Igreja Cristã Nova Vida

Catedral da Igreja de Nova Vida

Catedral da Igreja de Nova Vida

Orientação Pentecostal Reformada
Fundador Robert McAlister
Origem 1960 (56 anos)
Sede Igreja Cristã Nova Vida – Catedral
Países em que atua Brasil e Portugal

A Igreja Cristã Nova Vida é uma denominação cristã reformada pentecostal fundada no Brasil em 1960 por Robert McAlister

História

Oriundo do pentecostalismo clássico e filho de pastor, sua origem religiosa está na Assembleia Pentecostal do Canadá. Robert foi missionário em vários lugares do mundo e esteve pregando no Brasil em 1958/59 a convite das igrejas Assembleia de Deus e Evangelho Quadrangular.

Estabeleceu-se no Brasil, estudando a língua portuguesa e inaugurando um programa radiofônico. Logo em seguida alugou o nono andar da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), iniciando a Cruzada de Nova Vida, onde era pregado o pentecostalismo, acompanhado de manifestações de curas, libertação, batismo no Espírito Santo. Nessa primeira fase, o Bispo Robert foi sustentado financeiramente por três igrejas pentecostais americanas.

O seu ministério iniciou-se no Rio de Janeiro, através de um programa de rádio, a Voz de Nova Vida. Em 1961, foi realizado o primeiro culto na sede da Associação Brasileira de Imprensa, no centro da cidade. A partir de então, o crescimento da igreja foi constante.

McAlister enfatizava a cura física e a libertação espiritual, a ponto de fixar no púlpito um cartaz com o seguinte versículo: “Ele perdoa todas as tuas iniquidades e sara as tuas enfermidades” (Sl 103:3). Mais tarde, McAlister foi para a televisão e, em 1968, publicou um folheto intitulado “Mãe-de-Santo: História e testemunho de Georgina Aragão dos Santos Franco – a verdade sobre o candomblé e a umbanda“, em que contava a trajetória de D. Georgina, dos cultos afro-brasileiros até a fé evangélica.

Robert construiu sua primeira igreja em 1964, em Bonsucesso. Logo em seguida, também construiu no bairro de Fonseca em Niterói. Uma grande marca foi a construção do templo da Rua General Polidoro, em Botafogo, antiga sede da denominação, em 1971.

Sob sua liderança, a igreja expandiu-se por vários estados brasileiros, sobretudo o Rio de Janeiro, chegando aproximadamente a 70 igrejas.

Em 1993, Robert McAlister faleceu e o seu filho Walter McAlister foi reconhecido como sucessor pelo Colégio de Bispos, como primaz da denominação. Porém, três anos após, a igreja dividiu-se em três grupos principais.

As igrejas que permaneceram sob a liderança de Walter formaram a Aliança das Igrejas Cristãs Nova Vida; as demais igrejas formaram a União das Igrejas Nova Vida e o Conselho de Ministros das Igrejas de Nova Vida do Brasil. A diferença básica entre as correntes gira em torno de doutrinas calvinistas defendidas pela Igreja Cristã Nova Vida, bem como a ênfase no resgate de tradições litúrgicas pela mesma igreja. Apesar disso, todas se reportam a Robert McAlister como pai espiritual.

Em 1988, Robert redefiniu a administração da denominação, onde as congregações passaram a agir com autonomia. Dessa forma, a partir de então, as congregações passariam a registrar-se como Igreja de Nova Vida, todas porém ligadas fraternalmente à igreja-sede (Botafogo), ou seja, Igreja Pentecostal de Nova Vida, que foi o registro original em Cartório.

Da Igreja de Nova Vida saíram os principais líderes do neo pentecostalismo brasileiro, como Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, R. R. Soares, fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus, e Miguel Ângelo, fundador e líder do Ministério Cristo Vive; sendo que os mesmos praticam um pentecostalismo bastante diferente do fundador, Bispo Robert McAlister.

Em maio de 2008, o Colégio de Bispos da Aliança das Igrejas Cristãs Nova Vida reuniu-se com o Presbitério Nacional para analisar a aplicação do termo “pentecostal” e, por não mais descrever a realidade da denominação, uma vez que tal termo está implicitamente ligado ao movimento neo pentecostal, foi então abolido o termo pentecostal e acrescido ao nome da igreja o adjetivo “cristã”, passando a denominar-se Igreja Cristã Nova Vida.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. 

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Imagens da Rosely, esposa e outras recordações.

 

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Faço questão de postar estas imagens hoje com algumas fotos da Rose em sua viagem quando completou 50 anos. Ela mesma me pediu para enviar para o Facebook. Eu apenas acrescentei outras imagens que considero marcantes e estarei disponibilizando brevemente no Facebook, além do WordPress que estou disponibilizando atualmente. Dia 29/12/2016, ou seja, daqui alguns dias estaremos completando 32 anos de matrimônio. Louvado seja Deus, pela minha esposa. Tracei alguns comentários nosso na postagem:

https://saldaterraeeluzdomundo.wordpress.com/2010/06/08/esposa-filhos-e-cunhada-2/

Rose, quando a conheci, trabalhava como caixa em uma padaria para manter a família, pois seus pais eram idosos e não podiam trabalhar. Ela era a filha caçula de dez irmãos, sendo cinco homens e cinco mulheres. Desses, apenas o José era solteiro, mas logo que Ela se mudou para Sepetiba, se casou. Neste ínterim, a mudança do Parque Suécia, em Duque de Caxias para Sepetiba foi providencial visto que lá, dois de seus irmãos poderiam ajudar nas despesas do lar. Quando conheci a Rose, sua mãe já frequentava a igreja aqui em Duque da Caxias. Ela era uma mulher cheia do Espírito Santo. Praticamente comecei a conhecer a família dela assim que foi morar em Sepetiba. Rose sempre foi uma mulher trabalhadora. Mas isso não impedia que nós saíssemos para namorar. Antes de ir para Sepetiba normalmente íamos ao clube Recreativo Caxiense, aqui em Duque de Caxias e logo depois lá em Sepetiba, no clube Náutico de Sepetiba ou no Recôncavo. Quando nos casamos ela passou a cuidar apenas do lar e dos filhos.

Pv 19:14

“Casas e riquezas herdam-se dos pais, mas a esposa prudente vem do Senhor.

Amo minha esposa e serva, e minha oração continua por ela é para que seja modelo de fé, sem máculas sem culpa ou condenação.

“A estranha perspicácia do cristão”

Permita-me entrar num limbo e declarar algo de que não tenho certeza; é um palpite sagaz baseado no conhecimento das leis espirituais.
É simplesmente isto: uma vez que a pessoa começa sua jornada de viver a vida crucificada, durante sua primeira fase dessa jornada experimenta algumas das piores semanas da vida. É nesse ponto que muitos desanimam, desistem. Os que perseveram descobrem que em vez de chegarem a um sol claro e brilhante, bem diante deles encontram-se mais desalentos, dúvidas e enganos.
Em vez de o elevar, esse tipo de ensino joga você ao chão. Mas deixe-me explicar: Os que foram assim desencorajados – os que bateram a cabeça no teto ou rasgaram o queixo na calçada – e sofreram algum tipo de derrota são os mesmos que estão chegando mais perto de Deus. Os que não são afetados – os que ainda podem ser mundanos e não se importam com isso – fizeram o progresso mínimo. Mas os que descobriram coisas ocorrendo contra eles – aqueles que anseiam e clamam pela vida crucificada, os que esperam que Jesus Cristo os lidere e se surpreendem por estarem sendo desencorajados por ele – esses provavelmente não percebem que estão muito perto do Reino de Deus.

A Vida Crucificada – Como viver uma experiência cristã mais profunda.
A.W.Tozer

Editora Vida

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As simpatias e o Ano Novo – Feitiçarias Caseiras

Simpatias para o Ano Novo

“Para passar o ano novo é recomendável usar roupas brancas. Para ter bastante dinheiro usa-se uma nota nova na carteira”

“Para conquistar um amor, coloque numa pequena vasilha algumas gotas de azeite de oliva, folhas de ciprestes e umas gotas de perfume de laranjeira. Misture tudo muito bem e guarde. Toda vez que você sair, passe um pouquinho dessa fórmula sobre as sobrancelhas e, em seguida, leia o Salmo 113, deixando-o aberto sobre a cabeceira da cama”.

“Para atrair sorte, faça um saquinho pequeno, com tecido vermelho, que nunca tenha sido usado. Coloque dentro dele um pouco de cera de abelha e feche-o. Carregue sempre na carteira ou no bolso, como patuá”.

“Para uma solteira conseguir casamento, conte três palmos de uma fita branca e corte. Amarre este pedaço da fita numa imagem de Santo Antônio. Deve colocar a imagem no quarto e pedir a Santo Antônio que lhe arranje um casamento. Se a mulher solteira for você, a simpatia também pode ser feita. Peça para que sua mãe ou uma amiga fiel faça a simpatia, sem que você veja”.

Estas são algumas das milhares de receitas mágicas de domínio popular, as quais muitos recorrem a fim de resolver seus problemas. Seus praticantes as chamam de simpatias e são largamente empregadas pelo povo brasileiro, sendo difundidas como inofensivas tradições folclóricas. Mas… Será que as simpatias são realmente inofensivas? Que poderes envolvem? Que perigos escondem? Quais os reais limites entre a fé e a superstição? O uso de palavras bíblicas santifica esta prática? Há alguma relação entre a simpatia e a bruxaria?

Possuir respostas para estas perguntas é vital. Pessoas que jamais entrariam em um terreiro ou se envolveriam com algum tipo de ocultismo tornam-se ingenuamente (ou não) vítimas das maldições inerentes a este tipo de prática. A inocência não serve de escudo.

Definindo simpatia

O que é mesmo simpatia? O dicionário Aurélio a define, entre outras coisas, como: “ritual posto em prática, ou objeto supersticiosamente usado, para prevenir ou curar uma enfermidade ou mal-estar”. Mas esta explicação é muito branda. A significação de um site sobre simpatia é outra bem diferente para esta prática: “Simpatia é a maneira ritual de forçar poderes ocultos a satisfazerem a nossa vontade”.
Este conceito é exato e sincero, uma vez que não são as meras palavras, atos, rituais e objetos que vão levar a realização do desejo do praticante da simpatia, mas, sim, os poderes nela invocados. Não são as gotas do azeite, os pingos da vela e/ou o pano vermelho os verdadeiros objetos da fé. Os praticantes, quando usam destas coisas, colocam sua fé em entidades indefinidas ou em algum santo católico, como no caso de Santo Antônio, Santo Expedito e São Jorge, muito comuns em simpatias.
Isso significa que, mesmo sem intenção, ou involuntariamente, procura-se criar algum vínculo com o mundo espiritual e manipulá-lo de forma a atender nossos desejos. A grande questão é: com quem a magia da simpatia lida?

Brincando com o inimigo

Neste mundo pragmático em que vivemos, o que as pessoas geralmente querem saber é: “Funciona?”. O mesmo site comenta: “A simpatia tem grande prestígio, dada a psicologia do povo que quer resultados imediatos, sem tratamento e sem trabalho, trazidos pelas escamoteações da mágica. Em suma, o milagre”.

Embora a única preocupação do praticante seja ter resultado imediato, ele, porém, não se detém para questionar qual a fonte do poder por trás das simpatias. Claro que a maioria não funciona, e o aparente efeito de algumas não passa de coincidência ou auto-sugestão. Mas quando se trata de um “milagre” real, os envolvidos não questionam o autor do suposto milagre, nem sequer cogitam que estes “poderes ocultos” têm como fonte os espíritos malignos.

A Bíblia relata que quando Moisés foi enviado por Deus ao Egito para falar a faraó acerca da libertação do povo hebreu, lançou sua vara ao chão e Deus a transformou em cobra. Entretanto, os magos egípcios fizeram o mesmo com seu poder (Ex 7.10-12). Os milagres foram iguais, mas a fonte deles era antagônica: Moisés invocava ao Deus verdadeiro, e os outros, cultuavam falsos deuses e espíritos malignos.

Assim, pode-se depreender que desejar milagres e não se preocupar com a “fonte de origem” é abrir a porta para a atuação do diabo. Sobre o poder do diabo em obrar prodígios a Palavra de Deus esclarece: “A vinda desse iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais e prodígios da mentira, e com todo engano da injustiça para os que perecem. Perecem porque não receberam o amor da verdade para se salvarem” (2ªTs 2.9,10; grifo do autor).

Fé e superstição

“De sorte que a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Rm 10.17). Logo, a fé bíblica, a fé verdadeiramente cristã, é uma conseqüência de se ouvir e aceitar a Palavra de Deus. A superstição, elemento essencial das simpatias, não tem seu fundamento nas Escrituras Sagradas, se é que possui algum fundamento. As pessoas que se envolvem com simpatias, o fazem pela indicação de outro, e não se preocupam em analisar os poderes ocultos que se escondem por trás das mesmas.

Mesmo o uso de objetos, palavras e atos narrados na Bíblia podem se degenerar em superstição. Embora a Palavra de Deus se utilize desses elementos, tais elementos, no entanto, só têm valor quando baseados na fé. “Tudo o que não é por fé, é pecado” (Rm 14.23).

Temos de fazer distinção entre as narrações bíblicas e os princípios bíblicos. Quando Deus ordenou ao povo de Israel que desse voltas ao redor dos muros de Jericó e tocasse trombetas para que os muros caíssem (Js 6), não estava ensinando com isso um ritual de “como derrubar muros”. A Bíblia é explícita ao dizer que “pela fé caíram os muros de Jericó” (Hb 11.30), e não pelo simples fato de serem rodeados. Houve uma ordem específica de Deus e uma obediência em fé correspondente, então Deus operou. A vitória veio de Deus pela fé, e não porque aquele era um ritual mágico.

Da mesma forma, o fato de Jesus ter cuspido na terra, feito lodo, passado nos olhos de um cego e este ter sido curado após lavar-se no tanque de Siloé, não significa que Jesus estava ensinando, com isso, um ritual para curar cegos (Jo 9.11). Aquele foi um milagre produzido pelo poder de Cristo mediante a fé, e não passos a serem seguidos pelos cegos que buscam cura. A Bíblia estava narrando um acontecimento, não ensinando um ritual para curar cegos.

É importante também mencionar a repetição de palavras que geralmente está inserida nas simpatias. Jesus condenou a prática das chamadas “rezas”, quando disse: “E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles…” (Mt 6.7,8). Embora no dicionário orações e rezas sejam palavras sinônimas, na prática, porém, as rezas tornaram-se fórmulas mágicas com poder em si mesmas, e não representam nenhuma manifestação de fé, no sentido bíblico.

É bom ratificar que, biblicamente, fé significa confiar (crer) em Deus e em Cristo (Jo 14.1). Os cristãos oram e tomam atitudes confiando nas promessas divinas, e não em meras palavras e atos por si só. Os praticantes da simpatia não agem de acordo com um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus.

O nome de Deus em vão

“SALMOS 37 e 38 – Leia os salmos 37 e 38 três vezes ao dia, durante três dias. Após tê-lo feito, publique o texto (salmo) no jornal no quarto dia e veja o que acontece. Faça dois pedidos difíceis e um impossível”.

Tem-se popularizado o uso de Salmos, ou mesmo do nome de Jesus, como simpatia para a resolução de problemas. Todos os dias, os jornais trazem uma coluna de agradecimento ou de recomendação de pessoas que aconselham os leitores a usar o “salmo tal” ou a “palavra tal” para resolverem seus problemas e alcançarem alguma coisa.

“Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” (Êx 20.7). Embora alguns achem que, ao citarem a Bíblia, Deus ou Jesus valida este tipo de atitude, o oposto, no entanto, é que é verdade. As pessoas estão, de fato, querendo manipular a Deus por meio de palavras e ritos, quando a Bíblia ensina que isto é abominável aos seus olhos.

Nós, os cristãos, mais do que ninguém, reconhecemos o poder da Palavra de Deus. Mas este poder só é válido quando tomamos toda a Bíblia como regra de fé e conduta, e não quando extraímos trechos isolados e os usamos com um ritual, ou quando escrevemos um salmo ou outro trecho qualquer das Escrituras e os usamos como talismã. O salmo 91 é Palavra de Deus e, se creio nele e o aplico em minha vida, ele trará resultado. Entretanto, o mero pano ou papel onde ele está impresso não é um talismã para ser colocado atrás da porta para me proteger de espíritos malignos.

Temos de tomar cuidado para que a nossa fé não se deteriore em superstição e idolatria. Em Números 21.4-9, Deus ordenou a Moisés que fizesse uma serpente de bronze e colocasse sobre uma haste. Todos os israelitas que olhassem para ela seriam curados, e assim aconteceu. Todavia, com o passar dos dias, o povo de Israel, ao invés de colocar sua fé no Deus que os curava ao olharem para a serpente de bronze, puseram sua confiança na própria serpente e passaram a adorá-la e a oferecer-lhe incenso. Substituíram Deus por um dos instrumentos que Ele usou para abençoá-los. Por isso o rei Ezequias ordenou sua destruição: “Ele tirou os altos, quebrou as estátuas, deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram Neustã” (2ªRs 18.4; grifo do autor).

Feitiçaria caseira

“A bruxaria está na moda, e é possível encontrar cada vez mais adeptos em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte. Suas fileiras exibem advogados, contadores e engenheiros […] As feiticeiras modernas não gostam de ser chamadas de bruxas. Preferem o termo medieval wicca (pronuncia-se uíca), que deu origem à witch (bruxa em inglês). A palavra vem do alemão arcaico, wic, que significa dobrar, porque a mágica teria função de mudar ou ‘dobrar’ os acontecimentos”. Mas, como diz Eddie Van Feu em seu livro Wicca – Rituais: “A verdade é que wicca é só um termo mais bonitinho para bruxaria”.
Os que consideram exagero comparar simpatia e feitiçaria fariam bem em atentar para este assunto. Vejamos os rituais ensinados no mesmo livro sobre wicca:

Para proteger seu lar

“Deixe romãs abertas na janela da casa para trazer paz e harmonia para sua família”, ou: “Faça uma cruz com dois pedaços de canela em pau e coloque-a escondida atrás da porta em sua escrivaninha”.

Para ter amor

“Guarde uma rosa ou um amor-perfeito dentro de seu livro de poesia ou do seu romance favorito. Tenha-o sempre à cabeceira, pois este é um poderoso talismã”.

Perguntamos: qual é, então, na prática, a diferença entre a simpatia e a bruxaria? Ambas se apóiam em rituais, objetos e palavras para alcançar seus objetivos. Ambas utilizam elementos cristãos. Ambas definem apenas vagamente os poderes envolvidos na realização de seus “encantamentos”. Em outras palavras, são usados apenas termos diferentes em relação ao mesmo tipo de prática. As forças malignas utilizadas pelos bruxos na História Antiga e Medieval continuam sendo acionadas por meio das chamadas “simpatias”. O sincretismo cristão encobriu essa realidade, mas não pode mudar a essência do que realmente envolvem essas práticas.

Os historiadores são unânimes em admitir que o catolicismo português trazido para o Brasil era fortemente influenciado pela bruxaria européia. Como resultado, as mesmas práticas continuam sendo realizadas “camufladamente”. Logo, simpatias nada mais são do que bruxarias caseiras efetuadas por pessoas que apenas querem resultados e estão dispostas a fazer qualquer coisa para alcançá-los.

Livrando-se da simpatia

“Andamos por fé, e não por vista” (2ªCo 5.7). Este é o fundamento da fé evangélica e bíblica. Quando o relacionamento diário com Deus se baseia em objetos, fórmulas, rituais e/ou palavras previamente estabelecidas, então ocorre um afastamento. Não importam quantas “graças” as pessoas digam que alcançaram por este meio, isto não prova que foi Deus quem realizou nada. O Novo Testamento rejeita completamente o uso de tais subterfúgios para se alcançar resposta divina, e o Velho Testamento só o faz quando é orientado por Deus e, mesmo assim, como símbolos espirituais de Cristo.

Não se engane, caro leitor, mexer com simpatia é mexer com o oculto, e todo benefício que resultar disso é aparente. “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios (receitas de simpatia e magia) […] Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem. Tudo o que fizer prosperará” (Sl 1.1-3; parênteses do autor).

Notas:

Novo Aurélio – O Dicionário da Língua Portuguesa Século XXI, Ed. Nova Fronteira.

http://www.ifolclore.com.br/simpatias/intro.htm

http://www.ifolclore.com.br/simpatias/intro.htm

Classificados do jornal A tribuna, de Santos, de 22/03/03.

Revista Época, 21 de out. de 2002, p.86.

Eddie Van Feu: carioca que estreou no mercado editorial nacional com a revista Olha à frente!, Ed. Escala, onde assinou muitos outros materiais. Atualmente, edita a Talentos do Mangá e escreve uma bateria de livros de Wicca, além de produzir diversos roteiros para desenhistas de todo o Brasil.

Wicca – Rituais, Eddie Van Feu, Ed. Escala, p. 11.

Ibid., p. 23-4.

por Pr. Eguinaldo Helio de Souza

http://www.cacp.org.br/

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Igreja Batista

Sede: Londres (Aliança Batista Mundial)

Primeira Igreja Batista da América, organizada em 1638. Orientação: Protestante Origem: século XVII

 

A Igreja Batista é uma denominação cristã caracterizada pela rejeição ao batismo infantil, optando em seu lugar pelo batismo de fé, sempre através da imersão. O nome é derivado de uma comissão para que os seguidores de Jesus Cristo fossem batizados, os batistas interpretam o batismo — imergir em água — como uma exposição bíblica e pública de sua . Enquanto o termo “batista” tem suas origens com os anabatistas, e às vezes foi visto como pejorativo, a denominação historicamente é ligada aos dissidentes ingleses, ou movimentos de anti conformismo do século XVI. O movimento batista surgiu na colônia inglesa na Holanda, num tempo de reforma religiosa intensa.

Os batistas tipicamente são considerados protestantes históricos. Alguns batistas rejeitam essa associação. A maioria das igrejas batistas escolhem associar-se com grupos que fornecem apoio sem controle. A maior associação batista é a Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos, mas, há muitas outras associações de batistas no mundo. No Brasil, as maiores são a Convenção Batista Brasileira e a Convenção Batista Nacional.

As Igrejas Batistas formam uma família denominacional protestante de origem inglesa.

Nome

O termo batista vem da palavra grega (baptistés, “batista,” também descrevia João o batista), que é relacionado ao verbo (baptízo, “batizar, lavar, mergulho, imerge”), e o baptista latino, e está em conexão direta a “o batizado,” João o batista. Como um prenome que foi usado na Europa também como Baptiste, Jan-Baptiste, Jean-Baptiste, John Baptist. E na Holanda, frequentemente em combinações como Jan Baptiste ou Johannes Baptiste. Foi usado como um sobrenome. Outras variações também comumente usadas são Baptiste, Baptista, Battiste, Battista. Anabaptistas na Inglaterra foram chamados batistas em 1569.

Origem

A história academicamente aceita sobre a origem das Igrejas Batistas é a sua concepção como um grupo de dissidentes ingleses no século XVII. A primeira igreja batista nasceu quando um grupo de refugiados ingleses que foram para a Holanda em busca da liberdade religiosa em 1608, liderados por John Smyth, um clérigo e Thomas Helwys, um advogado, organizaram em Amsterdã, em 1609 uma igreja de doutrinas batistas. John Smyth discordava da política e de alguns pontos da doutrina da Igreja Anglicana da qual ele era pastor após uma aproximação com os menonitas e, examinando a Bíblia, creu na necessidade de batizar-se com consciência e em seguida batizou os demais fundadores da igreja, constituindo-se assim a primeira igreja batista organizada. Até então, o batismo não era por imersão, só os batistas particulares por volta de 1642 adotaram oficialmente essa prática tornando-se comum depois a todos os batistas. A primeira confissão dos particulares, a Confissão de Londres de 1644, também foi a primeira a defender o imersionismo no batismo.

Igreja Batista no interior do Estado de Nova York.

Igreja Batista no interior do Estado de Nova York.

Depois da morte de John Smyth e da decisão de Thomas Helwys e seus seguidores de regressarem para a Inglaterra, a igreja organizada na Holanda desfez-se e parte dos seus membros uniram-se aos menonitas. Thomas Helwys organizou a Igreja Batista em Spitalfields, nos arredores de Londres, em 1612. A perseguição aos batistas e a outros dissidentes ingleses, fez com que muitos emigrassem. O mais famoso foi John Bunyan, que escreveu sua obra-prima O Peregrino enquanto estava preso. Nos Estados Unidos, a primeira igreja batista nasceu através de Roger Williams, que organizou a Primeira Igreja Batista de Providence em 1639, na colônia que ele fundou com o nome de Rhode Island, e John Clark que organizou a Igreja Batista de Newport, também em Rhode Island em 1648. Em terras americanas os batistas cresceram principalmente no sul, onde hoje sua principal denominação, a Convenção Batista do Sul, conta com quase 15 milhões de membros, sendo a maior igreja evangélica dos Estados Unidos.

Existem ainda outras teorias sobre a origem dos batistas, mas que são rejeitadas pela historiografia oficial. São elas a teoria de Sucessão Apostólica, ou JJJ (João – Jordão – Jerusalém) e a teoria anabaptista. Ambas são rejeitadas pelos historiadores batistas Henry C. Vedder e Robert G. Torbet. A teoria de sucessão apostólica postula que os batistas atuais descendem de João Batista e que a igreja continuou através de uma sucessão de igrejas (ou grupos) que batizavam apenas adultos, como os montanistas, novacianos, donatistas, paulícianos, bogomilos, albigenses e cátaros, valdenses e anabatistas. Os batistas landmarkistas utilizam este ponto de vista para se auto-proclamar única igreja verdadeira.

Essa teoria apresenta alguns problemas, como o fato que grupos como bogomilos e cátaros seguiam doutrinas gnósticas e o gnosticismo é contrário às doutrinas batistas de hoje. Também, alguns desses grupos que sobrevivem até o presente, igrejas como a dos valdenses (que desde a Reforma é uma denominação Calvinista) ou dos paulicianos, não se identificam com os batistas. A teoria anabatista é aquela que afirma que os batistas descendem dos anabatistas, que pregaram sua mensagem no período da Reforma Protestante.

O evento mais citado para apoiar essa teoria foi o contato que John Smyth e Thomas Helwys com os menonitas na Holanda. Todavia, além de em 1624 as cinco igrejas batistas existentes em Londres terem publicado um anátema contra as doutrinas anabatistas, também os anabatistas modernos rejeitam ser denominados batistas e há pouca relação entre os dois grupos.

Ambos grupos possuem algumas similaridades:

Existem algumas diferenças entre os batistas e os anabatistas modernos (por exemplo os menonitas):

  • Os anabatistas normalmente praticam o Batismo adulto por aspersão e não por imersão como os batistas;
  • Os anabatistas são pacifistas extremos e se recusam a jurar;
  • Os anabatistas creem em uma doutrina semi-nestoriana sobre a Natureza de Cristo, que não recebeu nenhuma parte humana de Maria;
  • Os anabatistas enfatizam a vida comunal enquanto os batistas a liberdade individual;
  • Os anabatistas recusam a participar do Estado, enquanto os batistas podem ser funcionários públicos, prestar serviço militar, possuir cargos políticos;
  • Os anabatistas creem em um estado de “sono da alma” entre a morte e a ressurreição.

Expansão mundial

Em 1791, um jovem pastor inglês chamado William Carey criou a Sociedade de Missões no Estrangeiro, para dar suporte no envio de missionários, sendo a Índia o primeiro campo missionário.

As Igrejas Congregacionais Americanas enviaram Adoniram e Ana Judson em 1812, para evangelizar a Índia, com destino a Calcutá. O casal encontrou-se com o missionário batista William Carey e seu grupo de pastores, e aceitou a doutrina de imersão dos batistas e foram batizados pelo Pastor William Ward. Outro missionário congregacional, também enviado a Índia, Luther Rice tornou-se batista. Os Judsons permaneceram na Birmânia, atual Myanmar, e Luther Rice voltou aos Estados Unidos para mobilizar os batistas para a obra missionária.

Consequentemente em maio de 1814, foi fundada uma Convenção em Filadélfia com o nome de “Convenção Geral da Denominação Batista nos Estados Unidos para Missões no Estrangeiro”. Desde então missionários batistas foram enviados à América Latina, África, Ásia e Europa.

Batistas no Brasil

Na foto a Capela do Campo, no Cemitério do Campo em Santa Bárbara d'Oeste.

Os imigrantes dos Estados Unidos fundaram a primeira igreja batista do Brasil.

Na foto a Capela do Campo, no Cemitério do Campo em Santa Bárbara d’Oeste.

Por força da Guerra Civil Americana de 1865, confederados do Sul dos Estados Unidos (confederados estes que eram esmagadoramente da Igreja Batista), começam a buscar outras terras de potencial agrônomo. O Brasil é um dos países escolhidos. Logo, em 1867, grupos de estadunidenses que somaram mais de 50.000 pessoas desembarcam nos portos brasileiros em busca de refúgio e terra fértil, vasta e barata. Avançando para o continente, escolhem a cidade de Santa Bárbara d’Oeste, para adquirirem terras e fixarem residência. Entre os emigrados, a maioria professava o protestantismo e entre esses, muitos eram Batistas. Já em 1870 fizeram publicar um “Manifesto para Evangelização do Brasil.” Tal manifesto, assim que publicado contou com assinaturas de Presbiterianos, Metodistas, Congregacionais e, por um Batista, o jovem Pastor Richard Raticliff, um dos emigrados, cuja família havia convertido através de Thomas Jefferson Bowne nos Estados Unidos. Em 1871, Batistas emigrados dos Estados Unidos organizam a Primeira Igreja Batista do Brasil em Santa Bárbara d’Oeste. Anos mais tarde, em 1879, outro grupo de emigrados faz surgir a segunda Igreja Batista em solo brasileiro em Santa Bárbara d’Oeste no bairro da Estação, onde atualmente se localiza a cidade de Americana.

Enquanto isto, no Recife o Missionário Batista William  Buck  Bagby participa da conversão do sacerdote católico, Antonio Teixeira de Albuquerque. Por causa de perseguição, Teixeira de Albuquerque tentou refugiar-se em Maceió, sua terra natal, mas acabou mais tarde escolhendo Capivari, no Estado de São Paulo. Vindo a conhecer os Batistas em Santa Bárbara d’Oeste, batiza-se, é ordenado pastor e ajuda a comandar a evangelização que se iniciava entre brasileiros, franceses, ingleses e estadunidenses. Os Batistas de então, em Santa Bárbara d’Oeste, se unem para solicitar a Junta de Richmond, dos Estados Unidos, o envio de missionários ao Brasil. O trabalho de evangelização é intenso e brasileiros estão menos preconceituosos quanto à nova doutrina. Em 1881 chegam, William Buck Bagby e Ana Luther Bagby; Zacarias Taylor e Katarin Taylor. Os primeiros missionários são recebidos em Santa Bárbara d’Oeste e logo filiam-se à Igreja Batista existente e começam a estudar a língua portuguesa, tendo Antonio Teixeira de Albuquerque como professor.

Pouco tardou para que os dois casais de missionários, unindo-se a Antonio Teixeira de Albuquerque rumassem para o Estado da Bahia, onde em 1882, com cartas de transferência das igrejas em Santa Bárbara d’Oeste, organizaram a Primeira Igreja Batista de Salvador. Em um ano aquela igreja já contava 70 membros. Salvador também possuía uma comunidade de estadunidenses que fugiram da Guerra de Secessão. O Pastor Antonio Teixeira de Albuquerque, casado, rumou a Maceió, onde organiza a Primeira Igreja Batista e prega para seus pais. A vida de Teixeira de Albuquerque foi curta, vindo a falecer aos 46 anos de idade. O Brasil não resiste às pressões sociais e políticas, internas e externas, vendo capitular o Império, sendo proclamada a República, em 1889. Nela a liberdade religiosa estava consagrada na Constituição, ainda que, por enquanto, apenas no papel.

De Salvador, os missionários seguiram para outras capitais, plantando igrejas. De volta a São Paulo, com outros missionários recém-chegados foram organizando outras novas igrejas a partir de 1899 em São Paulo, Jundiaí, Santos, Campinas, São José dos Campos. Já em 1904 eram 7 Igrejas Batistas no Estado de São Paulo. Essas, reunindo-se em Jundiaí, organizaram em 1904 a Convenção Batista do Estado de São Paulo, então chamada de União Baptista Paulistana. Em 1914, eclode a Primeira Guerra Mundial, que faria ferver até 1918 toda a Europa. A Europa, destruída, vê muitos de seus habitantes saírem em busca de novas terras. O Brasil, e, principalmente o Estado de São Paulo, com um grande avanço na agricultura, (café, cana de açúcar e cereais) torna-se alvo de muitos desses europeus. Fugindo da guerra, aportam no Brasil muitos protestantes, somaram-se a eles as dezenas de casais de missionários dos Estados Unidos que continuavam chegando.

Doutrina

Doutrinariamente, os batistas possuem algumas particularidades:

  • Crença no Batismo Adulto por imersão – assim como os anabaptistas eles creem que o batismo seja uma ordenança para as pessoas adultas (ordenança, para os batistas, é diferente de sacramento: deve ser obedecida, mas é apenas ato simbólico e não obrigatório para salvação), que deve ser respeitada a menos que o indivíduo não tenha oportunidade de ser batizado. A diferença em relação aos anabaptistas, é que os batistas praticam o batismo por imersão.
  • Celebração das ordenanças do batismo e também da ceia memorial (não-sacramental), repetindo o gesto de Cristo e os apóstolos (“fazei isso em memória de mim”) partilhando-se o pão e o vinho entre todos os membros da Congregação.
  • Separação entre Igreja e Estado – antes mesmo do Iluminismo, já havia a consciência da separação entre Igreja e Estado entre os batistas.
  • Liberdade de Consciência do Indivíduo – o crente deve escolher por sua própria consciência a servir a Deus, e não por pressão estatal ou de Igreja Estabelecida.
  • Autonomia das Igrejas locais – como os batistas originaram do Congregacionalismo, enfatizam a autonomia total das comunidades locais, que podem agrupar-se em convenções. A exceção são os Batistas Reformados, que se originaram do calvinismo Presbiterianismo e dos Batistas Episcopais, que surgiram de missões anglicanas no Zaire.

Em termos de organização, a maior parte das igrejas batistas operam no sistema de governo congregacional, isto é, cada igreja batista local possui autonomia administrativa, regida sob o regime de assembleias de caráter democrático. Entretanto, a grande maioria das igrejas batistas são associadas a “convenções”, que são, na verdade, associações de igrejas batistas que procuram auxiliar umas às outras em diversos aspectos, como jurídico, financeiro e formacional (criação de novas igrejas). Essas associações não possuem qualquer poder interventor nas igrejas, pois uma das características da maioria dos batistas é a autonomia de cada igreja local.

Os batistas tradicionalmente evitaram o sistema hierárquico episcopalista como é encontrado na Igreja Católica Romana ou Igreja Anglicana, entre outras, como entre os metodistas. Todavia, existem variações entre grupos batistas, como a Igreja Episcopal Batista (de governo, obviamente, episcopal), presente em vários países da África e a Igreja Batista Reformada, de governo presbiteriano.

Bibliografia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.    

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Revisões, atualizações e comentários nas postagens

Segue abaixo, o link de mais cinco (5) postagens e comentários corrigidos e/ou revisados:

Resolvi alterar a nomenclatura da postagem ao substituir “O que quer dizer reforma” por “Os cinco solas da Reforma Protestante”, como sendo a mais completa Declaração de Fé definida na Declaração de Cambridge, pois relaciona as cinco solas seguidas pelas diversas denominações cristãs reformadas.

Acrescentei um texto como comentário da postagem. “O evangelho pertence a uma denominação?” da Editora Ultimato. Muito bom o texto. Vale a leitura e outro da postagem. “E a arte? O que a Reforma teve a ver com ela?”, da Editora Ultimato.

Aliás, esta revista possui excelentes articulistas que abordam sempre uma diversidade de temas com muita unção.

Acrescentei vários comentários associados a postagem. Excelente e esclarecedor os textos, vale a leitura para quem se interessar.

Acrescentei esta mensagem na tela principal do blog, como sub-tópico da Bíblia. Muito bom e esclarecedor o comentário.

Nunca é demais aprender. É louvável.

Este link alterei totalmente o nome de “Desvios e dificuldades inerentes ao dia a dia” para “Breves definições sobre a associação profissional ou sindical”, além de melhorar a organização e detalhar o conteúdo do mesmo.

Particularmente, entendo ser esclarecedor e instrutivo o conteúdo deste documento.  Por isto estou registrando esta afirmação em destaque em relação as outras correções já realizadas até o momento.

Acrescentei um comentário atualizado sobre a Perseguição na China.

 

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Quão Grande é o meu Deus em Hebraico / Gadol Elohai by Joshua Aaron

 

Gadol Elohai (Quão Grande É o Meu Deus)
Joshua Aaron

Gadol Elohai
Shiru ki Gadol Elohai
Kol echad Yirei
Ki gadol Elohai

Bridge (Name above all names):
Shem me’al kol shem
Otcha raui le’halel
Libi yashir ki gadol Elohai

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Revisões, atualizações e comentários nas postagens

Segue abaixo, o link de mais cinco (5) postagens e comentários corrigidos e/ou revisados:

Acrescentei dois comentários “Como a Bíblia foi escrita?” e algo que cita o aramaico. Material disponibilizado pelo Juscelino Mariano, muito bom.

Acrescentei um vídeo que o Ministério Portas Abertas liberou que trata da Igreja Perseguida na África e outro, muito bom, de pouco mais de cinco minutos “Você teria coragem de perguntar quem você realmente é?”.

Sugiro que veja.

Acrescentei um gráfico que mostra quais povos estão motivados com suas religiões, retirado do link “Movimento de Oração Paz no Oriente” e uma imagem “Teorema de Paracleto”, retirado de uma postagem do blog Paracleto retratando a história da igreja, avivamento e revoluções.

Acrescentei um comentário “A política e a religião”, do ministério CACP, Mostrando “A INFLUÊNCIA DE GRUPOS RELIGIOSOS NA POLÍTICA BRASILEIRA”.

Excelente a colocação do professor Paulo Cristiano. Vale a pena ler.

Resolvi alterar o nome da postagem “Cristãos e politica, uma relação imprescindível”, que é um texto muito bom, de Alderi Souza de Matos historiador, pelo texto do Pr presbiteriano, Ronaldo Lidório “De quem é o Evangelho”. 

Na verdade, eu apenas alterei a ordem dos documentos, pois agora o texto “De quem é o Evangelho” é o documento base, e o material do historiador oficial da Igreja Presbiteriana Alderi Souza de Matos “Cristãos e politica, uma relação imprescindível” agora fica como comentário da postagem.

Mesmo porque, o perfil do blog saldaterraeluzdomundo trata basicamente de ensino bíblico e evangelismo a distância, ainda que descreva algo associado a política, ação social, meio ambiente e cultura entre outros temas.

Acrescentei um texto do Livro de apoio das Revistas Lições Bíblicas – Oziel Gomes, como comentário.

Acrescentei um texto do CACP, cujo título é: “Profecias bizarras e incoerentes”. Muito bom o texto e um alerta para a igreja, quanto aos falsos profetas e/ou profecias.

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IECB – Igreja Evangélica Congregacional do Brasil

Igreja Evangélica Congregacional do Brasil de Três de Maio

Quem Somos

A IECB foi fundada em 11 de Janeiro de 1942 em Linha Morengaba, Panambi – RS, por sete comunidades livres que não pertenciam a nenhuma convenção:

  • Morengaba, Panambi
  • Linha 27, Ijuí
  • Padre Gonzales, Três Passos
  • Cerro Largo, Guarani
  • Ati-Açú, Sarandi
  • Marupiara, Paraíso do Sul
  • Nova Boêmia, Agudo

Começavam assim a surgir os congregacionais do sul, que recebiam no princípio apoio logístico da Argentina e dos Estados Unidos. A IECB existe portanto a mais de 60 anos no Brasil.

Desde o princípio, e até hoje, a IECB está constituída sob a seguinte base de fé:

Cremos num Deus Trino:

  • Deus Pai, Criador e Mantenedor de todas as coisas
  • Deus Filho, como Salvador e Remidor da Humanidade pela sua morte na Cruz
  • Deus Espírito Santo como agente santificador

Cremos na bíblia como a infalível palavra de Deus ao seu povo, escrita por homens inspirados pelo Espírito Santo.

Cremos no Céu como lugar onde Cristo está à direita de Deus e para onde levará a sua Igreja.

Cremos no Inferno, lugar onde Satanás e os Demônios serão lançados juntamente com todos aqueles que se afastarem de Deus.

Cremos nos Anjos como seres espirituais que executam as ordens de Deus e comandam o louvor na presença do Pai.

Cremos na vida eterna como dom gratuito de Deus por meio da Fé em Jesus, único nome no qual há Salvação, como também na condenação eterna daqueles que rejeitarem a Cristo nesta vida.

Cremos na imortalidade do Espírito e que a Fé é dom de Deus, que precisa provar-se pelas obras, e que um novo nascimento é imprescindível.

Cremos no arrebatamento e no regresso de Cristo bem como em todos os acontecimentos relacionados a Ele.

Cremos na indissolubilidade do casamento.

Cremos num único Batismo, o qual representa a aceitação na aliança da graça e a a inscrição na escola de Cristo, não tendo o poder salvífico e nem sendo perdoador de pecados.

Cremos que a Santa Ceia é a prática verdadeira da comunhão da Igreja com seu Senhor e dos crentes entre si através do pão e do vinho, que significam o corpo e o sangue de Cristo. Podem participar dela somente os que estão em ordem com Deus e com seus irmãos.

Cremos na ressurreição de Cristo e na sua volta, quando seremos revestidos de corpo incorruptível para novo Céu e nova Terra.

Cremos na Oração como meio de comunicação com Deus e como forma de agradecimento, louvor e intercessão, e também no valor do jejum em casos secretos e específicos como Jesus ensinou.

Cremos nos dons naturais e carismáticos, bem como nos sinais e milagres de Deus.

Cremos na plenitude do Espírito Santo, que acontece à medida da nossa consagração: quanto mais nos consagramos a Deus, mais Ele inunda nosso ser.

Confira no quadro abaixo os números da IECB hoje:

Número de Comunidades 221
Pontos de Pregação 117
Casas Pastorais 37
Igrejas Concluídas 182
Igrejas em Construção 25
Salões Sociais 62
Salões Sociais em construção 14
Famílias inscritas 8.186
Membros individuais 1.105
Número de pessoas 28.001
Crianças na Escola Dominical 2.078
Adolescentes na Doutrina 855
Jovens nas Ligas Juvenis 1.173
Senhoras na OASC 1.848
Cantores nos Corais 935
Programas de Rádio 31

História

Resultado de imagem para Simbolo da Igreja Evangélica Congregacional do Brasil

Aventuramo-nos a afirmar que o Congregacionalismo remonta aos dias em que o próprio Senhor Jesus falou aos seus discípulos que, onde quer que estivessem dois ou três reunidos em Seu nome, Ele estaria no meio deles.

Na Idade Média, época da decadência espiritual da Igreja , uma grande fome e necessidade espiritual se fizeram sentir entre pessoas sinceras que buscavam um relacionamento real com o seu Criador. Elas sentiam que a vida cristã deveria ser mais do que ritualismo vazio e exploração financeira dos seus seguidores para fins escusos. Eram homens e mulheres que – apesar de muitos perigos e perseguições – foram andando sempre em busca da liberdade religiosa que ansiavam para expressar sua fé sem repressão.

Não podemos fazer aqui um relato extenso da história surpreendente desses bravos homens e mulheres cuja saga foi contada muitas vezes e registrada em muitos livros. Esboçamos apenas as origens da “Igreja Congregacional” para melhor compreender a herança deixada pelos Pais Peregrinos para a nossa igreja e cultura.

A história do Congregacionalismo viu sua primeira expressão nos Lolardos. Estes eram seguidores de John Wyclif, (1330 – 1384) um tradutor pioneiro das Escrituras para o inglês. Wyclif nasceu 153 anos antes de Lutero e 187 anos antes da divulgação das suas 95 teses. Protestou contra os abusos da igreja papal do seu tempo. Seus adeptos foram chamados de Puritanos porque primavam por uma igreja purificada interiormente e que fosse baseada somente na Bíblia. Alguns chegaram à conclusão de que a Igreja da Inglaterra jamais seria purificada; separaram-se então da Igreja, sendo, por isso, chamados de Separatistas. Formaram congregações independentes e, freqüentemente, eram forçados a reunir-se em secreto por causa da grande perseguição que lhes sobreveio. Muitos foram aprisionados e alguns até martirizados por causa da sua fé.

John Wyclif publicou uma série de tratados a partir de reflexões sobre a autoridade ou “domínio” divino e sua representação na terra, chegando a conclusões teológicas heterodoxas para a época. Idéias como a primazia da “comunidade invisível” dos eleitos e a dos preceitos da Escritura sobre a igreja institucional foram precursoras do protestantismo. Wyclif defendeu também a devolução dos bens eclesiásticos ao poder temporal encarnado pelo soberano. Não aceitou um homem como cabeça da igreja e sim somente a Cristo, pois o rei Henrique separara a igreja inglesa do papado e de Roma e tornara-se chefe da Igreja.

Suas idéias encontraram continuidade na tradição lolarda britânica e no movimento hussita da Boêmia, que as transmitiram aos teólogos da Reforma. Este movimento foi excluído de entre o clero por um escrito cruel contra a heresia no ano de 1401, mas o movimento leigo persistiu, apesar de tudo, até o tempo da Reforma. “A fim de levar o Evangelho ao povo, Wyclif começou a enviar seus “sacerdotes pobres”. Em pobreza apostólica, sem sapatos, vestindo compridas túnicas, com um bordão nas mãos, iam de dois em dois, como os antigos pregadores valdenses ou franciscanos. Diferiam deles por não fazerem votos permanentes. Enorme foi o seu êxito”. (História da Igreja Cristã – W. Walker – Vl I – Página 376) A ênfase que o congregacionalismo dá, ou deveria dar, aos pregadores leigos e sobre as Escrituras são sinais claros de sua ascendência lolarda.

Foi Robert Browne, um Puritano, que se tornou Separatista, o primeiro a reunir em Norwich (Condado de Norfolk, Inglaterra), em 1580, uma Igreja Congregacional legalmente reconhecida. Foi ele quem elaborou a idéia de Igreja congregada (Gathered church). R. Brown foi sem dúvida o pai intelectual do Congregacionalismo. Foi ele que também reconheceu a necessidade de concílios para relacionar as diferentes congregações locais entre si.

Outro marco importante foi a igreja congregada em Scrooby, um povoado perto do caminho a Londres de onde partiu o grupo que chegou a Leyden e depois para Plymouth. A congregação se reunia na casa de William Brewster. Quando se mudaram para Leyden, eles escolheram John Robinson como seu pastor e a igreja permaneceu ali durante doze anos antes de emigrar para a América do Norte (EUA).

Ninguém contou melhor a história da travessia até a América em um Mayflower abarrotado sob as ordens do capitão Jones, do que o próprio William Bradford, Eram 102 puritanos e com eles a semente do congregacionalismo partindo para a América em 1620 em busca de liberdade de fé. Bradford relata do surgimento da colônia de Plymouth, e de como a gente de Scrooby, depois de pesares, e perigos, impiedades, prisão, aborrecimentos, malícia e abuso por parte dos poderosos resolveu buscar sua liberdade no exílio. O início foi muito difícil e muitos não suportaram o rigoroso inverno. Refere-se também ao pacto de Mayflower, firmado pelos peregrinos em sua chegada na América, como sendo o primeiro instrumento da democracia na América. Descreve também a primeira celebração de “Ação de Graças”. Depois de benéficas chuvas que vieram em resposta a humildes e ferventes súplicas, que resultaram numa colheita farta, e separaram em agradecimento um dia de Ações de Graças. A magnífica herança que nos deixaram os Pais Peregrinos continua influenciando os padrões de expressão religiosa e cultural congregacional de nossos dias. O essencial é que esta herança na área religiosa é o conceito de Igreja Congregacional como Grupo Voluntário de Cristãos, submisso a Deus em autoridade espiritual e eclesiástica.

Logo após a chegada dos peregrinos ao novo mundo, Charles I assumiu o trono e a situação na Inglaterra piorou. A perseguição aos puritanos aumentou e por volta de 1640 aproximadamente 20.000 puritanos haviam partido para a América em busca da liberdade religiosa. Eles eram apaixonados pela palavra de Deus e queriam viver fundamentados na Bíblia em sua fé e prática, convencidos de que o Congregacionalismo é a forma bíblica de governo eclesiástico. Para eles Jesus era o Senhor da igreja global e de cada igreja local. A influência do congregacionalismo na América cresceu influenciando também a educação. A Universidade de Harvard e a de Yale foram estabelecidas para treinar os pastores congregacionais e a Universidade de Darthmauth treinava os missionários congregacionais para evangelizar os índios. Mais de 50 faculdades e universidades foram fundadas pelos congregacionais. Também estavam na dianteira da implantação de igrejas, pois lhes era inconcebível ter um povoado sem uma única igreja.

Em 1798 foi organizada a primeira Sociedade Missionária Nacional na América para cristianizar os indígenas e manter e promover o conhecimento cristão nos novos povoados dentro dos Estados Unidos. Em 1826 esta se tornou Sociedade Missionária Nacional Congregacional. Assim os Congregacionais também estavam na dianteira da atividade missionária.

Já em 1640 havia missionários aos índios, sendo David Brainerd um dos primeiros. A primeira Bíblia publicada no novo mundo foi uma tradução indígena. O começo do movimento missionário moderno também está ligado aos congregacionais e ao histórico encontro de oração de Haystack, quando uma noite um grupo de estudantes avistou um abrigo debaixo de um monte de feno durante uma tempestade. Naquele lugar estranho eles oravam e o Senhor avivou o zelo missionário em seus corações e surgiu a Junta Americana de Missionários para Missões Estrangeiras, a qual em apenas alguns anos havia enviado missionários à todas as partes do mundo. Em 1734 houve o primeiro grande avivamento no congregacionalismo americano através de Johnatan Edwards (1703-1758). Cem anos depois ocorreu o segundo grande avivamento com Thimoty Dwight, neto de Johnatan Edwards.

Na Alemanha, entre os teólogos após Lutero, surgiram homens piedosos como Philip Spenner (1635-1705) e August Hermann Francke (1663-1727) que enfatizavam a doutrina pura e uma vida piedosa, motivo pelo qual seus seguidores e adeptos eram chamados de Pietistas. Cansados de serem perseguidos alguns deles emigraram para os Estados Unidos onde encontraram um lar espiritual no meio congregacionalista. Alguns dos pietistas alemães emigraram à Rússia na região do rio Wolga onde vivenciaram um grande reavivamento. Quando o comunismo assumiu o comando naquele país muitos destes pietistas emigraram também para os Estados Unidos (em torno de 300.000), para o Canadá, e outros para o Chile, Paraguai, Argentina e Brasil. Os imigrantes pietistas que foram aos Estados Unidos também encontraram na Igreja Congregacional o seu lar espiritual. Aqui começa a real história da Igreja Evangélica Congregacional do Brasil (IECB). Os pietistas que emigraram para a Argentina conheceram o congregacionalismo através das informações recebidas por correspondência dos seus parentes dos EUA. Solicitaram à Igreja Congregacional americana que lhes enviasse um missionário, o que ocorreu efetivamente em 1924 na pessoa do Reverendo John Hölzer. Este fundou comunidades, ordenou professores como pastores e fundou em Concórdia – Argentina o Instituto de Teologia para formação de pastores. Esta Faculdade de Teologia foi transferida e atualmente funciona em Urdinarain – Entre Rios.

O Dr. Robert Kalley, escocês veio para o Brasil como missionário, criando no dia 10 de maio de 1855 a primeira Igreja Evangélica de estilo congregacionalista e de fala portuguesa no Brasil: A Igreja Fluminense. Em 1916, com a união de diferentes denominações evangélicas, foi registrada a Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais. Mais tarde surgiram diferentes linhas de Igrejas Congregacionais as quais se desenvolveram histórica – e doutrinariamente de forma independente.

No sul do Brasil estavam radicados muitos alemães evangélicos em congregações independentes que se reuniam livremente. Parte destas congregações era de linha pietista e outra parte era formada por comunidades tradicionais e sem muita espiritualidade. A maioria dissidente da Igreja Luterana, e que mantiveram suas culturas e tradições.

Em 1938 o Pastor Karl Spittler conheceu a Igreja Evangélica Congregacional da Argentina e uniu-se a ela com a comunidade de Linha Morengaba, Neu Wittemberg, hoje Panambi – RS.

No dia 11 de Janeiro de 1942, em Linha Morengaba, juntamente com outras seis igreja independentes, que são: Linha 27 – Ajuricaba; Feijão Miúdo Padre Gonzáles – Três Passos; Guarani – Cerro Largo; Ati-Açú – Sarandi; Marupiara – Vila Paraíso e Nova Boemia – Cachoeira do Sul, fundou-se a Igreja Evangélica Congregacional do Brasil. O registro como pessoa jurídica, seus estatutos e regimento interno bem como as leis e regras que regem a IECB constam nos autos e atas da IECB.

Os pastores pioneiros eram professores leigos ordenados pastores, entre os quais lembramos: Karl Spittler, Otto Geier, Wilhelm Strauss, Heinrich Hirzel, Friedrich Stahlschuss, Albino Wagner, Osvaldo Hentges, Erwin Reich, Gottfried Rode, Manfred Krumbholz, Bernard Kremer…

Em Janeiro de 1948 o Instituto de Teologia da Argentina enviou os primeiros pastores congregacionais formados, a fim de darem continuidade ao trabalho dos pioneiros no Brasil. Os pastores Jan Serfas e Gustavo Altmann iniciaram suas atividades, o primeiro em Feijão Miúdo – Três Passos e o segundo em Linha XV de Novembro – Santa Rosa. Lembramos ambos em saudosa memória, pois se encontram com o Senhor na Glória, após servirem-No com muita fidelidade.

Com a rápida expansão da Igreja foi solicitado à Igreja nos Estados Unidos o envio de um superintendente. Assim, em 1949 o Pastor Richard Knerr veio dos EUA para supervisionar o trabalho da IECB, cargo no qual permaneceu até 1958, residindo na cidade de Ijuí – RS. Em 1959 o mesmo foi substituído pelo Pastor Valérius Schulz. Em 1961 foi fundado e construído no Brasil o Instituto Bíblico Evangélico Congregacional na Linha 4 Leste, Ijuí – RS, para preparar os candidatos do Brasil ao ministério pastoral, os quais concluíam seus estudos teológicos no Instituto de Teologia da Argentina. Em 1970 os pastores brasileiros assumiram a direção da IECB, sendo o seu primeiro presidente o já falecido Pastor Erich Witzke. Seguiram-se na presidência os pastores: Hartmut Hachtmann, Alfredo Achterberg, Ivo Lídio Köhn e Dorival Seidel.

Em 1970 também foi inserido o Curso Teológico no Instituto Bíblico, que passou a ser Seminário, com a faculdade de formar pastores. Esta entidade jurídica passou a chamar-se de: Instituto Bíblico e Seminário Evangélico Congregacional, sigla IBISEC. Em 1973 formaram-se os primeiros pastores no Seminário brasileiro: Lauro Schumann, Ivo Lídio Köhn, Zeno Wehrmann e Edelberto Racho. A Igreja expandiu-se do RS para SC, PR, MS, MT e ao país vizinho = o Paraguai. No Paraguai ela é regida por estatutos próprios, e no ano 2000 já contava com 19 comunidade, 4 casas pastorais, 14 templos construídos e 4 em construção, 384 famílias inscritas, num total de 1338 pessoas, atendida pelos pastores formados no IBISEC da IECB.

Segundo informações do “Kirchenbote Kalender”, em 1949 havia na Igreja Congregacional do Brasil: 7 paróquias, 7 pastores, 38 comunidades, 1788 famílias e um total de 8882 pessoas. Em 1959 eram 15 paróquias, 15 pastores, 107 comunidades, 3616 famílias, num total de 18004 pessoas, 50 Escolas Dominicais, 27 corais, 2 ligas juvenis, 6 grupos de OASC na Ordem Auxiliadora, 71 templos e 13 casas pastorais. Cinqüenta anos após o início as estatísticas de 2000 apontavam 38 paróquias ou campos missionários, 221 comunidades, 117 pontos de pregação, 37 casas pastorais, 182 templos concluídos e 25 em construção, 8186 famílias inscritas, num total de 28001 pessoas. Deste número 885 estavam na doutrina, 159 na Juventude Mirim, 1093 jovens nas ligas juvenis, 1848 senhoras na OASC, 935 cantores nos corais e 31 programas radiofônicos. Hoje temos 42 paróquias organizadas e mais de 60 pastores, incluindo os já jubilados.

A origem da IECB, portanto, fala da vida espiritual piedosa, casta, independente e prática. Nela devemos perseverar sobre ela devemos construir, mantendo identidade própria, sem se deixar influenciar por modernismos, tendências, usos e costumes ou tradições humanas. Tendo a palavra de Deus como autoridade máxima devemos continuar embasados na âncora da fé, edificados sobre a pedra angular que é Jesus Cristo, o Senhor ressurreto e eterno. No decorrer dos anos a IECB demonstrou perseverança e fidelidade. Precisamos mantê-la até a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.

IECB – Igreja Evangélica Congregacional do Brasil 

Copyright © 2012 IECB – Todos os direitos reservado

http://www.iecb.org.br/?id=historia

 

NOTA:Acrescentei um comentário, logo abaixo, que descreve entre outras coisas, a questão das cinco solas(O que é? Quais são?). Caso não apareça o comentário, basta clicar em cima da indicação do mesmo e logo aparecerá.

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Revisões, atualizações e comentários nas postagens

Segue abaixo, o link de mais cinco (5) postagens e comentários corrigidos e/ou revisados:

Acrescentei um material que o CACP produziu, complementando a biografia de Charles Finney.

Acrescentei um comentário “RESTAURADO O TÚMULO DE JESUS NA JERUSALÉM ANTIGA” retirado do site da Rua Judaica, disponibilizado pelo Juscelino Mariano.

Muito bom e atual este comentário. Vale a leitura do mesmo.

Acrescentei mais algumas informações esclarecedoras, na mensagem. 

Ao ler um artigo do Grupo Povos e Línguas tratando da questão da vocação, resolvi alterar a postagem “Um retrato da juventude evangélica -crença, valores, atitudes e sonhos”, colocando este texto como comentário e adicionando este artigo “Vocacionados”, no lugar.

Entendo que o tema da vocação é um chamado de Deus, que envolve preparação e discipulado, portanto a mudança da postagem com comentário é bem vinda.

Acrescentei um comentário, muito bom, retirado de uma edição do jornal batista digital “O ódio escondido no universo virtual”. 

Vale a leitura, pois complementa os outros comentários e o próprio texto da postagem.

Acrescentei outro comentário, um texto de Ultimato Jovem “Smartphone ou despertador”.

Acrescentei uma figura de um oleiro preparando um vaso e o texto bíblico correspondente.

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Os Principais Cismas do cristianismo e a Reforma Protestante

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O cisma ou Seita (do Inglês traduzido no conceito do Indu, da Índia antiga) é uma separação de uma pessoa ou grupo de pessoas do seio de uma organização ou movimento, geralmente religioso. O termo costuma referir-se a uma divisão que acontece no âmbito de um corpo religioso, com organização e hierarquia definidas.

Por derivação de sentido, a palavra pode aplicar-se a qualquer desacordo ou dissidência.

O adepto de um cisma é designado pelo adjetivo “cismático”.

Índice

1-Etimologia

O termo foi recebido pelo português a partir do grego σχίσμα skhísma, “separar, dividir”, através do latim eclesiástico schisma. A palavra já era registrada no vernáculo em 1393, evoluindo de “cisma” para “sisma”, no século XV, até a forma atual.

2-Cismas da cristandade

A palavra “cisma” é quase exclusivamente usada para designar as divisões ocorridas no cristianismo. Os principais cismas cristãos foram:

2.1-O Cisma do Oriente tradicionalmente datado em 1054;

O Cisma do Oriente separou a Igreja Católica em duas: Igreja Católica Apostólica Romana e Igreja Católica Apostólica Ortodoxa, a partir do ano 1054, quando os líderes da Igreja de Constantinopla e da Igreja de Roma excomungaram-se mutuamente.

2.1.1-Motivos do Cisma

As relações entre Oriente e Ocidente por muito tempo se amarguravam pelas disputas eclesiásticas e teológicas. Proeminente entre essas estavam as questões sobre a fonte do Espírito Santo (“Filioque“), se devesse usar pão fermentado ou não fermentado na eucaristia, as alegações do papa de primazia jurídica e pastoral, e a função de Constantinopla em relação à Pentarquia.

O distanciamento entre as duas igrejas cristãs tem formas culturais e políticas muito profundas, cultivadas ao longo de séculos. As tensões entre as duas igrejas datam no mínimo da divisão do Império Romano em oriental e ocidental, e a transferência da capital da cidade de Roma para Constantinopla, no século IV.

Uma diferença crescente de pontos de vista entre as duas igrejas resultou da ocupação do Ocidente pelos outrora invasores bárbaros, enquanto o Oriente permaneceu herdeiro do mundo clássico. Enquanto a cultura ocidental foi-se paulatinamente transformando pela influência de povos como os germanos, o Oriente permaneceu desde sempre ligado à tradição da cristandade helenística. Era a chamada Igreja de tradição e rito grego. Isto foi exacerbado quando os papas passaram a apoiar o Sacro Império Romano-Germânico no oeste, em detrimento do Império Bizantino no leste, especialmente no tempo de Carlos Magno. Havia também disputas doutrinárias e acordos sobre a natureza da autoridade papal.

A Igreja de Constantinopla respeitou a posição de Roma como a capital original do império, mas ressentia-se de algumas exigências jurisdicionais feitas pelos papas, reforçadas no pontificado de Leão IX (1048-1054) e depois no dos seus sucessores. Para além disso, existia a oposição do Ocidente em relação ao cesaropapismo bizantino, isto é, a subordinação da Igreja oriental a um chefe secular, como acontecia na Igreja de Constantinopla.

Uma ruptura grave ocorreu de 856 a 867, sob o patriarca Fócio. Este sabia que contribuía para aumentar o distanciamento entre gregos e latinos, e usou a questão do Filioque como ponto de discórdia, condenou a sua inclusão no credo do cristianismo ocidental e lançou contra ela a acusação de heresia. Desse modo, para o futuro as pendências não seriam apenas de natureza disciplinar e litúrgica, mas também de natureza dogmática, com o que se comprometia de modo quase irremediável a unidade da Igreja,

2.1.2-O Cisma

Quando Miguel Cerulário se tornou patriarca de Constantinopla, no ano de 1043, deu início a uma campanha contra as Igrejas latinas na cidade de Constantinopla, ordenando o fechamento de todas em 1053, envolvendo-se na discussão teológica da natureza do Espírito Santo, questão que viria a assumir uma grande importância nos séculos seguintes.

Em 1054, o legado papal viajou a Constantinopla a fim de repudiar a Cerulário o título de “Patriarca Ecumênico” e insistir que ele reconheça a alegação de Roma de ser a mãe das igrejas. O principal propósito do legado papal foi procurar ajuda do Império Bizantino em vista da conquista normanda do sul da Itália, e lidar com recentes ataques por Leão de Ácrida contra o uso de pão não fermentado e outros costumes ocidentais, ataques que tinham apoio de Cerulário. Em face da refusa de Cerulário em aceitar as demandas, o líder do legado, cardeal Humberto, excomungou-o, e Cerulário por sua vez excomungou Humberto e os outros legados.

O Massacre dos Latinos (1182), a retaliação do Ocidente com o Saque de Tessalônica (1185), o cerco e saque de Constantinopla (1204) na Quarta Cruzada, e a imposição dos patriarcas latinos pelo Império Latino que durou 55 anos tornou a reconciliação mais difícil, e aprofundou ainda mais a ruptura e a desconfiança mútua.

Houve várias tentativas de reunificação, principalmente nos concílios ecumênicos de Lyon (1274) e Florença (1439), mas as reuniões mostraram-se efêmeras. Estas tentativas acabaram efetivamente com a queda de Constantinopla em mãos dos otomanos, em 1453, que ocuparam quase todo o antigo Império Bizantino por muitos séculos. As mútuas excomunhões só foram levantadas em 7 de dezembro de 1965, pelo papa Paulo VI e o patriarca Atenágoras I, de forma a aproximar as duas Igrejas, afastadas havia séculos. As excomunhões, entretanto, foram retiradas pelas duas igrejas em 1966. Somente recentemente o diálogo entre elas foi efetivamente retomado, a fim de tentar recomeçar juntas, apagando o cisma.

Em 12 de fevereiro de 2016 o Papa Francisco tem um encontro histórico com o patriarca da Igreja Russa Ortodoxa, em Cuba. Os dois líderes se reúnem privadamente no aeroporto de Havana por duas horas e apresentam uma declaração conjunta, na presença do presidente Raul Castro. Um dos principais motivos para o encontro de reaproximação das igrejas é a violência que ameaça extinguir a presença de cristãos – católicos e ortodoxos – no Oriente médio e na África. Ambas se manifestam contra os ataques extremistas islâmicos e a destruição de monumentos cristãos, especialmente na Síria. É o 1.° encontro de líderes das igrejas desde o Grande Cisma.

2.2-O Cisma do Ocidente

Chamado Grande Cisma, datado entre 1378 e 1417, quando havia dois pretensos Papas, um residindo em Roma e outro (os chamados antipapas) na cidade de Avinhão, na França.

O Grande Cisma do Ocidente, Cisma Papal ou simplesmente Grande Cisma foi uma crise religiosa que ocorreu na Igreja Católica de 1378 a 1417.

Entre 1309 e 1377, a residência do papado foi alterada de Roma para Avignon, na França, pois o Papa Clemente V foi levado (sem possibilidade de debate) pelo rei francês para residir em Avignon. Em 1378, o Papa Gregório XI voltaria para Roma, onde faleceria. A população italiana desejava que o papado fosse restabelecido em Roma. Foi então eleito Urbano VI, de origem italiana. No entanto, ele demonstrou ser um papa muito autoritário, de modo que uma quantidade considerável do Colégio dos Cardeais, anularia a sua votação e foi realizado um novo conclave, sendo eleito Clemente VII, que passou a residir em Avignon. Iniciara-se assim o Cisma, em que o Papa residia em Roma e o Antipapa residia em Avignon , reclamando ambos para si o poder sobre a Igreja Católica. Posteriormente, surgiria outro Antipapa em Pisa. O cisma terminou no Concílio de Constança em 1417, quando o papado foi estabelecido definitivamente em Roma.

2.2.1-História

De 1309 a 1377, o papa não residia em Roma, mas em Avignon, um período geralmente chamado de Cativeiro Babilônico, em alusão ao exílio bíblico de Israel na Babilônia. O Papa Gregório XI deixou Avinhão e restabeleceu a Santa Sé em Roma, onde morreu em 27 de março de 1378. A eleição de seu sucessor definiria a residência do futuro papa em Avignon ou em Roma. O nome do Bartolommeo Prignano, Arcebispo de Bari, considerado com uma rígida moral e inimigo da corrupção, foi proposto. Os 16 cardeais italianos presentes em Roma reuniram-se em conclave em 7 de abril. No dia seguinte escolheram Prignano. Durante a eleição houve grande perturbação na cidade, pois o povo de Roma e dos arredores esforçou-se para influenciar a decisão dos cardeais, que tomaram meios para evitar possíveis dúvidas. No dia 13 eles realizaram uma nova eleição e, novamente, escolheram o Arcebispo Prignano para se tornar papa. Durante os dias seguintes todos os membros do Colégio dos Cardeais aprovaram o novo papa, que tomou o nome de Urbano VI e tomou posse. Um dia depois, o cardeais italianos notificaram oficialmente a eleição de Urbano aos seis cardeais franceses em Avignon, que o reconheceram como papa e, em seguida, escreveram ao Imperador e aos demais soberanos. Tanto o cardeal Roberto de Genebra, o futuro Antipapa Clemente VII de Avignon, e Pedro de Luna de Aragão, o futuro Antipapa Bento XIII, também aprovaram sua eleição.

O Papa Urbano não atendeu às necessidades de sua eleição, criticou os membros do Colégio dos Cardeais e recusou-se a restaurar a sede pontifical em Avignon. Os cardeais italianos, então, em maio de 1378, se retiraram para Anagni, e em julho para Fonti, sob a proteção da Rainha Joana de Nápoles e Bernardon de la Salle, iniciaram uma campanha contra a sua escolha, preparando-se para uma segundo eleição. Em 20 de setembro, treze membros do Colégio do Cardeais fizeram um novo conclave em Fondi e escolheram Roberto de Genebra como papa, que tomou o nome de Clemente VII. Alguns meses depois, esse antipapa, apoiado pelo Reino de Nápoles, assumiu sua residência em Avignon. O cisma começava.

Clemente VII mantinha relações com as principais famílias reais da Europa. Os estudiosos e os santos da época normalmente apoiavam o papa adotado pelo seu país. A maior parte de estados italianos e alemães, a Inglaterra e a Flandres apoiaram o papa de Roma. Por outro lado, França, Espanha, Escócia e todas as nações aliadas da França apoiaram o antipapa de Avignon. O conflito rapidamente deixou de ser um assunto da Igreja para se tornar um incidente diplomático disseminado pelo continente europeu:

Avignon Roma

França, Aragão, Castela, Leão, Chipre, Borgonha, Condado de Saboia, Nápoles e Escócia reconheceram o reclamante de Avignon.

Portugal, Dinamarca, Inglaterra, Flandres, o Sacro Império, Hungria, Norte da Itália, Irlanda, Noruega, Polônia e Suécia reconheceram o reclamante de Roma.

Os papas excomungaram-se mutuamente, nomeando outros cardeais para compensar as deserções, enviando mensageiros para a cristandade defendendo sua causa e estabelecendo sua própria administração. Posteriormente Bonifácio IX sucedeu a Urbano VI em Roma e Bento XIII sucedeu a Clemente em Avinhão. Vários clérigos reuniram-se em concílios regionais na França e em outros lugares, sem resultado definitivo. O rei da França e seus aliados em 1398 deixaram de apoiar Bento, e Geoffrey Boucicaut sitiou Avignon, privando o antipapa de comunicação com todos aqueles que permaneceram fiéis a ele. Bento retomou a liberdade somente em 1403. Inocêncio VII já tinha sucedido Bonifácio de Roma, e após um pontificado de dois anos, foi sucedido por Gregório XII.

Na época do cisma ocorriam na península Ibérica as guerras fernandinas e a crise de 1383-1385, ambas opondo os reinos de Castela e Portugal por questões dinásticas. Assim, no tempo de Fernando I de Portugal a sua desastrosa política externa levou-o a apoiar o Papa de Avignon, que também tinha o apoio de Castela; depois da crise sucessória, como Castela continuasse a defender o Papa de Avignon, não será de estranhar que João I de Portugal, para mostrar bem a sua independência, fosse pelo Papa romano.

Em 1409, um concílio que se reuniu em Pisa acrescentou um outro antipapa e declarou os outros dois depostos. Depois de muitas conferências, discussões, intervenções do poder civil e várias catástrofes, o Concílio de Constança (1414) depôs o Antipapa João XXIII, recebeu a abdicação do Papa Gregório XII, e finalmente, conseguiu depor o Antipapa Bento XIII. Em 11 de novembro de 1417, o concílio elegeu Odo Colonna, que tomou o nome de Martinho V, com o que terminou o grande cisma do Ocidente e foi restabelecida a unidade.

O prestígio do papado foi profundamente afetado com esta crise, o que causou a criação da doutrina conciliar, que sustenta que a autoridade suprema da Igreja encontra-se com um concílio ecumênico e não com o papa, sendo efetivamente extinta no século XV.

2.3-A Reforma Protestante

Iniciada pelo Luteranismo, baseado nos ideais teológicos do padre Martinho Lutero.

Este cisma, separou inicialmente estados alemães da Igreja Romana, a partir da excomunhão papal em 3 de Janeiro de 1521, e posteriormente, estes ideais se alastraram por toda a Europa, separando da autoridade espiritual de Roma vários outros países e estados, posteriormente sub-dividindo-se em diversos grupos motivados pelos mais diversos ideais, até os dias de hoje.

Foi um movimento reformista cristão culminado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517  na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, protestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana, propondo uma reforma no catolicismo romano. Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco Solas.

Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeus provocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, estendendo-se pela Suíça, França, Países Baixos, Reino Unido, Escandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países Bálticos e a Hungria. A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contrarreforma ou Reforma Católica, iniciada no Concílio de Trento.

O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e os reformados ou protestantes, originando o protestantismo.

Entende-se por Reforma o movimento permanente na igreja para restaurar a energia e a espiritualidade eventualmente reduzidas ou perdidas por causa da fragilidade dos seus membros. A reforma de uma igreja oferece a oportunidade ímpar para se rever qualquer desvio não só de comportamento mas também de ordem dogmática (Conversas com Lutero – História e pensamento, p.98).

3-Pena canônica

A Igreja Católica excomunga os cismáticos(cristãos), tal como sucedeu a Lutero.

4-Referências

-Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Revisões, atualizações e comentários nas postagens

Segue abaixo, o link de mais cinco (5) postagens e comentários corrigidos e/ou revisados:

Acrescentei um texto e respectivos gráficos[final da mensagem], no comentário “Desempenho no ensino médio é o pior em matemática desde 2005” e um link nos comentários de uma reportagem veiculada pelo jornal O Globo que comenta algo sobre o Novo Ensino Médio.

Acrescentei dois comentários excelentes.

Acrescentei um comentário “Ego: O Problema Número um da Humanidade”, de T. A. McMahon — da Chamada.com.br.

Muito bom o comentário, apesar de longo. Há muitos ensinamentos ali.

Acrescentei um comentário “Não faça filhos, leia livros”, da Conversa Paralela (Editora Ultimato).

Muito bom o comentário e um excelente exemplo de uma atitude, contextualizada com a sociedade atual, no sentido de conscientizar os jovens das consequências da gravidez na adolescência. 

Acrescentei na tela principal o tópico “Você ainda não saiu do leite espiritual”. Um texto que o CACP disponibilizou associado a vida cristã. Posso afirmar inclusive que é um sub-tópico de: “O que você precisa saber para ser salvo”.

Afirmo isto com simplicidade, porque estamos falando de vida cristã. E vida cristã, envolve entrega e muitas das vezes sofrimento. Jesus mesmo afirmou “…E chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me.” Marcos 8:34

Humanamente, ninguém gosta de sofrer. Jesus mesmo no calvário, em agonia o suor tornou-se como grandes gotas de sangue.

“E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se como grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão.” Lucas 22:44

Agora, uma coisa é sofrer indevidamente, outra coisa é sofrer por um determinado pecado:

“Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como o que se entremete em negócios alheios;
Mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte.
Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus?
E, se o justo apenas se salva, onde aparecerá o ímpio e o pecador?
Portanto também os que padecem segundo a vontade de Deus encomendem-lhe as suas almas, como ao fiel Criador, fazendo o bem.”
1ª Pedro 4:15-19

Acrescentei um vídeo curto em francês com os nomes e significados. Muito bom. Retirei o mesmo do “Movimento de oração Paz no Oriente”. 

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BIOGRAFIA DOS HERÓIS DA FÉ – HUDSON TAYLOR – MISSIONÁRIO NA CHINA

Introdução

James Hudson Taylor, nasceu em 1832, na cidade de Barnsley, em Yorkshire, na Inglaterra. Era de família metodista, e recebeu muita influência espiritual de seus pais e avós, bem como seus irmãos William e Amélia. Seu pai, um farmacista, sempre teve preocupação com a condição espiritual da China, e sempre que tinha oportunidade, realizava reuniões especiais para discutir como poderia ajudar aquele tão grande país.
Quando Hudson tinha apenas cinco anos, ele disse ao seu pai: “Quando eu crescer serei um missionário na China”. Apesar desta afirmação, os anos de adolescência de Hudson foram conturbados, e as influências de amigos não lhe ajudaram. Porém, sua mãe e irmã não cessavam de interceder por ele.

Conversão e Chamada

Em junho de 1849, aos dezessete anos, ao ler um folheto escrito pelo seu pai acerca da obra de Cristo, Hudson compreendeu o plano da salvação, e como resultado, entregou sua vida a Jesus. Neste mesmo ano, sentiu a chamada do Senhor para trabalhar como missionário na China. Ao dizer sim à chamada, começou a se preparar em todos os aspectos de sua vida, a fim de atingir o objetivo de evangelizar a China. Logo começou a aprender o Mandarim através de uma cópia do Evangelho de Lucas. Hudson também soube da grande necessidade de médicos na China, e assim começou a estudar medicina, a fim de estar preparado para o campo em que iria trabalhar.

Seu treinamento médico começou na cidade de Hull e continuou em Londres. Além disso, estudou Teologia, Latim e Grego. Por saber que deveria depender totalmente de Deus para o seu sustento diário na China, Hudson muitas vezes colocava-se em situações para provar sua própria fidelidade e confiança em Deus. Enquanto estava em Hull, vivia basicamente se alimentando de aveia e arroz, e grande parte do seu salário ofertava para a obra do Senhor. Um certo dia, quando evangelizava os pobres, um certo homem lhe pediu que fosse orar por sua esposa que estava morrendo em casa. Ao chegar ali, viu uma casa cheia de crianças passando fome, e a mãe que estava muito enferma. Compadecido daquela situação, depois de orar, tirou do seu bolso a única moeda que tinha, o sustento da semana, e ofereceu ao casal. Milagrosamente, naquele mesmo dia, alguém lhe procurou e trouxe um envelope cheio de dinheiro. Esta experiência ensinou a Hudson Taylor que Deus era o seu provedor.

 Partida Para China

No dia 19 de setembro de 1853, com 21 anos, e associado à Sociedade de Evangelização Chinesa, Hudson Taylor partiu para a China a bordo do navio de carga chamado Dumfries. Após seis longos meses de viagem com intempéries e perigos de morte, ele chega finalmente em Xangai. Ao juntar-se com outros missionários ingleses, residentes daquela mesma cidade, Hudson notou a grande deficiência da evangelização no interior do país. Nesta época, a China estava passando por momentos tumultuosos, e Xangai havia sido tomada por rebeldes. Por isso, todos os missionários estavam nas cidades da costa, e envolvidos mais com o comércio e a política externa, do que verdadeiramente com a evangelização da nação.

Ponderando tudo isso em seu coração, Hudson decidiu que haveria de trabalhar no interior da China, onde o evangelho não tinha sido levado. Assim, ele começou o seu trabalho distribuindo literatura e porções bíblicas para as vilas ao redor de Xangai, sendo uma delas Sungkiang. Ao estar no meio do povo, ele notou como as pessoas o olhavam diferente por causa de sua roupa ocidental. Sendo assim, ele decidiu adotar os costumes da terra, vestindo-se como um chinês, deixando seu cabelo crescer e fazendo uma trança, como os outros chineses. Este ato conquistou o respeito de muitos chineses, porém, para os missionários ocidentais, uma falta de senso.

Em 1856, Hudson começou a trabalhar na cidade proeminente de Ningpo. Ali, se casou em janeiro de 1858 com a senhorita Maria J. Dyer, filha de missionários, porém órfã, que trabalhava numa escola para meninas. Um ano depois, Hudson assumiu a direção da Missão Hospitalar de Londres em Ningpo. Não só Deus o prosperou, como muitos dos doentes aceitaram a Jesus e se recuperaram de suas enfermidades. Ele começou a orar por mais missionários para o país.

Volta à Inglaterra

Depois de estar sete anos na China, Hudson regressou à Inglaterra por motivos de saúde. Ao partir em 1860 para a Inglaterra, não imaginava que estaria seis anos longe do campo. Apesar da distância, o seu coração estava ligado à China. De frente a um mapa da nação, todos os dias ele orava, pedindo que Deus enviasse pessoas dispostas a ganhar as almas chinesas. Juntamente com o Sr. F. Gough, Hudson fez a revisão do Novo Testamento para o chinês e escreveu vários artigos sobre as missões na China.

Os Anos de Provação

Ao recrutar alguns missionários, Taylor viu a necessidade de ter uma missão que suportasse e direcionasse esses novos missionários no interior da China. Para este fim, é que a “Missão para o Interior da China” foi fundada. Durante o tempo que esteve na Inglaterra, enviou cinco obreiros para a China, e em 1864, Hudson pediu a Deus 24 missionários, dois para cada província já evangelizada no interior e dois para a Mongólia. Deus assim cumpriu o seu desejo, e em 26 de maio de 1866, Hudson e Maria, seus quatro filhos e os 24 missionários estavam embarcando no navio Lammermuir em direção à China.

Estabelecidos em Ningpo e em Hangchow, o trabalho missionário começou a se expandir para o sul da província de Chekiang. Dez anos depois, o norte de Kiangsu, o oeste de Anhwei e o sudeste de Kiangsi tinham sido alcançados.

Em um período de três anos, Hudson sofreu a perda de sua filha mais velha Gracie, seu filho Samuel, seu filho recém-nascido, e em julho de 1870, sua esposa também morre de cólera. Mesmo passando por este vale, Hudson Taylor não desistiu de sua chamada para a grande China.

Novos Horizontes

Em 1871, quando voltava para visitar o restante de seus filhos que haviam sido enviados à Inglaterra, Taylor teve a oportunidade de viajar com uma grande amiga e missionária na China, Jennie Faulding, com a qual se casou em 1872 na Inglaterra. Entre 1876 e 1878 muitos outros missionários vieram dar o seu apoio no campo, vindos de todas as partes do mundo. Hudson esteve por alguns meses acometido de uma enfermidade na coluna, a qual o paralisou, porém, ainda na cama, ele conseguiu enviar dezoito novos missionários para a China. Milagrosamente, depois de muitas orações, Deus o curou e ele voltou a caminhar com saúde completa.

Em 1882, Hudson orou ao Senhor por 70 missionários, e fielmente Deus proveu os missionários e o suporte para cada um deles. Em 1886, Hudson toma outro passo de fé, e pede ao Senhor 100 missionários. Milagrosamente, 600 candidatos se escreveram vindos da Inglaterra, da Escócia e da Irlanda, se prontificando para o trabalho. Em novembro de 1887, Hudson anuncia alegremente a partida dos cem missionários para a China.

O trabalho da Missão se espalhou por todo o interior do país, segundo o desejo de Hudson Taylor, e no final do século, metade de todos os missionários evangélicos do país estavam ligados à Missão.

Em outubro de 1888, depois de haver visitado os Estados Unidos e Canadá, Hudson parte mais uma vez em direção à China, acompanhado de sua esposa e mais 14 missionários. Durante os próximos quinze anos, Hudson despendeu o seu tempo visitando a América, Europa e Oceania, recrutando missionários para China. O desafio agora não era apenas de cem, mas de mil missionários.

Sua Última Viagem

Em abril de 1905, com 73 anos, Hudson Taylor faz a sua última viagem à China. Sua esposa Jennie havia falecido, e ele tinha passado o inverno na Suécia. Seu filho Howard, que era médico, juntamente com sua esposa, decidiram acompanhar Hudson nesta viagem. Ao chegar em Xangai, ele visita o cemitério de Yangchow, onde sua esposa Maria e quatro de seus filhos foram sepultados, durante o seu trabalho naquele grande país. Após haver percorrido todos as missões estabelecidas pela sua pessoa, Hudson Taylor, estabelecido agora na cidade de Changsa, deitou-se numa tarde de 1905 para descansar, e deste sono acordou nas mansões celestiais.

A voz que cinquenta e dois anos atrás havia dito a Hudson Taylor: “Vai à China”, agora estava dizendo: “Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco fostes fiel, sobre muito te colocarei; ENTRA NO GOZO DO TEU SENHOR!”

http://www.sepoangol.org/hudson.htm

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Noticias atualizadas da Minha Saúde em Março de 2017


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Brasil – nota baixa em educação

Segue em anexo a planilha em power-point com dois gráficos, indicando a posição do Brasil. Basta clicar em cima da frase.

Brasil – nota baixa em educação

Teste com 85 mil estudantes de 15 anos, em 44 países, coloca estudantes brasileiros entre os piores na capacidade de solucionar problemas ligados a questões cotidianas.

Diante de questões como escolher o trajeto mais curto em uma linha de metrô ou regular um aparelho eletrônico seguindo certas instruções, os brasileiros tiveram um dos piores desempenhos entre 85 mil jovens de 44 países.

O questionário aplicado a estudantes de 15 anos, para avaliar sua capacidade de solucionar problemas concretos, pôs o Brasil na 38ª colocação, conforme divulgou ontem a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

As questões do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) exigem que o estudante acione determinados processos cognitivos e correspondem a diferentes níveis de complexidade, classificados de 1 a 6. A média dos brasileiros foi de 428 pontos, bem abaixo dos asiáticos que lideram o ranking – Cingapura (562 pontos), Coreia do Sul (561) e Japão (552).

Nos países que ficaram nas primeiras posições, 11% dos estudantes responderam corretamente às perguntas de nível 5 e 6 – as mais complexas. No Brasil, o percentual foi de 2%.

A Professora do Laboratório de Estudos Cognitivos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Diuali Fagundes Jost sintetiza a explicação para o fraco desempenho dos Alunos em uma frase:

– Não são as Escolas que ensinam, mas os Alunos que aprendem.

Para ela, as instituições brasileiras focam mais a abordagem dos conteúdos do que a troca de conhecimentos e a construção do aprendizado. Assim, o Aluno precisa ser motivado a aprender: quem foi ensinado simplesmente cristalizou – às vezes, decorou – um conhecimento, enquanto quem efetivamente interagiu e foi instigado a buscar respostas acostumou-se a achar soluções pelo próprio esforço.

O fraco desempenho não preocupa o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Chico Soares. Para ele, o resultado é um indicador de que a política educacional do país está no caminho certo. Como exemplo, Soares cita o Exame Nacional do Ensino médio (Enem), cujas questões envolvem situações cotidianas, sinalizando para a necessidade de uma formação Escolar voltada para a vida:

– Na América Latina, só o Chile está à frente do Brasil. Nas perguntas de nível 5 e 6, que são as da inovação, a diferença entre o Brasil e os países mais consolidados é a menor em todas as edições do Pisa. Isso nos mostra que a Educação está caminhando.

A avaliação é aplicada desde 2000, de três em três anos, para medir a proficiência de estudantes em leitura, matemática e ciências. Esta foi a primeira vez que o teste mediu a capacidade dos Alunos de solucionar problemas. Os resultados nas outras áreas do conhecimento haviam sido divulgados em dezembro de 2013 e colocam o Brasil em 58º lugar dentre 65 países – em 2009, o país ocupava a 54ª posição.

Segundo a OCDE, Alunos que se dão bem em matemática, leitura e ciências tendem a mostrar maior rendimento na solução dos problemas, porque estão mais bem equipados para desenvolver representações mentais coerentes, planejar de forma focalizada e mostrar flexibilidade para incorporar informações.

Errar é importante

O resultado da avaliação mostra a necessidade de se repensar algumas práticas adotadas em sala de aula. Deve-se dar mais ênfase ao desenvolvimento das habilidades não cognitivas e à chamada avaliação formativa, quando o Professor comenta com os Alunos suas fortalezas e debilidades, focando o processo de aprendizagem.

Não se trata simplesmente de verificar se o Aluno sabe ou não sabe, se está certo ou errado, mas como ele chega às respostas. No Pisa, os estudantes que informaram que recebem avaliações formativas reportaram níveis altos de perseverança e abertura para a resolução de problemas. O erro, inclusive, deve ser considerado no processo de aprendizagem, segundo Flavio Comim, Professor de Economia da UFRGS, um dos coordenadores do projeto Círculo da Matemática no Brasil.

– Quando um Aluno diz uma coisa errada, e o Professor passa para a próxima resposta sem considerar aquilo que foi dito, ele perdeu aquele Aluno no raciocínio que estava tentando construir. O erro é importante do ponto de vista da inclusão. Ele tem de aparecer no quadro-negro também.

O resultado mostra ainda a importância de o Aluno se dedicar a problemas sem solução imediata. No Japão, um dos países com melhores notas, todos os estudantes têm a chance de se engajar em estudos profundos. Os Professores trabalham com a ideia de que tempo de projeto é tempo de aprendizado.

Mas é preciso considerar o contexto em que os estudantes vivem, segundo Elisabete Zardo Búrigo, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Matemática na UFRGS, já que algumas questões do exame mostram situações cotidianas com as quais a maioria dos brasileiros não está familiarizada. Para a especialista, os testes de múltipla escolha são limitados, e seria preciso criar instrumentos de avaliação nos quais os Alunos possam mostrar a forma como pensam.

Editorial: Desafio de todos

Burocracia, jeitinho e má gestão são causas conhecidas para a falta de Professores nas Escolas estaduais, comprovada por levantamento feito por ZH em 54 estabelecimentos do Estado. É uma combinação de fatores que conspira há muito tempo contra o Ensino público e aos quais se agregam o desalento com a falta de perspectivas para a categoria e os baixos salários. A consulta feita pelo jornal constatou que 26 colégios têm falta de Professores. Não é uma pesquisa científica, mas a amostragem de uma realidade que em nada surpreende. Mesmo que o governo do Estado insista em reafirmar que não há carência de profissionais, é certo que os colégios enfrentam deficiências. Percebe-se claramente que essa não é uma situação pontual.

O que se revela difícil, no enfrentamento entre Cpers e governo, é a apuração da real dimensão do problema, já que o sindicato pede pelo menos mais 7 mil Professores e o secretário de Educação refere-se a ausências eventuais. Afirma o senhor Jose Clovis de Azevedo que, de qualquer forma, o Estado enfrenta, entre outros desafios, a debandada diária de até 200 Professores em contrato temporário. Enquanto essa fuga acontece, o Cpers cobra que pelo menos parte de 12 mil concursados assuma as vagas existentes. É no mínimo paradoxal que o governo admita a saída voluntária de Professores não efetivos e não consiga administrar a chamada de aprovados que resolveriam em definitivo as carências crônicas.

É evidente que concursos públicos, em quaisquer áreas, são realizados para que se faça a gestão dos quadros de servidores. Surpreende que o próprio secretário admita enfrentar dificuldades para administrar o que ele, singelamente, define como “movimento de Professores entrando e saindo”. Alunos, pais e comunidades já foram exauridos por esse embate, reeditado todo ano, que compromete a qualidade do Ensino público do Estado e a aprendizagem de centenas de crianças.

http://www.todospelaeducacao.org.br/educacao-na-midia/indice/29973/brasil-tem-nota-baixa-em-ranking-de-ensino/

Desempenho do ensino médio em matemática é o pior desde 2005

Segue abaixo os gráficos respectivos, registrados em paint.

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pec-do-teto-de-gastos

Todo ensino deve provocar uma mudança. Se não há mudança, não há aprendizado.

(Lições Bíblicas CPAD, 1º/T de 2017)

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Revisões, atualizações e comentários nas postagens

Segue abaixo, o link de mais cinco (5) postagens e comentários corrigidos e/ou revisados:

Acrescentei no menu principal do blog os cinco tópicos necessários para uma pessoa ser salva. Retirei este texto do CACP, com alguns pequenos acréscimos.

Acrescentei no menu principal, um sub-menu, chamado “Missão Integral”.

Acrescentei um comentário retirado do livro de John Stott “Crer é também pensar” e outro “Campanha quer tirar educadores sociais cristãos da invisibilidade“. Muito bom os comentários. Vale a leitura do material.

Acrescentei um vídeo preparado pela Rede Mãos Dadas para a Campanha Meu Educador Social Cristão.

O Centro Apologético Cristão de Pesquisas(CACP), liberou um texto associado a Reforma Protestante e a influência da mesma, na educação brasileira. Coloquei este texto na postagem acima, como comentário. 

Acrescentei um artigo disponibilizado no dia 09/05/2017 do Centro Apologético Cristão de Pesquisas (CACP), que trata do batismo de crianças.

Esclarecedor o texto.

Acrescentei um comentário do Pr Natanael Rinald do CACP “Por que expor o erro das seitas”.

Perfeito este texto.

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A Preparação Para o Terceiro Templo em Jerusalém

O que está por vir

O cenário do final dos tempos na Palavra de Deus exige que um Templo Judeu esteja erigido quando o Anticristo governar o mundo. Ele o profanará e o povo judeu será forçado novamente a deixar o Templo porque se manterá fiel a Deus e se recusará a adorar o Anticristo (Dn 9.27).

Em Seu Sermão no monte das Oliveiras (Mt 24-25), Jesus confirmou a profecia de Daniel. Ele chamou a profanação de “o abominável da desolação” e disse que ela ainda não havia acontecido (Mt 24.15).

Algum dia, o Messias, Jesus, voltará para Jerusalém e construirá Seu Templo nesse pedaço de terra (Zc 1.16; Zc 6.12); e, a partir desse Templo do Milênio, Ele governará o mundo (Zc 6.13). Esse templo é descrito em detalhes vívidos e precisos em Ezequiel 40-46. Nada que tenha sido construído até agora se encaixa na descrição de Ezequiel. Nem o Tabernáculo, nem o Primeiro Templo edificado pelo rei Salomão, nem mesmo o Segundo Templo que foi dedicado por Zorobabel e magnificamente restaurado por Herodes o Grande. Sequer a estrutura desenhada na prancha de projetos de hoje será aquele Templo; essa estrutura será o Templo da Tribulação; que deverá estar em funcionamento na metade do período de sete anos que se denomina “tempo de angústia para Jacó” (Jr 30.7).

Existe um obstáculo principal para a construção do Terceiro Templo: a edificação muçulmana cuja cúpula é coberta de ouro, o Domo da Rocha, que ocupa o monte do Templo. Não é uma mesquita, mas um edifício islâmico.

Algumas pessoas sugerem que um Templo Judeu poderia existir ao lado do Domo da Rocha, ambos partilhando do monte do Templo. Mas, falei com muitos líderes do movimento para a reconstrução que crêem que o Domo da Rocha terá que ser removido. Quando lhes perguntei como eles planejam fazer isso acontecer, disseram que não planejam. Eles pensam deixar esse detalhe para o Messias, mas querem estar prontos para começar a construção quando Ele abrir o caminho.

Você está preparado para o Arrebatamento da Igreja? Se está, viva pura e produtivamente para estar cheio de alegria quando ouvir o glorioso som da trombeta de Deus nos chamando para casa (1ªTs 4.15-17). Acordo todas as manhãs com a expectativa de que este será o dia. À luz de tudo o que está acontecendo para a preparação de um Templo Judeu no monte do Templo, faríamos o certo se mantivéssemos nossos ouvidos bem abertos para o brado do Senhor, a voz do arcanjo e o chamado da trombeta de Deus. 

(Jimmy De Young – Israel My Glory – http://www.chamada.com.br)

Imagens do terceiro templo em Jerusalém.

Instituto do Templo lança vídeo com projeto para construção sagrada.

Segundo o calendário judaico, este domingo (26/07/2015) foi o nono dia do mês de Av. Recebeu o nome de Tisha Beav. É a data escolhida como dia de luto, em lembrança dos eventos mais trágicos da história judaica. Acredita-se que foi nessa data a destruição pelos babilônicos do Templo de Salomão, no ano 586 a.C., e a destruição do Segundo Templo, pelos romanos, no ano 70.

Cedo pela manhã, 900 judeus subiram ao Monte do Templo, numa caminhada pacífica. Contudo, ocorreu uma reação violenta de palestinos. Os não islâmicos são oficialmente proibidos de rezar no local, que fica bem no centro de Jerusalém. Policiais precisaram intervir e houve muita confusão, resultando na prisão de alguns judeus.

Hora depois, como uma espécie de resposta à violência com que foram recebidos, o Instituto do Templo publicou um vídeo mostrando as primeiras imagens de como será o terceiro templo em Jerusalém.

Criado por computação gráfica, o material mostra que estão prontas as plantas da construção e como será o interior do local que Deus mandou Salomão construir.

O vídeo de três minutos anda pelo santuário principal, mostrando como todos os detalhes seguem a Halakhic (lei judaica), desde as dimensões até as peças usadas no serviço sacerdotal. Existe até o espaço para reuniões do Sinédrio, que já está em atividade.

Em questão de minutos as imagens foram anunciadas por diversos sites especializados em profecias como “um grande sinal”.

Na verdade, todas as peças necessárias já estão prontas, incluindo o menorá, o altar do incenso, mesa com os pães da proposição.

Todos eles já foram mostrados pelo Instituto, totalizando 70 outros objetos sagrados, entre eles o altar do sacrifício e o véu que separa o Santo dos Santos. Os levitas já estão treinados e prontos para o serviço.

Uma campanha na internet havia levantado recentemente mais de US$ 100.000 para os planos arquitetônicos. O Instituto trabalha também para criar pela primeira vez em dois mil anos uma Novilha Vermelha, essencial para a purificação dos sacerdotes. Também já apresentou um plano de financiamento que possibilitaria reconstruir o local em pouco tempo.

O rabino Chaim Richman, Diretor do Instituto, lembra que “um terço de todos os mandamentos da Torá dizem respeito à construção do serviço no Templo Sagrado. Hoje, não apenas lamentamos a destruição dos dois Templos Sagrados, mas também nossa incapacidade de cumprir um terço da Torá.”

Além do Instituto do Templo, o Movimento Fiel da Terra de Israel liderado por Gershon Salomon está pedindo que o governo de Israel se manifeste.

Richman afirma ser inadmissível que bandeiras do Hamas e do Estado Islâmico terem sido exibidas no local várias vezes. “O Monte do Templo não é somente um direito civil para o povo judeu. Trata-se de oferecer o direito que toda a humanidade possa fazer orações no lugar mais sagrado… O que estamos falando aqui é de uma revolução espiritual, na qual o templo tem um papel muito fundamental. Acho que este assunto está se tornando mais popular do que nunca.”

Com informações de United With Israel eIsrael National News

Área do Templo na época de Salomão

https://noticias.gospelprime.com.br/imagens-projeto-terceiro-templo/

Biblioteca On-line da Torre de vigia

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Meu ambiente de trabalho

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Minha gerencia no CENPES/PDISO/BIO, último setor de trabalho, antes de minha aposentadoria pelo INSS

Breve resumo de suas características. Material em power point com quatro slides, incluindo um tópico sobre Energias Renováveis.

pdiso-bio

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MAPAS MISSIONÁRIOS – A JANELA 10/40

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Você teria coragem de perguntar quem você realmente é?

Mapas Missionários Janela 10-40

Excelente este mapa, em DocSlide. Experimente visualizar em toda tela. 

http://docslide.com.br/documents/mapas-missionarios-janela-10-40.html

O homem é inerentemente religioso. Apesar dos que são contra a manifestação religiosa, ela é patente. Está em todo o globo. O crescimento no conhecimento científico não interferiu no “labor” religioso. Mas, qual a importância das religiões? Existe uma doutrina correta nesse vasto campo da fé? Como avaliar a coerência das afirmações dos adeptos de religiões? Em certo sentido, Deus se manifestou à humanidade. Entretanto, afirmações que se contradizem podem estar certas no mesmo sentido? A lei da lógica diz que não. A lei da não-contradição. Se Deus existe, como todas as doutrinas religiosas podem estar certas? Abordaremos a história e pensamento doutrinário dessas três grandes religiões professadas por milhões de pessoas no mundo e analisaremos sua coerência em si mesma, na história e na Bíblia.

Vamos iniciar nossa abordagem no campo de origem dessas religiões: a janela 10/40.

O que é a janela 10/40?

JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. A esse retângulo denomina-se JANELA 10/40. Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial com as suas etnias e línguas tenham sido confrontadas com o evangelho. A outra parte, com sua maioria absoluta na Janela 10/40, representa uma grande multidão de cerca de 3,2 bilhões de pessoas que ainda são objetos dos empreendimentos missionários do povo de Deus.

Os países com as maiores populações não cristãs são: CHINA, ÍNDIA, INDONÉSIA, JAPÃO, BANGLADESH, PAQUISTÃO, NIGÉRIA, TURQUIA e IRÃ, todos na Janela 10/40.

Devido a estes fatos, torna-se primordial para nós, cristãos, neste novo milênio, focalizar nossos recursos, sejam espirituais, financeiros ou sociais, sobre o necessitado povo que vive na Janela 10/40.

Se desejamos mudar este quadro, devemos considerar alguns fatos de muita importância:

O significado Bíblico e histórico – O domínio do Islamismo, do Hinduísmo e do Budismo – A pobreza acentuada – A diversidade de línguas e culturas – A concentração de seitas diabólicas.

Países que formam a Janela 10/40:

ORIENTE MÉDIO – 21 PAÍSES – Arábia Saudita, Argélia, Catar, Egito, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Irã, Iraque, Israel, Palestina, Jordânia, Kuwait, Líbano, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Omã, Síria, Sudão, Tunísia e Turquia.

ÁFRICA – 12 PAÍSES – Benin, Burkina, Cabo Verde, Chade, Djibuti, Etiópia, Gâmbia, Guiné, Guiné-Bissau, Mali, Níger e Senegal.

ÁSIA – 21 PAÍSES – Afeganistão, Bangladesh, Barein, Butão, Camboja, China, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Filipinas, Índia, Japão, Laos, Malásia, Maldivas, Mongólia, Nepal, Paquistão, Sri Lanka, Tailândia, Taiwan (Formosa) e Vietnã.

EURÁSIA – 3 PAÍSES – Cazaquistão, Turcomênia e Tadjiquistão.

EUROPA – 4 PAÍSES – Albânia, Chipre, Gibraltar e Grécia.

Nem todos os crentes sabem que no mundo ainda há povos completamente ignorantes da existência de Jesus Cristo e seu plano redentor. Poucos se importam em saber que hoje no oriente há cristãos presos e sendo torturados por causa de sua fé. Quantos têm um programa intensivo de oração pelos povos não alcançados pelo evangelho? Saber que há povos cometendo suicídios e guerras, por falta de esperança ou fanatismo, não é um assunto que interessa a todos os cristãos. Os cristãos no mundo estão direcionando apenas 1,2% do seu fundo missionário e de seus missionários estrangeiros para bilhões de pessoas que vivem no mundo evangelizado. No mundo ainda há dezenas de países com suas portas total ou parcialmente fechadas à entrada de missionários. Há 28 países muçulmanos (sem incluir seis da antiga união soviética), 7 nações budistas, 3 Marxistas e 2 países hindus, formando o maior aglomerado de povos não alcançados.

É no centro do nosso mundo que vive um expressivo número de povos não alcançados, num espaço comparado a uma janela retangular, identificado como “JANELA 10/40”.  Antes era conhecido como: “Cinturão de Resistência”.  Essa janela se estende desde o oeste da África até o leste da Ásia, sendo 10 a 40 graus ao norte do Equador.

Essa região específica, começa a ser conhecida como: “JANELA 10/40”.  É um ajuntamento do mundo muçulmano, hindu e budista, onde vivem bilhões de almas empobrecidas no seu espírito.

Neste novo milênio, é imperativo que nossos recursos estejam focalizados sobre os povos que habitam a “JANELA 10/40”.  Se nós estamos seriamente comprometidos em prover uma oportunidade efetiva para que cada pessoa tenha uma experiência com a verdade do Salvador Jesus Cristo, não podemos ignorar as constrangedoras realidades desta região. 

A “JANELA 10/40” nos confronta com importantes considerações:

O significado histórico e bíblico.

Os países menos evangelizados.

O domínio de 3 blocos religiosos.

A predominância da pobreza.

O grupos etno-linguísticos não alcançados.

As cidades (megalópoles) menos evangelizadas.

As fortalezas de Satanás estão concentradas na “JANELA 10/40”.

  • A primeira e fundamental razão porque os cristãos devem focalizar a “JANELA 10/40” é por causa do significado bíblico e histórico dessa área. Realmente, a Bíblia começa com a explicação que Adão e Eva foram colocados por Deus no “coração” do que agora é a “JANELA 10/40”.  O plano de Deus expresso em Gênesis 1.26, é que os seres humanos teriam domínio sobre a terra e deveriam preenchê-la.  E quando Adão e Eva pecaram perante Deus perderam seu domínio sobre a terra.

O comportamento pecaminoso do homem cresceu muito diante de Deus e Ele interveio e julgou a terra com catástrofe do dilúvio.  Depois os homens inutilmente vieram a estabelecer seu novo intento para dominar, construindo a Torre de Babel.  Essa obra ocorreu no “coração da “JANELA 10/40”, e foi feita como uma provocação contra Deus.  Novamente, Deus estendeu Sua mão como julgamento.  O resultado  foi a introdução de diferentes línguas, feitas como uma divisão de povos da terra, e assim a formação de nações.

Na “JANELA 10/40” nós podemos ver claramente a verdade expressa no livro de Graham Scroggie: “O Drama da Redenção do Mundo (The Drama of World Redemption), que diz: “Há um mundo que está voltado contra Deus; Ele vendo isso escolheu um Homem para alcançar o mundo”.  Podemos observar que mais uma vez a história antiga faz menção do mesmo território que é marcado pela “JANELA 10/40”, vindo do berço da civilização da Mesopotâmia, cruzando a parte fértil do Egito.  Os impérios se levantaram e caíram, isso pelo fato do povo de Israel ter vacilado em sua relação de obediência ao governo de Deus.

Foi por isso que Cristo nasceu, viveu uma vida perfeita, morreu sacrificialmente na cruz e se ergueu triunfalmente sobre a morte. A Igreja primitiva anunciou isto; mas foi somente após as viagens missionárias de Paulo, que a proclamação ocorreu mais além da “JANELA 10/40”.  Sem dúvida, é uma área de significação bíblica e histórica.

  • A segunda razão porque devemos focalizar a “JANELA 10/40”, é porque ali vive o maior número de países não-alcançados.  Esses “não-evangelizados” são países que têm o mínimo conhecimento do Evangelho e também não tem tido oportunidade para conhecê-lo.

Isto consiste somente em 1/3 da área total da terra, mas, perto de 2/3 da população do mundo, reside ali na “JANELA 10/40”.

Com um total aproximado de 3 bilhões de pessoas, a “JANELA 10/40” inclui 57 países, estados soberanos e não soberanos.  Esses países com a maioria de suas terras, se encontram dentro das fronteiras da “JANELA 10/40”.

Dos 52 países menos evangelizados do mundo, 31 estão dentro da “JANELA 10/40”.  Estes 31 países compreendem 97% do total da população dos 52 países menos evangelizados.  Tudo isso nos leva, sem dúvida, a ver que a “JANELA 10/40” é um lugar que centraliza os menos evangelizados.

Se tomamos com seriedade o chamado de pregar o Evangelho a toda criatura e fazermos discípulos de todos os povos, e sermos testemunhas de Jesus até o último da terra, precisamos reconhecer a prioridade de concentrarmos nossos esforços na “JANELA 10/40”. Em nenhum lugar é tão “gritante” a necessidade da verdadeira salvação, que está somente em Jesus Cristo.

  • A terceira razão por que focalizamos a “JANELA 10/40”, é a presença das três religiões de grande domínio no mundo.  A maioria dos adeptos do Islamismo, Hinduísmo e Budismo, vive na “JANELA 10/40”.
  • A quarta razão para o enfoque da “JANELA 10/40” consiste, também, na enorme quantidade de pobres que ali vivem.  São os “pobres dos pobres”, oito de cada dez, com orçamento inferior a 500 dólares por ano, por pessoa.  Ainda que 1,6 bilhões de pessoas nestas condições vivam na “JANELA 10/40”, somente 7 % dos missionários trabalham entre eles.
  • Bryant Myers, em seu artigo diz: “Onde estão os perdidos e os pobres?”  Responde: “os pobres são os perdidos e os perdidos os pobres”.  Ele chegou a esta conclusão após demonstrar que a maioria dos não-alcançados vive nos países mais pobres do mundo. Quando os cristãos de 170 países se encontraram em Lausanne II (Manila-1989), houve um grande interesse pelos materialmente pobres.  Na segunda sessão de Manila, o interesse foi lembrado com a seguinte declaração: “Nós temos sido novamente confrontados com a ênfase de Lucas, que o Evangelho é as boas novas para o pobre (Lc 4.18; 6.20; 7.22) e temos que perguntar a nós mesmos se isto não significa que a maioria da população do mundo não está destituída, sofrendo, e oprimida.  Nós temos sido lembrados que na lei, nos profetas, nos livros de sabedoria e nos ensinamentos e ministério de Jesus, Deus sempre interessou-se pelos pobres materialmente e nós, como consequência devemos defendê-los e cuidar deles”. Cristão comprometidos não podem ignorar a realidade de que há um paralelo marcante entre os países pobres do mundo e os não evangelizados.
  • A quinta razão pela qual devemos fixar a nossa atenção na “JANELA 10/40” é porque nela se encontra o maior grupo “espiritualmente quebrado” de mega povos etnolinguísticos (mais de 1 milhão).
  • De fato, mais de 90% dos indivíduos desses grupos populacionais vivem na “JANELA 10/40”.
  • A sexta razão pela qual devemos focalizar a “JANELA 10/40” é porque nela estão as maiores megalópoles não alcançadas do mundo.  E isto que dizer que em cada uma delas há uma população de mais de 1 milhão de pessoas. Em uma lista das primeiras 50 maiores cidades do mundo, todas estão na “JANELA 10/40”!   De fato, só estes dados nos levam a ver as prioridades de investir recursos para levar o amor e a verdade de Cristo a essas cidades gigantes.
  • A sétima razão para focalizarmos a “JANELA 10/40” é que nela se concentram as zonas de mais perseguição.  Dentro da Janela 10-40 há muitas áreas onde os que desejam seguir a Jesus sofrem perseguição.  Essa perseguição às vezes é coberta e invisível.  Outras vezes é bem visível e muito forte.  Dos 22 países em que os cristãos sofrem forte perseguição, 15 estão dentro da Janela 10-40 e 4 estão bem próximos.
    As fortalezas de Satanás são reais.  Bilhões de pessoas que vivem na “JANELA 10/40”, não só estão debaixo de enfermidades, pobreza, calamidades, mas também têm sido impossibilitadas de conhecer o poder transformador do Evangelho.  Elas são um exemplo claro do que lemos em 2ªCo 4.4: “O Deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do Evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus”. Nós não estamos vendo esta situação de uma maneira fatalista, temos fé que isso pode ser revertido. Mais para frente, neste mesmo texto, o apóstolo Paulo declara: Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e, sim, poderosas em Deus, para destruir fortalezas anulando sofismas”(2ªCo 10.4). Ainda que Satanás estabeleça um território de fortaleza na “JANELA 10/40”, nós não podemos conceder nem uma parcela da terra e nenhuma pessoa.  O Evangelho deve avançar! Olhando as páginas da história, nós descobrimos uma difícil batalha espiritual, escrita pelo profeta Daniel. Daniel, um fervoroso homem de oração, foi altamente estimado por Deus e pelo povo de sua geração.  Numa ocasião, enquanto esperava em oração na presença de Deus, Daniel jejuou por três semanas.  Finalmente, um anjo do Senhor veio a ele em resposta à sua oração (Dn 10.12) e explicou as coisas que ocorreram enquanto estava a caminho dizendo que foi detido 21 dias por um demônio denominado “Rei da Pérsia” (Dn 10.13).  Isso ocorreu até que o anjo Miguel veio para ajudá-lo na luta que enfrentava, conseguindo continuar seu objetivo indo até Daniel. Essa fascinante passagem bíblica nos leva a entender a realidade da batalha territorial nas regiões celestiais.  O anjo que visitou Daniel depois de deixar a mensagem, disse-lhe que deveria voltar para a batalha com o reinado da Pérsia.  Aparentemente essa batalha continua.  A antiga Pérsia é conhecida atualmente como Irã, e continua a ser uma fortaleza segura por Satanás.  O Irã está situado no centro da “JANELA 10/40”. George Otis Jr. concluiu que duas poderosas forças demoníacas, com grande significado bíblico, aparecem no epicentro do mundo não alcançado: o Príncipe da Pérsia (Irã) e o espírito da Babilônia (Iraque), ambas deverão ser penetradas pelo Evangelho, para que se possa completar a Grande Comissão.  Otis, observa que isso ocorrerá na região do Jardim do Éden, onde o comando de “dominar a terra” veio originalmente.

Isso é evidente, as forças de Satanás têm grande poder e irão resistir a todo intento de triunfarmos.  Se nós estamos em luta no território de Satanás, nós devemos nos revestir da armadura de Deus e lutar com as armas próprias da batalha espiritual descrita em Efésios 6.  Depender de outras coisas, é total insensatez.

O foco da ação missionária da Igreja Cristã há 200 anos foi concentrado nas regiões costeiras do mundo.  Um século depois, os esforços concentraram-se nas regiões interioranas dos continentes.  Ao passar dos anos, o foco foi direcionado aos grupos de pessoas e suas etnias.

Mais recentemente, as megalópolis têm sido o ponto de concentração da ação missionária da Igreja.  Hoje quando o terceiro Milênio se aproxima, devemos concentrar nossos esforços na “JANELA 10/40”.

É claro que isso nos faz rever prioridades.  Devemos encontrar a melhor maneira de inovar os caminhos para alcançar com o amor e a verdade de Jesus Cristo os bilhões de pessoas que vivem na “JANELA 10/40”.  Devemos mobilizar um enorme grupo de oração para focalizar a “JANELA 10/40” com suas súplicas intercessoras.

Contudo, isso deve ser claramente entendido que a concentração na “JANELA 10/40” não deve cessar o trabalho do Senhor ao redor do mundo.  Os missionários devem esforçar-se na evangelização, treinamento, ajuda e implantação de Igrejas, cruzando culturas, sem nada que os impeça.

Se nós estamos crendo nas Escrituras, obedecendo ao mandato de Cristo e não estamos esmorecendo em plantar Igrejas em todo lugar, conseguiremos o centro do mundo na “JANELA 10/40”.

Que Deus nos encha de intrepidez, sabedoria e energia para assumirmos a nossa parte nesse grande desafio.

 

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Algumas imagens dos animais que ficam no criadouro Pedra Branca

Algumas imagens dos animais que ficam no criadouro Pedra Branca. Criadouro dos sogros da Thais, localizado em Vargem Grande (bairro de classe média da região da Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. O ponto culminante da cidade, o Pico da Pedra Branca, se localiza no seu limite com o bairro de Jacarepaguá). Eles possuem cacatua, cobras jibóia, Araras diversas e semelhantes, entre outros animais.

Um belíssimo lugar. Em um domingo a Thais me levou junto com os avós para vermos este paraíso.

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Os músicos e o uso de instrumentos

Os músicos e o uso de instrumentos

Os músicos e o uso de instrumentos

Que cuidados deve ter o músico na igreja, para não quebrar a ética litúrgica na Casa de Deus?

Há muitos cuidados que o músico na igreja deve tomar, para não quebrar a ética litúrgica na Casa de Deus. Gostaríamos de citar neste artigo aqueles que julgamos mais necessários. Vejamos cada um deles.

Se os instrumentistas vão fazer solo, deverão deixar o volume dos aparelhos numa altura que seja a ideal, confortável ao ouvido, e não abrir todo o volume, como muitos fazem, achando que todo mundo está gostando.

Se vão “acompanhar”, devem apenas acompanhar. Acompanhamento quer dizer executar em segundo plano. O que muitos infelizmente fazem é abafar as vozes principais, que estão no primeiro plano. Isso é falta de orientação, de bom gosto, de sabedoria, de bom senso. Significa que não há um responsável por isso, e que estão agindo de modo absoluto, como bem entendem. Significa que o dirigente deixou tudo à vontade, com a desculpa que isso é “liberdade no Espírito”, quando na realidade é desorganização do responsável.

O instrumento não é para abafar a voz de quem canta, mas acompanhá-la. Às vezes, muitas dessas pessoas, no passado, vieram de ambientes mundanos pesados, onde tocavam a noite inteira, a todo volume, uma música que não era música. Era uma loucura diabólica que arrasava os nervos de qualquer um, e também os ouvidos, e ainda sob essa nociva influência ingressam na igreja, e, uma vez aqui, não ficam totalmente libertos dos gostos mundanos ou não recebem a devida orientação. Daí existirem hoje dois tipos de gerações:

Uma geração de surdos, pelos tímpanos lesados nas orgias superbarulhentas, nos clubes, nos “inferninhos”, nos lares, nos carros etc.
Uma geração de loucos, pelos nervos lesados pela poluição sonora, dia e noite. Essa é uma das causas do Brasil ter no momento 10% de habitantes com distúrbios mentais. Pesquisa recente, criteriosa e prolongada, revelou isso.
A igreja em toda parte tem muita gente assim, que não sabe o que é bom gosto, senso apurado, quintessência, equilíbrio etc. Os tais não sabem que estão arrasando os ouvidos dos outros. E como diz em Malaquias “não sabem que fazem mal”.

A música na igreja, segundo a Bíblia, deve ter pelo menos três propósitos, a saber (Colossenses 3.16):

O propósito da adoração a Deus;
O propósito do louvor a Deus;
O propósito do serviço para Deus.

Podemos ter muita música na igreja, mas sem o propósito da adoração. Nesse caso, a nossa música será tão somente “metal que soa e sino que tine” (1ªCoríntios 13.1). De todos os ministérios que integram o culto cristão, o que mais está sofrendo é o da música.

Muita música nas igrejas é simplesmente uma coisa qualquer, mas não música espiritual, que arrebata, que transforma, que fala ao coração, que edifica, que inspira, que toca a alma, e não apenas os nossos ouvidos e sentimentos.

Não me refiro só à melodia, harmonia e ritmo. Refiro-me também à letra, muitas vezes antibíblica, irreverente, iconoclástica, só poética e filosófica. Isso é porventura “música de Deus”, como está escrito em 1ª Cr 16.42? Por que isso? Geralmente, porque seus autores não andam com Deus para dEle receberem a Palavra que saturaria seus hinos.

A música da igreja não deve apenas encher nossos ouvidos, mas muito mais o nosso coração, de modo que ela sirva de instrumento para Deus revelar e manifestar sua presença em nosso meio. É isso que eu chamo de música como um serviço a Deus. Com exceção do canto congregacional, oriundo de hinários sacros, o que está havendo em muitas igrejas é música mundana, música de boate, música de embalo, música para bailar, sem qualquer dose de inspiração divina e sem nenhum ou quase nada de conteúdo bíblico.

Deus pedirá conta por essa música sem mensagem e sem inspiração. Deus julgará essa desordem na sua casa e no seu culto. Quando a música foi profanada, nos primórdios da raça humana (Gênesis 4.21-24), veio mais tarde o Dilúvio.

Uma das razões porque o Diabo tem causado tanto estrago na música, tanto fora como dentro da Igreja, é porque ele antes da sua queda era dirigente de música no Céu (Ezequiel 28.13 e Jó 38.7). Portanto, ele conhece essa matéria e sabe como corrompê-la.

Está na hora das igrejas grandes terem um departamento musical sob a direção de alguém competente e escolhido para isso, para coordenar todas as atividades musicais da igreja.

Enquanto a congregação canta no máximo dois ou três hinos em todo o culto, solistas, conjuntos, corais e bandas cantam e tocam até 21 números (como sei de casos)! Sim, em muitas igrejas, a congregação não canta mais ao Senhor por causa da desordem no culto.

Segundo as Escrituras, o incenso sagrado (que simboliza a oração e a adoração) era composto de vários ingredientes, mas todos de peso igual (Êxodo 30.34).

O azeite vinha na frente (Êxodo 30.22-33). Depois o incenso (Êxodo 30.34-38). O azeite fala do Espírito Santo. A predominância do Espírito Santo na vida do crente e no ambiente leva a uma profunda e santa adoração.

Montagem e arrumação de instrumentos durante o culto é desorganização, bem como afiná-los durante o culto. Preparem tudo antes do culto. Honrem a Deus, fazendo do seu culto um momento de encontro com Ele, e não uma miscelânea que ninguém sabe o que é.

É como diz Paulo aos Coríntios: “Enquanto um tem fome, outro embriaga-se; de modo que quando vos ajuntais, não é para melhor, senão para pior” (1ªCoríntios 11).

A questão dos cantores é outro assunto bastante delicado, especialmente quando são cantores de fora, com seus modos e costumes peculiares, às vezes copiados de outros, quase sempre contrariando a boa ordem do culto e querendo dar ou deixar a impressão de espiritualidade, quando muitas vezes não é o caso. Geralmente são indisciplinados, autoritários, chegam quase sempre atrasados e, nesse caso, perturbam o culto todo, ligando os instrumentos, afinando-os etc.

Eles conversam durante o tempo em que não estão cantando, não dizem quantos hinos vão cantar, nem pedem permissão ao pastor para isso. Acham que, por serem cantores, têm salvo conduto onde chegarem. Onde está a humildade e as características de um verdadeiro ministério de canto? Então, só porque sou cantor e vou adorar a Deus noutra igreja terei que cantar? Se os dirigentes não tomarem providências, não teremos outro elemento no culto a não ser a música, e nem isso, porque, como já vimos, é música sem unção, sem mensagem, sem poder, sem graça divina, sem nada!

Se o hino que alguém vai cantar tem, digamos, cinco estrofes, pode cantar apenas três e suprimir as demais. É uma questão de sabedoria e bom-senso. Salvas as exceções, muitos de seus hinos são obras primas artificiais e sem mensagem, devido a seus autores não quererem saber da Bíblia e da profunda comunhão com Deus. Tais hinos são como uma flor artificial: quase perfeita, mas sem vida, sem perfume, sem crescimento. Uma lei divina é que toda reprodução seja segundo a sua espécie (Gênesis 1.11-12,21).

MÚSICA NA IGREJA

Cl 3:16

“A palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações.”

Para que serve a música na Igreja? Como encaixar esta música nos serviços de culto? É apenas uma performance, um enfeite ou algo para amenizar o conteúdo da mensagem, ou para a diversão de quem a houve ou executa? A música sensibiliza e atrai. Trabalha na emoção, mas música na igreja é um meio e não um fim em si mesmo. É uma música funcional. Não é arte pela arte. É arte com uma função.

É para Culto, Adoração, Glorificação e Louvor ao Deus – Pai, Deus – Filho e Deus – Espírito Santo. É para ensino, edificação e crescimento cristão. É para consolo, conforto, testemunho, evangelização e proclamação da Palavra de Deus. Cumpre uma missão, que é dar vida aos textos bíblicos ou poéticos que servirão para reafirmar princípios bíblicos, doutrinas, direção na vida cristã, complemento e auxiliar na fixação do conteúdo na mensagem falada. Música na Igreja é ministério e não palco, e culto não é o momento para demonstração de performance, ou aluações, as mais variadas e em muitas ocasiões desconexas.

Quando cantamos estamos orando junto, dizendo ao Senhor as nossas necessidades e tribulações. Também dizemos ao Senhor o nosso amor por Ele. Porém, mas nossos cantos também precisam falar ao coração do irmão, testemunhando do poder do seu amor. Cantos de comunhão, que falam sobre as nossas diferenças e, ao mesmo tempo, mostrem que o que nos une é mais forte do que o que nos separa. Somos diversos, mais o Espírito Santo que nos chamou para a salvação e para boa obra é o mesmo. Este Espírito de Deus é que nos une em amor. E onde o Espírito de Deus habita há amor, bondade, domínio próprio, paz, paciência, alegria, fidelidade, amabilidade, segundo o que diz Gl 5:22_23.

“Só o homem crucificado pode pregar a cruz”. Disse Tomé: “A menos que eu veja em suas mãos o sinal dos cravos… não crerei” (Jo 20:25). O Dr Parker, de Londres, disse que Tomé falou acerca de Cristo, O mundo hoje está dizendo a respeito da Igreja. E o mundo também esta dizendo a cada pregador: “A menos que eu veja em tuas mãos as marcas dos cravos, não crerei.” (Stoll –A Cruz de Cristo).

Só o homem que morreu com Cristo, pode pregar sobre esta Cruz. Precisamos ter cuidado para não esquecer o porquê de estarmos servindo ao Senhor Deus com esta ferramenta – música. É a percepção do seu amor que nos faz olhar para a Sua Cruz, e seguir alegres com esta certeza pessoal: “Eu sei que o meu redentor vive”.

Cantemos a Redenção do homem realizada na Cruz de Cristo. Cantemos este amor que nos faz irmãos, cantemos sobre Jesus e seu maravilhoso olhar e perdão, Seus ensinamentos, Sua verdade, Sua justiça, Suas leis e Seu caminho que é o único para a salvação. Cantemos sobre a presença do Doce Espírito Santo que nos guia em toda a verdade, que nos constrange chamando cada ser humano para uma nova vida.

West Ney Rodrigues Luz, MM, professora do Seminário do Sul (FABAT);

Membro da Igreja Batista Itacuruçá e regente dos Coros Cantares e Hospital Evangélico

O Jornal Batista

Ano CXIV

Edição 47

Pr. Antonio Gilberto

http://www.cacp.org.br/os-musicos-e-o-uso-de-instrumentos/

Segue, em anexo, uma série de instrumentos musicais de cordas e algumas informações dos mesmos. Muito instrutivo este conhecimento e suas peculiaridades.

Instrumentos musicais de cordas

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