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Brevemente retornarei com novas postagens.

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Igreja do Evangelho Quadrangular

Emblema

Jesus Cristo o Salvador, O Batizador com o Espírito Santo, O Médico dos médicos, O Rei que há de vir

Jesus Cristo o Salvador, O Batizador com o Espírito Santo, O Médico dos médicos, O Rei que há de vir

 

Cruz Quadrangular.jpg
1. A Cruz representa a salvação. 2. A Pomba representa o Espírito Santo.
Cálice Quadrangular.jpg
3. O Cálice representa a cura divina.
Coroa Quadrangular.jpg
4. A Coroa representa a segunda vinda de Jesus Cristo.
Classificação Protestante
Orientação Pentecostal
Líder Glenn C. Burris Jr.
Associações Pentecostal/Charismatic Churches of North America
Área geográfica O mundo inteiro
Fundador Aimee Semple McPherson
Origem 01 de janeiro de1923 (93 anos)
Los Angeles, California
Congregações 68.085
Membros 7.527.174                                                                       3.100.000Brasil
Ministros 98.804

A Igreja do Evangelho Quadrangular é uma denominação cristã evangélica pentecostal, fundada nos Estados Unidos em 1923. A partir do ano 2000, teve uma adesão de mais de 7.000.000 pessoas, com 68.000 igrejas em 136 países.

Fundação da Igreja

Aimée Semple McPherson, uma evangelista conhecida como “Irmã      Aimee”, fundou a Igreja do Evangelho Quadrangular em 1° de janeiro de  1923, em Los Angeles, Califórnia, com a inauguração da sede internacional  Angelus Temple, que tinha capacidade para cinco mil pessoas. Nos  primeiros meses, sete mil pessoas se converteram a Jesus. Trinta dias  depois, foi inaugurado o Instituto de Treinamento Evangelístico e  Missionário e uma sala de oração, consagrada e tendo como base o  versículo “orai sem cessar”. Aimée dirigia 21 cultos por semana,  participava de eventos públicos e parava completamente as ruas de Los  Angeles, diretamente para o Angelus Temple.

Angelus Temple, construído por Aimee Semple McPherson e dedicado em 1° de Janeiro de 1923. O templo está defronte do Echo Park, próximo do centro de Los Angeles, Califórnia.

Angelus Temple, construído por Aimee Semple McPherson e dedicado em 1° de Janeiro de 1923. O templo está defronte do Echo Park, próximo do centro de Los Angeles, Califórnia.

 

Quando irmã Aimée concluiu seu ministério, em 1944, a presidência do movimento Quadrangular e da Cruzada Internacional de Evangelização passou para seu filho Rolf K. McPherson, que serviu ao corpo diretivo por 44 anos. A mudança da liderança não desacelerou o progresso. Ao contrário. Sob sua responsabilidade, o movimento passou de 400 igrejas para mais de 10 mil.

Com o objetivo de expandir-se ainda mais, alcançar comunidades no mundo todo e ecoar as palavras escritas na pedra angular do Angelus Temple, que dedica seus membros ao evangelismo universal interdenominacional, a Igreja Quadrangular formou a Fraternidade Pentecostal da América do Norte, em 1948, em uma aliança com a Assembleia de Deus, a Igreja de Deus, a Open Bible Standard Churches, a Igreja Internacional Pentecostal de Santidade, entre outras. Hoje, já existem igrejas Quadrangulares em todos os Estados norte-americanos, além de outras tantas espalhadas por 146 países.

Doutrina da Igreja

A Igreja do Evangelho Quadrangular acredita no seguinte:

  • A Bíblia como palavra inspirada por Deus
  • A Santíssima Trindade
  • A morte expiatória de Cristo pelos pecadores
  • Salvação através da graça de Deus no Senhor Jesus Cristo
  • A necessidade de sincero arrependimento e aceitação de Cristo
  • O novo nascimento (Santificação)
  • O crescimento diário através do poder, oração, amor e serviço
  • Batismo por imersão
  • Comunhão/ Ceia do Senhor
  • O batismo no Espírito Santo
  • Os dons espirituais e fruto do Espírito Santo
  • Cura divina
  • O retorno iminente de Jesus Cristo
  • Julgamento Final
  • Evangelismo enfatizado no discipulado
  • Dízimo e ofertas
  • Moderação – A moderação dos cristãos deve ser óbvia a outros e que o nosso relacionamento com Jesus nunca deve conduzir pessoas a fanatismos extremos; suas vidas devem ter como modelo a vida de Cristo em retidão, em equilíbrio, em humildade, e em sacrifício próprio.
  • Relação com a Igreja – é um dever sagrado para se identificar com uma congregação de crentes para adorar a Deus, observar as ordenanças de Cristo, exortar e apoiar os outros, o trabalho para a salvação dos outros e trabalhar juntos para o avanço no Reino do Senhor.
  • Governo Civil – governo civil está pela nomeação divina e as leis civis devem ser respeitadas em todos os momentos, exceto nas coisas contrárias à vontade de Deus.
  • Céu – céu é a habitação da glória do Deus vivo e eterno lar dos crentes nascidos de novo.
  • Inferno – inferno é um lugar de escuridão, a mais profunda tristeza e fogo inextinguível, que não estava preparado para o homem, mas para o diabo e seus anjos, e ele vai se tornar o lugar de separação eterna de Deus para todos os que rejeitam a Cristo como Salvador.
  • A Quadrangular enfatiza um relacionamento de todo o coração com Deus, um meio de falar com Deus através da oração, meditação e jejum, junto com o serviço social por meio de Cristo.

Vale ressaltar que a Igreja do Evangelho Quadrangular não prega usos e costumes, estando o membro disposto a vestir o que lhe convir perante seu entendimento. Nada é proibido, porque Deus nos deu o livre arbítrio, mas para que as pessoas saiam ou não entrem no pecado tudo é ensinado e você mesmo se proíbe após entender profundamente do assunto. A denominação também prega que devemos cuidar do nosso corpo pois é o templo do Espírito Santo, especial para Deus.

Lema da Igreja

O lema bíblico da Igreja do Evangelho Quadrangular é texto do versículo de Hebreus 13:8: Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente.

Brasil

História

Fundada em São João da Boa Vista, SP, a 15 de novembro de 1951, pelo missionário da Foursquare Church Gospel, Pastor Harold Edwin Williams e sua esposa, Mary Williams, que vieram ao País inspirados a levar a Palavra de Deus e salvar almas para Cristo, auxiliados pelo Pastor Jesus Hermirio Vasquez Ramos. O primeiro natural de Los Angeles, E.U.A., e o segundo natural do Peru. No começo, não foi fácil. Passaram por diversas provações e desafios, mas sempre guiados pela luz divina. A primeira parada na América do Sul se deu na Bolívia, onde pregaram os ensinamentos do Senhor por um ano. Por alguma razão, eles sentiam que este não era o lugar onde Deus os desejava.

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A obra começou numa casa na cidade de Poços de Caldas, MG, junto com uma escola de inglês, indo depois para São João da Boa Vista, onde foi construído pelos fundadores um pequeno templo.

Em 1952 vieram para a capital de São Paulo realizar campanhas evangelísticas a convite de um pastor da Igreja Presbiteriana do Cambuci e pouco tempo depois foram para uma tenda de lona no mesmo bairro. De lá foram para o bairro da Água Branca e então para o salão da Rua Brigadeiro Galvão.

A tenda passou então a viajar pelo Estado de São Paulo como a tenda número um, enquanto nos salões da rua Brigadeiro Galvão as senhoras da igreja começaram a ajudar um irmão que havia trabalhado muito tempo com um circo e que as ensinou a costurar tendas.

As tendas compradas ou fabricadas na própria igreja saíram peregrinando por lugares como Casa Verde, Americana, Limeira, Vitória, Curitiba e vários outros. Numa onda contagiante, o movimento crescia e cada tenda dava origem a um novo núcleo que se constituía em uma nova igreja.

Na década de 1960, já sob a liderança do Pastor George Russell Faulkner, estabeleceu-se a meta de levar a mensagem a cada capital de Estado, sendo depois espalhada nos outros municípios. As tendas passavam e deixavam uma nova comunidade formada. Os finais das décadas de setenta e oitenta foram marcados pelo evangelismo dinâmico e pela construção de grandes e belos templos.

Em 1997, a igreja contava com 5.530 templos e obras novas (que estão funcionando em 2.026 templos, 1.778 salões e 1.726 tabernáculos de madeira), além de 4.000 congregações e pontos de pregação, que funcionam sob a responsabilidade das igrejas locais.

Ao todo eram 2.887 ministros, 1.488 aspirantes e 10.648 obreiros credenciados (deste total de 15.023 membros do ministério, 5.951 eram mulheres). Trabalhavam ainda 38.000 diáconos e diaconisas, com um total de aproximadamente 1.600.000 membros.

Estrutura

O governo eclesiástico da Igreja do Evangelho Quadrangular é o episcopal, possuindo uma estrutura hierarquizada. Os grupos administrativos são nomeados desta maneira: Conselho Diretor Local (em cada igreja), Conselho Estadual de Diretores (nível estadual) e Conselho Nacional de Diretores (nível nacional). Em todos os conselhos existem órgãos, que são: presidência, vice-presidência, tesourariasecretaria. As Regiões Eclesiásticas intra-estaduais (Catedrais) são administradas por um Superintendente (Bispo) com nomeação vitalícia, enquanto os Conselhos Estaduais e Federais são dirigidos por Bispos eleitos em Convenções e Assembleias com mandatos temporários, sendo permitidas reeleições. Para definir os integrantes do Conselho Nacional são realizadas eleições a cada quatro anos. Para definir os membros dos Conselhos Diretores Locais, anualmente é convocada uma assembleia geral com todos os membros da igreja local: se o indicado a um cargo administrativo não tiver o posto de Ministro do Evangelho, a igreja vota no modo que for ordenado pelo pastor titular e em quem o mesmo indicou para fazer parte do seu Conselho. Caso o indicado tenha o posto de Ministro do Evangelho, não é uma indicação e sim uma escolha do pastor titular.

Os membros interessados em se tornar pastores têm que passar necessariamente por duas categorias inferiores: Obreiro Credenciado e Aspirante ao Ministério, para enfim alcançar o nível de Ministro do Evangelho. Os postos e cargos são concedidos pelos Conselhos da Igreja no país, estado, município ou região.

No Conselho Nacional de Diretores são todos denominados Reverendos, sendo um título empregado apenas para Ministros do Evangelho. Existem também os bispos, também chamados de superintendentes, que regem uma ou mais regiões eclesiásticas.

Os diáconos trabalham na organização dos templos, organizando-os e ajudando em todos os cultos, sendo de grande ajuda também no culto de Ceia do Senhor.

A igreja brasileira, através da Secretaria Geral de Missões, SGM, até o ano de 2014 enviou 51 missionários em 20 países, porém até meados de 2015 esse número chega a 57 missionários. A Secretaria Geral de Missões também possui projetos nacionais, dentre eles podem-se citar o projeto Lucas, que funciona com ônibus equipados com clínicas médicas e odontológicas que, com o apoio de voluntários oferecem atendimento gratuito às comunidades por onde passam. O projeto Ribeirinhos também é um exemplo da missão de levar a palavra de Deus às comunidades que vivem nas margens dos rios amazônicos, como também recursos que geram uma qualidade de vida melhor a essas pessoas.

IEQ hoje

Em mais de 60 anos de sua fundação, a Igreja do Evangelho Quadrangular possui mais de 17 mil templos e obras abertas e estruturadas em todo o País. Mais de 30 mil obreiros estão levando os ensinamentos de Jesus a mais de dois milhões de pessoas em 22 nações.

São 35.159 ministérios ativos em todo o Brasil, 23.331 obreiros credenciados, 3.640 aspirantes e 8.188 Ministros. O Estado com maior número de ministros do evangelho (obreiros, aspirantes e ministros) é São Paulo, com oito mil pastores, seguido por Minas Gerais, com seis mil e Paraná, com 4800. Ao todo, são mais nove mil igrejas cadastradas e cerca de duas mil congregações, totalizando mais 11 mil igrejas em todo o país.

Evangelizando no Brasil há mais de seis décadas, a IEQ tem alcançado, ano após ano, milhares de pessoas, levando-as ao real conhecimento de Jesus Cristo. Sua administração tem proporcionado um crescimento sólido e constante, tornando a Igreja propulsora que, por meio da união do ministério e fortificação dada por Cristo, motiva seus pastores e membros a irem em busca daqueles que necessitam desse conhecimento. A Igreja do Evangelho Quadrangular existe para glorificar a Deus e promover o crescimento do Seu Reino. E é o que tem feito com grande êxito.

Para preparar pessoas para esse ministério, a igreja conta com os Institutos Teológicos Médios e Básicos (com mais de 4.500 alunos e 1.200 professores), CTMQ – Centro de Treinamento Missionário, cursos preparados pela Secretaria Geral de Educação e Cultura, além de vários livros e publicações evangélicas de qualidade preparados pela Editora e Publicadora Quadrangular George Russell Faulkner, situada em São Paulo.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

http://www.portalieqbrasil.com.br/materias/5

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Revisões, atualizações e comentários nas postagens

Segue abaixo, o link de mais cinco (5) postagens e comentários corrigidos e/ou revisados:

Acrescentei um comentário, associado à reforma protestante A carta de uma reformadora subversiva”.

Nota: Carta fictícia escrita por Rute Salviano a partir da biografia de Maria Dentiere.

Acrescentei um comentário preparado e compilado pelo Pr. Edisom Miranda, do CACP, cujo tema é “Por que as seitas estão crescendo?”.

Acrescentei algo da Revista – Lições Bíblicas e do Livro de Apoio – CPAD, no conteúdo da postagem associado as Línguas e ao Batismo no Espírito Santo.

Acrescentei um vídeo documentário de 27 minutos, sobre a guerra dos seis dias.

Excelente. 

Acrescentei um comentário, retirado da minha Bíblia da Liderança Cristã, que retrata a diferença entre “Legado” e “Herança”.

Muito bom e oportuno, o texto.

 

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Falecimento do meu pai. Sr Daniel Barbosa

Comunico a todos neste momento, o falecimento do meu pai. 

O enterro será amanhã (sábado dia 09/09/2017), no cemitério do Corte Oito, em Duque de Caxias, no Estado do Rio de Janeiro às 11:00 Hs. A partir de 09:00 Hs será a capela.

Considero-me bem aventurado pelo pai que tive e  privilegiado por ser filho de um grande homem.

Salmos 116:15

“Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos.”

Eu e meus pais

Eu e meus pais

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Ideologia de Gênero sob a ótica judaico-cristã

 

 

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O ‘terceiro gênero sexual’

O ser humano é criativo, por vezes suas criações são maravilhosas, por outras desastrosas. Se formos olhar para a história da humanidade, veremos uma biblioteca de criações humanas, e uma infinidade de filósofos, sociólogos, defensores dos direitos humanos, psicólogos debatendo questões por vezes já solucionadas pela própria natureza. Mas muitos humanos não se contentam com as evidências, não se contentam com o “Eu Sou” como a definição da natureza, não se contenta com a realidade dos fatos, tende a confeccionar suas ideologias e doutrinas, por vezes vãs sem sentido, mas o que dizer do sentido se relativizarmos o sentido nada mais terá sentido, ou, tudo pode mudar de sentido, basta você desejar.

Não nos importamos mais com o equilíbrio natural das coisas, pois o “natural” se tornou opressor, o ser humano quer impor por força de palavras e militância um novo lugar para o natural ainda que isso signifique um desequilíbrio da natureza humana futura.

Passamos por um conflito de posições no tocante a doutrina judaico-cristã em contraposição á nova busca da autenticidade, identidade da chamada ideologia do gênero.

Não quero criar celeumas com este texto, apenas mostrar como a religião Judaico -Crista pensa a respeito dessa família, desse homem e dessa mulher. Vale salientar que: quando falamos em cristãos falamos em pelo menos 89% da população nacional contando com evangélicos, católicos, outras religiões e pessoas que são sim conservadoras no sentido de preservar sua história, sua tradição, cultura e sua natureza biológica humana, conservar o modelo de conduta de amor ensinado pelo Deus que servimos.

Neste texto apenas quero mostrar porque para cristãos é impossível pensar no Gênero como algo igual fazendo parte da natureza sexual humana a intenção é esclarecer que para um Cristão ter que aceitar a Ideologia de gênero como verdade é negar a existência de Deus, e da natureza observável.

Mas o que a fé judaico-cristã pensa sobre este homem, esta mulher e sua família? Vamos analisar a Bíblia Sagrada, o código de ética dos judeus e dos cristãos. Logo no inicio encontraremos em Gêneses 2 e versículos, a ideia do criador, de DEUS, no tocante ao ser que o mesmo criou, ou seja, o homem e a mulher, vejamos:

Gênesis 2: 7,18

“E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.

E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.”

Deus dá origem ao homem, e deste criará uma AJUDADORA – NÃO AJUDADOR – o que deixa claro que está falando sobre masculino e feminino, ou seja, de sexo, que são opostos e que se completam. Mais a seguir Ele continua:

Gênesis 2:22_24

“E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão.

E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada.

Portanto, deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e será ambos uma carne”.

Não há como negar ou manipular o que está escrito na Bíblia sagrada e inscrito na natureza humana. Deus deixa clara a formação do homem e mulher, e assim define o conceito de sexo masculino e feminino, questão ligada à natureza, à própria biologia, à fisiologia, etc. A civilização, partiu desse dogma, a confirmação intelectual e científica veio com a chamada teoria de Darwin que outrora nega Deus, mas reafirma através de sua teoria da seleção natural, da que atesta que a evolução das espécies, só se consolida, somente é possível, mediante a procriação entre um homem e uma mulher, um macho e uma fêmea, sem que tivesse a intenção de exaltar ou endossar a criação Divina.

Deus criou seu povo, sua evolução só foi possível com a organização social e pelo casamento heterossexual, assim foi determinado por Ele e pela natureza humana. Tudo que é evidente não necessita ser provado.

O desenvolvimento natural de homem e mulher nos é trazido quando da orientação que homem e mulher serão uma só carne. Dentre vários prismas de interpretação que podemos trabalhar, iremos atentar apenas ao que toca a formulação de família. Neste ponto começamos a observar o conteúdo lógico, ou seja, homem, mulher, sexos e união.

Há um grande conflito aqui, pois ideologia como o próprio Karl Marx – o tão venerado e adorado mestre dos revolucionários e progressistas – ideologia era uma “falsa consciência” e não um conjunto de ideias. E o “falso” discurso vê as coisas não como elas são de fato, mais de maneira invertida, de maneira diferente e deturpada. Isso serve para tudo, mas aqui vou me ater à sexualização como forma de prazer. “Ideologia da cultura sexual”.

Deus é lógica, é matemática, é biologia, é a evolução da humanidade. Deus não é ideologia, não se serve nem se presta a falácias.

A violência intelectual sofrida pelos que não aceitam a ideologia de gênero, não apenas por uma questão de fé, mas de opinião baseado em evidências jamais pode ser interpretada como preconceito. Pois essa é a grande falácia da atualidade, e é tão violenta quanto a tal homofobia que pregam. Podemos sim conviver com as pessoas e com as sexualidades ideologizadas, porém o cristianismo tem sua ideologia enraizada na fé, na cultura, na tradição e na biologia e é esta que acreditamos e queremos viver, mas podemos sim respeitar o outro, e queremos sim sermos respeitados além de nossa fé. Isso seria o ideal de sociedade. Direitos humanos para todos é um desafio, mas é possível.

Marisa Lobo, psicóloga, teóloga e especialista em Saúde Mental e Direitos Humanos.

Marisa Lobo é psicóloga clínica, escritora, pós-graduada em saúde mental, conferencista realiza palestras pelo Brasil sobre prevenção e enfrentamento ás drogas, e toda forma de bullying, transtornos psicológicos, sexualidade da família, entre outros assuntos. Teóloga, ela é promoter e organizadora da ExpoCristo realizada no Paraná. Marisa é casada, tem dois filhos e congrega na IBB em Curitiba.

https://colunas.gospelmais.com.br/ideologia-de-genero-sob-otica-judaico-crista_10857.html

A ideologia de gênero que foi banida dos planos de educação

O texto vetado colocava como meta “a superação de desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”. O PNE aprovado não faz nenhuma menção às duas últimas questões, delegando para Estados e municípios a decisão de incluí-las ou não em seus planos.

A discussão dos planos municipais e estaduais de educação provocou protestos em plenários de câmaras municipais e assembleias legislativas de todo o Brasil no último mês. Isso porque bancadas evangélicas se posicionaram favoráveis e grupos pró-diversidade se colocaram contrários ao veto de iniciativas que tratavam de igualdade, identidade de gênero, orientação sexual e sexualidade nas escolas.

A polêmica vem desde 2014, quando durante a tramitação no Congresso Nacional do PNE (Plano Nacional de Educação), que dita as diretrizes e metas da educação para os próximos dez anos, a questão de gênero foi retirada do texto.

http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/08/11/o-que-e-a-ideologia-de-genero-que-foi-banida-dos-planos-de-educacao-afinal.htm

Associação Americana de Pediatras fulmina ideologia de gênero: é abuso infantil!

Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico.

A melhor definição que vem a minha mente sobre isto é algo tenebroso e lembro-me de Sodoma e Gomorra. 

Sodoma e Gomorra (do hebraico סְדוֹם Sodom e עֲמוֹרָה Amorah ) são, de acordo com a Bíblia, duas cidades que teriam sido destruídas por Deus com fogo e enxofre caídos do céu. Segundo o relato bíblico, as cidades e os seus habitantes foram destruídos por Deus devido à prática de atos imorais, segundo a moral dos Antigos Israelitas;…(Wikipédia).

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Revisões, atualizações e comentários nas postagens

Segue abaixo, o link de mais cinco (5) postagens e comentários corrigidos e/ou revisados:

Acrescentei um comentário e algumas imagens com gráficos diversos, sobre o tema, retirado da Revista Ultimato de Julho/Agosto de 2017 “Brasil – Um Retrato em Preto e Branco”.

Acrescentei um comentário, retirado do site do CACP, “Voltaire, ateu, reconhece: Deus existe”.

Acrescentei um comentário, retirado do Livro de Apoio do 3º T Adulto 2017  das Lições Bíblicas, CPAD.

Associado ao novo nascimento “A necessidade de Novo Nascimento”.

Acrescentei um comentário , retirado do Livro de Apoio do 3º T Adulto 2017 das Lições Bíblicas, CPAD.

Associado as ordenanças da igreja.

Acrescentei um comentário excelente disponibilizado pelo site do CACP associado ao tema da postagem “Como sei o que é uma seita?”,  que complementa o documento.

Vale a leitura.

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Uma reflexão bíblica sobre os sistemas de governo e ordenanças da igreja

Tipos de governo da igreja

       Ao longo de toda a História, houve várias formas básicas de governo da Igreja. Vou apresentar os mais conhecidos e estruturados. Depois da análise, tentarei determinar se alguma delas é preferível para hoje. As formas que analisaremos são:

  • Episcopal
  • Presbiteriana
  • Congregacional

Segue abaixo uma explicação rápida de cada uma:

O Governo Episcopal

Neste sistema mais antigo, adaptado como, por exemplo, pela Igreja Católica e pela Igreja Ortodoxa, os ministros principais da Igreja são os bispos. Há vários graus de episcopado, ou seja, há variações quanto ao número de níveis de bispos. A forma mais simples de governo episcopal é encontrada na Igreja Metodista, que só possui um nível de bispos. Um pouco mais desenvolvida é a estrutura governamental da Igreja Anglicana ou Episcopal, enquanto a Igreja Católica Romana possui o sistema mais completo de hierarquia, com a autoridade investida especialmente do sumo pontífice, o bispo de Roma, o Papa. A igreja Cristã Nova Vida também adota esta forma de governo.

É natural no sistema episcopal a ideia de diferentes níveis de ministério ou diferentes graus de ordenação. O primeiro nível é o do ministro ou sacerdote comum. Em algumas igrejas, há passos ou divisões dentro desse primeiro nível, por exemplo, diácono e presbítero. Todos estes são mencionados no Novo Testamento. O Governo é centralizado na figura de um dirigente, responsável pelas decisões e destinos da igreja, mas que possui um grupo de subalternos, o Colégio Episcopal, responsáveis pela administração da gestão do sistema. Como denominação evangélica, a Igreja do Evangelho Quadrangular segue este governo, qual o bispo rege uma ou mais regiões eclesiásticas e há ainda os pastores, evangelistas e diáconos. Os clérigos desse nível são autorizados a desempenhar todas as tarefas básicas associadas ao ministério, ou seja, pregam e ministram as ordenanças.  Além desse nível, há um segundo nível de ordenação que constitui uma pessoa bispo. O papel dos bispos é exercer o poder de Deus de que foram investidos. Em particular, como representantes de Deus e pastores, governam um grupo de igrejas, e cuidam dele, em vez, de simplesmente cuidar de uma congregação local. Entre seus poderes está a de ordenar ministros ou sacerdotes. Há igrejas que não usam a nomenclatura “bispos”, mas outras. Porém realizam a mesma função e com os mesmos poderes, por exemplo, são usados os seguintes termos em algumas igrejas: superintendente regional, diretores gerais, presidente ou termos semelhantes.

As igrejas evangélicas pentecostais e neo-pentecostais são os grupos que mais se identificam com o sistema de governo episcopal.

O Governo Presbiteriano

O governo presbiteriano é uma forma de organização da Igreja que se caracteriza pelo governo de uma assembleia de presbíteros, ou anciãos. O oficial principal na estrutura presbiteriana é o presbitério, posição que remonta à sinagoga judaica. Os presbíteros são encontrados na Igreja do Novo Testamento. Em Atos 11:30 lemos a presença dos presbíteros na congregação de Jerusalém. Os irmãos de Antioquia providenciaram auxilio material aos crentes de Jerusalém, enviando suas ofertas aos presbíteros pelas mãos de Barnabé e Paulo.  As epístolas pastorais também mencionam os presbíteros.

Parece que na época do NT as pessoas escolhiam seus presbíteros, e eram pessoas a quem consideravam particularmente qualificados para dirigir a Igreja. Ao escolherem os presbíteros, a igreja somente externava o que o Senhor já havia escolhido.

No Sistema Presbiteriano, entende-se que a autoridade de Cristo é dispensada a indivíduos crentes, que a delegam aos presbíteros por eles escolhidos que passam a representá-los dali em diante.

A forma de governo consiste numa ordem crescente de conselhos. O menor de todos os conselhos é o Conselho da Igreja Local, formado pelos ministros docentes (pastores) e pelos ministros leigos (presbíteros). Acima dos conselhos locais se encontram os Presbitérios, formados por presbíteros representantes de cada igreja de sua área de abrangência.

Uma vez eleitos ou designados, os presbíteros atuam em favor ou no lugar dos indivíduos crentes. É, portanto, entre os presbíteros que a autoridade divina atua dentro da igreja.

Esta autoridade é exercida numa série de concílios. No âmbito da igreja local, o conselho ou o consistório é o grupo responsável pelas decisões. Todas as igrejas de uma área determinada são governadas por um presbitério. Envolvendo os Presbitérios e formado por representantes dos mesmos, está o Sínodo, de autoridade máxima em sua circunscrição, formado por igual número de presbíteros leigos e clérigos escolhidos pelos presbitérios. Como estância máxima de apelação e decisões sobre a igreja está a Assembléia Geral ou Supremo Concílio (composta de mais uma vez de representantes leigos e clérigos dentre os presbíteros, que toma todas as decisões sobre a Igreja e trata dos assuntos externos, ficando a cargo de exercer poder jurídico sobre decisões tomadas por conselhos inferiores). As prerrogativas de cada um desses concílios são descritas na constituição da denominação.

O sistema presbiteriano é diferente do episcopal no fato de existir só um nível de clero. Só existe o presbítero docente (o pastor) ou o presbítero regente. Não existem níveis mais altos como o de bispo. É claro que certas pessoas são eleitas para cargos administrativos dentro dos concílios. Elas são selecionadas para presidir ou supervisionar funções específicas. Não são bispos, não havendo ordenações especiais para tais funções. Não existe autoridade especial inerente ao ofício. Outra medida de nivelamento no sistema presbiteriano é uma coordenação deliberada entre clérigos e leigos. Ambos os grupos são incluídos em todos os concílios. Ninguém possui poderes ou direitos especiais que o outro não possua.

Esta forma de governo foi desenvolvida como rejeição ao domínio por hierarquias de bispos individuais (forma de governo episcopal). Esta teoria de governo está fortemente associada com os movimentos da Reforma Protestante na Suíça e na Escócia (calvinistas), com as igrejas reformadas e mais particularmente com a Igreja Presbiteriana.

O governo presbiteriano serviu e serve de inspirações a vários regimes democráticos ao redor do mundo, principalmente no que diz respeito às esferas de poder. A forma de governo consiste numa ordem crescente de conselhos. O menor de todos os conselhos é o Conselho da Igreja Local, formado pelos ministros docentes (pastores) e pelos ministros leigos (presbíteros). Acima dos conselhos locais se encontram os Presbitérios, formados por presbíteros representantes de cada igreja de sua área de abrangência. Envolvendo os Presbitérios e formado por representantes dos mesmos, está o Sínodo, de autoridade máxima em sua circunscrição. Como estância máxima de apelação e decisões sobre a igreja está a Assembleia Geral ou Supremo Concílio, que toma todas as decisões sobre a Igreja e trata dos assuntos externos, ficando a cargo de exercer poder jurídico sobre decisões tomadas por conselhos inferiores.

O Governo Congregacional

A terceira forma de governo da Igreja é a Congregacional e destaca o papel do cristão como indivíduo e tem a igreja local como centro de autoridade. Dois conceitos são básicos no sistema Congregacional: autonomia e democracia. Por autonomia entendemos que a congregação é independente e governa a si mesma. Não há poderes externos que possam ditar diretrizes para a igreja local. Por democracia, entendemos que cada membro da igreja local tem voz em seus assuntos. São os indivíduos da congregação que possuem e exercem autoridade. A autoridade não é prerrogativa de um único indivíduo ou de um grupo seleto. Entre as igrejas que adotam o governo Congregacional, estão os Batistas e os Congregacionais e boa parte dos luteranos.

Seguindo um princípio de autonomia, cada igreja local chama seu próprio Pastor e determina seu próprio orçamento. Ela adquire e gere propriedades independentemente de quaisquer autoridades externas. O princípio da democracia baseia-se no sacerdócio de todos os crentes que, segundo entendem, ficaria prejudicado, caso bispos ou presbíteros recebessem a prerrogativa de tomar as decisões. A obra de Cristo torna tais dirigentes desnecessários, pois agora cada crente tem acesso ao Santo dos Santos e pode ter acesso direto a Deus. Além disso, como Paulo nos relembra cada membro ou parte do corpo pode fazer uma contribuição valiosa para o bem-estar do todo.

Há, certamente, alguns elementos de democracia representativa dentro da forma Congregacional de governo da igreja. Certas pessoas são eleitas por livre escolha dos membros do corpo para servir de maneiras especiais. Todas as decisões mais importantes, porém, tais como a contratação de um pastor e a compra ou venda de propriedades, são tomadas pela igreja como um todo. 

Entre as igrejas que adotam o governo Congregacional, estão os Batistas e os Congregacionais. Nesta forma de governo eclesiástico, a igreja é aquela “comunidade local, formada de crentes unidos para a adoração e obediência a Deus, no testemunho público e privado do Evangelho, constitui-se em uma Igreja completa e autônoma, não sujeita em termos de Igreja a qualquer outra entidade senão à sua própria assembleia, e assim formada é representação e sinal visível e localizado da realidade espiritual da Igreja de Cristo em toda a terra.” O sistema de governo Congregacional é aquele em que a Igreja se reúne em assembleias, para tratar de questões surgidas no seu dia-a-dia e tomar decisões relacionadas ao desenvolvimento de seus trabalhos. O poder de mando de uma Igreja Congregacional reside em suas assembleias.

Forma de Governo na Igreja

Resolvi acrescentar este pequeno vídeo-aula das Formas de Governo, muito bem explicado, ministrado pelo Bp Primaz da Igreja Cristã Nova Vida, Bispo Walter McAlister, para maiores esclarecimentos.

 

wikipedia

http://www.cacp.org.br/tipos-de-governo-da-igreja/

(*)http://pt.slideshare.net/prmagdiel/uma-reflexo-bblica-sobre-os-sistemas-de-governo-e-ordenanas-da-igreja

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Meu editorial

Noticias atualizadas da minha saúde em 2017

Resolvi postar este trecho do livro ” A vida Crucificada”, contextualizado com o meu editorial.

“A estranha perspicácia do cristão”

Permita-me entrar num limbo e declarar algo de que não tenho certeza; é um palpite sagaz baseado no conhecimento das leis espirituais.
É simplesmente isto: uma vez que a pessoa começa sua jornada de viver a vida crucificada, durante sua primeira fase dessa jornada experimenta algumas das piores semanas da vida. É nesse ponto que muitos desanimam, desistem. Os que perseveram descobrem que em vez de chegarem a um sol claro e brilhante, bem diante deles encontram-se mais desalentos, dúvidas e enganos.
Em vez de o elevar, esse tipo de ensino joga você ao chão. Mas deixe-me explicar: Os que foram assim desencorajados – os que bateram a cabeça no teto ou rasgaram o queixo na calçada – e sofreram algum tipo de derrota são os mesmos que estão chegando mais perto de Deus. Os que não são afetados – os que ainda podem ser mundanos e não se importam com isso – fizeram o progresso mínimo. Mas os que descobriram coisas ocorrendo contra eles – aqueles que anseiam e clamam pela vida crucificada, os que esperam que Jesus Cristo os lidere e se surpreendem por estarem sendo desencorajados por ele – esses provavelmente não percebem que estão muito perto do Reino de Deus.

A Vida Crucificada – Como viver uma experiência cristã mais profunda.
A.W.Tozer

Editora Vida

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Revisões, atualizações e comentários nas postagens

Segue abaixo, o link de mais cinco (5) postagens e comentários corrigidos e/ou revisados:

Acrescentei um comentário “O desfio de ser melhor a cada dia”, um editorial do Jornal Batista digital, Edição número 30 Ano 2017.

Muito bom este editorial associado a postagem relacionada a visão cristã do trabalho. 

Acrescentei um texto de John Stott “Qual é a relação entre evangelismo e ação social?”, como comentário da postagem. 

Acrescentei um texto disponibilizado pelo portal da Ultimato. “Entre dois amores: comunhão na comunidade “, um texto de Karen Bomilcar, psicóloga clínica.

Excelente e atual este texto. Vale a leitura do mesmo.

Separei uma frase da autora, que aborda o contexto da mensagem:

A fé cristã é relacional, comunitária. É pessoal, porém não é privada. Precisamos uns dos outros para crescer. É desejo de Deus que estejamos todos reunidos em nossa diversidade, promovendo unidade, sendo instrumento e um sinal visível com a missão de levar a luz de Cristo a todos os homens.

Acrescentei um comentário na postagem sobre a janela 10/40 disponibilizado pelo Centro Apologético Cristão de Pesquisas”, Por que evangelizar os povos da Janela 10/40?”

Excelente o material. Vale a leitura e o despertamento para cumprir o IDE do Sr Jesus a todos os povos, enquanto a porta estiver aberta.

Acrescentei um comentário, muito bom do Pr Ricardo Barbosa, da Igreja Presbiteriana do Planalto associando a posição de Calvino com o mesmo no tocante a “União com Cristo”. Muito boa, a reflexão. Vale a leitura e meditação.

 

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Igreja Assembleia de Deus

A Assembleia de Deus é uma igreja cristã evangélica, sendo a maior denominação evangélica e pentecostal no Brasil e no mundo, contabilizando mais de 66 milhões de membros. Seu caráter histórico descentralizado permite a existência de diversas convenções sob o nome de “Assembleia de Deus”. No Brasil o presidente nacional é o Pastor José Wellington Bezerra da Costa, pela CGADB, o bispo Manoel Ferreira pela CONAMAD, entre outros líderes de convenções em âmbito nacional.

As Assembleias surgiram simultaneamente nos Estados Unidos (1914) e no Brasil (1911), se unindo por meio da Associação Mundial da Assembleia de Deus na década de 80 de forma autônoma e independente, e ligadas pela história e pelas crenças expostas na Declaração de Verdades Fundamentais das Assembleias de Deus. Como uma igreja pentecostal, as Assembleias de Deus acreditam no batismo por meio do Espírito Santo, evidenciado por meio do falar em línguas; no arrebatamento da igreja por Cristo e na doutrina da Santa Trindade.

Sua expansão pelo mundo se deu por meio de um forte trabalho missionário, enfatizado pela organização como meio eficaz da pregação do Evangelho e para a expansão do Reino de Deus no mundo.

Antecedentes

O Movimento Pentecostal

William Seymour, líder do avivamento da rua Azusa

O movimento pentecostal de hoje traça seus vestígios da sua comunidade a uma reunião de oração no Colégio Bíblico Betel em Topeka, Kansas em 1 de janeiro de 1901. Ali, muitos chegaram à conclusão de que falar em línguas era o sinal bíblico do Batismo no Espírito Santo. Charles Parham foi o fundador desta escola, que mais tarde iria para Houston, Texas. Apesar da segregação racial em Houston, William J. Seymour, um pregador negro, foi autorizado a assistir a aulas bíblicas de Parham. Seymour viajou para Los Angeles, onde sua pregação provocou o Avivamento da Rua Azusa em 1906. Apesar do trabalho de vários grupos wesleyanos avivalistas, como Parham e D. L. Moody, o início do movimento pentecostal difundido nos Estados Unidos, é geralmente considerado como tendo começado com Seymour no avivamento da rua Azusa.

O avivamento na rua Azusa foi o primeiro avivamento pentecostal a receber atenção significativa, e muitas pessoas de todo o mundo tornaram-se atraídas por ele. A imprensa de Los Angeles deu muita atenção ao avivamento de Seymour, o que ajudou a alimentar o seu crescimento. Um número de novos grupos menores iniciou-se, inspirado nos acontecimentos deste avivamento. Os visitantes internacionais e missionários pentecostais acabariam por trazer estes ensinamentos para outras nações, de modo que praticamente todas as denominações pentecostais clássicas hoje traçam suas raízes históricas no avivamento da rua Azusa.

Logo cedo os pentecostais foram incentivados por seu entendimento de que todo o povo de Deus poderia profetizar nos últimos dias antes da segunda vinda de Cristo. Eles olharam para as passagens bíblicas sobre o Pentecostes no segundo capítulo de Atos, em que Pedro citou a profecia contida em Joel 2.28

“E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, e os vossos jovens terão visões.” (ARC). Assim, quando a experiência de falar em línguas espalhou-se entre os homens e mulheres da rua Azusa, um sentido de urgência tomou conta, quando eles começaram a olhar para a Segunda Vinda de Cristo. No início os pentecostais se viam como peregrinos na sociedade, dedicando-se exclusivamente a preparar o caminho para a volta de Cristo.

O Pentecostalismo, como qualquer outro movimento importante, deu origem a um grande número de organizações com diferenças políticas, sociais e teológicas. O movimento inicial foi contracultural: Afro-americanos e as mulheres foram importantes líderes do avivamento da rua Azusa, o que ajudou a espalhar a mensagem Pentecostal muito além de Los Angeles. Com o avivamento começando a diminuir, no entanto, diferenças doutrinárias começaram a surgir como a pressão da evolução social, cultural e político da época começou a afetar a igreja. Como resultado, mais divisões, isolacionismo, sectarismo e mesmo o aumento do extremismo eram aparentes.

Brasil

História

A Assembleia de Deus chegou ao Brasil por intermédio dos missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, que aportaram em Belém, capital do Estado do Pará, em 19 de novembro de 1910, vindos dos Estados Unidos. A princípio, frequentaram a Igreja Batista, denominação a que ambos pertenciam na Suécia. Eles traziam a doutrina do batismo no Espírito Santo, com a glossolalia — o falar em línguas espirituais — como a evidência inicial da manifestação para os adeptos do movimento. A manifestação do fenômeno já vinha ocorrendo em várias reuniões de oração nos Estados Unidos (e também de forma isolada em outros países), principalmente naquelas que eram conduzidas por Charles Fox Parham, mas teve seu apogeu inicial através de um de seus principais discípulos, um pastor leigo negro, chamado William Joseph Seymour, na rua Azusa, Los Angeles, em 1906.

A nova doutrina trouxe muita divergência. Enquanto um grupo aderiu, outro rejeitou. Assim, em duas assembleias distintas, conforme relatam as atas das sessões, os adeptos do pentecostalismo foram desligados e, em 18 de junho de 1911, juntamente com os missionários estrangeiros, fundaram uma nova igreja e adotaram o nome de ”Missão de Fé Apostólica”, que já era empregado pelo movimento de Los Angeles, mas sem qualquer vínculo administrativo com William Joseph Seymour. A partir de então, passaram a reunir-se na casa de Celina de Albuquerque. Mais tarde, em 18 de janeiro de 1918 a nova igreja, por sugestão de Gunnar Vingren, passou a chamar-se ”Assembleia de Deus”, em virtude da fundação das Assembleias de Deus nos Estados Unidos, em 1914 em Hot Springs, Arkansas, mas, outra vez, sem qualquer ligação institucional entre ambas as igrejas.

A Assembleia de Deus no Brasil expandiu-se pelo estado do Pará, alcançou o Amazonas, propagou-se para o Nordeste, principalmente entre as camadas mais pobres da população. Chegaram ao Sudeste pelos idos de 1922, através de famílias de retirantes do Pará, que se portavam como instrumentos voluntários para estabelecer a nova denominação aonde quer que chegassem. Nesse ano, a igreja teve início no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, e ganhou impulso com a transferência de Gunnar Vingren, de Belém, em 1924, para a então capital da República. Um fato que marcou a igreja naquele período foi a conversão de Paulo Leivas Macalão, filho de um general, através de um folheto evangelístico. Foi ele o precursor do assim conhecido Ministério de Madureira, como veremos adiante.

A influência sueca teve forte peso na formação assembleiana brasileira, em razão da nacionalidade de seus fundadores, e graças à igreja pentecostal escandinava, principalmente a Igreja Filadélfia de Estocolmo, que, além de ter assumido nos anos seguintes o sustento de Gunnar Vingren e Daniel Berg, enviou outros missionários para dar suporte aos novos membros em seu papel de fazer crescer a nova Igreja. Desde 1930, quando se realizou um concílio da igreja na cidade de Natal, a Assembleia de Deus no Brasil passou a ter autonomia interna, sendo administradas exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil, sem contudo perder os vínculos fraternais com a igreja na Suécia. A partir de 1936 a igreja passou a ter maior colaboração das Assembleias de Deus dos Estados Unidos através dos missionários enviados ao país, os quais se envolveram de forma mais direta com a estruturação teológica da denominação.

Organização denominacional

As Assembleias de Deus brasileiras estão organizadas em forma episcopado não-territorial, onde cada Ministério é constituído pela igreja-sede com suas respectivas filiadas, congregações e pontos de pregação (sub-congregações). O sistema de administração é um misto entre o sistema episcopal e o sistema congregacional, onde os assuntos são previamente tratados pelo ministério (Convenção local), com forte influência da liderança pastoral, e depois são levados às assembleias para serem referendados apenas. Os pastores das Assembleias de Deus podem estar ligados ou não às convenções estaduais, e estas se vinculam a uma convenção de âmbito nacional.

As Assembleias de Deus iniciaram cedo seu trabalho missionário, em 1913 enviou um evangelista a Portugal. Desde a década de 1990 os diversos ministérios expandiram em áreas cada vez mais distantes de suas igrejas-mães, plantando igrejas em comunidades imigrantes brasileiras nos Estados Unidos, Europa, Japão, América Latina ou em novas iniciativas missionárias na África e Ásia.

Particularmente na América do Sul, hoje existem muitas Assembleias de Deus autônomas e independentes.

Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil

A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) possui sede no Rio de Janeiro (RJ), esta se considera o tronco da denominação por ser a entidade que desde o princípio deu corpo organizacional à igreja. A CGADB em 2000 contava com cerca de 3,5 milhões de membros em todo o Brasil (dados do Iser) e centenas de missionários espalhados pelo mundo.

A CGADB é proprietária da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), com sede no Rio de Janeiro, que atende parcela significativa da comunidade evangélica brasileira. A CGADB também é proprietária da Faculdade Evangélica de Tecnologia, Ciências e Biotecnologia (Faecad), sediada no mesmo Estado, e que oferece os seguintes curso em nível superior: Administração, Comércio Exterior, Marketing, Teologia e Direito. E no selo Fonográfico a CGADB é proprietária da Patmos Music gravadora que tem sede e estúdios também no Rio de Janeiro (RJ), que tem em seu casting de artistas, dezenas de cantores e cantoras.

A CGADB é constituída por várias convenções estaduais e regionais, além de vários ministérios. Alguns ministérios cresceram de tal forma que tornaram-se denominações de facto, com suas congregações sobrepondo as áreas de abrangência das convenções regionais. Dentre os grandes ministérios se destaca o Ministério do Belém-SP (não confundir com a igreja-mãe, Belém do Pará), que possui cerca de 2.200 igrejas concentradas no centro-sul e com sede no bairro do Belém na capital paulista, sendo atualmente (2013) presidida pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, que sucedeu o pastor Cícero Canuto de Lima, que também presidiu a CGADB.

Na área política, alguns deputados federais são membros das Assembleias de Deus e a representam institucionalmente junto aos poderes públicos nos assuntos de interesse da denominação, supervisionados pelo Conselho Político Nacional das Assembleias de Deus no Brasil, com sede em Brasília (DF), que coordena todo o processo político da CGADB. Além disso, há também deputados estaduais e até prefeitos e vereadores, todos sob a chancela de igrejas ligadas à CGADB. No Pleito Eleitoral de 2011, 22 deputados Federais assembleianos foram eleitos para a 54ª Legislatura (2011-2015).

Desde a década de 1980, por razões administrativas, notadamente em virtude do falecimento do pastor Paulo Leivas Macalão e de sua esposa, missionária Zélia, a Assembleia de Deus brasileira tem passado por várias cisões que deram origem a diversas convenções e ministérios, com administração autônoma, em várias regiões do País. O mais expressivo dos ministérios independentes é o Ministério de Madureira, cuja igreja já existia desde os idos de 1930, fundada pelo já mencionado pastor Paulo Leivas Macalão e que, em 1958, serviu de base para a estruturação nacional do Ministério por ele presidido, até a sua morte, no final de 1982.

Doutrina

De acordo com o credo das Assembleias de Deus, entre as verdades fundamentais da denominação, estão a crença:

  1. Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, considerada a única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão (1ª Tessalonicenses 2:13);
  2. Num só Deus eterno subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Deuteronômio 6:4, João 14:28, 1ª Coríntios 11:3; 15:28);
  3. Na concepção virginal de Jesus Cristo, na sua morte vicária e expiatória, ressurreição corporal, ascensão para o céu e deidade (João 20:17, Atos 2:22, 1ª Coríntios 15:3);
  4. No pecado que distancia o homem de Deus através da queda, condição que só pode ser restaurada através do arrependimento e da fé em Jesus Cristo (Gênesis 1:26, 27);
  5. Na salvação do homem (Lucas 24:47);
  6. Nas ordenanças da igreja: batismo em águas e santa comunhão (Marcos 16:16, 2ª Pedro 1:4);
  7. No batismo no Espírito Santo (Atos 8:12-17);
  8. Na evidência física inicial do batismo no Espírito Santo (1ª Coríntios 13:8);
  9. Na santificação do homem através de Cristo Jesus (Hebreus 12:14);
  10. Na igreja e na sua missão como corpo de Cristo e agente de evangelização (Hebreus 12:23);
  11. No ministério chamado e ordenado para a evangelização (Marcos 16:15-20);
  12. Na cura divina como privilégio aos crentes (2ª Tessalonicenses 2:9,10);
  13. Na esperança do arrebatamento de todos os fiéis a Deus e a Bíblia Sagrada para a Nova Jerusalém em breve com a volta de Cristo (Tito 2:3);
  14. No reino milenar de Cristo (Apocalipse 1:7);
  15. No julgamento final (Mateus 25:46);
  16. Nos novos céus e nova terra (Apocalipse 21:22).

A denominação pratica o batismo em águas por imersão do corpo inteiro, uma só vez, em pessoas a partir de 15 anos (*), em nome da Trindade; a celebração, sistemática e continuada, da Santa Ceia; e o recebimento do batismo no Espírito Santo, geralmente, com a evidência inicial do falar em outras línguas, seguido de outros dons do Espírito Santo (Mateus 7:22,23). A exemplo da maioria dos cristãos, os assembleianos aguardam a segunda vinda premilenial de Cristo em duas fases distintas: a primeira, invisível ao mundo, para arrebatar a Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação (Mateus 24:29-31); e a segunda, visível e corporal com a Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo por mil anos, sendo portanto dispensacionalista.

Ainda, nesse corolário de fé, os assembleianos esperam comparecer perante o Tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa do Cristianismo, seguindo-se uma vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tormento para os infiéis. Os assembleianos, em geral, são contra o aborto voluntário.

(*)=IDADE PARA O BATISMO

Aceita-se a Idade de Iniciação do Senhor (no Templo entre doutores da Lei: “E, tendo ele já 12 anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa (…) … o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os”)Lc 2:42,46, como a mínima para o batismo.

Essa idade tem que ver com o término da fase de criança para a de adolescente, enquanto os judeus adotam a idade de 13 anos, quando o menino é circuncidado.

NOTA: ESTE TEXTO RETIREI DA INTERNET, AO PESQUISAR ALGO SOBRE A IDADE MÍNIMA PARA O BATISMO NAS ÁGUAS.

 

Liturgia

Os cultos das Assembleias de Deus se caracterizam por orações, cânticos, testemunhos e pregações, onde muitas vezes ocorrem manifestações dos dons espirituais, como, por exemplo, profecias e línguas espirituais.

Os cultos têm duração média de 2 horas, sendo divididos em:

  • Oração inicial – Normalmente o pastor ou outro obreiro faz uma oração a Deus.
  • 3 Cânticos iniciais – Utilizando-se a Harpa Cristã, que é o hinário oficial da IEAD.
  • Leitura bíblica (ou palavra introdutória) – Neste momento a leitura do trecho bíblico e inspirada pelo Espírito Santo.
  • Oportunidades de cânticos por grupos de jovens, crianças, senhoras, adolescentes, corais e bandas ou orquestra.
  • Oportunidades de testemunhos por membros – Momento no qual os membros contam o que Deus mudou em suas vidas e vem fazendo, atualmente, por eles.
  • Oportunidade da palavra por membros – Momento no qual membros citam versículos bíblicos e proferem uma rápida palavra sobre o entendimento do texto lido.
  • Louvor e oração pela ofertas.
  • Oração pelo pregador (a)
  • Pregação – O momento mais aguardado do culto em si. Pois é o momento em que o pastor da igreja, ou um obreiro, até mesmo pastores convidados pregam a palavra de Deus inspirada pelo Espírito Santo.
  • Apelo – Convite aos que não são evangélicos a aceitarem a Jesus como único e suficiente Salvador. (Em algumas ADs não se faz apelo, dependendo da corrente teológica que o pastor local segue).
  • Cântico de encerramento e/ou avisos sobre as próximas reuniões.
  • Oração final.
  • Bênção apostólica (somente dado pelo pastor, ou evangelista ou presbítero em ocasiões especiais).

A respeito de usos e costumes

A assembleia de Deus (VERDADEIRA) possui até hoje seus usos e costumes defendendo a sã doutrina dos santos, rebeldes querem colocar dentro dela o liberalismo, mais ela ainda preserva os usos e costumes.

A Assembleia de Deus pelo Mundo

Ao todo, as Assembleias de Deus têm 64 milhões de membros espalhados no mundo e 363.450 ministros, divididos entre 351.645 igrejas e presentes em 217 países. O Brasil lidera essa lista com 22,5 milhões de membros, de acordo com as estimativas da igreja nos EUA, seguido pela Coreia do Sul com 3,1 milhões.

Na América Latina e Caribe, o número de membros chega a 28,8 milhões, o equivalente a 45% do total de assembleianos presentes no planeta. Estes números são alcançados graças ao grande avanço da Assembleia de Deus no Brasil, que detém um pouco mais de 78% desse total. As estimativas apontam ainda mais de 35 mil ministros e mais de 100 mil templos espalhados por todo o país.

Percentual da população membro da Assembleia de Deus por estado no Brasil

Percentual da população membro da Assembleia de Deus por estado no Brasil

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

https://fronteirafinal.wordpress.com/2012/07/16/texto-bablicoa/ (*)

 

“Boa doutrina, gera em nós bons costumes.”

Pr Isaías Gomes de Oliveira

Pastor Presidente da IADJ25A

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Revisões, atualizações e comentários nas postagens

Segue abaixo, o link de mais cinco (5) postagens e comentários corrigidos e/ou revisados:

Acrescentei vários comentários associados a postagem. Excelente e esclarecedor os textos, vale a leitura para quem se interessar.

Acrescentei um vídeo do Youtube, muito bom retratando a História da Igreja Primitiva e aproveitei alterei a nomenclatura da postagem “Cronologia da Igreja Crista”, para “Cronologia da Igreja Cristã e História da Igreja Primitiva – Resumo”. 

Acrescentei um texto, retirado do Livro de Apoio do 3º Trimestre de 2017.

Muito bom o material, pois trata da doutrina da Santíssima Trindade e complementa o Estudo de Iniciação Cristã. 

Acrescentei uma mensagem de Jonathan Edwards, “Pelos Frutos conhecereis”, como comentário na postagem sobre a biografia do mesmo.

Muito boa mensagem e atual. 

https://saldaterraeeluzdomundo.wordpress.com/2010/10/13/o-que-quer-dizer-reforma/

Acrescentei um texto, muito bom como comentário, de Davi Lago , Pr Batista.

Vale a leitura.

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A inexorável força do amor, que se traduz em missões

O evangelho se choca, fere, raspa, lixa, incomoda, desonra o poder e os poderosos, empodera os coitados e zés-ninguéns, sem pedir licença ao sistema

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Para surpresa de muitos críticos o movimento missionário protestante tão criticado, quando pesquisado seriamente, demonstrou ser a maior força criadora de democracias e estados mais justos do século XIX.

Uma pesquisa detalhada que demorou mais de 14 anos para se completar, feita pelo persistente Robert Woodberry, virou a maior surpresa sociológica do ano de 2012, ao ser publicada no American Political Science Review, o periódico mais importante da categoria.

Muitos amigos, até pastores e cristãos sérios no Brasil, tão assediados que são pela crítica constante e pelo pessimismo que substituiu a fé em muitos setores evangélicos brasileiros não acreditam mais que o cristianismo tenha poder de redenção social. Espero que esta pesquisa venha ajudá-los a mudar de ideia.

Alguns cristãos como denunciei muitas vezes neste blog e na revista, se encarregam de destruir o cristianismo em nome de uma pseudo-honestidade cultural. Em nome do que chamam de coerência sócio-política, proclamam um evangelho politicamente correto que se acomoda aos modismos morais de agora. O evangelho pra ser “cool” tem que deixar de ser o que é.

Eu chamo esta postura de covardia. É vergonha do evangelho ao contrário do que Paulo nos inspira a fazer. O evangelho tem sim a suas arestas. Ele não se acomoda fácil à cultura humana, caída, que expressa nossa condição de pecadores, seja esta cultura o secularismo politicamente correto, ou uma cultura tribal. O evangelho se choca, fere, raspa, lixa, incomoda, desonra o poder e os poderosos, empodera os coitados e zés-ninguém, sem pedir licença ao sistema.

Observe na pesquise de Woodberry, que os missionários que mais influenciaram a transformação social e política dos países onde estiveram não tinham consciência do papel que desempenharam. Não eram reformadores sociais per se mas eram meramente evangelistas. Segundo a pesquisa, os missionários catequizadores, aqueles que condenamos porque se propuseram a “vergonhosamente” proclamar o evangelho da salvação chamando de pecado aquilo que era pecado, de barbárie o que era bárbaro, seja na cultura local ou no comportamento dos colonizadores, foram os que mais influenciaram a implantação de mecanismos que conduziram os países a democracia e justiça social.

Se eles pudessem prever o futuro teriam feito apelos assim: “Aceite Jesus como seu salvador pessoal se queres criar uma nação mais justa para seus netos, bisnetos e tataranetos!”

Mas não previram isto. Apenas obedeceram ao chamado de Cristo. Segundo os pesquisadores, apenas amaram o amor prático de Cristo, ensinando os pobres a ler, implantando escolas, estabelecendo hospitais, denunciando os abusos dos colonizadores.

Como não se apaixonar por este evangelho?
Bráulia Ribeiro

http://ultimato.com.br/sites/brauliaribeiro/2014/01/29/a-inexoravel-forca-do-amor-que-se-traduz-em-missoes/

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Liderança Cristã

      Já a alguns anos pensava em escrever algo sobre liderança, mesmo porque, devido a minha deficiência física (Hemiparesia dos membros inferiores direitos) precisei comprar outra Bíblia semelhante à Bíblia de Referência Thompson, contendo um suplemento de Concordância Bíblica Abreviada.

“A concordância Bíblica Abreviada realça o propósito de ajudar o leitor a localizar as principais passagens relacionadas com os mais significativos temas bíblicos.”

       A minha Bíblia de Referência Thompson é volumosa e de difícil transporte, então procurei comprar outra com a Concordância Bíblica Abreviada menos volumosa e fácil transporte, encontrando a Bíblia da Liderança Cristã.

       A mesma possui várias notas e artigos associados a determinados temas, versículos e/ou capítulos e uma Concordância Bíblica Abreviada. Como sou professor de Escola Bíblica dominical, a uso com freqüência.

       Separei algumas destas notas e artigos associados à liderança cristã, para compor a mensagem.

       Fazendo uma breve retrospectiva da minha vida no contexto da liderança cristã, exerci a mesma durante alguns anos no GERE (Grupo Evangélico da REDUC), antes de ser transferido para o CENPES pelo PROCESSO DE READAPTAÇÃO PROFISSIONAL.

       Basicamente, a liderança dentro deste contexto tem mais a ver com a organização, seleção e escolha dos dirigentes de louvor e mensageiros para as reuniões semanais do grupo evangélico, além da escolha do local das reuniões. Obviamente, estas reuniões necessariamente ocorrem nos intervalos do almoço, ou seja, com tempo de reunião de aproximadamente 30 minutos, visto que os outros 30 minutos são reservados para o deslocamento ao restaurante e almoço.  Igualmente, é pratica a muitos anos, ter um encontro envolvendo todos os grupos evangélicos no final do ano, com um culto de ação de graças. Logo, são necessárias várias reuniões para organizar tudo, e isto demanda tempo e dedicação.

       A minha história eclesiástica, apesar de líder de um grupo evangélico que lida com pessoas de várias denominações, se resumia ao diaconato em um sistema episcopado na IPNV Mal Hermes (Igreja Pentecostal de Nova Vida de Mal Hermes localizado na cidade do Rio de Janeiro), então era natural eu desenvolver a liderança deste grupo com a visão episcopal (*).

(*) Episcopado também conhecido como Gênero Episcopal, é uma das formas administrativas da igreja.

Neste sistema, os ministros principais na igreja são os bispos. Outros ministros são pastores ou presbíteros e diáconos. Todos estes são mencionados no Novo Testamento. O governo é centralizado na figura de um dirigente, responsável pelas decisões e destinos da igreja, mas que possui um grupo de subalternos, o colégio episcopal, responsáveis pela administração da gestão do sistema.

 

Eis a mensagem:

  • A Liderança de Deus no Mundo

(Hc 3:1_16)

“Quem, de fato, pode compreender o método que Deus usa para lidar com o mundo ao nosso redor? Ele é, verdadeiramente, o líder absoluto que controla os acontecimentos humanos. Habacuque mostra como Deus influencia as nações para cumprir sua vontade. Considere seus métodos de influência:

  • Ele às vezes, exerce uma influência restringente.

Dessa maneira, ele impede que as pessoas façam o que estão naturalmente inclinadas a fazer.

  • Ele, às vezes exerce uma leve influência.

Dessa maneira, faz com que, as pessoas se movam em direção contrária às suas inclinações naturais e promovam sua causa.

  • Ele, às vezes, exerce uma influência direta.

“Dessa maneira, faz com que se transforme em bem o mal planejado por outros.”

“A liderança não pode simplesmente ser uma função externa; precisa ser uma função interna também. A liderança efetiva e saudável tem uma origem em quem somos, não apenas no que fazemos. Os líderes podem usar máscaras apenas por um tempo… até que a realidade se torne evidente.”

  • Comunicação

Sem ela, o líder anda sozinho

(Zc 8:1_8)

       Israel lutou moralmente e precisava de disciplina imediata durante os dias obscuros do ministério de Zacarias. Porém, antes do final de sua profecia, Zacarias oferece esperança de um futuro melhor, mesmo que seja num futuro distante. Ele dá ao povo esperança específica, como em Zacarias 3:4_5, onde promete que Josué seria purificado, vestido e coroado.

       Líderes de sucesso sabem como capacitar o povo através de comunicação efetiva. Também sabem o conteúdo a comunicar, o qual encorajara o povo. Observe as claras distinções:

Comunicadores limitados oferecem:

Comunicadores bons oferecem:

Deveres Esperança

Pessoas ficam desanimadas por tudo que devem realizar a fim de “progredir;”

Pessoas são encorajadas por um quadro de um amanhã melhor e mais vivido.

 

Ilusão Ajuda

Pessoas podem ficar entusiasmadas, mas nada de concreto lhes é oferecido em que pudessem se apegar ou que pudessem aplicar.

Pessoas recebem ajuda prática na medida em que o líder lhes oferece passos a seguir.

 

  • Líderes Bem-sucedidos dependem de Deus ( Lm 5:14_19)

“Líderes bem sucedidos não dependem de seu bom senso e inteligência, mas de Deus. Além de confessar o pecado do povo, Jeremias diz que Deus reina para sempre e, por fim, restaurará o que se perdeu. Os líderes agem de acordo com os seus dons e chamado, mas confiam que Deus produzirá os resultados desejados.”

 

  • DIREÇÃO: OS LÍDERES NÃO SÃO PERFEITOS, MAS SÃO ÍNTEGROS

                                                           (Sl 32:8) 

Deus não espera que os líderes sejam perfeitos, mas que sejam íntegros. Você já percebeu a grande diferença? Ter integridade significa ser completo, como é o caso de um “número inteiro”. A despeito de suas fragilidades humanas, um líder pode com eficácia, guiar aqueles que o seguem.

       O texto do Salmo 32:8 lembra-nos que os líderes devem observar com atenção o rebanho para conhecer suas necessidades e problemas. Deus espera que os líderes espirituais atuem como guias. O guia leva uma pessoa ou um grupo em segurança até o destino planejado. O termo hebraico para “guia” dá-nos vários indícios do que Deus espera daqueles que ele usa como líderes:

  1. O guia é um líder espiritual que une e conduz as pessoas em sua caminhada com Deus.
  2. O guia põe as pessoas no caminho reto que leva à comunhão com Deus.
  3. O guia dá conselhos corretos e que vêm de Deus para aqueles que precisam deles.
  4. O guia lidera com mansidão e probidade, fazendo com que os outros se sintam seguros.
  5. O guia baseia sua direção no Espírito e na Palavra de Deus.

Bíblia – Liderança Cristã

Almeida Revista e Atualizada – SBB

  • Resumindo

Com relação a minha pessoa, não me considero um líder irrepreensível, perfeito. Até me considero uma pessoa esforçada, dedicada. Neste contexto, vou utilizar parte da reflexão de minha Bíblia da Liderança Cristã em 1ª Co 9.

A Lei do Sacrifício:

De que coisas, Paulo abriu mão?

(1ªCo 9:4, 6_15)

Paulo foi um líder que abria mão de direitos que lhe cabiam legalmente, e isso é o que o torna eficiente. Observe de que coisas esse líder abriu mão:

  1. Ele foi um Senhor que abriu mão do direito de comer e beber(v.4);
  2. Ele foi um soldado que abriu mão do direito de ter um salário (v.7);
  3. Ele foi um vinhateiro que abriu mão do direito de comer suas uvas (v.7);
  4. Ele foi um pastor de rebanho que abriu mão de beber dele o leite (v.7);
  5. Ele foi um boi que abriu mão do direito de comer o grão (v. 9_10);
  6. Ele foi um agricultor que abriu mão do direito de sua colheita (v.10);
  7. Ele foi um servidor do templo que abriu mão do direito ao prato de comida (vs. 13_14);
  8. Ele foi um pregador que abriu mão do direito de uma oferta (vs. 14_15).

 

O TRIÂNGULO DA LIDERANÇA

o-triangulo-da-lideranca

Essa pirâmide mostra como a liderança bíblica funciona. Quanto mais o líder cresce, mas ele abre mão de direitos seus. Ela funciona ao contrário da forma como o mundo pensa, pois o líder bíblico, espontaneamente, abre mão de seus direitos quanto mais sobe ao topo da liderança.

Lições de Liderança

  • Liderança e influência, nada mais e nada menos.

  • Grandes líderes lideram pelo exemplo.

     

    Davi estava longe de ser um homem perfeito, mas entendeu algo que todos os líderes tementes a Deus devem compreender: Quando os momentos de tribulação chegam, mesmo a tribulação que causamos a nós mesmos, devemos recorrer a Deus e esperar por seu auxílio com paciência. Ele nunca nos desapontará. Lembre-se dessas verdades acerca do Deus a quem você serve e depois as proclame a todos os que darão ouvidos.

  • Bíblia da Liderança Cristã
  • Almeida Revista e Atualizada.

 

       Bem, de qualquer maneira tenho procurado seguir estes ensinamentos. Colocado em pratica o meu discipulado ao longo destes anos, apesar das circunstâncias adversas, que no meu caso, não foram poucas.

     Amém.

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Minha Ordenação ao Presbitério na IADJ25Agosto, em Duque de Caxias no Rio de Janeiro

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Hoje Fui ordenado ao Presbitério na minha igreja, Igreja Assembléia de Deus Jardim 25 de Agosto em Duque de Caxias no RJ, Brasil.

Basicamente, atuo na Escola Dominical.

Atualmente como estou aposentado pelo INSS na Petrobras (Profissional de nível médio), permaneço na ativa apenas como articulador pedagógico após a minha readaptação (Profissional de nível superior – professor docente de química em ensino médio) até os 60 anos, horário noturno no Instituto de Educação Governador Roberto Siqueira.

Assim terei tempo para cuidar da minha saúde no geral e exercer o presbitério com a dedicação necessária.

Louvado seja Deus.

 

“Devemos estar preparados para combater a indiferença religiosa e o ceticismo à nossa volta que tanto tem contaminado vizinhos, colegas de escola e também do trabalho.”

Lições Bíblicas – CPAD – 3º T 2017.

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Igreja Metodista

Logotipo da Igreja Metodista e algumas informações

A Igreja Metodista é a principal expoente do metodismo, religião de fé cristã protestante.

O Metodismo é de origem inglesa, organizado pelo reverendo inglês John Wesley que enfatizou o estudo metódico da Bíblia, e busca a relação pessoal entre o indivíduo e Deus. Iniciou-se com a adesão de egressos da Igreja Anglicana e da Presbiteriana, bem como de dissidentes da Igreja Episcopal Americana.

Em 1784 John Wesley respondeu à falta de pregadores nas colônias (devido à Guerra Revolucionária Americana) ordenando alguns para a América, com o poder de ministrar sacramentos. Esta foi uma das principais razões para a separação final do Metodismo da Igreja da Inglaterra após a morte de Wesley. Esta separação criou, em nível mundial, uma série de denominações de igrejas “do” Metodismo. A influência de George Whitefield sobre a Igreja da Inglaterra também foi um fator na fundação da Igreja Metodista da Inglaterra em 1844. Através de atividades missionárias vigorosas o Metodismo se espalhou por todo o Império Britânico, o que se deu principalmente através da pregação de Whitefield durante o que os historiadores chamam de Primeiro Grande Despertar (na América colonial). Após a morte de Whitefield em 1770 o Metodismo americano entrou em uma fase Wesleyana e Arminiana mais duradoura de desenvolvimento.

História do metodismo no Brasil

Primeira missão

Em 1835 o Reverendo Foutain Elliot Pitts foi enviado pela Igreja Metodista Episcopal, dos Estados Unidos, com a missão de avaliar as possibilidades do estabelecimento de uma missão metodista nas terras brasileiras. Chegando ao país com uma carta de recomendação do então presidente americano Andrew Jackson, o Rev. Pitts desembarca no Rio de Janeiro. Mais tarde em 1836 e 1837, foram enviados o Rev. Justin Spaulding e Rev. Daniel Parish Kidder, com suas respectivas famílias, para compor a missão. Porém, essa missão é encerrada em 1841 por falta de recursos.

Missão da Igreja Metodista Episcopal do Sul

Com a divisão causada nos Estados Unidos durante a Guerra Civil, a Igreja Metodista Episcopal também se dividiu, no sul, foi criada a Igreja Metodista Episcopal do Sul e no Norte, os metodistas continuaram com o mesmo nome de antes da guerra.

Junius Estaham Newman, foi o primeiro pastor a se fixar permanentemente no Brasil. “J. E. Newman, recomendado para a Junta de Missões para trabalhar na América Central ou Brasil”: essa foi a nomeação que ele recebeu em 1866, na Conferência Anual. Após ter servido durante a Guerra Civil Americana, como capelão às tropas do Sul, observou que muitos metodistas do Sul emigraram para as Américas do Sul e Central e acompanhou-os.

A Guerra deixou endividada a Junta, sem possibilidade de enviar obreiros para qualquer local. Newman financiou sua própria vinda ao Brasil, com suas modestas economias. Chegou ao Rio de Janeiro, Niterói, em Agosto de 1867, mas fixou residência em Saltinho, cidade próxima a Santa Bárbara d’Oeste, província de São Paulo. Desde 1869, pregou aos colonos, mas, dois anos mais tarde, no terceiro domingo de Agosto, organizou o “Circuito de Santa Bárbara”.

O primeiro salão de culto – antes era uma venda – foi uma pequena casa, coberta de sapé e de chão batido. Newman trabalhava com os colonos norte-americanos e pregava em inglês. Um dos motivos da demora de Newman em organizar uma paróquia metodista, é que ele pregava, principalmente para metodistas, batistas, presbiterianos e a todos que desejassem ouvir sua mensagem, pensando ser mais sábio unir os “ouvintes” em uma única igreja, sem placa denominacional. Mas depois, todas as denominações organizaram-se em igrejas, de acordo com sua origem eclesiástica nos EUA. Newman insistiu, através de suas cartas, para que os metodistas norte-americanos abrissem uma missão em nosso país.

Em 1876, a Junta de Missões da Igreja Metodista Episcopal Sul, despertada através da publicação das cartas nos jornais metodistas nos EUA, enviou seu primeiro obreiro oficial: Rev. John James Ranson. Dedicou-se ao aprendizado do português para proclamar as boas novas aos brasileiros, sendo o responsável pela criação da primeira publicação metodista no Brasil, o Methodista Catholico.

J. E. Newman e sua família mudaram-se para Piracicaba, SP, onde permaneceram entre 1879 e 1880, quando as filhas de Newman, Annie e Mary, organizaram um internato e externato. O “Colégio Newman” é considerado precursor do Colégio Piracicabano, hoje Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba).

Metodismo em números

O Metodismo se faz presente em 130 países, somando 12 milhões de membros.

Atualmente, a distribuição dos Membros, Igrejas, Congregações e Pontos Missionários no Brasil é:

  • Aprox: 350.000 Membros;
  • 630 Igrejas;
  • 393 Congregações;
  • 508 Pontos Missionários.

Há outras denominações que se denominam metodistas no país, a saber: a Igreja Metodista Wesleyana (pentecostal), criada na década de 60 pelo bispo fluminense Gessé Teixeira de Carvalho, egresso da IMB, e que possui laços com outras Igrejas metodistas pentecostais, como a do Chile, possuindo hoje mais de 120 mil membros no país (segundo os próprios administradores da denominação), a Igreja Metodista Ortodoxa e outras, independentes, que não chegam aos 20 mil membros.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

 

 

 

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A Alegria está no Coração

 

Vivendo cada dia

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Todos os dias do aflito são maus, mas a alegria do coração é banquete contínuo. v.15

Leitura: Pv 15:13-31

Quando festejou seu 104.º aniversário, Tamer Lee Owens disse que “o riso, o Senhor e as pequenas coisas” a fizeram seguir adiante na vida. Esta senhora ainda encontrava prazer todos os dias ao conversar com pessoas, caminhar, ler a Bíblia, como tinha feito desde a infância. Ela dizia: “Não sei quanto tempo Ele ainda vai me deixar aqui, simplesmente agradeço ao Senhor pelo que já me deu.”

A maioria de nós não viverá 110 anos como ela, mas podemos aprender com Tamer Lee como desfrutar cada dia que nos é dado.

O riso — “O coração alegre aformoseia o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate” (Provérbios 15:13). A verdadeira felicidade começa em nosso interior e transparece em nosso rosto.

O Senhor — “O temor do Senhor é a instrução da sabedoria, e a humildade precede a honra” (v.33). Quando Deus é o centro de nossa vida, Ele pode nos ensinar Seus caminhos.

As pequenas coisas — “Melhor é um prato de hortaliça onde há amor do que o boi cevado e, com ele, o ódio” (v.17). Preservar os relacionamentos de amor e desfrutar das coisas básicas da vida é mais importante do que riqueza e o sucesso.

Nem todos nós teremos uma vida longa — mas todos podemos viver bem a cada dia — com risos, com o Senhor e desfrutando das pequenas coisas da vida.

David C. Mccasland
A felicidade não é um local onde podemos chegar, é uma jornada diária.
Ministérios Pão Diário
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A secularização da Igreja – Entrevista com o Rev. Ageu Magalhães

http://www.cacp.org.br/entrevista-com-rev-ageu-magalhaes/

A secularização de uma sociedade pode ser entendida, em um sentido literal, como um processo pelo qual a religião deixa de ser o aspecto cultural agregador, transferindo para uma das outras atividades desta mesma sociedade este fator coercitivo e identificador. Ela faz com que tal objeto de análise já não esteja mais determinado diretamente pela religião.

A palavra secularização identifica um fenômeno histórico dos últimos séculos, pelo qual as crenças e instituições religiosas se converteram em doutrinas filosóficas e instituições levianas, além de identificar processos nos quais se verifica a transferência de bens da igreja a instituições seculares ou públicas. No nosso caso, estamos estudando a secularização que ocorre de forma menos dramática mas tão trágica quanto a exposta.

A secularização que presenciamos hoje em dia é um processo lento, sutil e bem elaborado, sua atuação quase nunca é percebida pelo cristão distraído ou absorvido pela vida secular, na verdade muitas vezes lhe parece muito natural e inofensiva.

As coisas mundanas adentram o rebanho de Deus, o qual, se estiver se consagrando e se dedicando a seu Criador, logo a detectam e a eliminam de seu meio, mas caso contrário, é bem possível que sejam recebidas com folguedo e entusiasmo e até usadas como oferta ao Senhor, à moda de Saul (1 Samuel 15:19-20).

Este processo demoníaco, no entanto, tem sido já há muito denunciado pela Palavra de Deus, que confirmada pelo Espírito Santo nos dons atribuídos à igreja, tem chamado o povo de Deus ao despertamento e à fuga do ócio venenoso que deixa-os sem tempo para orar, jejuar, interceder e comungar com os irmãos, mas com horas inteiras para gastar com outros mestres onde trabalha, estuda, ou na sala de sua casa diante de um aparelho de TV. Para finalizar, vamos reforçar lembrando que o ser humano tem um alto poder de adaptação, ou seja, consegue se adaptar e aceitar as mais adversas situações desde que lhe seja dado o tempo necessário. Assim, vemos que muitas coisas, claramente profanas e até monstruosas como a aparência vermelha, de tridente e chifres às vezes atribuída ao adversário já não apavora a muitos por já estarem familiariza dos com ela nos filmes de terror, nas piadas dos amigos de bar ou nos quadrinhos de bancas de jornais, demonstrando como a “máquina” pode ser silenciosa no funcionamento e ao mesmo tempo eficiente nos resultados. De forma semelhante, o mau quando administrado com cuidado, consegue se infiltrar na igreja usando este método, pois os cristãos vão se acostumando com sua aparência, a princípio inofensiva, e toleram-no, sem perceber sua discreta evolução e crescimento.
Bibliografia: Sites diversos
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A disciplina do descanso e do relaxamento na aposentadoria

aposentadoria-um-desafio-para-o-seculo-xxiConhecemos algumas pessoas que ao se aposentarem ficaram deprimidas. Os relatos de incidência de separações conjugais, doenças severas e até suicídios nos primeiros anos ou meses após a aposentadoria não são poucos.

Qual a solução? No momento, devido ao achatamento do salário dos aposentados, muitas pessoas passaram a fazer novos cursos e conseguir outros trabalhos, até diferentes daqueles a que dedicaram suas vidas. Isso é muito importante para trabalhar os neurônios dos que foram abençoados por Deus com a longevidade.

Mas a aposentadoria pode gerar prejuízos para a saúde física e mental, revela uma nova pesquisa. O estudo, publicado pelo centro de estudos Institute of Economics Affairs (IEA), com sede em Londres, descobriu que a aposentadoria leva a um “drástico declínio da saúde” no médio e longo prazos. Segundo a IEA, a pesquisa sugere que as pessoas devem trabalhar por mais tempo por razões de saúde e também financeiras.

O estudo, realizado em parceria com a entidade beneficente Age Endeavour Fellowship, comparou aposentados com pessoas que continuaram a trabalhar mesmo após terem alcançado a idade mínima para a aposentadoria e também levou em conta possíveis fatores. Philip Booth, diretor da IEA, disse que os governos deveriam desregular os mercados e permitir que as pessoas trabalhassem por mais tempo. “Trabalhar mais não será apenas uma necessidade econômica, mas também ajudará as pessoas a viverem vidas mais saudáveis”, disse ele. Edward Datnow, presidente da Age Endeavour Fellowship, acrescentou: “Não deveria haver uma idade ‘normal’ para a aposentadoria no futuro”.

Na Grã-Bretanha, o governo já planeja elevar a idade mínima para a aposentadoria. “Mais empresários precisam pensar sobre como podem capitalizar em cima da população mais velha e aqueles que querem se aposentar devem refletir duas vezes sobre essa questão”. O estudo, focado na relação entre atividade econômica, saúde e política pública de saúde na Grã-Bretanha, sugere que há uma pequena melhora na saúde imediatamente depois da aposentadoria, mas constata um declínio significativo no organismo desses indivíduos no longo prazo.

Segundo a pesquisa, a aposentadoria pode elevar em 40% as chances de desenvolver depressão, enquanto aumenta em 60% a possibilidade do aparecimento de um problema físico. O efeito é o mesmo em homens e mulheres. Já as chances de ficar doente parecem aumentar com a duração da aposentadoria.

De acordo com Hendricks (2000), “A aposentadoria que deveria ser uma chance de entrar no círculo dos vencedores, acabou ficando mais perigosa do que automóveis ou entorpecentes. É a chance de fazer tudo que leva a nada”.

A aposentadoria muitas vezes é uma transferência para a “terra de ninguém”, tremendamente inadequada para a cultura contemporânea, produzindo uma pessoa repentinamente desempregada e sem uma missão.

Não há na Bíblia nenhuma designação arbitrária de um tempo para parar de trabalhar, assim como a ideia de sustento financeiro federal.

A Lei Mosaica fixou a idade para aposentadoria de levitas em 50 anos: “Mas desde a idade de cinquenta anos desobrigar-se-ão do serviço e nunca mais servirão, porém ajudarão aos seus irmãos na tenda da congregação, no tocante ao cargo deles; não terão mais serviço” (Nm 8.25-26).

Isso significa que eles não se aposentavam da vida e do ministério, pois passavam a orientar os sacerdotes mais jovens.

Moisés concluiu sua carreira espetacular com 120 anos de idade em boa saúde, como foi registrado nos últimos versos de Deuteronômio. Josué, semelhantemente, trabalhou até a sua morte aos 110 anos de idade. O Novo Testamento relata sobre Zacarias, o sacerdote, pai de João Batista, sobre o apóstolo Paulo e sobre João, o discípulo amado, todos os quais são exemplos para trabalhar até o fim da vida.

Deus tem planos para as pessoas de idade mais avançada, o Senhor não criou ninguém para ficar de braços cruzados, esperando a morte chegar.

É necessário que haja um grande despertamento entre a população ociosa dos idosos brasileiros. Aposentadoria não é parar, é um estágio, uma fase.

Nossas Igrejas devem tratar com carinho e amor o seu grupo de idosos, formando ministérios e grupos, com a finalidade de desenvolvimento, pois atende às necessidades de associatividade do ser humano. Predispõe sentimentos de identidade e preserva a autoestima. Estimula a união para superar problemas. Reduz inseguranças e ansiedades.

Favorece a discussão de aspectos da realidade. Permite revisar conceitos. Serve como suporte para a obtenção de informações, amizade e afeto.

“Levantai-vos e andai, porque não será aqui o vosso descanso; por causa da corrupção que destrói sim que destrói grandemente” (Mq 2.10).

Falemos sobre três tipos de disciplina. Vou chamar a primeira de disciplina do descanso. Somos criaturas extremamente psicossomáticas. Na verdade, somos criaturas psicossomáticas, porque somos corpo, mente e espírito. Não é fácil entendermos a inter-relação entre estes três elementos, mas sabemos que a condição de um afeta os outros.

Especialmente, a condição de nosso corpo afeta nossa vida espiritual. Às vezes, pessoas com um problema espiritual me procuram, e sei que a solução para seu problema espiritual é tirar uma semana de férias. Quando estamos cansados ou doentes, não temos vontade de ler as Escrituras, não temos vontade de orar e não temos vontade de dar testemunho de Jesus Cristo. Mas, quando nos sentimos bem fisicamente, estas coisas são fáceis. Portanto, aqui estão alguns aspectos da disciplina do descanso.

Primeiro, a necessidade de tirar um tempo para si mesmo.

Jesus não estava à disposição o tempo todo. O texto que eu gostaria de oferecer aos trabalhadores compulsivos é Marcos 6.45: “Logo em seguida, Jesus insistiu com os discípulos para que entrassem no barco e fossem adiante dele para Betsaida, enquanto ele despedia a multidão”. Ele despediu a multidão, porque queria ir embora, descansar e orar, por isso não devemos nos sentir culpados se quisermos ter um período de descanso.

O segundo item que vem depois do descanso são os passatempos.

Mas todo cristão deveria ter um passatempo, mesmo quando se sente muito velho para praticar esportes.

Além do mais, isso mantém a mente ocupada, desligando-a das pressões do trabalho ou do ministério. Também permite que meditemos sobre as complexidades e as belezas da criação de Deus. Se possível, nossos passatempos deveriam levar-nos para o ar livre.

Um terceiro aspecto do descanso é o tempo com a família e os amigos.

Em nosso círculo familiar, no qual sabemos que somos amados e aceitos, podemos relaxar, mas todos precisamos de amigos fora do círculo familiar também.

Assim, há três reflexões para vocês sobre a disciplina do descanso e do relaxamento. Há a necessidade de tirarmos um tempo para descansar, a necessidade de termos passatempos ou praticarmos esportes e a necessidade de termos uma família e amigos. Estas são necessidades humanas. Nunca tenhamos vergonha de admitir que as temos.

Bibliografia:

1)Samuel Rodrigues de Souza, pastor, especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – Seção RJ.

O JORNAL BATISTA – Órgão oficial da Convenção Batista Brasileira. Semanário Confessional, doutrinário, inspirativo e noticioso.

Ano CXV – Edição 09

2)Texto retirado de Desafios da Liderança Cristã, John Stott

http://ultimato.com.br/sites/john-stott/2016/12/08/a-disciplina-do-descanso-e-do-relaxamento/

 

É tempo de descansar. Brevemente retornarei com uma sequência de novas postagens  e/ou postagens revisadas e atualizadas.

 É tempo de descanso

É tempo de descanso

Sair para um lugar deserto implica, literalmente, parar tudo, cessar todos os afazeres.

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Igreja Presbiteriana

A Igreja Presbiteriana é oriunda da Reforma Protestante do século XVI, e mantém o caráter de Igreja Católica (o termo “católico”, derivado da palavra grega: καθολικός (katholikos), significa “universal” ou “geral”), como declarado no Credo dos Apóstolos. É uma denominação cristã comprometida com valores éticos e morais. Sua atuação no contexto social brasileiro, por exemplo, é marcante, através de instituições de ensino desde o infantil até o superior,que têm alcançado excelência e reconhecimento internacional, como por exemplo, Universidade Presbiteriana Mackenzie, Instituto Presbiteriano Gammon, entre outras.

O presbiterianismo refere-se às igrejas cristãs protestantes que aderem à tradição teológica reformada (calvinismo) e cuja forma de organização eclesiástica se caracteriza pelo governo de uma assembleia de presbíteros, ou anciãos. Há muitas entidades autônomas em países por todo o mundo que subscrevem igualmente o presbiterianismo. Para além de distinções traçadas entre fronteiras nacionais, os presbiterianos também se dividiram por razões doutrinais, em especial em seguida ao iluminismo.

História do presbiterianismo

O nome destas denominações deriva da palavra grega presbyteros, que significa literalmente “ancião”. O governo presbiteriano é comum nas igrejas protestantes que foram modeladas segundo a Reforma protestante suíça, notavelmente na Suíça, Escócia, Países Baixos, França e porções da Prússia, da Irlanda e, mais tarde, nos Estados Unidos. A crença se baseia na predestinação, segundo João Calvino, Deus já havia escolhido, desde o início, os abençoados com a salvação e os condenados à perdição eterna. O homem, por sua natureza pecadora, não era digno de mudar essa decisão nem de conhece-la. Para não viver angustiado pela dúvida, o crente deveria buscar sinais da graça divina perseverando em sua fé mantendo uma vida de retidão e de obediência a Deus.

Na Inglaterra, Escócia e Irlanda, as igrejas reformadas que adotaram uma forma de governo presbiteriano em vez de episcopal ficaram conhecidas como igrejas presbiterianas.

Igreja Presbiteriana St. Giles, Escócia

Igreja Presbiteriana St. Giles, Escócia

Na Escócia, John Knox (1505-1572), que estudara com João Calvino em Genebra, levou o Parlamento da Escócia a abraçar a Reforma em 1560. A primeira Igreja Presbiteriana, a Igreja da Escócia (ou Kirk), foi fundada como resultado disso.

Na Inglaterra, o presbiterianismo foi estabelecido secretamente em 1572, nos finais do reinado da rainha Isabel I de Inglaterra. Em 1647, por efeito de uma lei do Longo Parlamento sob o controle dos puritanos, o presbiterianismo foi estabelecido para a Igreja Anglicana (Church of England). O restabelecimento da monarquia em 1660 trouxe também o restabelecimento da forma de governo episcopal na Inglaterra (e, por um período curto, na Escócia); mas a Igreja Presbiteriana continuou a ser considerada não-conforme, fora da igreja estabelecida.

Na Irlanda, o presbiterianismo foi estabelecido por imigrantes escoceses e missionários ao Ulster. O presbitério do Ulster foi formado separadamente da igreja estabelecida, em 1642. Todos os três, ramos muito diversos do presbiterianismo, bem como igrejas independentes e algumas denominações holandesas, alemãs e francesas, foram combinadas nos EUA para formar aquilo que se tornou conhecido como a Igreja Presbiteriana (1705). A igreja presbiteriana na Inglaterra e País de Gales é a United Reformed Church, enquanto que esta tradição também influenciou a Igreja Metodista, fundada em 1736.

Os presbiterianos destacam-se pelo incentivo à educação, entre as numerosas instituições presbiterianas espalhadas pelo mundo destacam-se a Yale University, Universidade de Princeton e o Instituto e Universidade Mackenzie.

O governo presbiteriano

Igreja presbiteriana se esforça para manter a Unidade e a permanência das verdades bíblicas no seio da Santa Igreja. Seu governo é conciliar. Cada paróquia (ou igreja local) possui seu próprio Concílio (também chamado de Conselho ou Consistório), que é composto por presbíteros regentes, que são eleitos pela própria comunidade paroquial dos fiéis, com mandato de no máximo 5 anos, presbíteros esses que podem ser reeleitos quantas vezes a comunidade achar necessário e podem, também, ser depostos caso seja o desejo dos fiéis. Neste caso, o Conselho paroquial institui um Tribunal Eclesiástico para apurar as denúncias e nomeia um juiz, a defesa, a promotoria e o júri, que darão andamento ao processo de disciplina, deposição ou até excomunhão.

A união de quatro ou mais igrejas locais dá origem ao Concílio Presbiterial (ou presbitério), que se reúne a cada dois anos. Por sua vez, a união de vários concílios presbiteriais forma um Concílio Sinodal, que se reúne nos anos de intervalo das reuniões dos presbitérios. Finalmente, a Federação dos Concílios Sinodais (ou Sínodos) forma o Supremo Concílio, também chamado de Sínodo Nacional ou Assembleia Geral—como se dá na CNBB –, que se reúne a cada quatro anos, coincidindo com os anos de eleições para Presidente da República.

O governo presbiteriano é uma forma de organização da Igreja que se caracteriza pelo governo de um presbitério, ou seja: uma assembleia de presbíteros, ou anciãos. Esta forma de governo foi desenvolvida como rejeição ao domínio por hierarquias de bispos individuais (forma de governo episcopal). Esta teoria de governo está fortemente associada com os movimentos da Reforma Protestante na Suíça e na Escócia (calvinistas), com as igrejas reformadas e mais particularmente com a Igreja Presbiteriana.

O presbiterianismo assenta em pressupostos específicos sobre a forma de governo desejada pelo Novo Testamento:

  • A função do ministério da palavra de Deus e a administração dos sacramentos é ordinariamente atribuída ao pastor em cada congregação (igreja) local. As congregações são núcleos dependentes da igreja local.
  • A administração da ordenação e legislação está a cargo das assembleias de presbíteros, entre os quais os ministros e outros anciãos são participantes de igual importância. Estas assembleias são chamadas concílios.
  • Todas as pessoas são sacerdotes, preocupado com a sua própria salvação, em nome dos quais os anciãos são chamados a servir pelo assentimento da congregação (sacerdócio de todos os crentes).

Desta forma, o papel governamental dos presbíteros é limitado à tomada de decisões quando há uma reunião, sendo de resto a função dos pastores e o serviço da congregação, orar por eles e encorajá-los na sua fé. Esta forma de governo permite a flexibilidade na tomada de decisão, em contraste com o que acontece nas Igrejas em que bispos detêm um poder concentrado.

Os concílios presbiterianos crescem em gradação hierárquica. Cada Igreja local tem o seu concílio, chamado de sessão ou conselho. As igrejas de uma determinada região compõem um concílio maior chamado presbitério. Os presbitérios, por sua vez, compõem um sínodo. O concílio maior numa igreja presbiteriana é a assembleia geral ou supremo concílio.

Catedral Presbiteriana, Rio de Janeiro

Catedral Presbiteriana, Rio de Janeiro

O que é a Igreja Presbiteriana do Brasil?

Alderi Souza de Matos

Quanto à sua teologia, as igrejas presbiterianas são herdeiras do pensamento do reformador João Calvino (1509-1564) e das notáveis formulações confessionais (confissões de fé e catecismos) elaboradas pelos reformados nos séculos 16 e 17. Dentre estas se destacam os documentos elaborados pela Assembleia de Westminster, reunida em Londres na década de 1640. A Confissão de Fé de Westminster, bem como os seus Catecismos Maior e Breve, são adotados oficialmente pela IPB como os seus símbolos de fé ou padrões doutrinários. Outras igrejas presbiterianas adotam documentos adicionais, como a Confissão Belga e o Catecismo de Heidelberg. O conjunto de convicções presbiterianas, conforme expostas no pensamento de Calvino, de outros teólogos e dos citados documentos confessionais, é denominado teologia calvinista ou teologia reformada. Entre as suas ênfases estão a soberania de Deus, a eleição divina, a centralidade da Palavra e dos sacramentos, o conceito do pacto, a validade permanente da lei moral e a associação entre a piedade e o cultivo intelectual.

No seu culto, as igrejas presbiterianas procuram obedecer ao chamado princípio regulador. Isso significa que o culto deve ater-se às normas contidas na Escritura, não sendo aceitas as práticas proibidas ou não sancionadas explicitamente pela mesma. O culto presbiteriano caracteriza-se por sua ênfase teocêntrica (a centralidade do Deus triúno), simplicidade, reverência, hinódia com conteúdo bíblico e pregação expositiva. Na prática, nem todas as igrejas locais da IPB seguem criteriosamente essas normas bíblicas, embora elas tenham caracterizado historicamente o culto reformado. Os problemas causados pelo afastamento desses padrões têm levado muitas igrejas a reconsiderarem as suas práticas litúrgicas e resgatarem a sua herança nessa área fundamental. Quando se diz que o culto reformado é solene e respeitoso, não se implica com isso que deva ser rígido e sem vida. O verdadeiro culto a Deus é também fervoroso e alegre.

Finalmente, a vida das igrejas presbiterianas brasileiras não se restringe ao culto, por importante que seja. Essas igrejas também valorizam a educação cristã dos seus adeptos através da Escola Dominical e outros meios; congregam os seus membros em diferentes agremiações internas para comunhão e trabalho; têm a consciência de possuir uma missão dada por Deus, a ser cumprida através da evangelização e do testemunho cristão. Muitas igrejas locais se dedicam a outras atividades em favor da comunidade mais ampla, como a manutenção de escolas, creches, orfanatos, ambulatórios e outras iniciativas de promoção humana. Cada igreja possui um grupo de oficiais, os diáconos, cuja função primordial é o exercício da misericórdia cristã. O presbiterianismo tem uma visão abrangente da vida, entendendo que o evangelho de Cristo tem implicações para todas as áreas da sociedade e da cultura.

A Igreja Presbiteriana do Brasil é uma federação de igrejas que têm em comum uma história, uma forma de governo, uma teologia, bem como um padrão de culto e de vida comunitária. Historicamente, a IPB pertence à família das igrejas reformadas ao redor do mundo, tendo surgido no Brasil em 1859, como fruto do trabalho missionário da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos. Suas origens mais remotas encontram-se nas reformas protestantes suíça e escocesa, no século 16, lideradas por personagens como Ulrico Zuínglio, João Calvino e João Knox. O nome “igreja presbiteriana” vem da maneira como a igreja é administrada, ou seja, através de “presbíteros” eleitos democraticamente pelas comunidades locais. Essas comunidades são governadas por um “conselho” de presbíteros e estes oficiais também integram os concílios superiores da igreja, que são os presbitérios, os sínodos e o Supremo Concílio. Os presbíteros são de dois tipos: regentes (que governam) e docentes (que ensinam); estes últimos são os pastores. Em 2005, a Igreja Presbiteriana do Brasil tinha aproximadamente 4.800 igrejas locais e congregações, 263 presbitérios, 64 sínodos, 3.800 pastores, 415.500 membros comungantes e 125.000 membros não-comungantes (menores), estando presente em todos os estados da federação.

BIBLIOGRAFIA

-Wikipédia, a enciclopédia livre.

-http://www.mackenzie.br/7087.html

 

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Os Inimigos da Oração

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“Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1ª Tm 2.1-4).

Existem seis armas terríveis que o Diabo usa para paralisar a vida de oração dos crentes:

  • Cansaço!

Como é paralisante o cansaço que o impede de perseverar na oração! Mas é justamente na oração que você supera esse estranho cansaço, pois a Bíblia diz: “Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam” (Is 40.29,31). Entregue-se à oração, e você encontrará o descanso verdadeiro.

  • Distração!

Você não consegue se concentrar? Outros pensamentos vêm à sua mente quando você quer orar? Durante a oração, de repente você percebe que seus pensamentos estão bem longe? Essas são armas do inimigo que você derrota orando em voz alta. Davi diz no Salmo 55.16-17: “Eu, porém, invocarei a Deus, e o Senhor me salvará. À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e ele ouvirá a minha voz”. Ore com voz forte e audível, e as distrações não terão poder sobre você

  • Inquietação interior

Uma inquietação inexplicável tomou conta de você? Justamente dessa inquietação é que você pode se livrar quando ora. Seja qual for a causa – pecado, nervosismo ou incredulidade – a Bíblia diz: “Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado” (Sl 55.22). E mais: “Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu” (Sl 42.11). Somente na oração você receberá ajuda para se libertar da inquietação de seu coração.

  • Pressa

A arma que Satanás provavelmente usa com mais sucesso contra os que querem orar é a pressa. O que diz a Escritura em Eclesiastes 8.3a? “Não te apresses em deixar a presença dele.” Não devemos ter pressa em deixar a presença do Senhor. Qual é a causa de sua pressa? A montanha de trabalho que espera por você! Seu trabalho parece não ter fim? Mas é justamente na oração que você recebe as condições para fazer seu trabalho bem feito e com rapidez. Quanto mais tempo você ora, mais trabalha. Sei muito bem que isso contraria nossa lógica, mas milhares de experiências confirmam essa receita, e a Bíblia diz em Isaías 55.2-3a: “Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão, e o vosso suor, naquilo que não satisfaz? Ouvi-me atentamente, comei o que é bom e vos deleitareis com finos manjares. Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá.” Através da oração constante, suas tarefas diárias serão supridas pelas fontes divinas de força. Admirado, você reconhecerá que o tempo que passou em oração fervorosa foi a melhor maneira de usar seu tempo, e a terrível arma da pressa terá perdido seu poder destrutivo sobre você.

  • Desânimo

O desânimo é uma arma que neutraliza muitas pessoas que oram. Desânimo é começar e parar. Desanimar é não olhar para longe o suficiente. A Bíblia diz: “Olhando firmemente para Jesus”. Esse olhar para cima, para Jesus, é desviar o olhar das coisas visíveis ao nosso redor e voltá-lo para Jesus – voltar-se para Ele orando! Você está desanimado por causa de sua fraqueza espiritual, desanimado por seus fracassos, desanimado pela dureza de coração das pessoas, desanimado pelas tristes circunstâncias em que vive? Paulo exclama em 2ª Coríntios 4.8 que em tudo ficamos “perplexos, porém não desanimados”. Por quê? Porque ele era um homem de oração. Isaías conclama: “Fortalecei as mãos frouxas e firmai os joelhos vacilantes. Dizei aos desalentados de coração: Sede fortes, não temais. Eis o vosso Deus. A vingança vem, a retribuição de Deus; ele vem e vos salvará” (Is 35.3-4). Existe apenas um meio de nos livrarmos do desânimo e do desalento em nosso coração: através da oração. Enquanto escrevo estas linhas, parece que poderes das trevas tentam me impedir de dizer as coisas como elas são. Sei que Satanás faz todo o possível para deixar você tão desanimado a ponto de não conseguir crer que a oração de fato lhe abre as fontes divinas. Mas em Nome de Jesus esses poderes estão derrotados! Suplico a você que está desanimado: Ore! Faça hoje um novo começo! Diga em voz alta: “Eu escolho a vontade de Deus e, em Nome de Jesus, rejeito a vontade de Satanás”. A vontade de Deus é que você ore. A vontade de Satanás é que você se cale.

  • Preguiça

A preguiça é uma arma traiçoeira que Satanás usa contra aqueles que desejam se tornar pessoas de oração. É a arma da carne, a sensação de impotência. Você se ajoelha, quer orar, mas não consegue dizer uma única palavra. Tudo parece muito difícil. A carne não consegue orar. Como você consegue se livrar dessa incapacidade e dessa preguiça? A resposta é: ore com a Bíblia! Leia em voz alta as promessas que falam da oração. Jesus disse: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis, batei, e abrir-se-vos-á” (Mt 7.7). Diga simplesmente a Deus: “Senhor, não consigo pedir, mas Tu dizes na Tua palavra que eu devo pedir, pedir com perseverança”. Exponha a Ele toda a sua miséria. Não fique calado! E enquanto você fala com Ele e lê Sua Palavra, de repente perceberá a faísca da oração acendendo seu coração, fazendo desaparecer sua preguiça e sua indolência, e suas orações alcançando o trono da graça.

Wim Malgo (1922-1992), foi fundador da “Obra Missionária Chamada da Meia-Noite” e presidente da “Associação Beth-Shalom para Estudo Bíblico em Israel”. Durante décadas suas mensagens bíblicas, proféticas e de santificação, profundas e atuais, transmitiram uma visão clara do Plano de Deus e ajudaram inúmeras pessoas em sua vida de fé.

 

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