre atingirá o seu alvo mortal.

A SOLUÇÃO DE DUAS PARTES PARA AS NOSSAS DIFICULDADES

       Quando Daniel foi lançado na cova dos leões, nada fez para se defender. Ele não tentou prender o inimigo. Não tentou desafiar os inimigos citando as Escrituras. Simplesmente deixou a situação nas mãos de Deus. Isso me leva à solução de Davi para seus problemas. No salmo 57, Davi revela a única solução para dificuldades, problemas e calamidades. Essa solução possui duas partes.

Parte um: Refugie-se em Deus

       Em Salmos 57:1, Davi diz: “Eu me refugiarei à sombra das tuas asas, até que passe o perigo” (Salmos 57:1). Em vez de sair para lutar as próprias lutas, Davi se refugiou em Deus. Como ele deve ter sido tentado a mostrar sua força e seu poder ao inimigo! Mostrar ao inimigo que ele não era alguém com quem se podia mexer deve ter sido uma grande tentação para um homem como Davi. Em vez de se envolver com o inimigo, porém, Davi refugiou-se na sombra das asas de Deus.      

       Que verdade bendita compreender que, em meio a todas as nossas dificuldades  e calamidades, temos um refúgio. Certamente há momentos de entrar na batalha e envolver-se com o inimigo. Mas isso deve acontecer sob as ordens diretas do Capitão da nossa salvação. O jovem Davi compreendeu isso quando deparou com Golias.

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1ª Sm 17:47

“E saberá toda esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão.”

       A batalha sempre é do Senhor.

Parte dois: Exalte Deus

       O outro aspecto da solução de Davi encontra-se em Salmos 57:5. Davi se refugiou em Deus e, ao mesmo tempo, deu uma oportunidade para Deus ser exaltado. “Sê exaltado, ó Deus.” Esta era a paixão de Davi. O único meio de Deus ser exaltado era Davi encontrar refúgio nele.

       Davi não era oportunista. Ou seja, ele não buscava oportunidades de se exaltar acima do povo que liderava, nem mesmo de se exaltar acima de seus inimigos. Decerto, ao longo do caminho, ele havia tido muitas oportunidades para fazer isso.

       Ainda que não fosse um homem perfeito, Davi tinha perfeita confiança em Deus, não em si mesmo. É aqui que arranjamos problemas. Certamente confiamos em Deus, mas por algum motivo confiamos em nós acima de Deus, só para o caso de Deus não dar conta do recado. Davi não era assim. Ele se colocava em tal posição que, se Deus não desse conta, tudo estaria perdido.

       De novo, considere o exemplo de Davi e Golias. Você aprecia o grande risco assumido por Davi? Muitas vezes me pergunto porque o Rei Saul permitiu que Davi fosse até lá enfrentar Golias daquela maneira. Se Davi tivesse falhado, Israel teria falhado. Toda a situação entre Israel e os filisteus se resumiu a um adolescente de nome Davi e suas cinco pedras lisas e uma funda. É difícil imaginar Davi em pé diante do gigante. Se Deus não desse conta, tudo estaria perdido para o garoto e para os israelitas.

A LINGUAGEM DO CÉU

       O resumo é: Você está disposto a dizer “Ó Senhor, exalta-te acima de mim e de tudo o que sou — posses, amigos, confortos, prazeres, reputação, saúde e vida – tudo. Testa-me, Senhor, e vê se eu realmente consigo deixar tudo em tuas mãos. Coloca minha vida na linha, para que eu não seja totalmente eu, mas totalmente teu, conhecendo a verdade de que posso refugiar-me em ti”.

       Se você chegou até aqui, sugiro mais um passo em sua oração: “Ó Senhor, dispara uma cadeia de circunstâncias que me leve ao lugar em que eu possa dizer sinceramente; ‘Se exaltado acima dos céus’”.

       Você já se perguntou que linguagem se fala no céu? É isso. Essa é a linguagem do céu. Eles virão do norte, do sul, do leste e do oeste. Virão de países que falam alemão, espanhol, grego e sírio. Virão de todo o mundo e nunca terão de se sentar e se submeter ao processo de aprender uma nova língua. No reino de Deus todos falarão a mesma língua, cuja tônica será: “Digno é o cordeiro que foi morto de receber a glória, a honra e o poder” (v. Apocalipse 4:11). Você conhecerá a linguagem do céu quando chegar lá sem ter de estudá-la – e você não falará com sotaque.

       O alvo da vida crucificada é deixar-se colocar numa posição tal em que Deus é exaltado. Quando você permitir que Deus seja exaltado em suas dificuldades, estará na condição perfeita para aspirar a doce fragrância da presença dele.                             

Saudai o nome de Jesus

Edward Perronet (1726-1792)

 

Saudai o nome de Jesus,

Arcanjos vos prostrai.

O Filho do glorioso Deus,

Com glória coroai.

O Filho do glorioso Deus,

Com glória coroai.

Ó escolhida geração

Do bom, eterno Pai,

O grande autor da salvação,

Com glória coroai.

O grande autor da salvação,

Com glória coroai.

Ó perdoados por Jesus,

Alegres adorai.

O Deus da paz, o Deus de luz,

Com glória coroai.

O Deus de paz, o Deus de luz,

Com glória coroai.

Ó tribos, raças e nações,

Ao Rei divino honrai.

A quem quebrou os vis grilhões.

Com glória coroai.

A quem quebrou os vis grilhões,

Com glória coroai.

A VIDA CRUCIFICADA – COMO VIVER UMA EXPERIÊNCIA CRISTÃ MAIS PROFUNDA

A.W.TOZER

EDITORA VIDA. 

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Revisões, atualizações e comentários nas postagens

Segue abaixo, o link de mais cinco (5) postagens e comentários corrigidos e/ou revisados:

Os 3.000 anos de história de Israel em um vídeo de 10 minutos.

A animação mostra jornada do povo judeu ao longo dos séculos, saindo de sua pátria, passando pelo exílio e superando a ameaça de extinção, até o retorno e a independência em uma próspera democracia que celebra agora seu 70º aniversário!

Acrescentei a Biografia de William Carey, pai das Missõe Modernas. Atuou na Índia.

Alterei  nomenclatura da postagem “Hedonismo”, para “Egoismo, Hedonismo e Narcisismo”.

Em pesquisa na internet sobre o tema Hedonismo e Narcisismo, encontrei esta lição da “Escola Bíblica Dominical Belas Artes”.

Excelente e completo.

O texto original da postagem coloquei como comentário.

Vale a leitura e reflexão do material.

Acrescentei também um texto do Pb Rubens Amorese “Pluralismo versos Narcisismo” como comentário da postagem contextualizado com o documento.

Excelente e atual. 

Acrescentei um material associado ao tema da postagem “Os extremos da Ideologia de Gênero”, do CACP.

Acrescentei um texto excelente, encontrado na revista lições bíblicas – adulto da cpad e no livro de apoio das lições bíblicas associado ao tema de direitos humanos. 

 

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Joias neste mundo

O fundamento da vida crucificada

A cruz pelo lado da ressurreição

 Joias neste mundo

“Essa questão de estarmos escondidos com Cristo em Deus pode ser naturalmente dividida em quatro segmentos. O primeiro ponto: “A sua vida”. O segundo ponto: “Está escondida”. O terceiro ponto: “Com Cristo”. E então o último ponto: “Em Deus”. Eis sobre a terra as joias do céu. A sua fé é sua segurança reforçada, e aqui está a cura de todas as curas : “A sua vida está escondida com Cristo em Deus.”

A esperança da Igreja é que, “quando Cristo, que é a sua vida, for manifestado, então vocês também serão manifestados com ele em glória” (Cl 3:4). Essa é esperança da Igreja. Não temos todos os detalhes. Éramos inteligentes demais uma geração atrás, quando pensávamos conhecer todos os detalhes. Sabíamos exatamente tudo o que era possível saber acerca das profecias. Agora é diferente. Temos de falar nas profecias porque o que nos ensinaram nos foi arrancado de sob os pés e de algumas das nossas opiniões. Sem dúvida Cristo virá e, quando vier, estará com ele em glória. Exatamente como você estava com ele quando Cristo morreu e ressuscitou, estará com Cristo quando Ele vier em glória. Por enquanto, espera-se que você aja de acordo com aquilo que crê.

“É como a noiva que deve ser separada do noivo por um breve momento. Ela escreve algumas cartas e é ávida por lhe telefonar. Quer estar com ele. Ele está fora, em algum lugar, tentando conseguir uma casa para viver com Ela. Ela diz: “Não me importa a casa. Quero estar com você”. O importante não é a casa, com os enfeites e a mobília e todo o resto. Ela anseia por ele. É o que acontece com Jesus Cristo. Desejamos Jesus Cristo, e a glória virá por si.

 A.W.TOZER

A VIDA CRUCIFICADA

EDITORA VIDA

 

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Acrescentei este texto no link associado a igreja cristã, de Hideide Brito Torres, bispa da Igreja Metodista e presidente da 8ª Região Eclesiástica.

Excelente o texto. Vale a leitura e meditação.

Disponibilizei este texto “A Bíblia é traduzida dos originais. Mas o que isto significa?”.

Excelente este material, disponibilizado pela Ultimato Online do Pastor Vilson Scholz.

Eu possuía vários documentos do tempo que fiz o BETEL. Este documento é parte dele, que estou disponibilizando a todos. 

Adquiri este livro “Psicologia Pastoral”, quando participei do 9º Congresso Nacional de Escola Dominical, que ocorreu no RIOCENTRO, em comemoração aos 500 anos da Reforma Protestante. Muito bom, com uma linguagem de fácil entendimento e aplicação na vida cotidiana, levando-se em consideração as características pessoais e individuais do leitor. 

Em face disto estou disponibilizando este material “Aprendendo a viver em harmonia com o próximo” no blog.

Acrescentei um documento como comentário na postagem, abordando a inauguração da embaixada dos EUA em Jerusalém/Israel, no ano de 2018.

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Os véus que obscurecem a face de Deus – Reconheça os véus – Parte II

Fp 3: 13,14

“Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim,
Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.”

       A mensagem, os objetivos e os métodos do Novo Testamento permanecem adormecidos.  Atos realizados no nome do senhorio de Jesus Cristo são senhorio só no nome. Substituindo o verdadeiro de Cristo, introduzimos a nossa própria mensagem, os nossos próprios objetivos e os nossos próprios métodos para alcançar estes objetivos que são, em todos os casos, absolutamente não bíblicos.

        Seria heresia – será que se constitui uma mente radical – se você orasse pedindo que Deus purificasse a intensão do seu coração com o indizível dom de sua graça? Essa, claro, é a grande oração do autor de A nuvem do não saber: “Deus […] suplico-te que purifique a intensão de meu coração com o indizível dom de sua graça, para que eu possa amar-te perfeitamente e louvar-te dignamente”.

       Ansiar amar a Deus e louvá-lo dignamente deve significar mais que as palavras que você pronuncia. Deve custar-lhe tudo. Seria heresia? Alguém deveria ser preso por isso? Deveria por isso ser condenado ao ostracismo de acordo com a nossa hinódia, de acordo com nossos livros devocionais, de acordo com a história da Igreja remontando até Paulo e de acordo com a vida de todos os santos? Não, não penso que seria.

       O apóstolo Paulo disse que, para ganhar Cristo, teria renunciado a todo este mundo (v. Filipenses 3: 7,8). Ele queria que todos conhecessem Cristo como uma experiência consciente, para usar uma linguagem moderna, e para receber o Reino dos céus. Informou que orava todo tempo pedindo que Cristo habitasse no coração de cada cristão (v. Ef 3:17). Declarou aos Coríntios: “Examinem-se para verse vocês estão na fé; provem-se a si mesmos. Não percebem que Cristo Jesus está em vocês? A não ser q eu tenham sido reprovados!” (2ªCo 13:5). E aos romanos: “Se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo” (Rm 8:9). É pela habitação de Jesus que recebemos as riquezas de Deus e vemos seu rosto sorridente.

       Infelizmente, entre os cristãos e a face de Deus tem-se desenvolvido o que chamarei de “véus de obscuridade”. Esses véus escondem as preciosas riquezas de Deus daqueles dentre nós que prosseguem rumo à perfeição. O efeito é que já não conseguimos ver a face sorridente de Deus.

RECONHEÇA OS VÉUS

       Num dia nublado e escuro, o brilho do Sol fica obscurecido. O Sol ainda está lá, mas a nossa capacidade de aproveitar os raios solares fica grandemente reduzida. Assim é no mundo espiritual. Há certos véus que se colocam entre nós e deus e têm efeito semelhante. Esses véus são em geral de confecção nossa. Permitimos que se desenvolvam na nossa vida e, na maior parte das vezes, nem temos consciência do impacto que exercem sobre nós. Deixe-me descrever outros dos véus mais problemáticos.

Defesa de  direitos

       É aqui que encontramos muitas dificuldades. Tudo o que reclamo para mim torna-se um véu que obscurece Deus aos meus olhos. Aquilo a que não renuncio de maneira absoluta e entrego para Deus fica entre mim e Deus. Alguns cristãos acreditam que, se jejuarem o suficiente e orarem sobre algo por tempo suficiente, Deus mudará de idéia sobre certo assunto. Não nesse caso. Nem todo jejum e oração do mundo podem remover esse véu.

       Depois que eu colocar tudo no altar, o brilho da face sorridente de Deus será visto. Penso que, depois que Abraão renunciou a qualquer direito sobre Isaque, passou a olhar o mundo de maneira bem diferente. Aquilo a que você se apega o puxará para baixo e o atrapalhará em sua busca da perfeição espiritual.

Medo

       O pai do medo é a incredulidade. O medo distorce o aspecto sorridente da face da Deus. Acredito realmente que Deus tem em mente o melhor para mm? Ou há um pouco de medo no meu coração obscurecendo suas boas  intensões? As minhas circunstâncias não servem para indicar se o divino favor sorridente está sobre mim. O medo faz que eu olhe as circunstâncias em volta em vez de levantar o olhar para a face sorridente de Deus.

       Se os três filhos hebreus na fornalha acesa tivessem mais consciência do fogo em torno deles do que de Deus que estava com eles, poderiam ter ficado desencorajados. Mas eles olharam além do fogo e viram a face sorridente de Deus. Tinham tanta consciência de Deus e de seu favor sobre eles que as Escrituras n os contam que, quando saíram da fornalha,  nenhum deles tinha o corpo queimado, e suas roupas nem sequer tinham cheiro de fumaça (v. Daniel 3:27).

Dinheiro

       O dinheiro é outro grande véu que obscurece a face de Deus diante do cristão. Como é fácil ficar enredado numa teia de finanças. Isso inclui não só ter muito dinheiro, mas também não ter dinheiro suficiente. Salomão foi sábio ao dizer:

Pv 30:7_9

”Duas coisas peço que me dês
antes que eu morra:

Mantém longe de mim
a falsidade e a mentira;
não me dês nem pobreza nem riqueza;
dá-me apenas o alimento necessário.

Se não, tendo demais,
eu te negaria e te deixaria,
e diria: ‘Quem é o Senhor?’
Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar,
desonrando assim o nome do meu Deus.”

       O véu do dinheiro nunca diz respeito à quantidade de dinheiro que você possui, mas a quanto o dinheiro possui você. Para a maioria de nós, não é preciso muito dinheiro para obscurecer a face sorridente de Deus. Qualquer coisa que fique entre você e Deus é o que basta.

Amizades

       A amizade é o véu mais difícil e que nos causa maior pesar. As nossas amizades podem ficar entre Deus e nós. Não estou pensando só nas nossas amizades com pessoas não salvas. A minha experiência tem sido que, depois da minha conversão a Cristo, os meus amigos não salvos me deixaram. Estou pensando principalmente nas amizades que temos dentro da igreja Às vezes essas amizades se tornam mais importantes para nós do que o nosso relacionamento com Deus.

       O problema aqui é que há uma grande dose de pressões no sentido de nos ajustarmos uns aos outros. O denominador comum somos nós mesmos. Somos chamados não para nos ajustarmos uns aos outros, mas para nos ajustarmos a Deus. Nada é mais maravilhoso e encorajador que a amizade cristã, mas quando essa amizade começa a substituir a nossa comunhão com Deus – e é fácil isso acontecer –, ela se torna um véu de obscuridade.

A nossa posição social

       Para muitos de nós, esse é o véu mais difícil de tirar. A maioria de nós estabelece sua identidade pela posição que ocupa. Essas posições então determinam a nossa influência na igreja e na comunidade. Não precisamos manter uma posição importante ou de grande renda. Pode até ser uma posição à qual você se ofereceu voluntariamente. O perigo à espreita está em permitir que a nossa posição substitua a aprovação divina na nossa vida. A aprovação dos homens pode distorcer a aprovação de Deus.

Arranque os véus

       Todos esses véus são aspectos da vida que, à primeira vista , parecem inocentes, mas certamente podem tornar-se algo que obscurece a face de Deus. Alguns cristãos percebem isso. Alguns compreendem essa verdade e fazem algo a respeito. Mas outros são como os israelitas. Vão a Cades-Barneia uma vez por semana por anos e depois voltam ao deserto. Então querem saber por que têm tanta areia nos sapatos.

       Simplificando, eles não passarão de Cades-Barneia. Não avançarão para a terra prometida. Seguir adiante rumo a uma vida crucificada exigirá algum trabalho e compromisso da nossa parte, e uma das coisas que precisamos fazer é arrancar os nossos véus de obscuridade para que a luz da face sorridente de Deus brilhe sobre nós.

       A face de Deus está sempre sorrindo, e nem todos os véus que mencionei, nem mesmo o Diabo, podem fazê-lo parar de sorrir na nossa direção. O Diabo pode soprar uma tempestade e coloca-la entre nós e a face de Deus, mas Deus ainda está sorrindo. Somos nós que estendemos os véus que obscurecem a visão.

Não tenha rivais para Deus

       O nosso Deus é um amante ciumento e não suporta rivais. Qualquer rival que você venha a construir torna-se uma obstrução entre você e seu Deus. Não digo que você não está ligado a ele ou não justificado pela graça. Digo que esta maravilhosa iluminação divina, essa habilidade de amar a Deus perfeitamente e louvá-lo de maneira condigna fica velada. Fica bloqueada e derrotada e, agora, deixou de ser ensinada há uma geração.

       Se você arrancar os véus e os colocar sob os pés, descobrirá que eles escondem tudo o que o incomoda. Tudo o que o amedronta passará, e nada haverá senão o céu limpo em cima. Cristo não precisa morrer de novo. Nenhuma cruz jamais precisa ser erguida novamente. Nada precisa ser acrescentado à expiação. A face de Deus continua sorrindo para seu povo; entretanto, há uma nuvem, um véu, escondendo essa face e esse sorriso.

Não se deixe enganar

       Alguns dizem que a apostasia acontece entre os pecadores, mas jamais entre os cristãos. Pode acontecer com as massas, mas não conosco. Mas os cristãos dos dias de hoje foram ensinados que podem fazer bater o coraçãozinho e obter um sentimento quente aconchegante de cânticos rurais, teatralismo grandioso e todo o resto que formam o culto em muitas igrejas modernas.

       Não os culpo. Mas eles estão sendo enganados, e os líderes religiosos têm mantido para eles e os lesados, assim como ocorreu nos dias de Jesus.  Jesus andou entre os líderes de seus dias com os olhos abertos e a visão arguta e exortou; “o que eles dizem e fazem pode ser teologicamente correto, mas não sejam como eles”. Os líderes responderam: “Vamos matar esse homem”. E o mataram. No terceiro dia, porém, ele ressuscitou. Então enviou o Espírito Santo para este mundo, e o Espírito é seu e meu.

 Não crie limites para o Espírito Santo

       Não deixe que ninguém diga quanto você pode ter no Espírito Santo. Só Deus pode dizer quanto você pode ter dele. Falsos mestres o instruem a não ficar empolgado e fanático, mas não lhes dê ouvidos.

       A geração passada foi levada a igrejas e comunidades evangélicas. O que agora é fundamentalismo em pouco tempo será liberalismo. Precisamos ter o Espírito Santo de volta nas nossas igrejas. Precisamos ter a face de Deus brilhando e velas acesas iluminando a nossa alma. Precisamos perceber sentir e conhecer a maravilhosa iluminação divina daquele que disse: “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8:12).

       Dizer isso faz de mim um fanático? Se isso é fanatismo, então, ó Deus, mande-nos mais fanatismo. O verdadeiro fanatismo é quando você vai contra as Escrituras, acrescenta coisas e interpreta mal a Palavra de Deus. Mas nenhuma linha da Palavra de Deus foi mal interpretada por aquilo que estou dizendo aqui. Tudo é baseado na doutrina da fé – a fé dos nossos pais que ainda vive.

Pare de vaguear

       A questão é: Você está disposto a arranca r os véus do orgulho e da teimosia, da vontade própria, da ambição religiosa, da defesa de direitos, do medo, do dinheiro, das amizades e da posição social? Você está disposto a esmagá-los sob os pés?

       Talvez você esteja sob esses véus há muito tempo. Você tenta contorná-los orando, mas não funciona. Você precisa colocar esses véus sob os seus pés e erguer-se sobre eles. Precisa afastar todas essas coisas que existem entre você e a paz de Deus e olhar para a luz do sol. Então relaxe. Não há nada mais que você possa fazer. O nosso Deus aguarda otimista, querendo ajudar você. Ele está querendo fazer isso; aliás, ele está ansioso para fazê-lo.

       Não cruze os braços e não se deixe desanimar. Talvez você tenha estado em muitos altares e tido tantos livros que ficou confuso. Arranque os véus entre você e Deus e se deite ao sol de seu sorriso eterno. Pois até que o povo de Deus coloque os véus sob os pés, nada acontecerá.

 Eu recebo, ele assume

A.b. Simpson (1843-1919)

Aperto a mão do Amor divino,

Reclamo a graciosa promessa

E acresço à dele meu selo

“Eu recebo” –“Ele assume”.

 

Eu te recebo, bendito Senhor,

Entrego-me a ti,

E tu, de acordo com tua palavra,

Assumes por mim.

 

Recebo a salvação plena e gratuita,

Por meio daquele que deu a vida por mim,

Ele assume tudo o que serei,

“Eu recebo” — “Ele assume”.

 

Eu o recebo como minha santidade,

Meu espírito imaculado, veste celestial,

Recebo o Senhor, minha justiça,

“Eu recebo” – “Ele assume”.

 

Recebo o Espírito Santo prometido,

Recebo o poder do Pentecoste,

Para me encher e transbordar,

“Eu recebo” – “Ele assume”.

 

Simplesmente o recebo por sua palavra,

Louvo-o, pois minha oração escuta,

E reclamo minha resposta do Senhor,

“Eu recebo” – “Ele assume”.

 A VIDA CRUCIFICADA – COMO VIVER UMA EXPERIÊNCIA CRISTÃ MAIS PROFUNDA

A.W.TOZER

EDITORA VIDA

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Acrescentei este link abordando temas associados a vida cristã como um todo.

Este texto “Vivendo uma vida cristã autêntica” retirei da revista ensinador cristão. Muito bom o texto  e atual, servindo para todas as camadas da sociedade com sua respectivas faixas etárias.

https://saldaterraeeluzdomundo.wordpress.com/vida-crista/por-que-catolicos-romanos-e-ortodoxos-celebram-a-pascoa-em-datas-diferentes-2/

Muito bom e esclarecedor o texto. Vale a leitura.

Acrescentei um comentário, cujo documento a Ultimato disponibilizou na edição de nº 369, cujo tema é:

“Um retrato da infância e adolescência no Brasil.”

Muito bom o material. Vale a leitura e reflexão.

Já a algum tempo estava pensando em encontrar algo associado a missões e cultura, e encontrei este material, que reproduzo abaixo. 

Excelente, da Igreja Batista Renascer em Caixa Dágua- Olinda.

 

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Os véus que obscurecem a face de Deus – Reconheça os véus – Parte I

Fp 3:13-14

“Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim,
Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.”

 

       A mensagem, os objetivos e os métodos do Novo Testamento permanecem adormecidos.  Atos realizados no nome do senhorio de Jesus Cristo são senhorio só no nome. Substituindo o verdadeiro de Cristo, introduzimos a nossa própria mensagem, os nossos próprios objetivos e os nossos próprios métodos para alcançar estes objetivos que são, em todos os casos, absolutamente não bíblicos.

        Seria heresia – será que se constitui uma mente radical – se você orasse pedindo que Deus purificasse a intensão do seu coração com o indizível dom de sua graça? Essa, claro, é a grande oração do autor de A nuvem do não saber: “Deus […] suplico-te que purifique a intensão de meu coração com o indizível dom de sua graça, para que eu possa amar-te perfeitamente e louvar-te dignamente”.

       Ansiar amar a Deus e louvá-lo dignamente deve significar mais que as palavras que você pronuncia. Deve custar-lhe tudo. Seria heresia? Alguém deveria ser preso por isso? Deveria por isso ser condenado ao ostracismo de acordo com a nossa hinódia, de acordo com nossos livros devocionais, de acordo com a história da Igreja remontando até Paulo e de acordo com a vida de todos os santos? Não, não penso que seria.

       O apóstolo Paulo disse que, para ganhar Cristo, teria renunciado a todo este mundo (v. Filipenses 3:7,8). Ele queria que todos conhecessem Cristo como uma experiência consciente, para usar uma linguagem moderna, e para receber o Reino dos céus. Informou que orava todo tempo pedindo que Cristo habitasse no coração de cada cristão (v. Ef 3:17). Declarou aos Coríntios: “Examinem-se para ver se vocês estão na fé; provem-se a si mesmos. Não percebem que Cristo Jesus está em vocês? A não ser que tenham sido reprovados!” (2ªCo 13:5). E aos romanos: “Se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo” (Rm 8:9). É pela habitação de Jesus que recebemos as riquezas de Deus e vemos seu rosto sorridente.

       Infelizmente, entre os cristãos e a face de Deus tem-se desenvolvido o que chamarei de “véus de obscuridade”. Esses véus escondem as preciosas riquezas de Deus daqueles dentre nós que prosseguem rumo à perfeição. O efeito é que já não conseguimos ver a face sorridente de Deus.

RECONHEÇA OS VÉUS

       Num dia nublado e escuro, o brilho do Sol fica obscurecido. O Sol ainda está lá, mas a nossa capacidade de aproveitar os raios solares fica grandemente reduzida. Assim é no mundo espiritual. Há certos véus que se colocam entre nós e Deus e têm efeito semelhante. Esses véus são em geral de confecção nossa. Permitimos que se desenvolvam na nossa vida e, na maior parte das vezes, nem temos consciência do impacto que exercem sobre nós. Deixe-me descrever alguns dos véus mais problemáticos.

Orgulho e teimosia

        Sem dúvida os primeiros e mais fortes desses véus são o orgulho e a teimosia. Nada é mais adâmico que isso. A raiz de ambos é uma opinião inflada sobre nós. Aquilo que nos causa o maior problema é o que mais honramos.

       O termo muitas vezes usado nesse sentido é a palavra “ego”. Essa única palavra expressa a raiz de todos os nossos problemas com nós mesmos, com a nossa família, os nossos amigos e certamente com o nosso Deus. É quando usurpamos o lugar que cabe a Deus que ocorrem os problemas. O motivo pelo qual fazemos isso é que temos opinião mais elevada sobre nós mesmos do que sobre todos os outros, inclusive Deus.

       Mesmo quando achamos que estamos errados, a teimosia nos impede de reconhecer esse fato, de modo que não conseguimos seguir adiante. O problema com o orgulho e a teimosia é que eles se concentram em nós e obscurecem a face Deus, aquele que em todos os casos provê a solução para nossos problemas. O orgulho e a teimosia distorcem a importância da autoridade de Deus na nossa vida.

Vontade própria

       Associada ao orgulho e à teimosia, está a vontade própria. O aspecto perigoso desse véu é que se trata de algo muito religioso. No mundo natural, a vontade própria é algo positivo. Levada ao contexto da igreja, contudo, pode ser devastadora.

       A vontade própria sempre usurpa a vontade de Deus. À primeira vista parece muito boa, mas passe por pessoas com vontade própria e veja o que acontece. Deixe que algo desafie a vontade própria de alguém, inclusive a sua, e veja como isso é realmente. A vontade própria distorce a face sorridente de Deus e esconde o fato de que a vontade de Deus tem em mente o nosso melhor interesse a longo prazo. A vontade própria só se importa com o agora.

Ambição Religiosa

       A ambição religiosa é provavelmente o mais enganoso de todos os véus. Uma pessoa pode ser ambiciosa de maneira muito religiosa. Vemos isso o tempo todo. Infelizmente, a ambição religiosa em geral distorce a vontade de Deus.

       Ela funciona mais ou menos assim. A maioria das pessoas deseja que sua igreja cresça e seja uma força poderosa para Deus na comunidade. E isso é admirável. Mas junto vem uma pessoa religiosamente ambiciosa que gera tanta empolgação entre o povo que este se esquece de todo propósito da comunidade. O que Deus honra não é a grandeza. Aliás, na maior parte do tempo, vastas multidões impedem o que Deus realmente quer fazer.

       Alguns pastores estão empurrando suas igrejas além do escopo da autoridade divina. Algumas igrejas estão mais interessadas na política. Outras, nas questões sociais. Para outras, ainda o grande interesse é a educação. Todas essas coisas são boas, mas nenhuma delas faz parte da comissão que Deus deu à igreja. O fato de uma pessoa simplesmente revestir algo de terminologia cristã não o torna uma obra aprovada por Deus.

       A ambição religiosa distorce facilmente a aprovação de Deus sobre um grupo de pessoas.

A VIDA CRUCIFICADA – COMO VIVER UMA EXPERIÊNCIA CRISTÃ MAIS PROFUNDA

A.W.TOZER

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A Igreja e suas eras

“E nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra.” (Ap 18.24)

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Há uma maravilhosa obra literária sobre a História da Igreja, escrita de modo elegante, com estilo refinado e em tom de romance, de autoria de Daniel-Rops, da Academia Francesa de Letras. Li todos os tomos, já nem me recordo quantos, durante os meus anos de estudos filosóficos e teológicos. Não foi uma leitura obrigatória, não fazia parte do currículo, mas nem por isso deixou de ser-me altamente formativa e tremendamente prazerosa. Daniel-Rops classifica a história da Igreja em “eras”: “a Igreja e a era apostólica”; “a Igreja e a era dos mártires”; “a igreja e a era dos pais”; ‘a Igreja e a era dos confessores”. E por aí vai.

Confesso que grande parte da visão de conjunto que possuo hoje da história bi-milenar da Igreja fixou-se em minha mente devido à leitura desta obra. Em muitos momentos, por causa da maneira apaixonada como Daniel-Rops narra os eventos, tive a impressão, no momento da leitura de que ele ou eu éramos testemunhas oculares ou muito próximas dos acontecimentos. Mais tarde, contudo, descobri que, na verdade, a História da Igreja é também a minha história pessoal; é como um grande álbum de família onde estão registrados e eternizados os feitos de meus antepassados na fé. Com eles, aprendo como devo proceder na vida cristã e também aprendo quais erros e quais caminhos tomados por eles devo evitar a todo custo.

A História da Igreja nos ensina de onde saímos, nos confirma se estamos hoje no caminho certo ou não, e nos aponta misteriosamente para o glorioso futuro para onde estamos destinados como povo de Deus. Sendo assim, gostaria de nos próximos textos compartilhar um pouco as lições que aprendemos da Igreja e de suas “eras”. Comecemos pelos mártires, uma vez que a história apostólica já nos é bastante familiar; basta ler o Novo Testamento e de maneira especial, os Atos dos Apóstolos.

Precisamente, a “era” dos mártires inaugura já a História da Igreja nas páginas do Novo Testamento. Estêvão é chamado de “próto-mártir” do Cristianismo (Atos dos Apóstolos 8.58 ss). Há também a menção a um certo Antipas em Apocalipse 2.13 que deu a sua vida por testemunho. Certamente muitos outros fecundaram a semeadura do Evangelho com o seu sangue na grande perseguição que se seguiu à morte de Estevão e nos dias deste Antipas quando os Apóstolos ainda viviam, eles mesmos mártires da fé mais tarde (confira Hebreus 11).

O Império Romano perpetrou sistemáticas perseguições ao cristianismo nascente. Desde a difamação caluniosa de canibalismo e ateísmo até a de que eram golpistas insurgentes contra César. Neste contexto, além do martírio moral das difamações e calúnias, do empobrecimento e da estigmatização social, lento e incruento, por certo, havia aquele outro do derramamento de sangue, nas arenas, nos circos, nos tribunais, nos espetáculos públicos para a diversão dos ímpios, etc. Uma lista infindável de nomes de homens, mulheres, crianças, anciãos, pastores, ricos ou escravos obtiveram a máxima honra distintiva de um cristão: foram ornados com a régia púrpura de martírio testemunhando a Cristo com fidelidade invencível.

É certo que a maioria deles adormeceu em Cristo no mais completo anonimato. Outros, porém, tiveram seus nomes exaltados já aqui na Igreja terrestre e suas histórias foram registradas para o devido encorajamento na fé. Dentre estes, podemos citar: Policarpo de Esmirna; Inácio de Antioquia; Cipriano de Cartago; Justino; Felicidade e Perpétua; Evaristo; Faustino e Jovita; Potino, Blandina… e a lista se estende para miríades de testemunhos. Não é à toa que Tertuliano sentenciou: “O sangue dos mártires é semente de novos cristãos.” O martírio não era uma coisa glamorosa nos dias dos imperadores romanos Nero, Décio, Adriano, Antonino Pio e Marco Aurélio. Os santos daqueles dias temiam por suas vidas. Cultuavam discretamente, nas catacumbas, por exemplo, antes do sol nascer. A Igreja vivia dias de apreensão, mas cada vez que a oportunidade do testemunho vigoroso e radical surgia, combatiam o bom combate da fé e passavam ao céu deixando na terra a mais emblemática demonstração de amor, obediência e gratidão à cruz hasteada no monte.

Vivemos dias de um outro martírio: o moral, o ético. Não menos cruel e destrutivo como o dos romanos. Nossos piores inimigos hoje atendem pelos nomes de relativismo, secularismo, mundanização, dessacralização, etc. Somos chamados, como nos dias dos mártires, a nadar contra a correnteza, a suportar com bom ânimo os ataques dos inimigos da fé, de dentro e de fora da Igreja. Somos convidados a resistir, a não ceder, a nunca trair o amor que nos comprou por tão alto preço.

É ministro da Igreja Presbiteriana Central de Itapira (SP) e professor de Teologia Pastoral e Bioética no Seminário Presbiteriano do Sul, de Filosofia na Faculdade Internacional de Teologia Reformada (FITREF) e de História das Missões no Perspectivas Brasil.

 

http://www.ultimato.com.br/conteudo/a-igreja-e-suas-eras#a+igreja+e+suas+eras

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Revisões, atualizações e comentários nas postagens

Segue abaixo, o link de mais cinco (5) postagens e comentários corrigidos e/ou revisados:

A Folha de São Paulo disponibilizou uma reportagem associado a energias renováveis, que inseri como comentário da postagem “Meu ambiente de trabalho.” Última gerência que trabalhei antes da minha aposentadoria pelo INSS na Petrobras.

Acrescentei um comentário associado a energias limpas.

Energia limpa tem potencial para suprir alta da demanda”.

Especialistas vinculam aumento da produção solar e eólica a mais pesquisa”.

O CIB (Conselho de Informações sobre Biotecnologia) disponibilizou uma matéria sobre o assunto “Renovação Energética”, que registrei como comentário da postagem em questão. 
Muito interessante e excelente o documento, que estou disponibilizando a quem interessar.

Muito boa a reflexão de Isabelle Ludovico da Silva.

Muito atual e completa a reflexão de Christian Gillis em relação ao cenário político do Brasil nos dias atuais.

Vale a leitura e reflexão.

Acrescentei este texto, retirado da apostila adquirida no 9º congresso nacional de Escola Dominical “CELEBRANDO OS 500 ANOS DA REFORMA PROTESTANTE.”

Muito bom o material. 

Acrescentei este link, muito completo da , e anexado ao link todas as postagens associadas  a este vício.

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O Destino Final dos Mortos

Texto Áureo

Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.” (1ªCo 15:19).”

 

Os salvos, que morreram em Cristo, aguardam a ressurreição no céu e os ímpios a esperam no Hades, em sofrimento indizível.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Lc 16:19-26

Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente.
Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele;
E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas.
E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado.
E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio.
E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.
Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado.
E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

       Na lição de hoje estudaremos o destino final dos ímpios e dos salvos em Jesus Cristo.

       A Palavra de Deus nos garante que não será em vão a nossa esperança em Jesus Cristo, pois pela fé já temos assegurado um futuro glorioso ao seu lado. Para os ímpios, que não se arrependeram, é reservado o sofrimento e a condenação eterna, pois suas escolhas enganosas os levaram a desprezar a salvação de Deus.    

Ponto Central

  • Os crentes que dormem no Senhor vão ressuscitar para a vida eterna e os ímpios para o castigo eterno.

I – O ESTADO INTERMEDIÁRIO

  1. O que é?

       É o estado entre a morte física e a ressurreição, tanto dos salvos, como dos ímpios. Os salvos terão um destino diferente dos ímpios: “Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal, para a ressurreição da condenação” (Jo 5:28, 29). A Palavra de Deus afirma que não existe purgatório e que também não há o “sono da alma”, nem tampouco a reencarnação, como creem alguns. Depois da morte segue-se o juízo divino.    

  1. O Sheol e o Paraíso.

      Sheol é um termo hebraico que pode significar sepultura ou “lugar ou estado dos mortos”. Em o Novo Testamento, Sheol é traduzido por Hades. Normalmente o Hades é visto como um lugar destinado aos ímpios. Deus livra o justo do Sheol ou da sepultura (Sl 49:15). O Sheol (inferno) é lugar de punição para os ímpios que não se arrependeram dos seus pecados e não entregaram suas vidas a Jesus Cristo (cf. Sl 9:17).

       O vocábulo “paraíso” é de origem persa e significa um parque ou jardim de paz e harmonia. Foi usado pelos tradutores da Septuaginta para significar o Jardim do Éden (Gn 2:8). Aparece apenas três vezes no Novo Testamento (Lc 23:43; 2ªCo 12:4; Ap 2:7).

  1. O lugar dos mortos.

      Os Teólogos entendem que “o lugar dos mortos”, o Hades, estava dividido em duas partes. Estes tomam como base o texto de Lucas 16:19_31, no texto que se refere a Lázaro e ao rico. O primeiro, fiel a Deus, foi levado para o “Seio de Abraão”, ou ao Paraíso, estando em repouso e felicidade. O rico, orgulhoso e incrédulo foi para o Hades, onde experimenta angústia e sofrimento atroz. Myer Pearlman diz que Cristo desceu ao Sheol (Sl 16:10; 49:15), “ao mundo inferior dos espíritos” (Mt 12:40; Lc 23:42,43), e libertou os santos do Antigo Testamento levando-os consigo para o paraíso celestial (Ef 4:8; 2ªCo 12:2). Desde então, os espíritos dos justos sobem para o céu e os espíritos dos ímpios descem para a condenação (Ap 20:13,14). Segundo os textos bíblicos, o Paraíso estaria em cima (Pv15:24a) e o Hades embaixo (Pv 15:24b).  

SUBSÍDIO ESCATOLÓGICO

“Seol

      O Antigo Testamento usa a palavra hebraica Seol 65 vezes para descrever a residência dos mortos. A Septuaginta traduz esta palavra em grego como ‘hades’, e o Novo Testamento refere-se a isto diversas vezes (Lc 16:23). Nas traduções do Antigo Testamento para o inglês, a palavra aparece variadamente como ‘inferno’, ‘cova’ e ‘sepultura’. Seol pode ter diferentes significados, em diferentes contextos, trazendo alguma confusão e diferentes interpretações a respeito da natureza exata do seu significado. Seja a sepultura ou o mundo dos mortos, Seol fala das mais das profundezas, a antítese dos mais altos céus (Jó 11:8; cf. Pv 9:18). Seol também se refere a um lugar de punição do qual somente Deus tem o poder de libertar.”

II – A SITUAÇÃO DOS MORTOS

       Qual é a real situação daqueles que já morreram? O texto de Lucas 16 nos mostra a diferença entre o estado dos ímpios e dos justos após a morte. Vejamos:  

  1. O estado intermediário dos salvos.

       Na história do rico e Lázaro (Lc 16), vemos o estado intermediário dos salvos. O justo ao morrer é conduzido pelos anjos até o Paraíso (v.22). Que privilégio, que honra tem os salvos ao morrer, e serem recepcionados pelos anjos. Ao ladrão da cruz Jesus disse: “Hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc 23:42, 43). O espírito e a alma deixam o corpo e permanecem no lugar de espera (Paraíso), aguardando a ressurreição na Vinda de Jesus.

  1. Os justos são recebidos pelo Senhor.

       É o próprio Senhor Jesus quem recebe o espírito dos justos após a morte. Tomemos como exemplo o caso de Estevão que está narrado em At 7:59. Para espanto dos ímpios, eles verão Jesus recepcionar gloriosamente os que o aceitaram como Salvador.

       Os que morreram em Cristo, bem como os ímpios, vão manter sua identidade pessoal, sua personalidade e consciência depois da morte. Moisés, tendo sido sepultado por Deus, aparece, falando com Jesus no Monte da Transfiguração (Mt 17:3; Lc 9:30_32), ao lado de Elias, que foi arrebatado. Note-se que são os mesmos nomes, Moisés e Elias.

       A despeito de tudo o que foi dito, devemos lembrar que, para o salvo, a morte é um ganho: “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho”. Paulo tinha o “desejo de partir e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor” (Fp 1:21, 23).

  1. O estado intermediário dos ímpios.

       Eles vão para o Sheol ou Hades, ou seja, o inferno, que é o seu destino final (Sl 9:17). Nesse “estado intermediário”, aguardam seu julgamento final.

       O Hades é um lugar “embaixo”, ou seja, oposto ao céu (“seio de Abraão”). O rico “ergueu os olhos”, vendo “ao longe Abraão e Lázaro, no seu seio” (v. 23): “Para o sábio, o caminho da vida é para cima, para que ele se desvie do inferno que está embaixo” (Pv 15:24).

       Fato é que os ímpios sofrerão e estarão conscientes. O rico ímpio estava em “tormentos” (v. 23) e clamava pedindo misericórdia (v. 24). Os ímpios que morreram sem Cristo estão “em prisão” (1ªPe 3:19) e ali eles vão se lembrar dos que ficaram na Terra (v. 28). As Escrituras Sagradas afirmam que estes não podem ser consolados por ninguém: ”E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá, passar para cá” (v. 26).

       Fica, pois, evidente que aqueles que descem ao Hades não podem se comunicar com os vivos. Eles são lembrados de que em vida tiveram oportunidade de ouvir as Escrituras, mas desprezaram as suas advertências (v. 27_31).

 SUBSÍDIO ESCATOLÓGICO

  • “O Estado Final dos Ímpios

       A Bíblia descreve o destino final dos ímpios como algo terrível e que vai além de toda imaginação. São as ‘trevas exteriores’, onde haverá choro e ranger de dentes por causa da frustração e do remorso ocasionado pela ira de Deus (Mt 22:13; 25_30). É uma ‘fornalha de fogo’(Mt 13:42, 50), onde o fogo pela sua natureza é inextinguível. Causa perda eterna, ou destruição perpétua (2ªTm 1:9), e ‘a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre’ (Ap 14:11; cf. 20:10). Jesus usou a palavra Gehenna como termo aplicável a isso.

       Depois do juízo final, a morte e o Hades serão lançados no lago de fogo (Ap 20:14), pois este que fica fora dos novos céus e da nova terra (cf. Ap 22:15), será o único lugar onde a morte existirá. É então que a vitória de Cristo sobre a morte, como o salário do pecado, será final e plenamente consumada (1ªCo 15:26). Mas nos novos céus e terra não haverá mais morte (Ap 21:4)”.

III – O DESTINO FINAL DOS MORTOS

       Após passarem pelo “estado intermediário”, os mortos ressuscitarão. Os salvos irão para a “vida eterna” e os ímpios, “para desprezo eterno” (Jo 5:28, 29).

  1. O estado final dos salvos.

Após a primeira ressurreição (Rm 8:11), os salvos vão para as Bodas do Cordeiro, passarão pelo Tribunal de Cristo, e viverão com Deus por toda a eternidade. Esse é o destino final dos salvos. Seus corpos ressuscitarão e se tornarão incorruptíveis (cf. 1ª Co 15:42_44). O mesmo corpo que morreu será transformado por Deus e ressuscitará “em glória”, semelhante ao corpo de Jesus ao ressuscitar (Fp 3:21).

  1. O estado final dos ímpios.

Os ímpios ressuscitarão para “vergonha e desprezo eterno” (Dn 12:2). Seu destino final é o lago de fogo (Ap 20:15), onde haverá pranto e ranger de dentes” (Mt 22:13). Ali os ímpios desfrutarão da companhia do Diabo, do Anticristo e do Falso Profeta (Ap 20:10; 21:8). Atualmente, muitos ímpios ficam impunes, mas no inferno estes receberão o castigo eterno por tudo o que fizeram de mal (2ªTs 1:9).    

SUBSÍDIO ESCATOLÓGICO

  • “O Estado Final dos Justos

       A nossa salvação traz-nos a um novo relacionamento que é muito melhor do que aquele que Adão e Eva desfrutavam antes da queda. A descrição da Nova Jerusalém demonstra que Deus tem para nós um lugar melhor do que o Jardim do Éden, com todas as bênçãos do Éden intensificadas. Deus é tão bom! Ele sempre nos restaura a algo melhor do que aquilo que perdemos. Desfrutamos da comunhão com Ele agora, mas o futuro reserva-nos a ‘comunhão intensificada com o Pai, o Filho e o Espírito Santo e com todos os Santos. A vida na Nova Jerusalém será emocionante. Nosso Deus infinito nunca ficará sem novas alegrias e bênçãos para oferecer aos redimidos. E posto que as portas da cidade sempre estarão abertas (Ap 21:25; cf. Is 60:11), quem sabe o que os novos céus e terra terão para explorarmos?”

CONCLUSÃO

       O estudo da Escatologia é um dos mais edificantes para a Igreja em todos os tempos, principalmente no presente século, quando muitos sinais dão a entender que a vinda de Jesus poderá acontecer a qualquer momento.

      Que você possa prosseguir com o estudo da Escatologia Bíblica. Leia a Palavra de Deus, ore, jejue e esteja aguardando o maior acontecimento escatológico de todos os tempos: O arrebatamento da Igreja do Senhor Jesus Cristo.

 Lições Bíblicas, CPAD – 1º Trimestre de 2016 – O Final de Todas as Coisas – Esperança e glória para os salvos

 

 

Publicado em Bíblia, Desvios, Diversos, Em destaque, Estudo Biblico, Lições Bíblicas e/ou Livro de Apoio CPAD | 2 Comentários

A VERDADE HISTÓRICA E ARQUEOLÓGICA DA JERUSALÉM JUDAICA – Os Judeus e o Monte do Templo

EDIÇÃO ESPECIAL INTERNACIONAL DA RUA JUDAICA

Zachi Dvira*

Modelo do Segundo Templo no Museu Israel

Modelo do Segundo Templo no Museu Israel

 

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) adotou, na quinta-feira (13 de outubro de 2016), uma resolução tendenciosa e política que desconsidera a histórica ligação do judaísmo com o Monte do Templo, lança dúvidas sobre a conexão dos judeus com o Muro das Lamentações e protesta contra as tentativas da Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI) de fiscalizar as obras sobre e ao redor do Monte do Templo a fim de preservar antiguidades e outros dados arqueológicos.

Essa é uma resolução puramente política que foi formulada por funcionários palestinos e que foi aceita pela Unesco exatamente como foi escrita. Ela busca apenas preservar a herança do Islã e, mesmo que isso seja importante, a Unesco não deve fazê-lo às custas do patrimônio cultural judaico e cristão. Essa resolução não reconhece a realidade diária de Jerusalém e do Monte do Templo. E sua agenda política se opõe à carta e à missão da própria Unesco de proteger e promover a ciência, a cultura, a educação e o patrimônio cultural.

Os eventos nas últimas décadas provam que as autoridades muçulmanas que atuam no Monte do Templo através da Waqf, que estão oficialmente sob os auspícios da Jordânia, mas, na prática, são controlados pela Autoridade Palestina e pelo Hamas, não se importam em preservar nem mesmo seu próprio patrimônio arqueológico ou promover a educação, a ciência e a cultura no local.

Em 1999, as autoridades muçulmanas escavaram um gigantesco poço na área sudeste do Monte do Templo, usando retroescavadeiras e removendo 400 caminhões de terra. Isso foi feito sem nenhum controle ou supervisão arqueológica. Consequentemente, nós estabelecemos o Temple Mount Sifting Project (Projeto de Peneiração do Monte do Templo) para salvar, preservar e estudar a vasta quantidade de artefatos arqueológicos que foi enterrada nesse solo e descartada. Nós recuperamos centenas de milhares de artefatos desse solo escavado, datando dos períodos do Primeiro e do Segundo Templos e de depois deles, incluindo artefatos das eras cristã e muçulmana que foram descartados.

Um artefato muçulmano muito interessante que foi achado, datado do século XVIII, é o selo de um proeminente Qafi(juíz) muçulmano, que também serviu como vice-Mufti de Jerusalém. Seu nome era Xeque ‘Abd al-Fattah al-Tamimi. O atual administrador da Waqf, Xeque Mohammed Azzam al-khatib al-Tamimi, é da mesma família e pode ser um de seus descendentes. É irônico que arqueólogos judeus são quem preservam a herança da Waqf islâmica que foi negligenciada e descartada pela própria Waqf.

O selo do século XVIII do Xeque ‘Abd al-Fattah al-Tamimi

O selo do século XVIII do Xeque ‘Abd al-Fattah al-Tamimi

A existência de Templos Judaicos está acima de qualquer dúvida. Há evidências substanciais nas numerosas fontes históricas que os viram, incluindo historiadores pagãos que não foram influenciados pela tradição judaica-cristã, como Beroso (século III A.C.), Menandro de Eféso (século II A.C.), Hecateu de Abdera (cerca de 300 A.C.), Mmaseas de Patara (cerca de 200 A.C.), Deodoro da Sicília (século I A.C.), Strabo (século I A.C.), Tácito (século I A.C.) e muitos outros.

Mesmo que não seja possível, em meio ao atual clima político, conduzir uma escavação arqueológica adequada no Monte do Templo, há muitos achados arqueológicos que apoiam o fato que é quase universalmente aceito: ele é o local dos Templos Judaicos. Muitos dos artefatos vêm do Temple Mount Sifting Project e muitos outros podem ou ser observados até hoje no Monte do Templo, foram encontrados acidentalmente durante restaurações ou foram achados em escavações arqueológicas dos sítios adjacentes.

Abaixo, exemplos de artefatos dentre muitos outros:

Inscrição de alerta do Templo – Em 1981, o arqueólogo francês Clermont-Ganneau encontrou uma inscrição grega de alerta a gentios para que não entrassem nos aposentos internos no complexo do Templo. Esse tipo de inscrição também foi testemunhada pelo historiador Flávio Josefo, do século I(Guerra 5, v, 2; Guerra 6, ii, 4; Antiguidades 15, xi, 5).

Inscrição de alerta do Templo – Em 1981, o arqueólogo francês Clermont-Ganneau encontrou uma inscrição grega de alerta a gentios para que não entrassem nos aposentos internos no complexo do Templo. Esse tipo de inscrição também foi testemunhada pelo historiador Flávio Josefo, do século I(Guerra 5, v, 2; Guerra 6, ii, 4; Antiguidades 15, xi, 5).

A inscrição de Beit Hatkiá – O professor de arqueologia Benjamin Mazzar encontrou, em 1972, essa inscrição em hebraico que tinha caído do canto sudeste inferior do Monte do Templo e foi achado nos escombros que estavam sendo escavados por arqueólogos nas proximidades. A pedra contém a inscrição “lebeit hatkiá lehachriz”, que quer dizer “à casa do tocar da trombeta para anunciar”. Historiadores judeus e fontes rabínicas descrevem o costume de tocar trombetas do Monte do Templo para anunciar a hora do shabat (o sábado judaico) e dos dias santos (Sucá 5: 5; Talmud Shabat babilônio 35: 2; Tosefta Sucá 4; Guerras IV, X, 12).

A inscrição de Beit Hatkiá – O professor de arqueologia Benjamin Mazzar encontrou, em 1972, essa inscrição em hebraico que tinha caído do canto sudeste inferior do Monte do Templo e foi achado nos escombros que estavam sendo escavados por arqueólogos nas proximidades. A pedra contém a inscrição “lebeit hatkiá lehachriz”, que quer dizer “à casa do tocar da trombeta para anunciar”. Historiadores judeus e fontes rabínicas descrevem o costume de tocar trombetas do Monte do Templo para anunciar a hora do shabat (o sábado judaico) e dos dias santos (Sucá 5: 5; Talmud Shabat babilônio 35: 2; Tosefta Sucá 4; Guerras IV, X, 12).

Selo DKA LYH – Em 2011, o arqueólogo Eli Shukrun encontrou um pequeno objeto de barro cozido carimbado com as letras hebraicas: ??? ??? (“DKA LYH” or ”Deka Leyah”). O objeto foi achado num túnel de drenagem no sopé do extremo sul do Muro das Lamentações. O estudioso talmúdico Shlomo Naeh mostrou convincentemente que esse é um objeto único que era usado como uma ficha/voucher que permitia aos sacerdotes do Templo controlar o comércio relacionado às ofertas de sacrifício realizadas no local. Essa prática é documentada na Mishná, o primeiro documento escrito da Lei Oral Judaica, datada de cerca de 200 D.C. (Shekalim 5: 3-5). A inscrição sobre o selo marca o tipo de sacrifício: “Dechar” (carneiro), “Aleph” (primeiro dia da semana) e “Yehoryariv” (uma das 24 famílias sacerdotais que trabalhavam em turnos no Templo).

Selo DKA LYH – Em 2011, o arqueólogo Eli Shukrun encontrou um pequeno objeto de barro cozido carimbado com as letras hebraicas: ??? ??? (“DKA LYH” or ”Deka Leyah”). O objeto foi achado num túnel de drenagem no sopé do extremo sul do Muro das Lamentações. O estudioso talmúdico Shlomo Naeh mostrou convincentemente que esse é um objeto único que era usado como uma ficha/voucher que permitia aos sacerdotes do Templo controlar o comércio relacionado às ofertas de sacrifício realizadas no local. Essa prática é documentada na Mishná, o primeiro documento escrito da Lei Oral Judaica, datada de cerca de 200 D.C. (Shekalim 5: 3-5). A inscrição sobre o selo marca o tipo de sacrifício: “Dechar” (carneiro), “Aleph” (primeiro dia da semana) e “Yehoryariv” (uma das 24 famílias sacerdotais que trabalhavam em turnos no Templo).

Sino dourado do Sumo Sacerdote – Na mesma escavação de Eli Shukrun no túnel de drenagem, um sino dourado foi encontrado, datando do período do Segundo Templo. Não há precedente para esse artefato em nenhuma escavação em Israel. Nosso único conhecimento de tal objeto é da descrição bíblica dos sinos costurados ao traje vestido pelo sumo sacerdote (Ex. 28:33-34).

Sino dourado do Sumo Sacerdote – Na mesma escavação de Eli Shukrun no túnel de drenagem, um sino dourado foi encontrado, datando do período do Segundo Templo. Não há precedente para esse artefato em nenhuma escavação em Israel. Nosso único conhecimento de tal objeto é da descrição bíblica dos sinos costurados ao traje vestido pelo sumo sacerdote (Ex. 28:33-34).

Mikvaot – Numerosas mikvaot (banheiras rituais judaicas de imersão para purificação) foram encontradas nas áreas em torno do Monte do Templo. Há também cavidades subterrâneas documentadas sobre o Monte do Templo que foram inspecionadas por exploradores no século XIX. Uma cisterna menos conhecida que está localizada diretamente debaixo da mesquita de Al-Aqsa foi encontrada pelo Departamento de Antiguidades do Mandato Britânico nos anos 40 do século XX, mas não foi publicada. Nós encontramos a documentação dessa mikve nos arquivos do Departamento de Antiguidades Britânico e publicado em 2008.

Mikvaot – Numerosas mikvaot (banheiras rituais judaicas de imersão para purificação) foram encontradas nas áreas em torno do Monte do Templo. Há também cavidades subterrâneas documentadas sobre o Monte do Templo que foram inspecionadas por exploradores no século XIX. Uma cisterna menos conhecida que está localizada diretamente debaixo da mesquita de Al-Aqsa foi encontrada pelo Departamento de Antiguidades do Mandato Britânico nos anos 40 do século XX, mas não foi publicada. Nós encontramos a documentação dessa mikve nos arquivos do Departamento de Antiguidades Britânico e publicado em 2008.

Arquitetura Herodiana – Diversas localidades sobre o Monte do Templo, especialmente os saguões de entrada do Portão Duplo sob a mesquita de Al-Aksa, preservam até hoje um dos melhores exemplos da arte herodiana gravada em pedra. Muitos portões do Monte do Templo atual ainda preservam resíduos dos portões do período final do Segundo Templo.

Arquitetura Herodiana – Diversas localidades sobre o Monte do Templo, especialmente os saguões de entrada do Portão Duplo sob a mesquita de Al-Aksa, preservam até hoje um dos melhores exemplos da arte herodiana gravada em pedra. Muitos portões do Monte do Templo atual ainda preservam resíduos dos portões do período final do Segundo Templo.

Seção do Muro Oriental do período do Primeiro Templo – As pedras mais baixas ao norte e ao sul do Portão Dourado do muro oriental são datadas por pesquisadores do Monte do Templo do período do Primeiro Templo (ver Leen Riymeyer, A Busca 2006). A elaboração dessas pedras se assemelha a pedras de alvenaria de muros em outros locais datados do período do Primeiro Templo.

Seção do Muro Oriental do período do Primeiro Templo – As pedras mais baixas ao norte e ao sul do Portão Dourado do muro oriental são datadas por pesquisadores do Monte do Templo do período do Primeiro Templo (ver Leen Riymeyer, A Busca 2006). A elaboração dessas pedras se assemelha a pedras de alvenaria de muros em outros locais datados do período do Primeiro Templo.

Depósito de lixo no período do Primeiro Templo nas encostas orientais do Monte do Templo – Em 2009, nós encontramos um depósito de lixo antigo nas encostas orientais do Monte do Templo que revelou um rico material arqueológico datado do século 10 A.C. (o tempo do Rei Salomão) até o século VII A.C. Os achados incluem uma rara impressão de selo com uma inscrição que descreve uma taxa que foi dada ao rei da cidade de Gibe’on. De acordo com as descrições bíblicas, a casa do rei também era situada no Monte do Templo.

Depósito de lixo no período do Primeiro Templo nas encostas orientais do Monte do Templo – Em 2009, nós encontramos um depósito de lixo antigo nas encostas orientais do Monte do Templo que revelou um rico material arqueológico datado do século 10 A.C. (o tempo do Rei Salomão) até o século VII A.C. Os achados incluem uma rara impressão de selo com uma inscrição que descreve uma taxa que foi dada ao rei da cidade de Gibe’on. De acordo com as descrições bíblicas, a casa do rei também era situada no Monte do Templo.

Coleção do período do Primeiro Templo encontrada na vala de fios elétricos da Waqf – Durante a escavação de uma vala da Waqf, em 2007, supervisionada pela Autoridade de Antiguidades de Israel, uma rica coleção de artefatos do Primeiro Templo foi encontrada ao sudoeste do platô elevado do Monte do Templo. Ela incluía cerâmicas, ossos e fragmentos de estatuetas que datam do século VI A.C., os últimos dias do período do Primeiro Templo.

Coleção do período do Primeiro Templo encontrada na vala de fios elétricos da Waqf – Durante a escavação de uma vala da Waqf, em 2007, supervisionada pela Autoridade de Antiguidades de Israel, uma rica coleção de artefatos do Primeiro Templo foi encontrada ao sudoeste do platô elevado do Monte do Templo. Ela incluía cerâmicas, ossos e fragmentos de estatuetas que datam do século VI A.C., os últimos dias do período do Primeiro Templo.

Uma cisterna de água no canto sudeste do platô elevado – Uma grande cisterna de água subterrânea documentada por pesquisadores do século XIX foi recentemente datada, pelo arqueólogo Tzvika Tzuk, como sendo do período do Primeiro Templo, de acordo com cisternas de água descobertas em outros sítios semelhantes em forma.

Uma cisterna de água no canto sudeste do platô elevado – Uma grande cisterna de água subterrânea documentada por pesquisadores do século XIX foi recentemente datada, pelo arqueólogo Tzvika Tzuk, como sendo do período do Primeiro Templo, de acordo com cisternas de água descobertas em outros sítios semelhantes em forma.

 

Artefatos do solo descartado do Monte do Templo
Os objetos abaixo foram encontrados pelo Temple Mount Sifting Project:

Impressão de selo Immer – A mais direta evidência já encontrada do Primeiro Templo vem de uma pequena impressão de selo feita de argila que foi originalmente anexada a um saco de tecido, possivelmente contendo prata ou ouro. No selo há a inscrição: “(Pertencente a)... […]lyahu (filho de) Immer”. A família Immer foi uma família sacerdotal muito conhecida no período final do Primeiro Templo, por volta dos séculos VII e VI A.C. “Pashur filho de Immer” é mencionado na Bíblia como “Diretor da Casa de Deus” (Jer. 20:1). Pode-se supor que esse objeto selou alguns dos preciosos produtos que eram mantidos no tesouro do Templo, que era administrado pelos sacerdores. Esse selo é a primeira evidência de escrita hebraica antiga do Monte do Templo e da atividade administrativa que acontecia no Primeiro Templo.

Impressão de selo Immer – A mais direta evidência já encontrada do Primeiro Templo vem de uma pequena impressão de selo feita de argila que foi originalmente anexada a um saco de tecido, possivelmente contendo prata ou ouro. No selo há a inscrição: “(Pertencente a)… […]lyahu (filho de) Immer”. A família Immer foi uma família sacerdotal muito conhecida no período final do Primeiro Templo, por volta dos séculos VII e VI A.C. “Pashur filho de Immer” é mencionado na Bíblia como “Diretor da Casa de Deus” (Jer. 20:1). Pode-se supor que esse objeto selou alguns dos preciosos produtos que eram mantidos no tesouro do Templo, que era administrado pelos sacerdotes. Esse selo é a primeira evidência de escrita hebraica antiga do Monte do Templo e da atividade administrativa que acontecia no Primeiro Templo.

Artefatos do tempo do Rei Salomão – Alguns dos artefatos encontrados pelo Sifting Project datam dos séculos X e IX A.C., o tempo do Rei Salomão, construtor do Primeiro Templo, e de seus sucessores. Esses artefatos são raros em Jerusalém e eles trazem à tona evidência crítica no intenso debate sobre o tamanho de Jerusalém nesse período. Alguns estudiosos, no passado, duvidaram de que o Monte do Templo era anexado a Jerusalém durante o século X A.C. Eles sugeriram que Jerusalém não era uma cidade capital, mas sim um pequeno vilarejo. Esses artefatos contradizem essa afirmação minimalista e confirmam o relato bíblico sobre Jerusalém nesse período. Esses achados incluem cacos de cerâmica, um raro selo de pedra e um rara ponta de flecha.

Artefatos do tempo do Rei Salomão – Alguns dos artefatos encontrados pelo Sifting Project datam dos séculos X e IX A.C., o tempo do Rei Salomão, construtor do Primeiro Templo, e de seus sucessores. Esses artefatos são raros em Jerusalém e eles trazem à tona evidência crítica no intenso debate sobre o tamanho de Jerusalém nesse período. Alguns estudiosos, no passado, duvidaram de que o Monte do Templo era anexado a Jerusalém durante o século X A.C. Eles sugeriram que Jerusalém não era uma cidade capital, mas sim um pequeno vilarejo. Esses artefatos contradizem essa afirmação minimalista e confirmam o relato bíblico sobre Jerusalém nesse período. Esses achados incluem cacos de cerâmica, um raro selo de pedra e um rara ponta de flecha.

Moeda de meio shekel de prata – Do período do Segundo Templo, o Sifting Project recuperou mais de 800 moedas judaicas. Muitas dessas moedas do fim do período do Segundo Templo parecem ter sido queimadas, provavelmente como resultado do incêndio que levou à destruição do Templo. Uma descoberta particularmente emocionante é uma rara moeda de prata cunhada durante o primeiro ano da Grande Revolta Judaica contra Roma (66/67 D.C.). A moeda mostra um ramo com três romãs e uma inscrição em hebraico antigo que diz “Jerusalém sagrada” (?????? ????). O outro lado da moeda mostra vasos do Templo com a inscrição “meio shekel” (??? ????). Essas moedas de meio-shekel eram usadas para pagar a taxa do Templo durante a Grande Revolta, substituindo o shekel Tiriano usado previamente. Parece que essas moedas de meio-shekel foram cunhadas pelas autoridades do Templo no próprio Monte do Templo. Essa taxa de meio-shekel para o santuário, mencionada no Livro do Êxodus (30:13-15), era paga por todo homem ao Templo Sagrado uma vez por ano. Nossa moeda de meio-shekel é bem preservada mas mostra cicatrizes do incêndio que destruiu o Segundo Templo em 70 D.C.

Cacos de Menorá — Um caco com um símbolo que se assemelha à menorá do Templo foi encontrado na peneiração. Baseado em seu tipo de cerâmica e textura, o cado data do período do domínio Bizantino sobre Jerusalém, de 324 a 640, ou do começo do período islâmico (séculos VII e VIII), mostrando que até mesmo nessa época havia uma ligação com o Templo judaico que foi destruído.

Cacos de Menorá — Um caco com um símbolo que se assemelha à menorá do Templo foi encontrado na peneiração. Baseado em seu tipo de cerâmica e textura, o cado data do período do domínio Bizantino sobre Jerusalém, de 324 a 640, ou do começo do período islâmico (séculos VII e VIII), mostrando que até mesmo nessa época havia uma ligação com o Templo judaico que foi destruído.

Rica pavimentação dos pátios do Templo de Herodes – Dezenas de azulejos de pedra opus sectile (intársia de pedra) foram encontrados pelo projeto de peneiração. Opus sectile (em latim: “trabalho cortado”) é a técnica de pavimentação de pisos em ricos padrões geométricos usando azulejos coloridos meticulosamente cortados e polidos. Muitos dos azulejos foram datados do final do período do Segundo Templo com base em azulejos semelhantes encontrados em palácios de Herodes. Suas dimensões são baseadas em fracções do pé romano (cerca de 29,6 cm). O historiador Flávio Josefo, escrevendo sobre os pátios abertos ao redor do Templo, disse: “Esses pátios inteiros que eram expostos ao céu eram cobertos por pedras de todos os tipos” (Guerra dos Judeus 5:2). Ultimamente, temos conseguido reconstruir alguns dos padrões desses pisos especiais usando princípios geométricos e através de semelhanças encontradas em desenhos de pisos usados por Herodes em outros locais.

Rica pavimentação dos pátios do Templo de Herodes – Dezenas de azulejos de pedra opus sectile (intársia de pedra) foram encontrados pelo projeto de peneiração. Opus sectile (em latim: “trabalho cortado”) é a técnica de pavimentação de pisos em ricos padrões geométricos usando azulejos coloridos meticulosamente cortados e polidos. Muitos dos azulejos foram datados do final do período do Segundo Templo com base em azulejos semelhantes encontrados em palácios de Herodes. Suas dimensões são baseadas em fracções do pé romano (cerca de 29,6 cm). O historiador Flávio Josefo, escrevendo sobre os pátios abertos ao redor do Templo, disse: “Esses pátios inteiros que eram expostos ao céu eram cobertos por pedras de todos os tipos” (Guerra dos Judeus 5:2). Ultimamente, temos conseguido reconstruir alguns dos padrões desses pisos especiais usando princípios geométricos e através de semelhanças encontradas em desenhos de pisos usados por Herodes em outros locais.

Ligação judaica com o Monte do Templo depois da destruição do Templo

As fontes rabínicas judaicas indicam que o local era foco de orações e pensamentos dos judeus durante todos os séculos depois da destruição do Segundo Templo (70 D.C.). Além disso, muitas inscrições (grafites) foram encontradas dentro do Monte do Templo, feitas por peregrinos judeus durante os períodos medievais. Isso apesar das dificuldades e do banimento à visitação e à moradia de judeus em Jerusalém. Essas inscrições indicam uma ligação contínua do Povo Judeu com seu local mais sagrado.

Documentos que foram encontrados na Guenizá do Cairo nos falam de residentes judeus de Jerusalém durante o começo do período islâmico que tinham o costume de rodear o Monte do Templo e rezar em frente ao portão do Monte do Templo. Um dos mais proeminentes rabinos judaicos na Era Medieval, o Rambam, escreveu que ele entrava no Monte do Templo e fazia um jejum privado anual por essa ocasião.

Sumário

Como mencionado acima, de acordo com fontes históricas abrangentes e tradições judaicas, cristãs e muçulmanas sobre o Monte do Templo, não há necessidade de evidência arqueológica para provar a existência do Templo Judaico sobre o Monte do Templo. Infelizmente, a ideologia de Negação do Templo, que foi criada 20 anos atrás e promovida por políticos e líderes religiosos palestinos, conseguiu se expandir para alguns pesquisadores árabes e, aparentemente, também foi adotada agora pela Unesco. Já que eles alegam que nunca foram encontrados artefatos arqueológicos provando a existência dos Templos judaicos sobre o Monte do Templo, é importante mostrar esses artefatos muito reais ao público em geral.

* Zachi Dvira (Zweig) é um arqueólogo e um dos diretores do Temple Mount Sifting Project, juntamente com Gabriel Barkay. Dvira é também ativo na luta para evitar a destruição de antiguidades sobre o Monte do Templo.


www.ruajudaica.com

Juscelino, me passou este artigo em 2016

A palavra Moriá é formada de duas palavras originais, MOR, que quer dizer essência ou perfume, YAH, que quer dizer o nome do ETERNO. O significado completo seria, a Essência do Senhor. Outro significado pode ser Moreh Yah, um pouco menos provável devido a forma de escrita, mas significaria, O Senhor é meu Mestre. No primeiro significado, pode estar associado ao local onde os sacrifícios eram feitos ao Senhor, e o cheiro dos sacrifícios e dos incensos sobiam ao Senhor como Cheiro Suave e Agradável ao Eterno.

No Judaísmo ele é o lugar mais importante para a fé judaica, o local mais sagrado que existe no mundo.

Para os cristãos romanos, o local mais sagrado é a Igreja do Santo Sepulcro, para os muçulmanos, são de maior importância as cidades de Meca e Medina na arábia saudita.

O Monte do Templo (em hebraico: הר הבית, transl. Har Ha-Bayit), em alusão ao antigo templo, pelos judeus e cristãos, e Nobre Santuário (الحرام الشريف, transl. Al-Haram ash-Sharif) pelos muçulmanos. É também conhecida como a Esplanada das Mesquitas pelos árabes, e considerado um lugar sagrado para muçulmanos e judeus e é um dos locais mais disputados do mundo. Muçulmanos e judeus da idade média acreditam que sob seus escombros está escondido o Templo de Salomão.

Os templos sobre as rochas que encontram-se no local foram construídos pelos muçulmanos e é o terceiro local mais sagrado do islamismo, referência a viagem até Jerusalém e a ascensão de Muhammad ao paraíso que foram fruto apenas de uma visão em um sonho de Maomé.

O local é também associado a vários profetas de Israel, sendo que os próprios muçulmanos consideram hoje estes profetas israelitas como “muçulmanos”. Lá localiza-se a Mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha, construídas ambas no século VII, uma das estruturas mais antigas do mundo muçulmano.

O Monte do Templo é o lugar mais sagrado do judaísmo, já que no Monte Moriá se situa a história bíblica do sacrifício de Isaac. O lugar da “pedra do sacrifício” (a Sagrada Pedra de Abraão), o local foi eleito pelo rei Davi para construir um santuário que abrigasse o objecto mais sagrado da fé judaica, a Arca da Aliança.

As obras foram terminadas por Salomão, o filho de Davi, no que se conhece como Primeiro Templo ou Templo de Salomão e cuja descrição só conhecemos através da Bíblia, resistindo no local por cerca de mais de 400 anos e sendo profanado e destruído por Nabucodonosor II em 587 a.C., dando início ao exílio judaico na Babilónia.

No Novo Testamento há também muitas e importantes passagens que relatam milagres e ensinamentos de Jesus na localização e dentro do Templo de Jerusalém. Alguns anos depois foi reconstruído o Segundo Templo, que resistiu alí também por mais de 400 anos, sendo que voltou a ser destruído em 70 E.C. pelos romanos, afim de conter a revolta judaica.

Com a excepção do muro ocidental, conhecido como Muro das Lamentações, que ainda se conserva e que constitui o lugar de peregrinação mais importante para os judeus.

Segundo a tradição judaica, neste mesmo local deverá construir-se o terceiro e último templo nos tempos do Messias. História

O Monte do Templo, conhecido como Monte Moriah é na realidade o local onde Abraão, o Pai da fé teria oferecido seu filho Isaque a Adonai, recebendo como resposta de que não havia necessidade do sacrifício e que um cervo havia sido lhe entre em substituição.

Além deste fato, segundo as Escrituras Sagradas, no mesmo local ficava localizada o celeiro de Araúna e seu campo de trigo, local onde o Rei Davi ofereceu o sacrifício ao Senhor afim de que a praga cessasse sobre a cidade de Jerusalém. Desta forma havia compreendido Davi de que este era o local que Adonai havia escolhido entre todas as tribos de Israel para pôr ali o seu nome e sua arca para sempre.

Neste mesmo local foram construídos posteriormente o Primeiro Templo sob o comando do Rei Salomão e o Segundo Templo sob o comando de Zorobabel que foi reformado e ampliado por Herodes o Grande. Com a queda de Jerusalém e a Queima do Templo no ano 70 E.C os judeus perderam seu principal local de culto e foram proibidos de residirem em Jerusalém por centenas de anos, sendo que este local caiu nas mãos dos romanos que construíram ali um templo a Zeus que posteriormente foi destruído e mais tarde no local foram construídas as duas mesquitas que resistem até os dias de hoje.

O Califa Omar ordenou a construção de uma mesquita ao lado sudeste do local, em direção a Meca, somente 78 anos após isto foi concluída a mesquita de al-Aqsa.

A construção original ficou conhecida por ter sido feito de madeira. Em 691 uma mesquita octogonal com uma cúpula foi construída sobre as rochas, chefiada pelo califa Abd al Malik, ficando o santuário conhecido como a Domo da Rocha (Qubbat as-Sakhra قبة الصخرة). Sua cúpula em si foi coberta de ouro somente em 1920. Em 715, os omíadas liderados pelo califa al-Walid I, construíram um templo nas proximidades de Chanuyos, que deram o nome de al-Masjid al-Aqsaالمسجد الأقصى, a al-Aqsa ou traduzido “a mais distante mesquita “, correspondente à crença muçulmana da lendária jornada noturna no relato do Alcorão e hadith feita por Muhammad(Maomé).

O termo al-Haram al-Sharifالحرم الشريف (Santuário Nobre) refere-se a toda a área que circunda a rocha, como foi chamado mais tarde pela mamelucos e pelo Império Otomano.

Após o local ter sido conquistado pelos cruzados, Saladino reconquistou Jerusalém e os templos em 2 de outubro de 1187, através do Cerco a Jerusalém. Antes da queda pelos cristãos, Saladino ofertou generosos termos de rendição, os quais foram rejeitados. Após o cerco ter iniciado, ele ofereceu 25% do reino de Jerusalém ao povo cristão, que também foi rejeitado, porém após a morte de uma série de muçulmanos (estima-se 5.000), as forças cristãs lideradas por Balião de Ibelin iniciaram a destruição dos locais sagrados muçulmanos localizados na Esplanada das Mesquitas, o que gerou a revolta entre os muçulmanos. Após a captura de Jerusalém, Saladino convidou os judeus a voltarem a cidade, sendo que estes anteriormente foram expulsos pelos cristãos.

Os judeus de Ashkelon, uma grande população judaica, aceitaram este convite e voltaram a viver em Jerusalém.

História recente

Frequentemente o acesso aos templos é bloqueado por questões de segurança (o que algumas organizações vêem como violações aos direitos humanos), porém em determinadas ocasiões do ano o acesso de fiéis oriundos da Cisjordânia é liberado pelo exército israelense; durante o Ramadã de 2008, por exemplo, o então ministro da defesa do país, Ehud Barak, permitiu o acesso, durante as reuniões de sexta-feira, apenas de homens entre 45 e 50 casados, mulheres de 30 e 45 anos, além de homens com mais de 50 e mulheres com mais de 45 anos.

Segundo a ortodoxia judaica, os judeus não devem subir ao Monte do Templo porque o consideram um lugar sagrado profanado e porque poderiam, sem querer, violar o Santo dos Santos do antigo templo, isto é, a zona do mesmo cuja entrada só estava permitida ao Sumo Sacerdote.

Os conflitos na região ocorrem constantemente devido a falsas acusações dos muçulmanos de que Israel põem em risco o local com escavações arqueológicas, mas no ano de 2007 foram os muçulmanos que fizeram escavações e construções ilegais, ampliando o número de mesquitas no local para três e causando a destruição de milhares de raridades arqueológicas que se encontravam no sub-solo.

O Waqfa, a organização muçulmana que controla o Monte do Templo constantemente realiza atos de incitação da população árabe contra a população judaica, o que resulta muitas vezes em casos de violência como o atirar pedras contra visitantes no Muro das Lamentações. A segurança no Monte do Templo ainda é feita pelas Forças de Segurança de Israel, devido a falta de confiança que há no Uaqfa em garantir a paz e a tranquilidade dos turistas que visitam o local.

https://www.cafetorah.com/o-monte-moriah/

 

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Fracassos Espirituais

       Recuso-me a ficar desanimado por qualquer coisa, mas o meu coração pesa de andar entre cristãos que estão rodando a quarenta anos no deserto, sem voltar para o pecado, mas também sem entrar na vida santa. Vagando em círculos sem propósito, às vezes um pouco mais quentes, às vezes um pouco mais frios, às vezes um pouco mais santos e às vezes um pouco mais profanos, mas nunca avançando. Adquiriram hábitos difíceis de quebrar, e é quase certo que viverão e morrerão como fracassos espirituais. Para mim isso é terrível.

       Um homem resolve ser advogado e gasta anos estudando leis e finalmente abre seu escritório. Logo ele descobre algo no próprio temperamento que lhe impossibilita ser um bom advogado. É um completo fracasso. Está com 50 anos, foi admitido na ordem aos 30 e, vinte anos depois, não foi capaz de se estabelecer como advogado. Como advogado é um fracasso.

       Um empreendedor compra um negócio e tenta operá-lo. Ele faz tudo o que sabe, mas simplesmente não consegue fazer o negócio progredir. Ano após ano, as contas estão no vermelho, e ele não obtém nenhum lucro. Toma emprestado o que consegue, encontra um pouco de ânimo e um pouco de esperança, mas esse ânimo e essa esperança morrem, e ele vai à falência. Finalmente ele vende tudo, com uma dívida impossível, e torna-se um fracasso no mundo dos negócios.

       Uma mulher é educada para ser professora, mas simplesmente não consegue conviver com as outras mestras. Algo em sua constituição ou em seu temperamento não lhe permite um bom relacionamento com crianças ou jovens. Então, depois de ser jogada de uma escola para outra, finalmente desiste, vai para algum lugar e arranja um serviço no qual lida com uma maquina grampeadora. Ela simplesmente não consegue ensinar e é um fracasso no mundo da educação.

       Conheço ministros que pensavam terem sido chamados para pregar. Eles oraram e aprenderam grego e hebraico, mas de algum modo não conseguiram fazer o público ouvi-los.  Simplesmente não conseguiram. Eram fracassos no mundo congregacional.

       É possível ser cristão e, ainda assim, ser um fracasso. Isso é o mesmo que Israel no deserto, vagueando. Os israelitas eram o povo de Deus, protegidos e alimentados, mas fracassados. Não estavam onde Deus queria que estivessem. Eles cederam. Estavam no meio do caminho, entre onde haviam estado e onde deviam estar. E isso descreve muitos que pertencem ao povo de Deus. Eles vivem e morrem como fracassos espirituais. Sou grato por Deus ser bom e generoso. Os fracassados podem engatinhar até os braços de Deus, relaxar e dizer: “Pai, baguncei tudo. Sou um fracasso espiritual. Não que eu tenha feito maldades por aí, mas estou velho e pronto para ir, e sou um fracasso”.

       O nosso Pai celestial, bondoso e gracioso, não dirá a essa pessoa: “Afaste-se de mim – nunca o conheci”, porque essa pessoa creu e crê em Jesus Cristo. O indivíduo simplesmente tem sido um fracasso ao longo da vida. Ele está pronto para morrer e está pronto para o céu. Imagino se não foi isso o que Paulo, o homem de Deus, quis dizer, ao declarar:

1ª Co 3:11-15

Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.
E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha,
A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um.
Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão.
Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo.”

       Penso que esse é o significado, certamente. Precisamos ser o tipo de cristãos que consegue salvar não apenas a nossa alma, mas também a nossa vida. Quando Ló deixou Sodoma, nada mais possuía além das roupas do corpo. Graças a Deus, havia saído. Mas teria sido muito melhor se, depois de despedir-se do portão, tivesse saído com os camelos carregados com seus pertences. Ele poderia ter saído de cabeça erguida, altivo, dizendo adeus à velha Sodoma. Seria muito melhor se pudesse ter partido dali com a família. E, quando se estabeleceu num novo lugar, poderia estar “ricamente provido” ao entrar (v.2ºPe 1:11).

       Graças a Deus, você vai conseguir. Mas você quer conseguir do jeito que anda agindo ultimamente? Vagando, perambulando sem destino? Quando haverá um lugar em que Jesus derramará “o óleo da alegria” sobre a sua cabeça, um lugar mais doce que qualquer outro no mundo todo, o trono da graça comprado com sangue (Sl 45:7; Hb 1:9)? A vontade de Deus é que você entre no Santo dos Santos, viva à sombra do trono da graça e saia dali e sempre volte para ser renovado, recarregado e realimentado. A vontade de Deus é que você viva no trono da graça, vivendo uma vida separada, limpa, santa, sacrificial – uma vida de contínua diferença espiritual. Isso não seria melhor que o caminho em que você anda agora?

Estamos marchando para Sião

(***)Isaac Watts (1674-1748)

Cheguemos, nós, que amamos o Senhor,

Que nossa alegria seja conhecida;

Juntar-nos em um cântico de doce harmonia,

Juntar-nos em um cântico de doce harmonia

E assim circundar o trono,

E assim circundar o trono.

Estamos marchando para Sião,

Bela, bela Sião;

Estamos subindo para Sião,

A bela cidade de Deus.

Deixemos os que se recusam a cantar

Os que nunca conheceram nosso Deus;

Mas os filhos do Rei celeste,

Mas os filhos do Rei celeste

Podem suas alegrias alardear,

Podem suas alegrias alardear.

O monte de Sião produz

Milhares de doçuras sagradas

Antes de alcançarmos os campos celestes,

Antes de alcançarmos os campos celestes,

Ou andarmos nas ruas de ouro,

Ou andarmos nas ruas de ouro.


Então que nossos cânticos se multipliquem,

E cada lágrima seja seca;

Estamos marchando pelas terras de Emanuel,

Estamos marchando pelas terras de Emanuel,

Para mundos melhores no alto,

Para mundos melhores no alto.

 A VIDA CRUCIFICADA – COMO VIVER UMA EXPERIÊNCIA CRISTÃ MAIS PROFUNDA

A.W.TOZER

EDITORA VIDA

 

(***)Isaac Watts (1674-1748)

 

Isaac Watts (1674-1748)
O pai da Hinologia Inglesa, Isaac Watts, nasceu em 17 de julho de 1674, em Sout­amp­ton, Eng­land. O pai de Watts foi um preso dissidente por suas opiniões religiosas. Isaac aprendeu grego, latim e hebraico com o Sr. Pinhorn, reitor de “Todos os Santos”, e diretor da “Escola de Gramática” em Southampton.
 
O gosto de Isaac para a poesia mostrou-se na primeira infância. Sendo assim, muitas promessas lhe foram feitas, oferecendo a ele uma educação universitária, onde ele seria ordenado padre na Igreja Católica da Inglaterra. No entanto, Isaac se recusou e, em vez disso, entrou em uma academia dissidente em Stoke Newington em 1690, sob os cuidados de Thomas Rowe, pastor da “Congregação Independente”Isaac juntou-se a esta congregação em 1693.
 
Watts deixou a Academia aos 20 anos e passou dois anos em casa. Foi durante este período que ele escreveu a maior parte de seus hinos e cânticos espirituais. Eles foram cantados a partir de manuscritos na capela de “Southampton”, e publicada entre 1707 e 1709.
 
Watts pregou seu primeiro sermão aos 24 anos. Nos próximos três anos, ele pregou freqüentemente, e em 1702 foi ordenado como pastor da “Congregação Independente” em Mark Lane. Naquela época, ele se mudou para a casa do Sr. Hollis, em Minories. Sua saúde começou a falhar, e Samuel Price foi nomeado como seu assistente no seu ministério.
 
Em 1728, a Universidade de Edimburgo concedeu a Watts um grau de Doutor em Divindade.
 
Faleceu no dia 25 de novembro de 1748 em Stoke Newington, Inglaterra. Seus restos mortais encontram-se no cemitério “Bun­hill Fields”, em Londres.
 
Isaac Watts é o letrista de 06 hinos no Hinário Adventista. São eles: (nºs 1, 24, 540, 548, 550 e 565).
 
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A vontade de Deus é perfeita para a família

      Certa vez um homem chegou em casa com uma grande notícia para sua família: “Está decidido! Vou ser pastor no sertão nordestino”. Todos arregalaram o olho, esposa, filhos, a Sogra e até o cachorro. E tinham realmente motivos para se espantarem, afinal de contas, quem estava falando que iria ser pastor no sertão nordestino era um grande empresário da cidade de São Paulo, que nem seminário tinha feito. Alberto era um homem de meia idade bem-sucedido, casado com uma mulher cristã, compreensiva e amorosa, e tinha três filhos na época da adolescência. Seus filhos não davam trabalho, eram adolescentes apenas com problemas de adolescentes, espinhas, ‘namoricos’, notas baixas, notas altas, cinema, dois meninos e uma menina, na faixa de 13 a 17 anos. Alberto era um homem em paz, levou sua sogra para morar em sua casa depois que o sogro faleceu. Enfim, era um homem com uma vida estabilizada.

       Aquele dia em que tomou esta decisão era uma quarta-feira. Alberto estava no meio de uma semana bem cansativa no seu trabalho, e resolveu buscar um pouco de paz e ouvir Deus no culto de quarta-feira em sua igreja. Alberto tinha uma estabilidade financeira, vivia momento de tranquilidade com sua família, mas alguma coisa o deixava incomodado. Era como se ele estivesse eternamente cansado, e desanimado. As vezes chegava a se sentir incomodado por seus próprios sentimentos, afinal de contas, tinha tudo o que pedira a Deus, mas, mesmo assim, estava insatisfeito. Havia algum tempo que Alberto orava por esses sentimentos, queria entender porque estava tão incomodado ultimamente.       

      Entrou na igreja e só conseguia conversar com Deus a respeito desses sentimentos. Orou, orou e orou, até que começou a ouvir. Participou do culto, louvou a Deus, ouviu a mensagem proferida pelo pastor, terminado o culto cumprimentou a todos e caminhou até o seu carro. Durante sua ida para casa foi refletindo sobre a mensagem ouvida e remoendo tudo. Juntando como um quebra-cabeça cada peça começou a entender o que se passava com ele. “É isso! Deus quer usar a minha vida!”. Alberto ouviu a voz de Deus de forma clara, tinha compreendido que Deus queria usar a sua vida de uma forma diferente, em um lugar diferente. Lembrou-se da mensagem de um missionário do sertão nordestino, que tinha ouvido em sua igreja há seis meses. O seu problema maior não era deixar São Paulo e todo o seu conforto, mas levar sua família. O trabalho não havia problema, Alberto era sócio em uma empresa e com certeza conseguiria administrá-la de longe. Mas sabia que tirar adolescentes de uma grande capital para o sertão nordestino seria complicado. Então orou, orou, orou e orou. E Deus tocou no coração de seus filhos. Quando chegou em casa decidido os filhos arregalaram os olhos de susto, porque a família toda estava reunida antes dele chegar conversando sobre um sonho que sua filha Ana havia tido naquela noite. Ana tinha sonhado que estava com toda a família num deserto, não havia nada naquele lugar, apenas uma simples casa, muito diferente da que eles moravam. Não havia ao menos cama suficiente para todos, alguns estavam dormindo no chão. Mas todos estavam felizes! Ana acordou com uma sensação de paz, de consolo vindo de Deus, e estava compartilhando essa paz com a família quando seu pai chegou em casa com a notícia. O espanto, é claro, foi geral. Mas todos entenderam de imediato o que estava acontecendo: Deus estava falando!

       Alberto aceitou o desafio de Deus e sua família o apoiou porque tinham a paz de Deus diante de uma grande mudança. E seguiram para o sertão, um lugar sem os luxos e mordomias que tinham, mas vivendo a vontade de Deus em paz. Hoje Alberto é pastor formado por um seminário do nordeste brasileiro e toda sua família o ajuda no ministério, sua esposa lidera o grupo de mulheres, sua filha evangeliza as crianças, um filho ensina música para quem desejar e outro lidera a juventude com diversas programações, sua sogra também foi e se reúne quase todos os dias com a terceira idade para meditações bíblicas e troca de experiências. Alberto entendeu que a vontade de Deus é agradável não só para quem recebe, mas para toda sua família. “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transforme-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12.2).

 O Jornal Batista Ano CXIV Edição 06  

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Pregadores de Rosas

 

Pregadores de Rosas

Tu que pregaste as rosas
E não mostraste os espinhos
Quando vieram as provas
Oh! Cristão deixa o caminho
Quem sai em busca de flores
Onde não tem
Acaba encontrando as dores
E os espinhos também

Coro
Pregadores de rosas preguem
Os espinhos também
Preguem que Deus é amor,
Deus é amor, mas é justiça também
Porque a fé sem as obras pra Deus,
Nenhum valor ela tem

Não preguem facilidade
Para o caminho do céu
Se não houver santidade
O cristão jamais verá Deus

Pastor que usa cajado
Ao conduzir as ovelhas
Será bem recompensado
Quando ao Senhor devolvê-las

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“O MAIOR ULTRAJE AO EVANGELHO DE CRISTO”


Uma belíssima e exortativa mensagem do meu Pastor, Pr Isaías Gomes de Oliveira, para a igreja do nosso Senhor Jesus Cristo, nos dias atuais.

Uma mensagem de alguém que ama e da a sua vida por uma igreja sem maculas, rugas, culpa ou condenação.

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A tragédia da liberdade

 

Existem palavras que são portadoras de profundo apelo estético e emocional, que se tornam verdadeiros ícones culturais, ainda que possam ser usadas indevidamente. É o caso do termo “liberdade”. Ao longo das eras, esse tem sido um dos grandes anseios da humanidade, em todos os lugares e nos mais diversos povos e grupos. Nas recentes manifestações de rua que vêm ocorrendo no Brasil, ela se tornou um dos chavões vistos e ouvidos com maior frequência. Todavia, muitos daqueles que reivindicam maior liberdade se esquecem da sua contrapartida, sem a qual ela se torna um grande mal e não um benefício — os deveres, a responsabilidade.

Historicamente, a liberdade sempre foi entendida como o livramento de algum tipo de opressão ou tirania, seja ela política, econômica, étnica, social ou religiosa. Ela fez parte, por exemplo, do famoso lema da Revolução Francesa – “Liberdade, igualdade e fraternidade”. Nesse sentido tradicional, a liberdade sempre possui uma dimensão coletiva, compartilhada. Entretanto, em tempos mais recentes, o vocábulo tem adquirido um tom individualista e personalista. Significa o direito de fazer o que se quer, satisfazer os desejos e aspirações pessoais, não importa o que os outros pensem ou o impacto que isso possa ter sobre a comunidade.

Assim, vemos indivíduos reivindicando liberdade para consumir narcóticos, para cometer atos de vandalismo, para se apossar da propriedade alheia. Na Universidade de São Paulo (USP), considerada a melhor do país, um grupo minoritário de estudantes, mais interessados em fazer política ideológica do que em estudar, tendo o apoio de parte dos funcionários e do corpo docente, ocupa e depreda durante meses o edifício da reitoria para reivindicar o direito de participar da escolha dos dirigentes universitários. Muitos deles são de classe média e estudam gratuitamente numa instituição pública, ou seja, possuem uma situação privilegiada, mas, mesmo assim, querem mais liberdade, mais prerrogativas.

Vale citar outro exemplo que é um tabu na cultura nacional, algo que não deve ser discutido. Existe no Brasil uma lógica perversa: como os pobres são pessoas injustiçadas e sofridas, eles teriam o direito, a liberdade de fazer certas coisas que são vedadas a outras pessoas. Veja-se, por exemplo, o que acontece com os moradores de rua das grandes cidades. Eles se instalam nas calçadas e praças, usam espaços públicos como se fossem propriedade particular, espalham lixo e outros dejetos, mas ai se alguém sugerir que eles devem ser forçados a observar certos padrões de conduta. O poder público, como não cumpre o dever de assistir a essas pessoas, faz vista grossa quando elas transgridem normas e leis, concedendo-lhes uma liberdade que elas não deveriam ter.

Os evangélicos não estão livres dessa síndrome. Acham que, por serem “filhos do Rei”, têm direito a isto ou àquilo. Muitos se deixam contaminar pelos valores egocêntricos da sociedade circundante. Um jovem líder da igreja, ao ser questionado por que estava deixando a esposa para ficar com outra mulher, declarou: “Eu quero é ser feliz!”. A mentalidade de que o cristão, uma vez liberto por Cristo, não deve ficar sujeito a nenhuma lei (antinomismo) já surgiu na igreja primitiva. O apóstolo Paulo lida com esse problema em algumas de suas epístolas. Escrevendo aos crentes romanos que se julgavam livres para comer a carne vendida nos mercados pagãos, ele adverte: “Vede, porém, que esta vossa liberdade não venha, de algum modo, a ser tropeço para os fracos” (1ªCo 8.9). Dirigindo-se aos gálatas, depois de declarar que os cristãos estão livres do jugo da lei, ele acrescenta: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis a liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor” (5.13; ver 1ªPe 2.16). Em outras palavras, a liberdade não é um valor absoluto, mas deve ser limitada pelos ditames da ética e da convivência.

A partir do Iluminismo, consagraram-se as grandes liberdades democráticas que tantos benefícios trouxeram ao mundo moderno: liberdade de consciência, liberdade de expressão, liberdade de associação, liberdade religiosa. Com o passar do tempo, o protestantismo abraçou esses valores e os difundiu em muitas nações. Contudo, o que se vê hoje de forma crescente é uma liberdade permissiva e insana, não acompanhada de igual ênfase na disciplina, no respeito, no acatamento das leis. Isso tem consequências nefastas numa sociedade como a brasileira, com seu longo histórico de formação ética deficiente, de forte tendência para o desprezo da lei, de instituições viciadas e frágeis. A escalada do crime, os horrores do trânsito, o drama dos tóxicos, o flagelo da corrupção, são todos exemplos dessa tragédia que é a liberdade não acompanhada de um forte senso de valores, de responsabilidade.

Martinho Lutero foi criticado por sua ênfase na “justificação pela graça mediante a fé somente”. Diziam que isso era um convite à negligência moral e espiritual na vida cristã. Bastava ter fé e nada mais era preciso. Respondendo a essa alegação, ele observou que a justificação é pela fé somente, mas nunca por uma fé “que está só”. Em outras palavras, a fé salvadora, se genuína, sempre será seguida de boas obras que agradam a Deus e beneficiam o próximo. É possível parafrasear o grande reformador no que diz respeito à liberdade. Nós – quer como cristãos, quer como cidadãos — somos chamados à liberdade, mas uma liberdade que nunca está só, sendo acompanhada da consciência de que há sempre uma contrapartida, um outro lado da moeda. Nenhuma sociedade pode sobreviver quando todos estão simplesmente à procura de mais direitos, de maiores privilégios. Cumpre, sim, aos pais, aos mestres, aos formadores de opinião e aos líderes em geral educar as novas gerações para a valorização da liberdade, mas nunca em detrimento do dever, da necessidade de limites, do equilíbrio entre os interesses pessoais e os imperativos do bem comum.

• Alderi Souza de Matos é doutor em história da igreja pela Universidade de Boston e historiador oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil. É autor de A Caminhada Cristã na História e “Os Pioneiros Presbiterianos do Brasil”. asdm@mackenzie.com.br

http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/346/a-tragedia-da-liberdade

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Como a mulher cristã deve se vestir

 

 

Em 1ª Timóteo 2:9,10 (NVI), Paulo declarou:

Quero que as mulheres se vistam modestamente, com decência e discrição, não se adornando com tranças e com ouro, nem com pérolas ou com roupas caras, mas com boas obras, como convém a mulheres que declaram adorar a Deus.

Pedro disse algo semelhante:

A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e joias de ouro ou roupas finas. Ao contrário, esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranquilo, o que é de grande valor para Deus.

1ª Pedro 3:3,4 (NVI)

Os apóstolos Paulo e Pedro não afirmaram que é pecado vestir-se bem e usar joias. Eles apenas enfatizaram que a verdadeira beleza da mulher cristã é a interior. O cerne do que Paulo e Pedro ensinaram é: as mulheres cristãs devem vestir-se com modéstia, moderação, decência, sobriedade, ou seja, com trajes decentes e honrados, evitando modismos indecentes que as desqualifiquem como servas de Deus. Elas devem evitar a ostentação, o exagero, a falta de compostura e a sensualidade. Esse é um princípio que transcende as culturas e o tempo, portanto permanece até os nossos dias.

O modo de vestir-se tem a ver com questões socioculturais, mas não é uma condição para a salvação. Logo, não pode ser considerada doutrina bíblica. Costumes não são doutrinas.

As mulheres e os homens para os quais Moisés ensinou as regras na Torá vestiam-se com roupões, túnicas longas. O homem não usava terno, e a mulher não tinha vestidos como os que conhecemos hoje. A diferença da roupa do homem para a da mulher muitas vezes era apenas uma questão de tamanho, cor e ornamentos. (Atente para as vestimentas usadas no Oriente Médio ainda hoje.) Logo, hoje em dia, não são as calças compridas que caracterizam as vestes masculinas. Existem calças para homens, e calças bem femininas, para as mulheres.

Além disso, é provável que, sabendo que o Senhor preza as diferenças entre o feminino e o masculino e o relacionamento heterossexual, mas que certas religiões pagãs antigas apregoavam o uso de roupas “unissex” e o homossexualismo, Moisés, orientado por Deus, para combater tal influência cultural pecaminosa, tenha ordenado:

Não haverá trajo de homem na mulher, e não vestirá o homem veste de mulher; porque qualquer que faz isto abominação é ao SENHOR, teu Deus.

Deuteronômio 22:5

Contudo, ainda na atualidade, há líderes religiosos que, desconsiderando as questões culturais nos textos do Antigo e do Novo Testamento, proíbem às mulheres o uso de brincos, de maquiagem, das calças compridas.

Não estou condenando os pastores que são mais rígidos quanto aos costumes, apenas esclarecendo as diferentes interpretações de textos considerados básicos para a permissão ou a proibição de calças compridas, brincos e maquiagem.

Às cristãs que congregam em igrejas mais tradicionais, recomendo que, mesmo tendo esse entendimento, abram mão das calças compridas, do brinco, da maquiagem, se isso ameaçar a comunhão que têm com seus líderes espirituais e irmãos em Cristo e para não provocar escândalos à fé de alguém.

Se não estiverem dispostas a obedecer ao seu pastor por amor à Palavra e à sua igreja (Hebreus 13:17), devem mudar com a sua família para uma denominação que não imponha certos costumes como doutrina.

http://www.cacp.org.br/como-a-mulher-crista-deve-se-vestir/ 

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Descanso

Brevemente retornarei com novas postagens.

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Igreja do Evangelho Quadrangular

Emblema

Jesus Cristo o Salvador, O Batizador com o Espírito Santo, O Médico dos médicos, O Rei que há de vir

Jesus Cristo o Salvador, O Batizador com o Espírito Santo, O Médico dos médicos, O Rei que há de vir

 

Cruz Quadrangular.jpg
1. A Cruz representa a salvação. 2. A Pomba representa o Espírito Santo.
Cálice Quadrangular.jpg
3. O Cálice representa a cura divina.
Coroa Quadrangular.jpg
4. A Coroa representa a segunda vinda de Jesus Cristo.
Classificação Protestante
Orientação Pentecostal
Líder Glenn C. Burris Jr.
Associações Pentecostal/Charismatic Churches of North America
Área geográfica O mundo inteiro
Fundador Aimee Semple McPherson
Origem 01 de janeiro de1923 (93 anos)
Los Angeles, California
Congregações 68.085
Membros 7.527.174                                                                       3.100.000Brasil
Ministros 98.804

A Igreja do Evangelho Quadrangular é uma denominação cristã evangélica pentecostal, fundada nos Estados Unidos em 1923. A partir do ano 2000, teve uma adesão de mais de 7.000.000 pessoas, com 68.000 igrejas em 136 países.

Fundação da Igreja

Aimée Semple McPherson, uma evangelista conhecida como “Irmã      Aimee”, fundou a Igreja do Evangelho Quadrangular em 1° de janeiro de  1923, em Los Angeles, Califórnia, com a inauguração da sede internacional  Angelus Temple, que tinha capacidade para cinco mil pessoas. Nos  primeiros meses, sete mil pessoas se converteram a Jesus. Trinta dias  depois, foi inaugurado o Instituto de Treinamento Evangelístico e  Missionário e uma sala de oração, consagrada e tendo como base o  versículo “orai sem cessar”. Aimée dirigia 21 cultos por semana,  participava de eventos públicos e parava completamente as ruas de Los  Angeles, diretamente para o Angelus Temple.

Angelus Temple, construído por Aimee Semple McPherson e dedicado em 1° de Janeiro de 1923. O templo está defronte do Echo Park, próximo do centro de Los Angeles, Califórnia.

Angelus Temple, construído por Aimee Semple McPherson e dedicado em 1° de Janeiro de 1923. O templo está defronte do Echo Park, próximo do centro de Los Angeles, Califórnia.

 

Quando irmã Aimée concluiu seu ministério, em 1944, a presidência do movimento Quadrangular e da Cruzada Internacional de Evangelização passou para seu filho Rolf K. McPherson, que serviu ao corpo diretivo por 44 anos. A mudança da liderança não desacelerou o progresso. Ao contrário. Sob sua responsabilidade, o movimento passou de 400 igrejas para mais de 10 mil.

Com o objetivo de expandir-se ainda mais, alcançar comunidades no mundo todo e ecoar as palavras escritas na pedra angular do Angelus Temple, que dedica seus membros ao evangelismo universal interdenominacional, a Igreja Quadrangular formou a Fraternidade Pentecostal da América do Norte, em 1948, em uma aliança com a Assembleia de Deus, a Igreja de Deus, a Open Bible Standard Churches, a Igreja Internacional Pentecostal de Santidade, entre outras. Hoje, já existem igrejas Quadrangulares em todos os Estados norte-americanos, além de outras tantas espalhadas por 146 países.

Doutrina da Igreja

A Igreja do Evangelho Quadrangular acredita no seguinte:

  • A Bíblia como palavra inspirada por Deus
  • A Santíssima Trindade
  • A morte expiatória de Cristo pelos pecadores
  • Salvação através da graça de Deus no Senhor Jesus Cristo
  • A necessidade de sincero arrependimento e aceitação de Cristo
  • O novo nascimento (Santificação)
  • O crescimento diário através do poder, oração, amor e serviço
  • Batismo por imersão
  • Comunhão/ Ceia do Senhor
  • O batismo no Espírito Santo
  • Os dons espirituais e fruto do Espírito Santo
  • Cura divina
  • O retorno iminente de Jesus Cristo
  • Julgamento Final
  • Evangelismo enfatizado no discipulado
  • Dízimo e ofertas
  • Moderação – A moderação dos cristãos deve ser óbvia a outros e que o nosso relacionamento com Jesus nunca deve conduzir pessoas a fanatismos extremos; suas vidas devem ter como modelo a vida de Cristo em retidão, em equilíbrio, em humildade, e em sacrifício próprio.
  • Relação com a Igreja – é um dever sagrado para se identificar com uma congregação de crentes para adorar a Deus, observar as ordenanças de Cristo, exortar e apoiar os outros, o trabalho para a salvação dos outros e trabalhar juntos para o avanço no Reino do Senhor.
  • Governo Civil – governo civil está pela nomeação divina e as leis civis devem ser respeitadas em todos os momentos, exceto nas coisas contrárias à vontade de Deus.
  • Céu – céu é a habitação da glória do Deus vivo e eterno lar dos crentes nascidos de novo.
  • Inferno – inferno é um lugar de escuridão, a mais profunda tristeza e fogo inextinguível, que não estava preparado para o homem, mas para o diabo e seus anjos, e ele vai se tornar o lugar de separação eterna de Deus para todos os que rejeitam a Cristo como Salvador.
  • A Quadrangular enfatiza um relacionamento de todo o coração com Deus, um meio de falar com Deus através da oração, meditação e jejum, junto com o serviço social por meio de Cristo.

Vale ressaltar que a Igreja do Evangelho Quadrangular não prega usos e costumes, estando o membro disposto a vestir o que lhe convir perante seu entendimento. Nada é proibido, porque Deus nos deu o livre arbítrio, mas para que as pessoas saiam ou não entrem no pecado tudo é ensinado e você mesmo se proíbe após entender profundamente do assunto. A denominação também prega que devemos cuidar do nosso corpo pois é o templo do Espírito Santo, especial para Deus.

Lema da Igreja

O lema bíblico da Igreja do Evangelho Quadrangular é texto do versículo de Hebreus 13:8: Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente.

Brasil

História

Fundada em São João da Boa Vista, SP, a 15 de novembro de 1951, pelo missionário da Foursquare Church Gospel, Pastor Harold Edwin Williams e sua esposa, Mary Williams, que vieram ao País inspirados a levar a Palavra de Deus e salvar almas para Cristo, auxiliados pelo Pastor Jesus Hermirio Vasquez Ramos. O primeiro natural de Los Angeles, E.U.A., e o segundo natural do Peru. No começo, não foi fácil. Passaram por diversas provações e desafios, mas sempre guiados pela luz divina. A primeira parada na América do Sul se deu na Bolívia, onde pregaram os ensinamentos do Senhor por um ano. Por alguma razão, eles sentiam que este não era o lugar onde Deus os desejava.

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A obra começou numa casa na cidade de Poços de Caldas, MG, junto com uma escola de inglês, indo depois para São João da Boa Vista, onde foi construído pelos fundadores um pequeno templo.

Em 1952 vieram para a capital de São Paulo realizar campanhas evangelísticas a convite de um pastor da Igreja Presbiteriana do Cambuci e pouco tempo depois foram para uma tenda de lona no mesmo bairro. De lá foram para o bairro da Água Branca e então para o salão da Rua Brigadeiro Galvão.

A tenda passou então a viajar pelo Estado de São Paulo como a tenda número um, enquanto nos salões da rua Brigadeiro Galvão as senhoras da igreja começaram a ajudar um irmão que havia trabalhado muito tempo com um circo e que as ensinou a costurar tendas.

As tendas compradas ou fabricadas na própria igreja saíram peregrinando por lugares como Casa Verde, Americana, Limeira, Vitória, Curitiba e vários outros. Numa onda contagiante, o movimento crescia e cada tenda dava origem a um novo núcleo que se constituía em uma nova igreja.

Na década de 1960, já sob a liderança do Pastor George Russell Faulkner, estabeleceu-se a meta de levar a mensagem a cada capital de Estado, sendo depois espalhada nos outros municípios. As tendas passavam e deixavam uma nova comunidade formada. Os finais das décadas de setenta e oitenta foram marcados pelo evangelismo dinâmico e pela construção de grandes e belos templos.

Em 1997, a igreja contava com 5.530 templos e obras novas (que estão funcionando em 2.026 templos, 1.778 salões e 1.726 tabernáculos de madeira), além de 4.000 congregações e pontos de pregação, que funcionam sob a responsabilidade das igrejas locais.

Ao todo eram 2.887 ministros, 1.488 aspirantes e 10.648 obreiros credenciados (deste total de 15.023 membros do ministério, 5.951 eram mulheres). Trabalhavam ainda 38.000 diáconos e diaconisas, com um total de aproximadamente 1.600.000 membros.

Estrutura

O governo eclesiástico da Igreja do Evangelho Quadrangular é o episcopal, possuindo uma estrutura hierarquizada. Os grupos administrativos são nomeados desta maneira: Conselho Diretor Local (em cada igreja), Conselho Estadual de Diretores (nível estadual) e Conselho Nacional de Diretores (nível nacional). Em todos os conselhos existem órgãos, que são: presidência, vice-presidência, tesourariasecretaria. As Regiões Eclesiásticas intra-estaduais (Catedrais) são administradas por um Superintendente (Bispo) com nomeação vitalícia, enquanto os Conselhos Estaduais e Federais são dirigidos por Bispos eleitos em Convenções e Assembleias com mandatos temporários, sendo permitidas reeleições. Para definir os integrantes do Conselho Nacional são realizadas eleições a cada quatro anos. Para definir os membros dos Conselhos Diretores Locais, anualmente é convocada uma assembleia geral com todos os membros da igreja local: se o indicado a um cargo administrativo não tiver o posto de Ministro do Evangelho, a igreja vota no modo que for ordenado pelo pastor titular e em quem o mesmo indicou para fazer parte do seu Conselho. Caso o indicado tenha o posto de Ministro do Evangelho, não é uma indicação e sim uma escolha do pastor titular.

Os membros interessados em se tornar pastores têm que passar necessariamente por duas categorias inferiores: Obreiro Credenciado e Aspirante ao Ministério, para enfim alcançar o nível de Ministro do Evangelho. Os postos e cargos são concedidos pelos Conselhos da Igreja no país, estado, município ou região.

No Conselho Nacional de Diretores são todos denominados Reverendos, sendo um título empregado apenas para Ministros do Evangelho. Existem também os bispos, também chamados de superintendentes, que regem uma ou mais regiões eclesiásticas.

Os diáconos trabalham na organização dos templos, organizando-os e ajudando em todos os cultos, sendo de grande ajuda também no culto de Ceia do Senhor.

A igreja brasileira, através da Secretaria Geral de Missões, SGM, até o ano de 2014 enviou 51 missionários em 20 países, porém até meados de 2015 esse número chega a 57 missionários. A Secretaria Geral de Missões também possui projetos nacionais, dentre eles podem-se citar o projeto Lucas, que funciona com ônibus equipados com clínicas médicas e odontológicas que, com o apoio de voluntários oferecem atendimento gratuito às comunidades por onde passam. O projeto Ribeirinhos também é um exemplo da missão de levar a palavra de Deus às comunidades que vivem nas margens dos rios amazônicos, como também recursos que geram uma qualidade de vida melhor a essas pessoas.

IEQ hoje

Se encontra hoje em 147 países ao redor do mundo. Sua sede está localizada em Los Angeles.

Em mais de 60 anos de sua fundação, a Igreja do Evangelho Quadrangular possui mais de 17 mil templos e obras abertas e estruturadas em todo o País. Mais de 30 mil obreiros estão levando os ensinamentos de Jesus a mais de dois milhões de pessoas em 22 nações.

São 35.159 ministérios ativos em todo o Brasil, 23.331 obreiros credenciados, 3.640 aspirantes e 8.188 Ministros. O Estado com maior número de ministros do evangelho (obreiros, aspirantes e ministros) é São Paulo, com oito mil pastores, seguido por Minas Gerais, com seis mil e Paraná, com 4800. Ao todo, são mais nove mil igrejas cadastradas e cerca de duas mil congregações, totalizando mais 11 mil igrejas em todo o país.

Evangelizando no Brasil há mais de seis décadas, a IEQ tem alcançado, ano após ano, milhares de pessoas, levando-as ao real conhecimento de Jesus Cristo. Sua administração tem proporcionado um crescimento sólido e constante, tornando a Igreja propulsora que, por meio da união do ministério e fortificação dada por Cristo, motiva seus pastores e membros a irem em busca daqueles que necessitam desse conhecimento. A Igreja do Evangelho Quadrangular existe para glorificar a Deus e promover o crescimento do Seu Reino. E é o que tem feito com grande êxito.

Para preparar pessoas para esse ministério, a igreja conta com os Institutos Teológicos Médios e Básicos (com mais de 4.500 alunos e 1.200 professores), CTMQ – Centro de Treinamento Missionário, cursos preparados pela Secretaria Geral de Educação e Cultura, além de vários livros e publicações evangélicas de qualidade preparados pela Editora e Publicadora Quadrangular George Russell Faulkner, situada em São Paulo.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

http://www.portalieqbrasil.com.br/materias/5

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Revisões, atualizações e comentários nas postagens

Segue abaixo, o link de mais cinco (5) postagens e comentários corrigidos e/ou revisados:

Acrescentei um comentário, excelente de Isabella Passos, articulista da revista ultimato, cujo nome é: “A participação Cristã no direito das Mulheres ao voto.”

Segue abaixo, o link de mais cinco (5) postagens e comentários corrigidos e/ou revisados: 

Acrescentei um Estudo Bíblico associado as “Festas Judaicas no Tempo de Jesus”.

Acrescentei um belíssimo filme associado a vida cristã na China.

Acrescentei um comentário excelente, que retirei do site do ICP (Instituto Cristão de Pesquisas), o qual complementa a postagem sobre o natal “A secularização do Natal”.

Acrescentei um artigo do Pr João Flávio Martinez (CACP) “Tipos de pessoas que temos na Igreja”. Muito bom, atual esta mensagem e um alerta a esta geração associado aos desvios doutrinários em geral.

 

NOTA IMPORTANTE: AO LONGO DESTES POUCO MAIS DE SETE ANOS DE BLOG, COMPLETADOS DIA 13/05/2017, ESTOU ATUALIZANDO CONSTANTEMENTE O BLOG, E O MEU TESTEMUNHO DE CONVERSÃO É UM TÓPICO, QUE TAMBÉM ATUALIZO. 

LOGO, CASO  JÁ TENHA LIDO ESTE TESTEMUNHO A UM BOM TEMPO, SUGIRO QUE LEIA NOVAMENTE.

 

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Falecimento do meu pai. Sr Daniel Barbosa

Comunico a todos neste momento, o falecimento do meu pai. 

O enterro será amanhã (sábado dia 09/09/2017), no cemitério do Corte Oito, em Duque de Caxias, no Estado do Rio de Janeiro às 11:00 Hs. A partir de 09:00 Hs será a capela.

Considero-me bem aventurado pelo pai que tive e  privilegiado por ser filho de um grande homem.

Salmos 116:15

“Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos.”

Eu e meus pais

Eu e meus pais

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Ideologia de Gênero sob a ótica judaico-cristã

 

 

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O ‘terceiro gênero sexual’

O ser humano é criativo, por vezes suas criações são maravilhosas, por outras desastrosas. Se formos olhar para a história da humanidade, veremos uma biblioteca de criações humanas, e uma infinidade de filósofos, sociólogos, defensores dos direitos humanos, psicólogos debatendo questões por vezes já solucionadas pela própria natureza. Mas muitos humanos não se contentam com as evidências, não se contentam com o “Eu Sou” como a definição da natureza, não se contenta com a realidade dos fatos, tende a confeccionar suas ideologias e doutrinas, por vezes vãs sem sentido, mas o que dizer do sentido se relativizarmos o sentido nada mais terá sentido, ou, tudo pode mudar de sentido, basta você desejar.

Não nos importamos mais com o equilíbrio natural das coisas, pois o “natural” se tornou opressor, o ser humano quer impor por força de palavras e militância um novo lugar para o natural ainda que isso signifique um desequilíbrio da natureza humana futura.

Passamos por um conflito de posições no tocante a doutrina judaico-cristã em contraposição á nova busca da autenticidade, identidade da chamada ideologia do gênero.

Não quero criar celeumas com este texto, apenas mostrar como a religião Judaico -Crista pensa a respeito dessa família, desse homem e dessa mulher. Vale salientar que: quando falamos em cristãos falamos em pelo menos 89% da população nacional contando com evangélicos, católicos, outras religiões e pessoas que são sim conservadoras no sentido de preservar sua história, sua tradição, cultura e sua natureza biológica humana, conservar o modelo de conduta de amor ensinado pelo Deus que servimos.

Neste texto apenas quero mostrar porque para cristãos é impossível pensar no Gênero como algo igual fazendo parte da natureza sexual humana a intenção é esclarecer que para um Cristão ter que aceitar a Ideologia de gênero como verdade é negar a existência de Deus, e da natureza observável.

Mas o que a fé judaico-cristã pensa sobre este homem, esta mulher e sua família? Vamos analisar a Bíblia Sagrada, o código de ética dos judeus e dos cristãos. Logo no inicio encontraremos em Gêneses 2 e versículos, a ideia do criador, de DEUS, no tocante ao ser que o mesmo criou, ou seja, o homem e a mulher, vejamos:

Gênesis 2: 7,18

“E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.

E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.”

Deus dá origem ao homem, e deste criará uma AJUDADORA – NÃO AJUDADOR – o que deixa claro que está falando sobre masculino e feminino, ou seja, de sexo, que são opostos e que se completam. Mais a seguir Ele continua:

Gênesis 2:22_24

“E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão.

E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada.

Portanto, deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e será ambos uma carne”.

Não há como negar ou manipular o que está escrito na Bíblia sagrada e inscrito na natureza humana. Deus deixa clara a formação do homem e mulher, e assim define o conceito de sexo masculino e feminino, questão ligada à natureza, à própria biologia, à fisiologia, etc. A civilização, partiu desse dogma, a confirmação intelectual e científica veio com a chamada teoria de Darwin que outrora nega Deus, mas reafirma através de sua teoria da seleção natural, da que atesta que a evolução das espécies, só se consolida, somente é possível, mediante a procriação entre um homem e uma mulher, um macho e uma fêmea, sem que tivesse a intenção de exaltar ou endossar a criação Divina.

Deus criou seu povo, sua evolução só foi possível com a organização social e pelo casamento heterossexual, assim foi determinado por Ele e pela natureza humana. Tudo que é evidente não necessita ser provado.

O desenvolvimento natural de homem e mulher nos é trazido quando da orientação que homem e mulher serão uma só carne. Dentre vários prismas de interpretação que podemos trabalhar, iremos atentar apenas ao que toca a formulação de família. Neste ponto começamos a observar o conteúdo lógico, ou seja, homem, mulher, sexos e união.

Há um grande conflito aqui, pois ideologia como o próprio Karl Marx – o tão venerado e adorado mestre dos revolucionários e progressistas – ideologia era uma “falsa consciência” e não um conjunto de ideias. E o “falso” discurso vê as coisas não como elas são de fato, mais de maneira invertida, de maneira diferente e deturpada. Isso serve para tudo, mas aqui vou me ater à sexualização como forma de prazer. “Ideologia da cultura sexual”.

Deus é lógica, é matemática, é biologia, é a evolução da humanidade. Deus não é ideologia, não se serve nem se presta a falácias.

A violência intelectual sofrida pelos que não aceitam a ideologia de gênero, não apenas por uma questão de fé, mas de opinião baseado em evidências jamais pode ser interpretada como preconceito. Pois essa é a grande falácia da atualidade, e é tão violenta quanto a tal homofobia que pregam. Podemos sim conviver com as pessoas e com as sexualidades ideologizadas, porém o cristianismo tem sua ideologia enraizada na fé, na cultura, na tradição e na biologia e é esta que acreditamos e queremos viver, mas podemos sim respeitar o outro, e queremos sim sermos respeitados além de nossa fé. Isso seria o ideal de sociedade. Direitos humanos para todos é um desafio, mas é possível.

Marisa Lobo, psicóloga, teóloga e especialista em Saúde Mental e Direitos Humanos.

Marisa Lobo é psicóloga clínica, escritora, pós-graduada em saúde mental, conferencista realiza palestras pelo Brasil sobre prevenção e enfrentamento ás drogas, e toda forma de bullying, transtornos psicológicos, sexualidade da família, entre outros assuntos. Teóloga, ela é promoter e organizadora da ExpoCristo realizada no Paraná. Marisa é casada, tem dois filhos e congrega na IBB em Curitiba.

https://colunas.gospelmais.com.br/ideologia-de-genero-sob-otica-judaico-crista_10857.html

A ideologia de gênero que foi banida dos planos de educação

O texto vetado colocava como meta “a superação de desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”. O PNE aprovado não faz nenhuma menção às duas últimas questões, delegando para Estados e municípios a decisão de incluí-las ou não em seus planos.

A discussão dos planos municipais e estaduais de educação provocou protestos em plenários de câmaras municipais e assembleias legislativas de todo o Brasil no último mês. Isso porque bancadas evangélicas se posicionaram favoráveis e grupos pró-diversidade se colocaram contrários ao veto de iniciativas que tratavam de igualdade, identidade de gênero, orientação sexual e sexualidade nas escolas.

A polêmica vem desde 2014, quando durante a tramitação no Congresso Nacional do PNE (Plano Nacional de Educação), que dita as diretrizes e metas da educação para os próximos dez anos, a questão de gênero foi retirada do texto.

http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/08/11/o-que-e-a-ideologia-de-genero-que-foi-banida-dos-planos-de-educacao-afinal.htm

Associação Americana de Pediatras fulmina ideologia de gênero: é abuso infantil!

Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico.

A melhor definição que vem a minha mente sobre isto é algo tenebroso e lembro-me de Sodoma e Gomorra. 

Sodoma e Gomorra (do hebraico סְדוֹם Sodom e עֲמוֹרָה Amorah ) são, de acordo com a Bíblia, duas cidades que teriam sido destruídas por Deus com fogo e enxofre caídos do céu. Segundo o relato bíblico, as cidades e os seus habitantes foram destruídos por Deus devido à prática de atos imorais, segundo a moral dos Antigos Israelitas;…(Wikipédia).

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